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fonte: 01-canonicos/mapa-cobertura-ds.md
versao_da_fonte: v2.31
secao: 09
titulo: "Decisões tomadas — gate de 2026-08-15"
sequencia: 11 de 24
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nota: fatia GERADA — o corpo abaixo é byte a byte o trecho do canônico; edite o canônico, nunca esta fatia. Canônico inteiro em https://ds.seed.eng.br/01-canonicos/mapa-cobertura-ds.md
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## 9. Decisões tomadas — gate de 2026-08-15

As seis perguntas da v0.1 foram respondidas pelo Rafael na mesma sessão. Registro formal,
com o verbatim onde ele decide e o que cada decisão obriga:

**D1 — Ordem das fases: FUNDAÇÃO PRIMEIRO.** Verbatim: *"acho que fundação primeiro"* +
*"podemos seguir a ordem que preferir"*. Vale a sequência F7.1 → F7.2 → F7.3 → F7.4 → F7.5 →
F7.6 → F7.7 do §8. **Racional declarado:** as decisões D2/D3/D4 mudam a FORMA de todo artefato
futuro — produzir telas antes seria construir com o vocabulário velho e refazer depois; e a
renomeação da D3 custa ~14 caminhos de suíte hoje contra o dobro daqui a três fases.
*Alternativa descartada:* puxar F7.4 (Kanban) para frente, considerada caso o fluxo de obra
fosse a dor imediata — não é.

**D2 — CP2 vai de SEIS para SETE tipos de bloco. APROVADO.** Entra `trilha` (agrupador
vertical transparente: coluna de Kanban, raia de gantt, faixa de pessoa da carga), mais duas
exceções escritas (B1 canvas interativo · B3 feed invertido/C33) e uma regra de relação
(B4 split com resizer). Executa-se por **supersede formal do CP2** na F7.1.
*Alternativa descartada:* coluna de Kanban como exceção dentro de "peça" — rejeitada porque
trilha não tem superfície (nem fundo, nem raio, nem separação), e chamar de peça algo que não
se separa do canvas esvazia a definição de peça.

**D3 — Renomeação BANCADA × TELA. APROVADO.** `banco-*.html` = catálogo de estados de
componente (o mesmo componente repetido em todos os estados, fora de contexto de uso; é o que
as suítes medem). `tela-*.html` = caso de uso montado (dados plausíveis, cada componente uma
vez no papel dele; é o que o gate visual julga e a `suite-composicao` mede). **Régua de uso:**
pergunta sobre COMPORTAMENTO de um componente → bancada; pergunta sobre se a TELA está boa →
tela. Fecha de carona a dívida P1 (esquema de caminho das suítes), aberta desde o marco v1.4 e
que já cobrou preço duas vezes na sessão de 2026-08-15.

**D4 — CONTAINER QUERIES NOMEADAS como lei do DS. APROVADO** (*"se vc acha que é o melhor
caminho, concordo"*). Fato que sustenta: o ClickUp tem **60+ container queries nomeadas**
contra 54 media queries, e a barra de ferramentas sozinha tem **sete pontos de quebra do
próprio container** (§5.1, MEDIDO). Consequência declarada, que é cara e precisa estar
escrita: **muda como cada preview e cada suíte de render medem** — simular largura de janela
deixa de valer como prova; a prova passa a ser redimensionar o CONTAINER. As suítes de render
existentes precisam de guarda nova (F7.7).

**D5 — Fronteiras. Whiteboard (A21) e mapa mental (A22) FORA do DS;** verbatim: *"são
funcionalidades que podem ser ampliadas depois, e não vejo necessidade ser prevista no DS"*.
**Chat (A23) DENTRO**, e a razão amplia o escopo do sistema inteiro: *"vamos ter construção de
app de chat, mesmo que não fique dentro do ERP (…) estamos criando DS para suprir templates,
blocos que padronizam o uso para qualquer tipo de criação, site, app, ERP ou qualquer coisa."*
**Consequência de método:** o DS não é "o DS do ERP" — é o sistema de qualquer produto SEED, e
todo arquétipo deve ser julgado por essa régua, não pela de um ERP só.

**D6 — Campos de domínio (medida/monetário C9, duração C10): COMPONENTE PRÓPRIO. APROVADO** (*"sigo sua recomendação"*, 2026-08-15). A pergunta da v0.1
não estava clara e foi reformulada. *Componente próprio* = seção nova no canônico, com
anatomia, estados, tokens, código e testes — o comportamento fica garantido, ao custo de mais
superfície para manter. *Variante documentada* = subseção dentro do §5 Número — custo baixo,
com o risco de que o que a spec não fixar seja re-decidido por quem implementa (origem de
drift). **Recomendação registrada:** componente próprio para medida/monetário e duração
(regra de domínio real: casas decimais fixas por unidade, sufixo travado kWp/kWh/R$, teclado
numérico em `pointer: coarse`, alinhamento à direita em mono pelo PN21d, validação de faixa),
variante para os demais. **Executa-se na F7.5** como seções novas do canônico (numeração a definir na fase), com anatomia, estados, tokens, código e testes — a mesma régua dos §1–§45. *Alternativa descartada:* variante dentro do §5 Número — rejeitada porque o volume de regra (casas por unidade, sufixo travado, teclado, alinhamento mono, faixa) não cabe em subseção sem deixar lacuna para quem implementa decidir sozinho, que é a origem medida do drift (§10b.1 do estudo ClickUp).

