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fonte: 01-canonicos/mapa-cobertura-ds.md
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nota: fatia GERADA — o corpo abaixo é byte a byte o trecho do canônico; edite o canônico, nunca esta fatia. Canônico inteiro em https://ds.seed.eng.br/01-canonicos/mapa-cobertura-ds.md
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# Mapa de cobertura — SEED Design System v2

> **Versão:** v2.31 · **Data:** 2026-08-24 (§22.34 — **a F7.7 FECHA e com ela a F7 INTEIRA**: o P6 executou por veredito dele (31 gastos removidos, 537 KB) e as §90/§91 foram EMENDADAS no mesmo dia por informação nova — o app de campo com cadastro offline e sincronização (OS e ponto) é decisão tomada, não hipótese. Nascem OF10 (quatro estados de sincronização), a CE4-f (separa COLETA de EMISSÃO, resolvendo a colisão entre a trava exclusiva e o trabalho sem rede) e a CE9 (conflito detectado na sincronização). ⚠ O ponto tem regra própria: Portaria MTP 671/2021. · anterior v2.30 · **Data:** 2026-08-24 (§22.33 — **a F7.7 entrega o P5 e as TRÊS linhas ❌ AUSENTE do §6.1 fecham**: §90 offline · §91 conflito de edição concorrente · §92 lista longa, por cinco decisões dele no gate. O §92 **fecha a BU-P1** e traz o limiar MEDIDO em cobaia — 2.000 linhas —, porque a lista mais longa do acervo tem 38 itens e não exercita o problema. Dois achados de método com consequência normativa: **contenção nativa não funciona em caixa de tabela interna** (5,87×–25,47× em blocos, nada em `<tr>`) e **`getComputedStyle` devolve `auto` nas duas**, logo esta regra não tem conferência por declaração (LL-P1). O P6 tem tabela pronta e espera veto. · anterior v2.29 · **Data:** 2026-08-24 (§22.32 — **a F7.7 entrega P1 a P4**: a camada de validação volta a RODAR nesta máquina (55 suítes, 20 geradores provados por regeneração byte-idêntica, 1.127 PASS nas 17 jsdom antigas), nasce o **módulo de cor** que fecha a lacuna `color(srgb)` do §12.5, a **C31 ganha a perna de COR** com ΔE76 calibrado no próprio canônico, a **lei do CP27 passa a ser varrida no acervo inteiro** — e ela achou 9 artefatos fora da lista, levando o CP27 de 8 para 10 nomes por supersede —, e a **microcópia vira a §89** por cinco decisões dele. Três defeitos de instrumento novos no caminho: o **50º** (pixel dominante cego a gradiente), o **51º** (resolvedor de fundo cego a gradiente) e a **classe do CRLF** (gerador portado se prova por byte-identidade). Fecham: AU-P1, os caminhos nus, DP-P7, CN-P1) · anterior  · **Data:** 2026-08-23 (§22.31 — **A F7.6 FECHA 6/6: A13 documento sai de AUSENTE para `estável`** (§88, suíte 15·0·0; gate dele: *"aprovo"*) — e com ela as SEIS telas de borda, produzidas em DOIS DIAS de gates encadeados sobre o consolidado de 2026-08-22: seis specs §83–§88, seis suítes (**101 PASS · 0 FAIL** somados), uma volta de leitura dirigida (que fechou os dois arquétipos SEM leitura), o retroativo HV1 e o print como CONTRATO MEDIDO (a errata do DI virou lei de suíte). Os bloqueados seguem nomeados (A6, A15, C5/C8). Da F7 resta a **F7.7 — instrumentação e rigor**) · anterior v2.27 (§22.30 — **A14 feed/atividade sai de AUSENTE para `estável`** (§87, suíte 16·0·0; gate dele: *"aprovado"*): a exceção C33 do CP2 sai de CITAÇÃO para USO medido em tela, o C27 timeline ganha a primeira spec, e a linha "feed sob observação → possível A27" perde o motivo — o consumidor real (histórico de projeto/manutenção) está atendido. **Cinco de seis da F7.6**; falta a A13) · anterior v2.26 (§22.29 — **A18 configurações sai de AUSENTE para `estável`** (§86, `tela-configuracoes.html`, suíte 18·0·1; gate dele: *"aprovo"*). Era um dos dois arquétipos SEM leitura; a decisão aberta do consolidado (salvar imediato × explícito) fechou como **DOIS REGIMES** — formulário explícito com dirty, switch imediato anunciado. Nasce ainda o **primeiro check de LGPD em suíte** (CF-11: a demo reprova se dado pessoal real entrar). **Quatro de seis da F7.6 entregues**; a fila: A14 → A13) · anterior v2.25 (§22.28 — **A17 busca/resultados sai de AUSENTE para `estável`** (§85, `tela-busca.html`, suíte 15·0·1; gate dele: *"fora isso está aprovado"*) — e o "fora isso" foi **a HV1 pega a olho nu pela SEGUNDA vez** (a paginação sem hover; a primeira foi o §71 em 2026-08-19): o conserto alcançou as TRÊS telas da F7.6, retroativo, com o **49º defeito de instrumento** no caminho (CSSOM: style rule tem `.cssRules` vazia-mas-truthy e o flatMap engolia os `:active`). Três de seis da F7.6 entregues; a fila segue A18 → A14 → A13) · anterior v2.24 (§22.27 — **A20 onboarding sai de parcial para `estável`** (§84, `tela-onboarding.html`, suíte 14·0·1; gate dele: *"a imagem da onboarding está ok. aprovo"*). O delta era só a COMPOSIÇÃO — o §25/Z1 já estava `estável` desde o Bloco 3 — e a tela prova por suíte a cláusula que só existia como texto: **Z5, o mascote é PROIBIDO em sem-permissão** (ON-02b). Dois de seis da F7.6 entregues; a fila segue A17 → A18 → A14 → A13) · anterior v2.23 (§22.26 — **o PRIMEIRO arquétipo da F7.6 sai de AUSENTE para `estável`: A19 autenticação** (§83 do componentes, `tela-autenticacao.html`, suíte 21·0·0, CD-P5 fechada) — e a leitura que faltava veio de uma VOLTA DIRIGIDA autorizada por gate (P1 do consolidado F7.6): telas de login PÚBLICAS medidas deslogadas + busca populada e configurações lidas na sessão em somente-leitura estrito (`leitura-f76-bordas.md`). A dimensão nova que a volta expôs: **os vizinhos reprovam nas normas que o §66 já absorveu** — copiar o mercado aqui seria REGREDIR; a leitura serve à composição, a norma decide o contrato) · anterior v2.22 (§22.25 — **o INVENTÁRIO DE PEÇAS sai de "proposta" para "confirmado contra a operação"**: ele respondeu que as 20 peças das famílias de papelaria e de campo **existem de verdade**, e que o **layout de frota** é a única a criar de zero. E nasce uma dimensão de cobertura que não é sobre artefato, é sobre **como o trabalho é proposto**: *plano com nome de fase e sem definição de entregável é plano que só o autor entende* — a crítica dele (*"3 ondas é vago"*) virou `plano-producao-pecas.md`, com glossário e dependência declarada por peça) · anterior v2.21 (§22.24 — **a dimensão de SANGRIA sai de "medida" para "governada por canon E conferida por guarda" no mesmo dia em que nasceu**, e com ela nasce uma distinção de cobertura que o projeto não tinha: **ARQUIVO DE GATE × ARQUIVO DE PRODUÇÃO**. São dois artefatos da mesma peça, com tamanhos diferentes, medidos por guardas diferentes — e antes disso o projeto media *um* arquivo e chamava de "a peça". MM1 vai de 3 para 5 cláusulas; produção **15·0·0**. ⚠ E fica registrado que **o placar de referência escrito ANTES da execução estava errado em dois pontos, os dois erros do engenheiro**, corrigidos só depois de entendida a causa de cada divergência) · anterior v2.20 (§22.23 — **nasce a dimensão de OBRIGAÇÃO LEGAL E NORMATIVA, e ela estava em ZERO no acervo inteiro**: nenhuma das ~60 guardas desta casa pergunta *"esta peça é exigida por lei? o conteúdo obrigatório está presente? a cor é minha ou é da norma?"*. Levantado: a **placa de obra** é obrigatória (`Lei 5.194/1966 Art. 16` + `Res. CONFEA 407/1996`) e a **sinalização elétrica** é regida pela **NR-10 10.10.1** com cores da **NR-26 → NBR 7195** — onde o **amarelo significa ADVERTÊNCIA**, colidindo em significado com o acento único da marca (**MR-P11**). E a dimensão de **SANGRIA/MARGEM** sai de ausente para **medida**: o conteúdo do cartão está a 4,24 mm do corte, o que reprova a margem de 5 mm por 0,76 mm) · anterior v2.19 (§22.22 — **duas dimensões saem de ZERO na mesma rodada, e as duas estavam nomeadas como ausentes desde a §22.20**: a **guarda de alvo de pasta para o piso em mm** (nasce o contrato **MM1**, 3 cláusulas, 7 fixtures, `13·3·5` batendo com o previsto) e a **resolução de exportação da peça impressa** (a pasta A4 sai de 105,7 para **300 DPI exatos** — MR-P8 fechada). Decisão de arquitetura que muda a natureza da cobertura: **quem é peça impressa passa a ser declarado NO ARTEFATO** (`<meta name="alvo-fisico">`), o que faz a varredura ser por pasta e não por lista. E na estreia a guarda achou o que conferência à mão não acharia: **o piso do canon estava sendo violado pelo arredondamento do gerador**, por 0,0002 mm) · anterior v2.18 (§22.21 — **nasce a dimensão de PROVENIÊNCIA DO VALOR**, e ela nasceu de uma pergunta dele: *"nao sei se escolho americano ou brasileiro, pois nao sei do que se trata"*. A medida do cartão (89×51 mm) estava no projeto **sem nenhum veredito que a escolhesse** — era `3,5×2 polegadas`, default de ferramenta americana. Nenhuma das ~60 guardas desta casa pergunta *"quem decidiu este número?"*, e é uma dimensão inteira em zero: o acervo tem centenas de valores e **nenhum inventário de origem**. Trocado para **90×50 mm** por veredito dele, com custo medido de uma linha de canon e zero custo em impressão. E fica a régua: **pendência enunciada como "A ou B" transfere a decisão sem transferir a informação**) · anterior v2.17 (§22.20 — **a dimensão de UNIDADE FÍSICA ganha PISO, e por isso sai de "medida" para "governada"**: com o veredito dele (*"saída B — piso de 0,25 mm por ESCALA, e só para peça IMPRESSA"*) a régua passa a ter um número do canon para comparar (`marca-seed.md` v5.6 §7.4-c), e não só pisos de mercado. Efeito medido: o plano mais fino do cartão sai de 0,180 mm (2% de folga) para 0,250 mm (42%), com os 4 pesos preservados. **Duas dimensões seguem em zero e agora são consequência da regra: RESOLUÇÃO DE EXPORTAÇÃO (MR-P8) e GUARDA DE ALVO DE PASTA PARA O PISO EM MM** — hoje a conferência é sob demanda, um humano rodando um script) · anterior v2.16 (§22.19 — **nasce a dimensão de UNIDADE FÍSICA**: o traço do grafismo em milímetros sai de **ausente** para **medido, sem piso de canon**. O achado é estrutural — a lei do traço é em px, logo o traço físico depende da resolução de exportação — e ele expõe uma peça aprovada com 2% de margem e uma peça do acervo reprovando o piso digital reverso) · anterior v2.15 (§22.18 — **a dimensão de grafismo troca de EIXO no topo**: por veredito dele, o teto do topo é de **LARGURA** (`F ≤ w / 6,5625`) e não de altura, o que fez a cobertura do topo sair de *"só a razão 1:1"* para **qualquer formato** — escopo apertado demais era uma guarda que se recusava a medir. E nasce a dimensão de **FECHAMENTO AUDITADO**: uma auditoria de 7 eixos que confere citações órfãs, coerência de versão, afirmação velha de canon, placar velho, higiene, frescor de derivado e fixtures × log — ela achou 2 afirmações velhas e 7 sobras de placar em documentos escritos horas antes) · anterior v2.14 (§22.17 — **a dimensão de grafismo passa a medir CANON, não um número fixo**: com a emenda MR-P4 aprovada (`marca-seed.md` v5.4), a GR1-c lê os DOIS REGIMES e os TETOS POR FORMATO, e a cobertura muda de natureza — o que se mede agora é *a peça respeita o teto que o decisor aprovou para o formato dela*. Efeito: 5 peças largas de 11·4·0 para **15·0·0**, montanha a **16·2·0**. E nasce a dimensão de **INTEGRIDADE DAS SAÍDAS DO INSTRUMENTO** (48º defeito: o placar de texto saiu completo e o JSON derivado morreu em silêncio; só o exit code viu)) · anterior v2.13 (§22.16 — **a dimensão de ÁREA E FAIXA DE GRAFISMO SAI DE ZERO**: a guarda GR1 foi reescrita com pasta de prova ANTES e o contrato volta a ser reproduzível em 18 peças (7 formatos 21·0·0 · 5 largas 11·4·0 · 6 da montanha 14·2·2, com 4+2 FAILs SANCIONADOS pelo decisor esperando a emenda MR-P4). E nasce uma dimensão que nenhuma guarda desta casa media: **ESTABILIDADE DA CAPTURA DO PRÓPRIO INSTRUMENTO** — o 47º defeito mostrou que esconder e mostrar de novo não restaura o pixel (112 px do glifo), e que um número impossível no placar (sobreposição de −77 px) é o único sinal que existia) · anterior v2.12 (§22.15 — TRES DIMENSOES NOVAS, e as tres nasceram de coisas que um placar VERDE nao ve: **cobertura de propagacao** (o MD5 mede fidelidade do que foi ENVIADO e nada sobre o que ficou de FORA — custou TRES instrumentos perdidos; regua nova PR-P4: todo fechamento imprime enviados x conferidos **e** criados/editados x enviados), **valor de marca fora do canonico** (o `#0A6B60` viveu quatro rodadas e chegou a peca aprovada; nasce a regra §0-b) e **artefato orfao** (artefato sem gerador é artefato nao corrigivel). Mais: a dimensao de AREA E FAIXA DE GRAFISMO **REGREDIU A ZERO** porque a guarda GR1 foi perdida (GR-P3), e ficou fixada a fronteira de que **regra derivada de um modelo fica ESCOPADA a ele** — veredito do decisor: *"considere que o topo segue uma regra e o rodape outra regra"*. Anterior: v2.11, §22.14 — NASCE A DIMENSAO DE **RECURSO QUE CHEGA**, e ela veio de uma pergunta sobre OUTRA coisa: o Rafael perguntou se "uma imagem que nao carregou" mudava a avaliacao de contraste. **NAO mudava** — cor, tamanho, peso, retangulo dentro do cartao e pixel do fundo IDENTICOS com e sem imagem. Mas ninguem nesta casa jamais mediu se as FAMILIAS TIPOGRAFICAS e os RECURSOS EXTERNOS que um artefato declara REALMENTE CHEGAM: medido, **0 de 45 imagens e 0 de 2 familias** do `seed-design-system.html` carregam, logo TODO recorte daquele artefato ja mostrado ao decisor saiu com a tipografia de RESERVA. Nasce o contrato **TP1** (`validacao/guarda-tipografia-viva.mjs`, alvo de pasta): **30 PASS · 21 FAIL · 0 [n/a]**, com 85 achados de PORTABILIDADE (pilha que resolve por fonte de SISTEMA, nao por `@font-face`) e 56 de PRIMEIRA ESCOLHA. **A atribuicao por familia muda o que o numero significa:** das 21 reprovacoes, 13 sao a familia de E-MAIL (isencao declarada — e-mail nao pode embutir ativo), 7 sao bancadas que carregam a fonte do Google Fonts (o achado real) e 1 e o showcase legado com 46 recursos. LICOES: **pergunta do decisor sobre um DETALHE e o modo mais barato de descobrir uma DIMENSAO inteira que nao existia**; **quando uma regua nova reprova EM BLOCO, a primeira hipotese nao e "o acervo esta ruim", e "a regua esta medindo outra coisa"** (esta guarda esteve errada CINCO vezes: 48, 46, 22 com 3 falsos, 6 de 6, e so entao correta); e **placar de contrato transversal so e legivel depois de ATRIBUIR o FAIL a uma familia de artefato**. Armadilha catalogada: `document.fonts.check()` devolve `true` com a fonte FALHANDO. CONTAMINACAO DECLARADA: o contentor recebeu `apt install fonts-montserrat` nesta rodada. Pendencias novas: **RD-P1** (47 recursos de rede), **CC-P11** (a regua de contraste resolve UM fundo por ELEMENTO e nao ve texto que atravessa DUAS superficies — 6,56 declarado x 3,92 no pixel), **CC-P12** (`opacity` em tinta — 4,60 x 4,01) e **TP-P1** (isencao por familia feita a mao); anterior: §22.13 — A COBERTURA DE **BT1** SAI DE "DEZ DE TRINTA E QUATRO" PARA ALVO DE PASTA, e nasce uma dimensao de cobertura que nao existia: a FIDELIDADE DA DEMONSTRACAO ENTREGUE AO DECISOR. (1) O contrato BT1 — *a barra de controles de avaliacao de todo artefato produzido e fixa no topo*, escrito em `seed-componentes.md` §64.1 desde 2026-08-16 — tinha sido declarado verificado ao fechar a **BT-P2** em 2026-08-17 sobre uma LISTA ESCRITA A MAO de **dez** artefatos, num acervo de **trinta e quatro**. Nasce `validacao/guarda-barra-fixa.mjs`, de ALVO DE PASTA, com quatro clausulas das quais TRES sao COMPORTAMENTAIS (rola a pagina de verdade e mede o retangulo): **22 PASS · 11 FAIL · 18 [n/a]** -> **33 · 0 · 18**, medido a 1440x900 E a 320x900 (9 BT1-a · 10 BT1-b · 0 BT1-c · 2 BT1-d). Dois dos onze declaravam `position:fixed` — a propriedade "passava" e o comportamento reprovava (topo a +12px, tolerancia 4px). (2) Nasce a regra de forma de entrega **DEMONSTRACAO VIVA E EXTRAIDA, NUNCA REDIGITADA** (`validacao/extrai-vivo.mjs`): trecho redigitado na folha e SEGUNDA FONTE, isto e, **dado sintetico plausivel**; sendo extraida, a demonstracao passa a ser MENSURAVEL — fidelidade medida pela guarda HV1 oficial em 6/0/0 · 6/0/0 · 10/0/0 · 4/1/0, e o unico "1" reproduz um defeito real do artefato. O **44o defeito**: a v1 da ferramenta lia CSS por REGEX e chave dentro de COMENTARIO desalinhou o parser — 3 de 5 quadros sairam sem tokens; reescrita por CSSOM, 5 de 5. TERCEIRA vez na mesma sessao em que a regua certa ja estava escrita em outro instrumento, e disso nasce a pendencia **IN-P2** (nenhum censo diz qual tecnica cada `.mjs` usa para a mesma tarefa). LICAO: **pendencia de contrato TRANSVERSAL nao fecha por lista — fecha por instrumento de ALVO DE PASTA**, e o fechamento tem de citar o instrumento, o ALCANCE impresso por ele e o censo de `[n/a]` com motivo. Dimensoes que seguem em ZERO: BT2/seletor de largura (**BT-P3**, nova), tecnica de leitura de CSS por instrumento (**IN-P2**, nova), token consumido sem declaracao no ato da escrita, estado de SELECAO (SE-P1), colisao de ESPECIFICIDADE (ES-P1), defasagem de versao de gemeo (TK-P1) e a varredura de `scroll-behavior` nos 54 `.mjs`; anterior: §22.12 — DUAS REGUAS MEDIAM A COISA ERRADA, e a segunda escondia 862 folhas de texto reprovadas num arquivo CANONICO. (1) A HV1-c lia a tinta DO CONTROLE, e quem pinta a letra costuma ser um DESCENDENTE com `color` proprio: medido, de 1.260 controles com texto **364** pintam por descendente e **164** com tinta diferente — 1 artefato correto era condenado e 12 defeitos reais eram invisiveis (41o defeito). (2) A varredura de contraste escolhia alvo por PREFIXO DE NOME (`^(banco|tela)-`) e por isso **17 dos 51 HTMLs de raiz NUNCA foram medidos**: medidos agora, **16 passam limpos (32 · 0)** e o 17o, o `seed-design-system.html`, tinha **862** folhas abaixo do piso — **862 -> 46** depois da migracao (42o defeito). Nasce a regua: *filtro por prefixo de nome e uma lista escrita a mao com outra sintaxe, e e PIOR que uma lista explicita porque tem a APARENCIA de alvo de pasta*. E fica o numero que ninguem tinha imprimido: a `guarda-resposta-ponteiro` e a `guarda-colisao` varrem os 51; o contraste varria 34. QUATRO dimensoes seguem em ZERO, agora nomeadas: estado de SELECAO (SE-P1), colisao de ESPECIFICIDADE (ES-P1, tres defeitos em tres partes), defasagem de versao de gemeo no artefato (TK-P1, seis versoes no acervo) e a varredura de `scroll-behavior` nos 54 `.mjs` (o 43o defeito era o 33o num terceiro instrumento); anterior: §22.11 — NASCE A DIMENSAO DE VAZAMENTO (clausula SH1-d): o Rafael apontou a 390px o rotulo saindo POR FORA DA BORDA do botao e as tres clausulas de SH1 davam aquela tela como limpa; 9.456 caixas com fronteira visivel passam a ser medidas a 1440px e 9.244 a 390px, onde antes eram ZERO; a primeira execucao acusou 168 vazamentos e TODOS eram do instrumento (39o defeito: `clientWidth` de inline nao-substituido vale ZERO); e o 40o defeito (`opacity:0` NAO sai do hit-test) so apareceu porque a segunda medicao usou ALTURA 844 em vez de 900 — fica registrado que a altura da janela e uma dimensao de cobertura real que este projeto nunca variou de proposito, e que RODAR O MESMO COMANDO DUAS VEZES NAO E MEDIR DUAS VEZES; anterior: §22.10 — NASCEM DUAS DIMENSOES DE COBERTURA que estavam em ZERO, e as duas vieram de o Rafael RECUSAR uma pergunta e de uma pendencia de quatro partes: (1) RESPOSTA AO PONTEIRO (contrato HV1) — 1.410 controles ativos medidos, 619 sem NENHUMA resposta ao mouse, 1.350 com o pressionado igual ao sobrevoo, 90 com contraste abaixo do piso no estado novo, 0 PASS em 51 arquivos; a guarda julga pelo PIXEL, com 3 capturas por controle, porque propriedade computada do ELEMENTO nao descreve a APARENCIA dele; (2) COLISAO, COBERTURA E CORTE (contrato SH1, FECHA a SH-P3) — 204 PASS · 0 FAIL a 1440px, e a dimensao de ESPACAMENTO da SC 1.4.12 medida pela primeira vez no acervo; cinco defeitos de instrumento morreram no caminho, todos de FALSO POSITIVO; nasce a categoria de cobertura por DECLARACAO COM SAIDA VERIFICADA; anterior: §22.9 — as DUAS fronteiras declaradas do CT1 FECHAM: a cobertura ganha o EIXO DE PONTEIRO, que estava em ZERO nos 52 instrumentos `.mjs` do acervo — MEDIDO, não presumido: nenhum outro move o ponteiro, e o eixo de FOCO já existia em 20 deles — e um eixo de TEMA que só mede quem PROMETE tema escuro; 8 combinações, 2 larguras, 1.480 medições, 0 fora do centro, nenhum artefato alterado; dois defeitos de instrumento no caminho, e os dois produziam `[n/a]` com motivo PLAUSÍVEL em vez de FAIL; nasce a categoria de cobertura de INSTRUMENTO com 8 artefatos de prova onde vermelho é o resultado desejado; anterior: §22.8 — o Rafael respondeu as quatro perguntas do gate v13.3 e, no mesmo anexo, achou A OLHO NU uma DIMENSÃO DE COBERTURA que estava em ZERO: o CENTRO DO DESENHO dentro do controle de ícone, que nenhuma das mais de 60 guardas olhava — nasce o contrato CT1 e a guarda que mede 189 controles; a cobertura do SI17 CRESCEU SOZINHA (tela-tabela de 1 para 7 `.sigla`, tela-referencia de 1 para 6) porque a guarda varre PASTA e não lista; e a cláusula NUM-02 da suite-container reprovou 6 elementos CORRETOS porque media uma lista de classes escrita à mão — terceira reincidência da mesma família na sessão; anterior: §22, §22.5, §22.6 e §22.7 — a SI-P4 executa; a guarda SI17 nasce como ALVO DE PASTA e acha QUATRO telas que nenhuma lista continha; o contraste é medido a 390px pela primeira vez e rende o 29º e o 30º defeitos de instrumento mais o SH-P2; anterior: §21 — a CD-P9 e a CD-P11 fecham nos 34 artefatos, a NV-02 ganha guarda e o PRE-VOO vira instrumento; anterior: §20 — dois dos seis defeitos de contraste eram do MEDIDOR; nasce a guarda FC1 de contraste forçado, com censo de 1.336 controles e 408 sem fronteira; anterior: §17 — a MR-P1 executa, nascem e fecham MR-P2, BT-P7 e BC-P1, e o acervo é recontado em 34 artefatos) · **Estado:** `consolidado PARCIALMENTE APROVADO` —))
> as SEIS decisões D1–D6 do §9 foram tomadas pelo Rafael em 2026-08-15 e estão registradas lá;
> o restante segue proposta e cada linha marcada como AUSENTE é proposta de escopo que só entra no sistema
> pelo fluxo normal (pesquisa → consolidado → aprovo → produção → gate).
>
> **Por que este documento existe.** O `estudo-clickup-completo.md` (v1.1, produto real medido em
> sessão logada) e o `estudo-viver-de-ia.md` (v1.4) foram feitos **depois** de boa parte do DS já
> estar escrita. A consequência, declarada pelo Rafael em 2026-08-15: *"se nós erramos em não ter
> feito o estudo do ClickUp e do Viver de IA antes, para poder definir o melhor modelo de
> construção, foi uma falha grave nossa, e não é porque falhamos que temos que manter o erro."*
> Este mapa é a resposta: o inventário de **todas as estruturas que um DS de ERP precisa prever**,
> derivado do que foi medido no produto de referência, confrontado linha a linha com o que a SEED
> já tem — para que o que falta seja **escopo declarado**, não descoberta tardia.
>
> **O que este documento NÃO é:** não é spec (não define valores), não é plano aprovado (a ordem
> das fases é proposta), e não copia decisão do ClickUp (todo dispositivo medido lá é proposta
> para gate, regra do §12.8 do próprio estudo).

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