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fonte: 01-canonicos/marca-seed.md
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secao: 18
titulo: "Versionamento"
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nota: fatia GERADA — o corpo abaixo é byte a byte o trecho do canônico; edite o canônico, nunca esta fatia. Canônico inteiro em https://ds.seed.eng.br/01-canonicos/marca-seed.md
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## 18. Versionamento

| Versão | Data | Mudança |
|---|---|---|
| **5.35** | 2026-09-05 | **O veto dele sobre os glifos ("muito grosseiros"; "subestação pode ser uma torre de alta tensão") virou medição e três decisões (MANIFESTO §149–§151):** traço óptico 1,25 nos destaques (o traço 2 do set ampliado 15× dava 4,2 % do diâmetro contra 1,3–2,0 % no segmento — medido em 9 perfis) · `transmission-tower` NOVO no set, desenhado a partir do modelo em imagem que ele mandou, na densidade máxima que lê a 24 px reais · `generator` REDESENHADO a partir da foto dele · set a 31 glifos e o seletor §65 com a régua da última linha incompleta (decisão dele). §12.31 atualizada. IC-P2 corrigida no inventário e na bancada. |
| **5.34** | 2026-09-05 | **O fechamento das pendências (MANIFESTO §147–§148):** ele aprovou a remoção dos 48 estudos das capas (saíram), não vetou nada, autorizou o upload do kit de favicon para o espelho público — **`FV-P2` fecha de vez** (subpasta `Logos/Símbolo/favicon/`, 10 FILE_IDs na §5.4 lidos pela API, prova de download por MD5) — e mandou criar os glifos: **`FV-P5` fechada** com `hard-hat` e `solar-panel-plus` no set §45 (v1.39, 30 glifos); §12.31 atualizada (os oito destaques com ícone). A fila do item 9 do §17 zera. Achado registrado para a fila do `seed-componentes.md`: `IC-P2` (o inventário §45.3 diz que o Lucide não tem `solar-panel`; tem). |
| **5.33** | 2026-09-05 | **AS PENDÊNCIAS ANTES DA F9 — ele mandou resolver a fila antes de abrir a fase (MANIFESTO §144–§146).** `PI-P1` fechada por veredito (a placa da distribuidora é fabricada pela norma dela) · `SN-P10` fechada por CONFIRMAÇÃO do veredito de 25/08, agora com os renders que faltavam (opções A/C/B na mesma escala) · `FV-P2` executada (kit rasterizado pelo próprio gerador, 17/17 determinístico; §12.26, tabela nova no espelho §5.4 aguardando o upload dele) · **§12.30 capas de rede social** nasce (`FV-P1` + `FV-P3`: LinkedIn A · Facebook C · YouTube A+ · X A não publicada · WhatsApp A; formatos com fonte, avatar medido em captura, pesquisa de mercado) · **§12.31 destaques do Instagram** nasce (`FV-P4`: 8 destaques com o set de ícones §45, composição C escuro por delegação, medida no tamanho real) · nasce `FV-P5` (glifos para Obras e SEED Plus). Instrumento: `render-peca.mjs` e `guarda-peca-fresca.mjs` aceitam `alvo-tela` para peça de tela com tamanho fixo em px. Resíduo para o gate seguinte: tabela de remoção dos 48 estudos das capas. |
| **5.32** | 2026-09-04 | **A ONDA 3 FECHA E ENTRA NO CANÔNICO — nove specs novas (§12.22–§12.29 + §12.2-b), e com ela a F8 inteira.** Última decisão aberta respondida em 2026-09-04 (MANIFESTO §142: R6-U1 *"Linha 2 — cor da marca"* · R6-U3 *"20 mm"* · R6-REM *"aprovo a remoção (…) deve ficar salvo e registrado o desenho aprovado de todos os lados do carro"* · R6-VETO *"todos ficam"*). ⭐⭐⭐ **§12.22 FROTA** — a peça que ele apontou como faltante nasceu do zero, foi REPROVADA por erro de categoria (*"pensar na adesivagem dos carros como peças de papelaria é errado"*) e voltou como arte final DITADA por ele: 4 veículos × 3 vistas, cordilheira em escala de lataria (F 353–419 mm, traço ≥ 9 mm), traseira pelo modelo da FOTO REAL da Strada e sem ondas, EEny pose 07, 5 áreas de foto a 150 DPI, contato a 45/45 mm; nasce a **tipografia do contato (§138.1)** — o bicromatismo da logomarca espelhado em 0800/site, com ícones e a segunda fonte na lista; a **regra do formato veículo** (9 itens) decidida e promovida. **§12.23 UNIFORME/EPI** — a E1 refina a MR-P11 (*"podemos usar o amarelo, mas atendendo essas condições do padrao da propria logo"*); 4 cores de escritório; a **regra geral do bolso** (com bolso → vertical no bolso; sem → horizontal); campo cinza com logo branca direto; boné = símbolo, chapéu/capacete = vertical; **gola interna turquesa nas 4** decidida com estudo de mercado; **colete refeito com prova de interseção no DOM** (0 de 10) depois de o gate ver o número sobre a faixa — *guarda que mede com a constante do gerador confirma o gerador*. **§12.24 ONE-PAGERS** — dor→solução, coluna de foto, radar com fonte, **2 números** (*"+10 anos de mercado"*), estatística redundante não se cria. **§12.25 ROLL-UP + TOTEM** — institucional clean + comercial A/B (*"a da BV financeira…"*), ondas canto a canto SÓ nas comerciais (*"mas nao é regra"*), zona de sacrifício 250 mm, toque de 0,00 mm no amarelo consertado. **§12.26 FAVICON/AVATARES** — as 5 decisões (® sempre · margem 0% · escuro colorido · 2 fundos oficiais · maskable 40% W3C); raster e capas de rede fora, por decisão. **§12.27 PLACA DE INSTALAÇÃO CONCLUÍDA** — voluntária pelo texto da lei, 2 tamanhos sub-múltiplos da chapa, sem amarelo (*"nesse caso da placa sim"*), **QR real** wa.me em 4-Q com segno 1.6.6 (leitura por celular é etapa do gate). **§12.28 PORTFÓLIO** — template com fotos em branco, sem RT (*"a empresa é o foco"*), rol de fotos. **§12.29 AGENDA** — o brinde mudou de veredito (*"não precisa ter"* → *"gere um layout para agenda"*): 3 capas, 2 contracapas, sem ano, Cidade/UF. **§12.2-b MARCA D'ÁGUA** — E1 explodida aplicada nas 12 peças, **P3 cantos opostos** oficial, símbolo medido pelo CORPO (a caixa do viewBox fazia 58 mm virarem 40), ® fora por recorte, tinta 700 nos números (o furo dos 4,60:1 contra o branco puro). §17: fecham os itens 4 (redesenho executivo — F8) e 7 (kit de favicon; capas de rede ficam como `FV-P1`); o item 2 ganha matéria (quatro listas de fotos); nascem `PI-P1`, `FV-P1/P2` (as demais divergências da auditoria de fechamento — gola no gerador, capôs de Saveiro/Strada, rename da folha da regra, PNG das institucionais, docstrings defasadas — foram resolvidas ANTES desta promoção, não nomeadas). Roadmap v2.3: **F8 FECHADA, três ondas; próximo = F9.** Nenhum hex muda, nenhum vetor muda. |
| **5.31** | 2026-09-03 | **O diário de obra perde o furo (R5-M3, §140)** — *"nao se usa mais furo"*: corpo a 7 mm como o rodapé, colunas proporcionais em 196 mm; §12.15 anotado. Na mesma rodada, sem mudança de canon: a repetitiva oficial da marca d'água é a P3 (cantos opostos), a E1 segue aplicada; o colete foi refeito com prova de interseção contra as faixas refletivas (a folga declarada antes media uma constante errada do gerador — §141.1); a gola interna ganhou estudo de mercado antes da decisão (§141.2). |
| **5.30** | 2026-08-31 | **A MOLDURA AMPLA promovida ao §12.2 (R4-M2, MANIFESTO §139)** — margem 7 mm (o limite é a zona de exclusão X da logo, 6,72 mm medidos no asset), cabeçalho 29, rodapés 33/22/8, área útil 196×227/241/256 a partir de (7,29); **+24,6% de área no orçamento**. Propagada à família inteira (~45 peças regeneradas, colisão medida no DOM em todas: laudo e checklist tinham tabelas presas em 170 mm e foram realargadas com conta declarada). Nasce junto: a marca d'água de contorno do símbolo EXPLODIDO (360 mm, sangrando as 4 bordas, ® fora por conta) na família orçamento/proposta/portfólio, e a tinta dos números de seção sobe de turquesa-600 para 700 — o furo achado na re-medição: 600 mede 4,60:1 sobre o branco PURO, e qualquer véu o derruba (régua nova: contraste se confere contra o pior fundo que a peça admite). |
| **5.29** | 2026-08-27 | **A ONDA 3 ABRE, por ordem dele (*"Vamos abrir a 3 onda, tudo em paralelo"*) — e três vereditos moldam o escopo ANTES da produção.** ⭐ **(a)** o conteúdo dos **one-pagers é produzido por mim** (*"vc deve produzilos, nao eu"*), com fonte única no `sobreaseed.md` — nada fora dele entra na peça (§14.1); ⭐⭐ **(b)** o **item 3.4 (material próprio do Diagnóstico 360°) SAI da onda e do DS** — veredito dele: é **serviço que a SEED vende**, não marca com identidade própria (*"diagnostico 360 nao consigo ver ele tendo material de DS (...) é um serviço que vendemos"*); ele vive como conteúdo dentro do one-pager de Consultorias; ⭐ **(c)** o **portfólio nasce como TEMPLATE com área de foto em branco** (*"deixe em branco o local da foto"*) + **lista das fotos necessárias** entregue no fechamento — foto real é insumo de produção, não de DS. Escopo final da onda: **7 itens ≈ 15 peças** (3.1 frota · 3.2 uniforme/EPI · 3.3 one-pagers ×5 · 3.5 banner/roll-up + totem · 3.6 kit favicon + avatares · 3.7 placa de instalação concluída · 3.8 portfólio + brinde). Registro operacional no `plano-producao-pecas.md` §6. |
| **5.28** | 2026-08-27 | **OS MARCADORES DE ESTADO MENTIAM, E UMA PENDÊNCIA ESTAVA ÓRFÃ HÁ TRÊS DIAS — achado ao responder *"quanto falta pra finalizarmos o DS?"*.** ⭐⭐⭐ **A pergunta dele é respondida LENDO ESTA LISTA e o `seed-ds-roadmap.md`, e os dois estavam defasados:** **(a)** `CT-P8`, `PF-P2`, `FT-P1` e `GT-P1` foram fechadas na v5.27 e o fechamento foi escrito **só no changelog** — as quatro entradas continuaram marcadas ⏳, ou seja, quem lesse a fila veria como aberto o que fechou ontem (*mesma classe da defasagem que o roadmap pagou em 2026-08-22, quando uma sessão quase reabriu trabalho concluído 11 dias antes*); marcador corrigido para ✅ **sem reescrever o texto do achado**, que é registro datado (regra CP31). **(b)** ⭐ **A `SN-P10` nunca existiu como entrada:** nasceu em 2026-08-24 dentro do PARÁGRAFO do §17.6 (perda de reconhecimento a distância da placa A3 NR-10 ao sair a tarja turquesa: logo 60 mm → legível a 1,75 m numa peça de 4,0 m) e **três rodadas de "resolver tudo em aberto" passaram por cima dela**, porque "em aberto" se lê NA LISTA. Agora tem entrada própria, classificada como **decisão dele com custo em mm** — sai com as duas opções renderizadas (§14.13). **RÉGUA: pendência citada em prosa não existe; só existe o que tem entrada na fila, e ela entra no mesmo movimento em que é nomeada.** |
| **5.27** | 2026-08-27 | **A FILA ZERADA — dez pendências fechadas numa rodada, a mando dele (*"resolva as pendencias em aberto, assim que acabar eu autorizo a onda 3"*).** ✅ **`CT-P8`** — CT1 no acervo: **168 PASS · 0 FAIL** (era 32 FAIL). Dois consertos: a peneira aprendeu que **texto alfanumérico é rótulo** (botões "1"/"2" da paginação saíam como ícone e tinta de dígito nunca centra na caixa — é tipografia, não desalinhamento), e os três glifos tipográficos usados como ícone (⋯ ‹ ›) viraram **SVG de viewBox simétrico** — ⭐ *glifo de texto como ícone mede a tinta fora do centro porque a em-box posiciona pela linha de base*. ✅ **`PF-P2`** — nasce a `guarda-preview-contraste.mjs` (contrato **PF2**): piso **4,5** texto normal / 3,0 grande — mais duro que o 3,0 das bancadas, porque *folha de decisão é texto de leitura*. Cobaia dupla provada, e na estreia achou **7 defeitos reais** na folha (os `.ok` verdes a 4,23 sobre fundos tingidos); consertados com os pares DO SISTEMA (`feedback-success-text`, `text-muted`): **122 medidos · 0 FAIL**. ✅ **`IC-P1`** — encerrada como **FALSO REGISTRO**: o par real mede 5,62 nos dois temas, a gi2 dá 22·0 em duas rodadas, o arquivo não muda desde a fundação — e a rodada que a registrou usava a gi2 pré-conserto do contrato de alvo, com a sonda de placar do §130.10. ⭐ *Pendência nascida de rodada com instrumento depois consertado se re-mede antes de se trabalhar.* ✅ **`GN-P1`** — cinco instrumentos ancorados (o remendo sai do `.gitignore` junto com o defeito), e os 4 `captura-*.mjs` tinham defeito MAIOR escondido: apontavam para o **Chrome do container do Cowork** — instrumentos mortos com aparência de vivos. Leitura na fixture viva de `07-pecas/`, escrita na área ignorada — ⭐ *evidência não se regenera, se preserva*. ✅ **`SN-P14`** — a MM1-e ganhou **alcance declarado** (%/calc/transform saem nomeados — 7 blocos no acervo que eram silêncio) e o regex de px aprendeu decimal (o antigo lia **"5px" de "10.5px"**: número errado com cara de medido). ⚠ E o conserto quebrou a guarda no caminho — âncora de edição sem a indentação completa des-indentou um `try` e a MM1 passou a medir NADA (0·0·0, exit 0); a §14.9 pegou. ⭐⭐ *Âncora de edição em python COMEÇA no início da linha, com a indentação inteira.* Placar final: 185·0, idêntico, mais a cobaia reprovando como deve. ✅ **`FT-P1`** — nascem os **subsets woff2 da SEED** (`subset-seed/`, fontTools instalado): 25–34 KB/peso, cobertura provada por cmap (JetBrains **50/50 técnico + 86/86 vivos**; Montserrat sem ✓✗ porque **o original não os tem**). A GL1 aprendeu **woff2 via fontTools OPCIONAL** (sem a lib, volta ao [n/a] honesto) — e de brinde passou a MEDIR as 18 históricas. As 4 peças migraram: **~3,1 MB → ~290 KB (10×)**, GL1/MM1/render/fonte-efetiva todos verdes. ✅ **`RL-P1`** — a §5–§6 da ISO 3864-2 lida por inteiro (texto extraído do PDF dele): **só a etiqueta de impedimento está no escopo, e CONFERE** (combination label §6.5: texto abaixo do sinal, painel retangular, severidade opcional ausente). As outras três eram **classificação errada da rodada anterior** — ⭐ *"é etiqueta" não faz de uma peça um safety label: a norma agrupa por FUNÇÃO (comunicar perigo), não por formato*. ✅ **`RD-P1`** — medida com o interruptor `CHROMIUM_DETERMINISTA=1`: quatro placares idênticos → **não estender** (placar de tela é invariante; instrumento de tela consome placar, não PNG). ✅ **`RD-P2`** — **não reproduz**: 12 capturas em 12 processos separados, 12 MD5 idênticos. *O fenômeno sumiu antes do isolamento, e encerrar assim é mais honesto que atribuir causa sem reprodução.* ✅ **`AD-P5`** — a convenção de MOCK DE TELA em `07-pecas/` vira texto (§12.15): `superficie=tela` + `alvo-tela` + `estatuto` + `papel-irmao` — a solução já existia de fato no exemplar. ⏳ **`PT-P2` e `AD-P7` RECLASSIFICADAS**: produção nova e decisão de escopo — fila da onda de aplicações, não de conserto. *Chamar produção nova de pendência faria a lista nunca zerar, e lista que nunca zera deixa de informar.* |
| **5.26** | 2026-08-26 | **`PV-P1` RESOLVIDA — a paridade das bancadas ZERA pela primeira vez (513 PASS · 0 FAIL) — e a fonte canônica consertou metade da `CT-P8` de brinde.** **(a)** o `.selo` do `base-bancada.css` consome os dois `feedback-info` e o `gen-banco-dominio` era **o único dos 9 gerados** sem eles na lista `NOMES` — ⭐ *quem consome CSS compartilhado herda a lista de tokens do compartilhado*. **(b)** o `banco-identidade` consumia `--seed-surface-default`, que não existe; a intenção estava escrita no próprio template (*"superfície neutra com fio de 1px"*) e o consumo passou ao `--seed-surface-raised`, **que já estava na lista** — nada criado (§14.1). ⭐⭐ **E um efeito colateral medido que ninguém previu: a CT1 caiu de 32 para 16 FAIL.** `banco-data` e `tela-shell` passaram a centrar os ícones depois de receber a fonte canônica — **metade da `CT-P8` era a métrica da fonte errada**, não geometria. Restam `banco-navegacao` e `tela-tabela` (8 FAIL cada), que continuam na fila. |
| **5.25** | 2026-08-26 | **A FONTE CANÔNICA PASSA A SER FORÇADA NO ACERVO INTEIRO — `PP-P1-b` resolvida, e o achado era maior que o enunciado.** Veredito dele: *"podemos deixar o plano B, mas temos que forçar sempre a fonte canônica, nem que seja dando opção de instalá-la ou avisando que precisa instalar e dando o link"*. ⭐⭐ **O achado que mudou o escopo:** ZERO dos 42 arquivos de `05-html-de-referencia/` tinha `@font-face` — **até a Montserrat dependia da fonte instalada no sistema**, e funcionava nesta máquina por sorte. O mono rasterizava **Consolas em 26 de 42**. **A solução por camada:** peça impressa **EMBUTE** (comprovante e pasta A4, TP1, ~1,07 MB/peça declarado; assinatura de e-mail fora — cliente de e-mail não carrega @font-face) · bancada/tela ganha **`@font-face` por URL RELATIVA** para os TTF versionados (⭐ *base64 nas 42 custaria ~45 MB para arquivos que nunca saem do repo; URL relativa dá o mesmo por ~1 KB*) · nasce `03-assets/fontes/LEIA-ME.md` com o aviso e o link que ele pediu. **Aplicação pela §14.4:** `base-bancada.css` cobre as 9 bancadas geradas; os 11 templates de tela regenerados; artefato direto só nos sem gerador (o `banco-dataviz-dm` com a nota da `GN-P1`). ⚠ **Dois defeitos pegos no caminho:** sete templates usam `str.format()` e as chaves `{}` do CSS viraram placeholder — ⭐ *bloco inserido em template herda o mecanismo de escape do template*; e o `mede-fonte-efetiva.mjs` chamava nó sem pixel de "recebeu outra" — nasce o veredito `[sem-pixel]`, ⭐ *não-mensurável é veredito próprio, nunca FAIL nem PASS*. **MEDIDO NO FIM (132 arquivos):** 55 aplicam mono → **53 RECEBEM** · 1 `[sem-pixel]` · **1 TROCOU: a assinatura de e-mail, a exceção declarada**. Guardas nas 4 peças regeneradas: MM1 **12·0** · GL1 **4·0** · render **4·0** · PT 0 FAIL; paridade-previews mantém os MESMOS 2 FAIL pré-existentes da `PV-P1` (não aumentou). A §4.5 ganha a nota: **a pilha de reserva deixa de ser o mecanismo primário e vira plano B de verdade**. |
| **5.24** | 2026-08-26 | **AS CINCO COISAS QUE ELE LEVANTOU — quatro resolvidas, e o defeito que ele achou OLHANDO era meu.** ⭐⭐⭐ **`SN-P8` CONSERTADA SEM COMPRAR, e a chave estava nos números da véspera.** Ele decidiu *"nao vamos comprar, use a melhor opcao conforme sua recomendacao"*. A medição já havia separado **dois erros que eu tratava como um**: a razão da caixa batia em ~1,7% — *a silhueta estava certa* — e só a **espessura** errava, em −12,1%. ⭐ *Se o defeito é só espessura, o conserto não é redesenhar: é ENGROSSAR.* Um `stroke` da própria cor **não move nenhum dos 11 vértices** — e é por isso que passou onde reconstruir vértices havia sido reprovado. Medido: espessura **−12,1% → −2,3%**, tinta −16,2% → −5,2%, forma **29,51% → 27,17%** (W012) e **16,39% → 16,16%** (W042). ⚠ **A razão da caixa PIOROU (1,7% → 3,8%) e fica na tabela** — *conserto que melhora quatro colunas e piora uma não é gratuito, e omitir a quinta seria escolher a régua depois de ver o resultado.* ⚠⚠ **E eu quase publiquei duas réguas na mesma tabela:** o instrumento do teste normaliza pelo preto (26,45%) e o do canônico pelo amarelo (29,51%). ⭐⭐ *Comparação só vale DENTRO do mesmo instrumento — número de régua diferente na mesma coluna é comparação falsa, porque quem lê supõe a mesma unidade.* ⚠ **O resíduo está declarado NA PEÇA:** 27,17% segue acima do piso de ruído de ~10%; os dois textos públicos foram reescritos no MESMO commit que mudou o número. ⭐⭐ **A PERGUNTA DELE SOBRE A FONTE EXPÔS O DEFEITO MELHOR QUE EU:** *"porque estamos olhando Consolas x JetBrains Mono, isso é outra fonte sem ser as canônicas?"*. **A JetBrains Mono é canônica desde 2026-07-30 (§4.2), com papel escrito — dados de medição, identificadores, código.** Quem não é do sistema é a **Consolas**, que é o **terceiro item da pilha de reserva** da §4.5. ⭐ *Não estamos escolhendo entre duas fontes: estamos vendo a fonte que o canônico manda perder para o plano B de emergência.* Isso reduz a `PP-P1-b` de "decisão de gosto" a **"quando eu conserto"**. ⚠⚠⚠ **`PF-P2` — ELE ACHOU UM DEFEITO DE LEGIBILIDADE OLHANDO, e o número dá 1,01 de contraste** contra o piso 3,00: cinco `<code>` **brancos sobre branco** na folha que pedia decisão dele. **Causa de classe:** o `code` declarava `background` e **não** `color`, então dentro do bloco escuro herdava tinta clara e mantinha fundo claro. ⭐⭐ *Régua: fundo e tinta se declaram JUNTOS, sempre.* Consertado e medido: **274 elementos, mínimo 4,23, zero abaixo do piso**. ⚠ E a lacuna estrutural fica aberta: **`preview/` é isento das guardas de contraste** — ⭐ *rascunho que serve de base para o decisor decidir não é rascunho*. ✅ **`GR-P10` RESOLVIDA com UMA LINHA, e o quase-erro vale mais que o conserto.** Eu ia copiar 14 arquivos da pasta do Drive antes de ele deletar — até conferir por MD5 e descobrir que **12 de 12 já estavam no repositório**. ⭐⭐⭐ *Antes de resgatar um arquivo, conferir se ele já está salvo em outro lugar: o resgate errado teria plantado aqui dentro a doença que estávamos tirando de lá — duas cópias graváveis do mesmo material.* Placar GR1 **21 · 0 · 7 de 7 alvos** — a guarda roda pela primeira vez neste repositório. ✅ **`GT-P1` — DELEÇÃO LIBERADA, e por MEDIÇÃO.** Conferido por MD5 (135 idênticos · 172 canônicos antigos · 629 de evidência) **e por EXECUÇÃO** (33 instrumentos rodados; 6 morrem por falta de arquivo e **nenhum pela pasta do Drive**). ⭐⭐⭐ **E o caminho ensina: minha primeira análise disse 75 dependências e a segunda disse zero — as duas erradas.** Foi a linha de conferência contra a prova empírica que salvou. *Quando duas análises estáticas seguidas erram, o problema não é o regex — é o método: dependência em runtime se mede EXECUTANDO.* ✅ **`GT-P2` — a subpasta `assistente de email` não tem relação com o projeto:** é pasta de 2026-05-04 de outro projeto, e o DS nasceu dentro dela em 2026-08-22. Renomear é seguro — nenhum arquivo versionado cita o nome e nenhum código depende do caminho. |
| **5.23** | 2026-08-26 | **AS TRÊS DECISÕES DELE, APRESENTADAS COM O VISUAL E O NÚMERO — e uma correção de afirmação falsa que eu escrevi ontem neste arquivo.** ⭐⭐⭐ **A cobrança que gerou esta versão nomeia um erro de leitura da §14.13 que eu vinha repetindo.** Ele disse: *"porque nao me apresentou as peças pra eu ver a diferença, vc disse que muda as peças, mas nao fez nenhum comentário sobre"* e *"eu pedi para ser mais claro no contexto da pergunta, vc precisa me explicar o que precisa e até recomendar algo para eu decidir"*. A §14.13 manda que toda pergunta ao decisor saia com **o custo medido de cada saída** — e eu lia **custo** como **preço**. ⭐ *O custo de uma saída inclui o que ela muda no que já está aprovado, e isso não se enuncia: se olha.* É a terceira vez que ele cobra a mesma classe de falha (antes na `GD-P1`, *"eu nao entendi se aqui é pra eu resolver algo ou só vc"*). ⚠⚠⚠ **A CORREÇÃO: a `PP-P1` da v5.22 afirmava que "número em peça impressa continua em Montserrat com `tabular-nums`", e é FALSO.** O `gen-comprovante-ponto.py:190` pede `var(--seed-font-mono)` e o Chrome rasteriza **Consolas** — fonte da Microsoft que a peça não embute. A regra estava sendo desobedecida em silêncio, e o erro não foi de redação: eu **deduzi** de "a regra manda Montserrat" que "as peças estão em Montserrat". ⭐⭐ *Régua: afirmação sobre o estado de uma peça tem de ser MEDIDA na peça, nunca deduzida da regra* — mesma classe do defeito da §12.19, a placa que afirmava uma conferência que não aconteceu. ⏳ **`PP-P1-b` apresentada com visual:** nasce `ferramentas/mede-fonte-efetiva.mjs`, que mede pelo CDP a família que o navegador **de fato rasterizou** — não a que o CSS pediu. Das 90 peças, **22 aplicam mono a texto: 17 recebem** a JetBrains (todas da era anterior, que a embute) e **5 recebem Consolas** (as vivas). Custo medido: **+9,12% de largura**, **zero transbordos**, ~357 KB por peça. ⭐ *Medir o CSS mede a intenção; medir o pixel mede o resultado* — `getComputedStyle` devolveria 'JetBrains Mono' nas 22, inclusive nas 5 que desenham Consolas. ⚠ **E um erro meu de instrumento pego antes de virar número:** a medição acusou um nó **88,94% mais estreito**, impossível numa monoespaçada; era o `getBoundingClientRect` de Range **colapsando na última linha** em texto que quebra. ⭐ *Número fora do padrão dos irmãos acusa o instrumento antes do objeto* — 56 nós entre +9,01% e +9,13% denunciaram o outlier. ⏳ **`GT-P1` apresentada, e a premissa dele estava invertida:** o Drive não perdeu papel — **ele é o disco onde o repositório mora** (`G:` é File Stream; 399 MB e 1.309 arquivos de `.git` sincronizando). E a pasta de origem da migração **continua gravável** com **172 canônicos DIVERGENTES**, entre eles `marca-seed.md` **v5.11** — *onze versões de atraso num arquivo com o nome certo*, numa casa cuja regra fundadora é que metade das pesquisas é feita por IA. Medido: Drive de **1,8× a 2,6× mais lento**; `fsck` passa nos dois. ⏳ **`FT-P1` REFORMULADA, e a reformulação inverte o pedido:** o `.woff2` leve **já estava no repositório**, escondido num data-URI de peça de gate — 12,6× menor — mas é recorte *latin* e **não tem `≤ ≥ √ Ω Δ ≠ ■ ✓ ✗ ∅ ∞`**. ⭐⭐ *Cobertura contra o acervo de hoje responde "quebra agora?"; contra o repertório da DISCIPLINA responde "vai quebrar?"* — o empate em 86/86 me faria adotar o arquivo leve e plantar um defeito na primeira peça com um ohm. **Ω e Δ são caracteres de trabalho em engenharia elétrica.** E é o segundo achado da revisão da era Cowork: **as 18 peças de gate dela embutem esse recorte incompleto**. ⭐⭐ **`SN-P8` ganha a leitura que muda a conta:** o W042 e o W012 compartilham **o MESMO objeto** de raio (`RAIO_5036`, constante única), então o "+0,5%" do W042 **mede o conjunto e mascara o raio fino**, e **comprar só o W012 conserta os dois**. Recomendação: **CHF 60** (W012 + W042), não CHF 90 — os CHF 30 do P031 pagariam para confirmar o que já bate em +0,6%. O que justifica os CHF 60 é a **linha de picos** do W042, que está numa placa de **arco elétrico** e vem de desenho que a própria fonte não afirma ser oficial. |
| **5.22** | 2026-08-26 | **AS CINCO PONTAS SOLTAS, e a maior delas inverteu uma pendência de meses.** Ele mandou fechar antes da Onda 3: *"é melhor voltarmos corrigindo pontas soltas do que ficar costurando coisas erradas o tempo todo"*. ⭐⭐⭐ **`SN-P8` — o pictograma que o projeto tratava como sólido é o que está 12% errado.** A `SN-P12` perguntava se a linha de picos do W042 (fonte única) estava certa; medido contra a **arte oficial da ISO**, o W042 confere (espessura **+0,5%**, discordância de forma 16,4%), o **P031** confere (anel **+0,6%**, 9,65%) e o **W012 DIVERGE: 12,1% mais fino**, com 29,51% de discordância — **três vezes** o piso de ruído que o P031 estabelece. ⭐ **A causa é erro de raciocínio, não de execução:** o raio foi desenhado da **IEC 60417-5036**, e *reaproveitado não é idêntico* — a ficha do W042 diz "Relâmpago (da ISO 7010-W012)" e o W012, adotado da IEC, não preservou a proporção de traço. A razão da caixa bate em 1,4%: a silhueta é a mesma família, o que difere é a espessura dos membros. ⭐⭐ **E o caminho que destravou isso era gratuito o tempo todo:** a **ISO 3864-3:2024**, na NOTE 2 da Introdução, diz que todos os sinais estão no **OBP da própria ISO**. Uma tentativa anterior tomou **HTTP 403** e o projeto registrou "o catálogo responde 403 a acesso automatizado" — frase certa, conclusão falsa: **não era paywall, era user-agent**. ⭐ *403 não é "não tenho acesso": é "não me identifiquei como quem tem".* ⚠ **O conserto do W012 NÃO foi feito, e o motivo é medido:** reconstruir os vértices do PNG de 200 px foi **tentado e reprovado** — melhora a espessura (9,7% contra 12,1%) e **destrói a forma** (Jaccard cai de 0,74 para 0,56), porque o Douglas-Peucker só fecha em 11 vértices com 5,7% de tolerância. *Trocar erro conhecido de espessura por erro maior de forma é piorar com aparência de conserto.* **Fecha com o vetor oficial: CHF 30,00 por símbolo no OBP** — decisão de gasto dele, e a peça imprime o número. ⭐ **Achado de brinde, e é `shall`:** as fichas oficiais do **W042 e do P031** exigem **sinal de texto suplementar** por falta de dado de teste ISO 9186-1. As duas peças **já cumprem** — mas cumpriam *por acidente de composição*. Agora o requisito tem nome, e **regra com nome sobrevive ao próximo redesenho que "limpa" o texto**. ✅ **`PQ-P2` FEITA:** nasce a **§12.21**, a cartela de identificação de dispositivo DENTRO do quadro (IEC 61439-1 §6.3), 120+40 tiras por A4 no passo de 17,5 mm do trilho DIN. **Três defeitos nela pegos pelo gate visual**, e o primeiro vale régua: `display:flex` num container de **texto corrido** quebra o parágrafo em cada tag inline — o rodapé saiu com "deve", "devem", "devem" em linhas sozinhas e **transbordando a margem**. ✅ **`PP-P1` RESOLVIDA:** JetBrains Mono v2.304 versionada (400/500/700, OFL), com **cobertura de glifo medida antes de declarar** — 1363 glifos, todo o repertório técnico presente, e **exatamente um ausente** (`U+2011`, com zero ocorrências no acervo). ⚠ Isso resolve **disponibilidade, não uso**: passar as peças a consumir `--seed-font-mono` muda a aparência de dez peças aprovadas e **é decisão dele**. ⭐ *Destravar um recurso não autoriza gastá-lo.* ✅ **`GD-P1` RESOLVIDA, e ela era 100% minha** — ele teve de pedir clareza: *"seja mais claro no que disser, eu nao entendi se aqui é pra eu resolver algo ou só vc"*. Nasce `alvosHtml()` no `ambiente.mjs` e **12 instrumentos** passam a usá-lo. O defeito tinha classe própria: **onze guardas descartavam em silêncio** todo argumento que não terminasse em `.html` e caíam na varredura do acervo. ⭐ *Não é quebrar nem dar veredito falso: é **medir outra coisa e não avisar** — o placar sai verdadeiro e a leitura de quem pediu sai falsa.* ✅ **A REVISÃO DA ERA ANTERIOR, que ele pediu antes da Onda 3, tem número — e é boa notícia.** Nasce o `censo-era-cowork.py`: **18 de 88 peças físicas (20%)** são invisíveis para a guarda de token e para o render, e **todas as 18 são evidência de gate histórica** — *nenhuma peça viva está na lista*. ⚠ E o censo **reprovou em bloco duas vezes antes de acertar**: primeiro cobrando de bancada o que só peça deve ter (43 falsos positivos em 54), depois acusando a assinatura de e-mail, cuja isenção **já estava escrita na §12.8**. ⭐⭐ *Caminho não é classificador de tipo: `07-pecas/` guarda peça física, fragmento de e-mail e evidência histórica — três naturezas na mesma pasta.* E o `render-peca.mjs` deixa de reportar **4 FAIL crônicos** e passa a dar-lhes veredito `[hist]`, como a PF-01 já fazia. |
| **5.21** | 2026-08-26 | **O GATE DA ONDA 2: as dez peças entram no canônico (§12.11–§12.20), e a décima não estava no plano.** O veredito dele, verbatim: **"1. todos aprovados"**. *Para quem lê sem ter visto a conversa:* a Onda 2 produziu nove peças em 2026-08-25 — laudo, memorial, checklist, selo de prancha, ART/diário, as-built, crachá, etiqueta e sinalização —, e elas ficaram em `07-pecas/` **sem seção canônica**, porque a regra §0-b não deixa regra de marca nascer sem veredito dele. Esta versão promove as dez. ⭐⭐ **A DÉCIMA nasceu de uma pendência que ele REFORMULOU em vez de responder.** A `SN-P13` perguntava se quadro elétrico isolado precisa de placa de **advertência** própria (medido: exigiria A2 — em A4 paisagem estoura 138 mm, em A3, 59 mm). Ele respondeu outra coisa: *"os quadros eletricos possuem placas de fabricação e identificação, que pode ser um placa da seed, ela motra a tensao do quadro e pode ter mais alguma informação."* Nasce a **§12.20 — placa de identificação do quadro**, 100 × 70 mm, com a SEED na condição de **fabricante do conjunto**. *A pergunta certa não era "que sinalização falta?", era "que placa a norma já exige de nós e nós não estávamos fazendo?".* ⭐ E a lacuna estava anotada no acervo desde a Onda 2: o `gen-etiqueta.py` já dizia por escrito que *"esta etiqueta não substitui a placa de dados do fabricante"* — **a peça que ela dizia não substituir simplesmente não existia**. ⚠⚠ **E o achado normativo da §12.20 contraria o que o mercado repete.** Lida a **IEC 61439-1 Ed. 2.0 (2011-08), cláusula 6.1**, a etiqueta do conjunto exige **quatro** informações e só quatro: nome/marca do fabricante · designação de tipo ou nº · meio de identificar a data de fabricação · IEC 61439-X. **Tensão, corrente, frequência, Icc e IP não estão nela** — a cláusula 6.2.1 manda esses dados para a **documentação técnica**. Três páginas brasileiras afirmam o contrário e nenhuma cita cláusula. *A norma foi lida; as páginas, não.* A peça traz os dados elétricos assim mesmo, por decisão dele e pela NBR 14039 4.2.5.3, e **imprime na própria placa qual metade é obrigação e qual é escolha** — *peça que mistura o obrigatório com o escolhido, sem dizer qual é qual, transforma decisão nossa em norma alheia.* ⚠⚠⚠ **A CORREÇÃO MAIS SÉRIA DESTA VERSÃO, e ela é na §12.19: a placa de sinalização AFIRMAVA uma conferência que não aconteceu.** O SVG do W042 saía com `data-conferido-visualmente="sim, contra a arte oficial (…) p.405, em 2026-08-25"`. Duas vias independentes desmentem: (a) o extrato da leitura da norma tem a seção *"O que foi conferido"* com **duas** entradas, W012 e P031, e cita o W042 na seção de **ações**; (b) **a data é anterior ao desenho** — o W042 nasceu no commit de 2026-08-26. ⭐ *Não se confere visualmente um desenho que ainda não existe, e a data que estava ali para dar credibilidade é o que derruba a afirmação.* ⭐⭐ **A classe importa mais que o caso:** o W042 foi acrescentado a **três listas que já diziam "FEITA e CONFERE"** (o texto impresso, o metadado e o `stdout`) e **herdou o verbo de graça** — *acrescentar item a uma lista de coisas verificadas propaga o veredito sem propagar a verificação, e o custo de conferir some no meio da vírgula.* Custo máximo aqui, porque isso sai impresso numa placa de segurança que alguém pode mostrar a um órgão. **`SN-P12` fechada com decisão, não com fonte:** a busca por uma segunda digitalização da linha de picos achou algo pior — a única fonte que existe **se declara** *"similar to recommendation issued in ISO 7010:2019"*, obra própria de terceiro. ⭐ *"Fonte única" quer dizer que ninguém confirmou; isto quer dizer que a própria fonte não afirma ser a oficial.* O W042 **fica**, porque sem ele a placa cita o item 10.7.7.1 b) da NR-10 (choque **e** arco) e cumpre metade — *pictograma aproximado que comunica "arco elétrico" protege mais que a ausência de pictograma*. Fecha com ~5 min de leitura da p. 405, numa assinatura paga **por tempo**, e não foi feito porque ele perguntou em 2026-08-25 se ainda precisava dela e a resposta foi não. |
| **5.20** | 2026-08-25 | **AS DECISÕES DELE SOBRE A ONDA 2, e três delas mudam REGRA e não peça.** ⭐ **NASCE A TERCEIRA VARIANTE DE RODAPÉ, `compacto`** (8 mm, uma linha de contato, **sem grafismo**, área útil de **241 mm**), e com ela a **regra de uso das três** como [LEI]: ofício só para carta e correspondência formal; orçamento para documento técnico e comercial; compacto onde área útil é o recurso escasso. Verbatim dele: *"o foco é otimizar a area útil para caber mais informação com o foco em diminuir o numero de paginas **sempre**"*. Quatro peças da Onda 2 estavam na variante errada, todas com o mesmo argumento plausível — **argumento plausível não vence prioridade declarada**. ⭐ E a variante **nasceu de uma PEÇA, não de uma proposta**: o rodapé de uma linha existia local no diário de obra e ele o reconheceu como padrão (*"é um modelo de rodapé"*). Ganho medido numa pasta real: **1 folha em 6, 16,7% menos papel**. ⭐⭐ **A `MR-P12` DEIXA DE SER BLOQUEIO**, e o que a substitui é uma FRONTEIRA que ele pediu: *"o DS nao seria um template que depois onde fosse ser produzido seria visto as regras do local?"*. **A fronteira NÃO é "produção × design" — é "MUDA O DESENHO × NÃO MUDA"**: a sangria de 3 mm e o piso de 0,25 mm são restrições de produção e **mudam o desenho**, então ficam; tolerância de faca, posição de furo e margem de vinco saem. O DS entrega **o template e a lista declarada de restrições**, nunca um "arquivo de produção". Cinco peças deixam de esperar. ⭐⭐ **A §17.6 ganha a fronteira da peça que NÃO compartilha o campo visual, mas É o campo visual** (veredito dele: *"normal de segurança deve seguir as cores da norma de segurança, nao podemos impor nosso DS sobre isso"*): **em peça de segurança, quando a norma colide com a identidade, a NORMA GANHA**. Na família NR-10 a assinatura é monocromática, pela NR-26 26.1.4. ⚠ E o que NÃO sai está declarado: **tinta de texto fica — reduzir cor não é apagar tinta**. Custo medido: contraste MELHORA (9,37:1 → 21,00:1) e o reconhecimento a distância piora só na placa A3 (1,75 m contra 4,0 m de premissa). |
| **5.19** | 2026-08-25 | **AS DUAS PENDÊNCIAS DE DADO FECHARAM, e as duas confirmaram o canônico.** ✅ **MR-P15: "o contrato está correto"** — três itens separam o Essencial do Premium, não um; a peça já estava assim, então o veredito não mudou artefato, mudou o ESTADO da regra, de divergente para confirmada (*divergência aberta convida a próxima sessão a "consertar" o que está certo*). Fica registrado o que o Essencial NÃO tem — nem suporte por WhatsApp/telefone, nem apoio junto à concessionária —, porque é contraintuitivo: **não se pode presumir que "todo plano tem um canal de suporte"**. ✅ **MR-P14: o endereço de Governador Valadares é Rua Duarte Coelho, 205**, e o canônico estava certo nas DUAS vezes em que foi questionado — primeiro contra o orçamento, depois contra o CONTRATO. Nenhuma peça alterada; a ação virou correção do material em circulação e do contrato que o cliente assina. ⭐ **Régua: decisão tomada com uma evidência merece ser reapresentada quando aparece outra** — e foi por NÃO ter sido alterado "para casar com o material" que o canônico seguiu servindo de referência. |
| **5.18** | 2026-08-25 | **O CONTRATO-MODELO FECHA AS CINCO LACUNAS DO SEED PLUS** e a §12.10 passa a poder afirmar o que antes era proibido: **o escopo da manutenção preventiva** (reaperto de conexões e estruturas · medição de grandezas · limpeza de inversores, disjuntores e DPS · limpeza dos painéis), os prazos de execução (90 dias para a primeira, 30 para data fora da programação, 15 para verificar corretiva), renovação automática, reajuste, e que **é VENDA ANUAL parcelada em 12×, não mensalidade**. As obrigações do contratante entram nas observações — *proposta que esconde a obrigação do cliente cria surpresa na execução, e surpresa chega como reclamação, não como aditivo*. ⭐ **A VALIDADE É POR TIPO DE SERVIÇO**, não constante da empresa: função da volatilidade do custo — SEED Plus 10 dias, energia solar 5, porque o preço do material muda. Pesa mais na §12.7, que serve material E serviço. ⚠ **MR-P15 aberta**: ele afirmou que só a preventiva separa Essencial de Premium, mas o orçamento E o contrato trazem matriz idêntica com **três** itens de diferença — a peça segue os documentos, porque é o contrato que obriga. **§12.9: as três peças antigas do cartão foram removidas** com o ponteiro da §7.4-d repontado ANTES, e as evidências de gate ganharam veredito próprio `[hist]` na PF-01. |
| **5.17** | 2026-08-25 | **§12.10 A PROPOSTA DO SEED PLUS — a peça em que o cliente ESCOLHE.** Três folhas, itens 1 a 10 contínuos, matriz comparativa dos três planos (2 · 4 · 7 itens, do `sobreaseed.md` §6) e um campo que a §12.7 não tem: **PLANO CONTRATADO**, destacado na folha que se assina — sem ele, o que foi contratado depende de memória. Preço **por USINA**, não por cliente. ⚠ A marca de "inclui" é **Unicode explícito com `aria-label`, nunca fonte simbólica**: o orçamento de origem usava Webdings (`a` = ✔, `x` = 🚫), e lidos como letras os dois não dizem nada — marca em fonte simbólica morre em extração de texto e em leitor de tela. ⚠ `table-layout:fixed` é obrigatório na matriz: no layout automático o `width` de célula é SUGESTÃO, e o navegador deu à coluna de descrição menos espaço que às de marca (48/41/41/41 mm), levando cada linha a 29 mm. **§12.4 ganha a trava 7: nenhuma marcação aparece como texto na peça** (`guarda-escape.py`, ES-01/ES-02) — três ocorrências num dia, todas por o contrato de escape não estar declarado, e uma delas estourou uma folha em 167,7 mm; ⭐ `isinstance(str)` NÃO é teste de "precisa escapar". |
| **5.16** | 2026-08-25 | **A RODADA DE CORREÇÕES DELE SOBRE A ONDA 1 — e ela rendeu uma LEI NOVA.** ⭐ **§7.4-f: o grafismo de linha exige span ≥ 125 mm** para cumprir o piso de 0,25 mm, medido em nove spans (78 mm → 0,157 · 124 mm → 0,249 · **125 mm → 0,251** · 170 mm → 0,342). Altura do divisor e espessura do traço são a MESMA grandeza, então não há como encolher um sem o outro — peça menor que 125 mm SANGRA o grafismo ou não o usa. **§12.9 CARTÃO 90×50 refeito do zero** por veredito dele (*"nada é definitivo. se podemos melhorar, vamos melhorar"*), e o erro que o fundou vale a lei: medi 0,250 mm nos arquivos antigos e concluí escala 1:1, mas eles usam OUTRA cena do grafismo — ⭐ **medir o artefato antigo não substitui medir o INSTRUMENTO que vai gerar o novo**. **§12.7 a proposta virou UM documento numerado de ponta a ponta** (itens 1 a 15 atravessando as duas partes, folhas 1 a 4 "de [N]", total como placeholder porque depende do preenchimento), **sem duplicação** entre as capas, com o RESUMO DO INVESTIMENTO e os OPCIONAIS subindo para a capa comercial e o PRAZO vindo da técnica para lá (art. 40 do CDC exige datas no ORÇAMENTO), e **sem campo de assinatura na técnica** — assinar duas vezes o mesmo negócio cria a dúvida de qual das duas obriga. **§12.5 a grade de soluções da pasta refeita**: cinco filetes curtos liam como cabeçalho de tabela; entram rótulo, UM fio contínuo e numeração 01–05. ⚠ E a régua do `<br>` pegou o próprio autor — o comentário que eu escrevi ao lado dela afirmava uma largura que eu NÃO tinha medido. |
| **5.15** | 2026-08-24 | **A ONDA 1 DA F8 FECHA COM SETE PEÇAS — §12.5 a §12.8, todas `estável`.** **§12.5 PASTA A4**: capa de uma face, duas variantes que exercitam a matriz §5.1 (branco → logo principal; `brand-deep` → mono-negativo), logo ao centro pela §5.3; ⚠ NÃO é o arquivo de produção, porque a MR-P12 (margem de vinco) está aberta, e ⚠ NÃO é o `F6-pasta-A4.html`, que é evidência do gate do GRAFISMO em razão A4. **§12.6 ENVELOPE** (ofício 229×114 pela ABNT NBR 13314, saco A4 240×340 de mercado e declarado `[não conferido]`): ⭐ a regra que manda na peça não é da marca, é dos CORREIOS — **20 mm na base da frente são da máquina de triagem** (guia CEPNet, ÁREA 4), e a serra para a 23 mm; três faces por formato, porque guia impressa em envelope é defeito de produção. **§12.7 PROPOSTA**: modelo PADRÃO e FLEXÍVEL fixado por ele (só material · só serviço · ambos; fotovoltaico e SEED Plus fora), DOIS documentos (técnica sem preço, comercial que não vale isolada), PRAZO como bloco próprio pelo **art. 40 do CDC**, e a moldura IMPORTADA do `gen-timbrado.py` em vez de copiada — o que se provou no mesmo dia, quando a correção PP-P2 propagou sozinha. **§12.8 ASSINATURA DE E-MAIL**, que NÃO é peça física e por isso não declara `alvo-fisico`: ela DERIVA do `ea-assinatura.html` com prova de derivação byte a byte, e a folha de gate mostra os quatro estados reais (com Montserrat, na pilha de reserva, com imagem bloqueada, a 320 px). ⚠ **§12.4 ganha a regra 7: a evidência tem de ser FRESCA e isso se prova** — quatro peças ficaram com o PNG de um commit anterior ao do próprio HTML, e nenhum instrumento olhava para essa relação. |
| **5.14** | 2026-08-24 | **A CAMADA FÍSICA GANHA AS TRÊS PRIMEIRAS PEÇAS DA F8 — §12.1, §12.2 e §12.3, todas `estável`, com gerador, mock renderizado e regeneração byte-idêntica.** **§12.1 PLACA DE OBRA [LEI]** (Lei 5.194/66 art. 16 + Res. CONFEA 407/1996 — a lei fixa o CONTEÚDO e não a FORMA, e é isso que faz dela peça do DS): dois tamanhos, campos como placeholder, e ⚠ **a MR-P11 morde aqui de um jeito não óbvio — o `simbolo-principal.svg` CARREGA o amarelo, então placa de canteiro usa o MONO-NEGATIVO**; a violação estaria dentro do asset oficial. **§12.2 TIMBRADO A4**, cujo entregável é a **ÁREA ÚTIL: 170 × 205 mm a partir de (20, 44)**, impressa no próprio arquivo para a proposta e o laudo LEREM em vez de redescobrir — o plano fixa que os três nascem dele. **§12.3 COMPROVANTE DE PONTO** (fecha a PT-P1): Portaria MTP 671/2021, REP-P, NSR, PAdES; a peça mais sensível do acervo em LGPD, porque a norma exige nome e PIS. **§12.4** fixa o que passa a valer para toda peça física — incluindo a régua nova: ⭐ **peça prova que consome token MEDINDO no navegador, nunca conferindo que a string está no arquivo** (a `guarda-peca-token.mjs` nasce de um `:root` aninhado que fez uma peça inteira renderizar SEM NENHUM token, parecendo certa). |
| **5.13** | 2026-08-22 | **A MR-P11 RESOLVE — saída (a) aprovada por veredito** (*"essa está aprovada, pode propagar"*): **o amarelo de marca não entra em peça instalada em ambiente com sinalização de segurança; nessas peças a assinatura é turquesa e branco**; papelaria, escritório e digital mantêm o acento único sem restrição. Uma regra, uma fronteira. Propagação feita com verificação de conformidade contra o que foi construído depois da recomendação (ordem dele na mesma data): único amarelo novo desde então é o marcador da v5.12, elemento de papelaria/digital, fora do escopo — sem conflito. Desbloqueia as peças 2.9 (sinalização) e 3.2 (uniforme/EPI) do `plano-producao-pecas.md`; a placa de obra (1.1) já era desenhada sem amarelo e fica correta. Nenhum hex muda. |
| **5.12** | 2026-08-22 | **Os três usos INTERNOS do grafismo ganham geometria canônica e a pendência §17.3 FECHA.** Nasce `06-validacao/geradores/gen-detalhe.py` (traçado extraído do `gen-zero-formatos.py` **por AST**, nunca redigitado) e os 5 assets de referência em `03-assets/grafismos/`. **TEXTURA** = a cena Z3 inteira a ≤10% — **supersede** as "2–4 linhas paralelas" da §7.6, por veredito: *"vc tem que criar essas linhas igual as do rodapé que já estão aprovadas"* (paralelismo é ritmo; serra é profundidade, §7.1); reclassificada como uso interno do SERRA-CENA. **DIVISOR** = a imagem do rodapé repetida emendada com **corte no limite direito** (verbatim: *"a quantidade de cópias que precisar em sequência emendadas, e o que passar do limite do lado direito vc corta"*); altura natural = largura/12,7; piso de leitura = **§7.2** (regra já feita, escolhida por ele sobre um piso novo em px); sem teto; escala proporcional (§7.4). A **EMENDA** é a §7.3 aplicada: toque exato **natural** (a máscara de oclusão aprovada corta a ponta do FUNDO na crista da cópia seguinte) + mergulho da ponta esquerda abaixo da faixa, na zona que a moldura já cortava. **MARCADOR** = o risco aprovado fica **intocado, inclusive o amarelo**: quando o "apenas o turquesa" da Fase 2 colidiu com o §78.3-6, o veredito foi *"prevalece o veredito que vc achou já estabelecido"*. **Sangria por tipo de arquivo** (§7.4-e): o transbordo natural de 6% cobre os 36px em todo formato impresso (cartão 63,78px · A4 148,80px) — nenhum desenho novo. **Alternativas descartadas, cada uma com o número que a matou**: 4 políticas paramétricas de amplitude (todas trocavam n=7 por 3 — redesenhavam a curva; a lei do §76.4 já respondia), duas linhas contínuas defasadas (só 17,5% de oclusão real — fita trançada), cadeia de arcos (fatiava o desenho), cena reduzida (o piso de traço da serra exige F≥58,64 — "profundidade custa altura"), cópias com profundidade alternada (linha listrada; §7.2 exclui oclusão do regime), descida-A construída (a natural já existia; construída abria talho ou nó). **Lição de instrumento**: a composição roda PURA sobre o desenho intocado — modificar `fundo_v` antes de `compoe()` desloca os retângulos de supressão de fragmento e o corte cai no meio do ar. Nenhum hex muda; nenhum traçado aprovado muda. |
| **5.11** | 2026-08-22 | **A §7.4-e ganha a regra do ARQUIVO SOB DEMANDA**, por veredito dele: *"sobre a producao, apenas o mock, quando for ter a producao de alguma peça especifica, ai sim trabalhamos o arquivo de producao para aquela demanda"*. O entregável **padrão** de toda peça passa a ser o **MOCK**; o arquivo com sangria (e a faca, quando houver dobra) só é feito **quando existe a compra**. Motivo: arquivo de produção feito antes da demanda **envelhece** — a gráfica escolhida pode pedir 5 mm em vez de 3, ou faca diferente, e o arquivo pronto vira arquivo errado com aparência de pronto. Nenhum valor muda; o que muda é **quando** o arquivo nasce. |
| **5.10** | 2026-08-22 | **Nasce a §7.4-e: SANGRIA de 3 mm e MARGEM DE SEGURANÇA de 3 mm em peça impressa**, por veredito dele: *"a sangria vc tem que usar o que o mercado indica nas suas pesquisas. acredito que 3+3"*. E o **MÉTODO entra como regra**, também dele: *"vc tem que deixar o desenho dentro da area real, e a parte da sangria vc cresce o desenho"* — a composição é definida para a área de corte e **não se mexe**; a sangria é **crescimento para fora**. Consequência formal: passam a existir **dois tipos de arquivo** — **GATE** (tamanho do corte, é o que a GR1 mede e o que ele aprova) e **PRODUÇÃO** (corte + 3 mm) —, cada um declarando o próprio papel no artefato (`<meta name="papel">`, `corte-px`, `sangria`). Medido: a serra **toca 3 bordas**, logo sangria é obrigatória; e o conteúdo do cartão está a **4,24 mm** do corte, folga de 1,24 mm contra a margem de 3 mm — **o layout aprovado cabe sem mexer**. Sangria em px arredonda **para cima** (36 px = 3,05 mm), mesma regra do piso de traço. A guarda MM1 ganha as cláusulas **MM1-d** e **MM1-e**. Fica aberta a **`MR-P12`**: peça com dobra/vinco tem margem própria e a pasta A4 com aba não existe como arquivo de produção. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma composição muda. |
| **5.9** | 2026-08-22 | **A §12 ganha o INVENTÁRIO AMPLIADO e a §17 ganha a pendência `MR-P11`.** O inventário de peças físicas da §12 era o do Manual 2018 e **não continha uma única peça específica de engenharia elétrica** — faltava a classe **regulada por lei e por norma**. O levantamento completo (36 peças em 5 famílias, com fonte por peça regulada) passa a viver em `inventario-pecas-ds.md` v1.0, estado `proposta`. Peças reguladas identificadas: **placa de obra** (`Lei nº 5.194/1966, Art. 16` + `Resolução CONFEA nº 407/1996` — conteúdo obrigatório, **forma livre**, logo é peça legítima de DS) e **sinalização de segurança elétrica** (**NR-10 item 10.10.1**, sete situações; cores pela **NR-26 → ABNT NBR 7195**). Nasce a pendência **MR-P11**: o amarelo de marca `#FAD61D` colide em SIGNIFICADO com o amarelo normativo de advertência da NBR 7195 em ambiente industrial. Nenhum hex muda, nenhuma regra é revogada — o que entra é o registro do conflito e o apontamento do inventário. |
| **5.8** | 2026-08-22 | **Esclarecimento normativo na §7.4-c: o piso de 0,25 mm não pode ser violado pelo ARREDONDAMENTO.** Ao aplicar o fator de escala, o menor peso arredonda para CIMA. Motivo medido: na pasta A4 (11,80952 px/mm) o arredondamento normal devolvia 0,24980 mm — 0,0002 mm abaixo do canon, e a guarda nova pegou. A §7.4-c passa a nomear **DOIS** instrumentos com papéis distintos: a **guarda `guarda-piso-mm.py` (contrato MM1, alvo de pasta)**, que julga contra o piso do canon, e o **diagnóstico `mede-traco-mm.py`**, que compara com pisos de mercado. E fica escrito **como uma peça declara que é impressa**: `<meta name="alvo-fisico">` no próprio artefato — nunca por nome de arquivo; peça sem a declaração sai `[n/a]` nomeado. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhum teto muda. |
| **5.7** | 2026-08-22 | **Nasce a §7.4-d: a medida física do cartão é `90×50 mm`, o padrão BRASILEIRO.** Veredito do Rafael, verbatim: *"escolho B / qualquer ajuste é minimo se precisar fazer, e o desenho se ajusta hoje proporcionalmente"*. **SUPERSEDE os 89×51 mm**, que eram `3,5×2 polegadas` — medida de EUA/Canadá que entrou como **default de ferramenta, nunca como decisão de marca** (não há registro de escolha). A §7.4 ganha o teto do novo formato (**84px de 590 = 14,2%**) e a linha antiga fica marcada como **HERDADA**, mantida só porque o acervo dos 7 formatos ainda está na razão 1,745. Medido: o piso de 0,25 mm da §7.4-c **atravessa a troca de formato** (0,250 mm nos três formatos testados), o verso reverso segue PASS, GR1 nas peças largas **15·0·0** e o acervo dos 7 formatos **21·0·0** — nenhuma regressão. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda. Pendência nova **MR-P10: SANGRIA** — o verso é fundo cheio e nenhuma peça do projeto tem área além do corte. |
| **5.6** | 2026-08-22 | **Nasce a §7.4-c: PISO DE TRAÇO EM MILÍMETROS para peça impressa.** Veredito do Rafael, verbatim: *"saída B — piso de 0,25 mm por ESCALA, e só para peça IMPRESSA"*. Piso **0,25 mm**, aplicado por **ESCALA** (fator único em todos os planos), **só em peça com alvo físico declarado**. Motivo medido: a lei do traço da §7.4 é em px, logo o traço físico dependia da resolução de exportação; o verso do cartão passava o piso digital reverso por 0,004 mm (2% de margem) e agora tem 42%. Escala e não grampo porque grampo achata 4 pesos em 2 e a hierarquia de peso é uma das três condições do §7.1. Escopo declarado: peça de TELA fica de fora, e o marcador de seção (risco amarelo, 0,170 mm) fica intocado até veredito próprio. Nenhum hex muda; nenhuma regra da v5.0 é revogada. |
| **5.5** | 2026-08-21 | **Nasce a §7.4-b: o teto do grafismo no TOPO é de LARGURA, não de altura.** Veredito do Rafael, verbatim: *"o ponto é medir a aplicação na largura se atende ao desenho selecionado para o topo, a altura nao importa"*. Teto: **`F ≤ w / 6,5625`**, razão derivada da própria peça aprovada (w=420, F=64). **SUPERSEDE** a leitura de que o topo respondia a 15,24% da altura e só na razão 1:1 — aquele número passa a ser descrição da peça, não o teto, e peça larga deixa de precisar de veredito novo. Escopo declarado: **só o topo**; o rodapé segue com os tetos por formato da §7.4. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma regra da v5.0 é revogada. |
| **5.4** | 2026-08-21 | **A §7 (Grafismo v2) é reescrita: nascem os DOIS REGIMES — `DETALHE DE LINHA` (o uso original, teto de ~8%) e `SERRA-CENA` (3–4 planos com cruzamento, oclusão e hierarquia de peso, com tetos POR FORMATO).** Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma regra da v5.0 é revogada — o teto de ~8% continua valendo para o regime de detalhe e o teto de área ≤10% continua valendo para os dois. Novidades: **§7.1** a ORIGEM do desenho (as ondas são montanhas — dita pelo Rafael em 2026-08-20 e que não estava escrita em documento nenhum) mais as três condições de leitura de plano e o critério do MOVIMENTO · **§7.2** os dois regimes, com o número que os separa (a serra precisa de ~15% da altura para LER como serra; abaixo disso ela não fica discreta, desaparece) · **§7.3** os DOIS MODELOS de serra-cena com **regras INDEPENDENTES** — arcos no RODAPÉ (PADRÃO, toque exato) e montanha no TOPO (OPÇÃO, oclusão com folga), por veredito dele: *"considere que o topo segue uma regra e o rodapé outra regra"* · **§7.4** a LEI DA ESCALA (forma constante em unidades de faixa, razão natural w/F = 12,7) e os tetos aprovados por formato (cartão 13,8% · banner 11,8% · capa 15,7% · topo 15,24%) · **§7.5** a cor do grafismo só em stops da rampa canônica, com o precedente registrado do hex inventado que foi retirado por ordem dele (`#0A6B60` → `#006C62`, ΔE76 = 1,03) e a **REGRA §0-b** · **§7.6** tabela consolidada de usos · **§7.7** os vetores da serra-cena existem como GERADORES, o que muda o estado da pendência §17.3. Especificação completa e medições em `seed-componentes.md` §76; registro da rodada em `validacao/MANIFESTO.md` §103. |
| **5.3** | 2026-08-14 | **A §3.6-b é promovida a `estável`** pelo gate visual do Rafael sobre o `seed-composicao-preview.html` v0.1 (veredito G3: as seis posições da paleta de entidade aprovadas; veredito G4, na mesma sessão: marcador de "agora" em `turquesa-600` fixo nos dois temas — registrado no CP24 do `seed-composicao.md` v1.1, terceiro membro da classe invariante de tema). Nenhum hex muda. |
| **5.2** | 2026-08-14 | **Nasce a §3.6-b — REGRA DE ADMISSÃO DE COR DE ENTIDADE (`rascunho`, gate visual pendente; SUP-5 do confronto de referências).** Nenhum hex muda, nenhum vetor muda. Cor de entidade sai de paleta FECHADA (decisão Q1) e só é admitida passando 4,5:1 com uma de duas tintas declaradas (`entity-ink-dark` = cinza-900 · `entity-ink-light` = branco) — verificação estática na definição da paleta, nunca em render. Medição de 120 pares (6 famílias × 10 stops × 2 tintas): stops 50–400 admitem a tinta escura (pior 5,03) · **stop 500 de QUALQUER família é inadmissível** (zona de cruzamento, pior 4,30) · stops 600–900 admitem branco (pior 4,60). A paleta de 6 posições proposta e o consumo em composição vivem no `seed-composicao.md` §7 (novo 12º canônico da Fase 2). Precedente interno: a regra do amarelo do §3.6 já era tinta-por-cor. |
| **5.1** | 2026-08-13 | **Registro da rodada do §48 Painel, sem mudança de paleta nem de logo — os 8 hex canônicos e os vetores seguem intocados.** Três seções novas: **§3.5-b** — a régua de ação foi **CONFIRMADA**; uma proposta de ação em `azul-800` viveu num preview, conflitava com o §3.5 e foi **retirada no mesmo dia**, sem nunca chegar ao canônico (a camada de tokens sempre teve `action-primary = #098475`). **§3.5-c** — nasce a **ÂNCORA DE ÊNFASE**: uma por página, **cromática e não escura**, base `turquesa-400` com tinta única `turquesa-900`, anel `turquesa-600` e véu de luz a 35%; com as três alternativas reprovadas e seus números. **§3.5-d** — a **TINTA DE TEXTO** passa à família da marca, **só o texto**: bordas e superfícies ficam neutras e a página branca, como faz a referência medida, e porque esverdear a superfície roubaria o contraste de saturação da âncora (medido: 2,71 → 2,21). Valores e medições no `seed-tokens.md` v1.9. |
| **5.0** | 2026-07-30 | **Rebranding de aplicação (Fase 2 do DS v2).** Hex e vetores intactos. Novidades: fundamento com 3 princípios (§2), Pantone/CMYK resgatados + errata azul-claro (§3.1), integração com tokens v1.1 (§3.2, §11), lei 70/20/10 (§3.3), hierarquia dos amarelos (§3.4), papel do azul (§3.5), contraste medido (§3.6), tipografia 2 famílias com JetBrains Mono e aposentadoria de Indie Flower/Neo Tech (§4), logo responsivo + matriz de posição (§5.2–5.3), EEny desacoplado com parcimônia (§6), Grafismo v2 de linhas (§7), fotografia real (§8), ilustração linha-primeiro (§9), linguagem editorial (§10), camada física (§12), aplicações atualizadas (§13), supersedes consolidados (§16). Morte do `erp-seed-design.md`. Base: auditoria do Manual 2018 + pesquisa de referência (Carbon, Polaris, Atlassian, WGSN) + decisões aprovadas pelo Rafael na conversa do rebranding. **Revisão por pesquisa aplicada pré-publicação (2026-07-30):** kit de favicon padrão 2026 (§5.2), esclarecimentos de aplicação da lei 70/20/10 (§3.3), papel social do EEny recalibrado — de restritivo demais para ativo estratégico com regras (§6), legibilidade quantitativa de frota (§12), clear space como razão (§5.5), pendências 5 (§17). **Decisões de 2026-07-31:** camada expressiva Montserrat 800/900 para display de marketing e Caveat como fonte celebratória oficial (§4.3), escolhida em comparativo real vs. Shantell Sans e Kalam — fora dos tokens por decisão (garante a fronteira de UI). |
| 4.1 | 2026-07-17 | Espelho público dos assets no Drive (22 FILE_IDs) com padrão de embed e fallback. |
| 4.0 | 2026-07-17 | Reescopagem: arquivo exclusivamente visual; institucional movido ao `sobreaseed.md`; correção de endereço; fronteiras formais; regra das 8 cores; registro do `#0d8f82`. |
| 3.2 | 2026-05-09 | Assets reais de `02_assets/` formalizados; variantes 9→14. |
| 3.1 | 2026-05-09 | Expansão digital: tokens, escala, spacing, grid, foto/ilustração, componentes. |
| 3.0 | 2026 | Migração para Cowork, conversão para markdown estruturado. |
