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fonte: 02-tokens/seed-tokens.md
versao_da_fonte: v1.23
secao: 07
titulo: "Pendências explícitas"
sequencia: 15 de 17
bytes_do_corpo: 3686
md5_do_corpo: 191719bcab74323d45992d2e78ac495c
gerado_por: 06-validacao/geradores/gen-camada-ia.py
nota: fatia GERADA — o corpo abaixo é byte a byte o trecho do canônico; edite o canônico, nunca esta fatia. Canônico inteiro em https://ds.seed.eng.br/02-tokens/seed-tokens.md
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## 7. Pendências explícitas

0. ~~**(v1.3) Gêmeos `seed-tokens.json`/`seed-tokens.css` a regenerar** com os tokens novos da §3c~~ — **ENCERRADA na v1.4 (2026-08-09), no prazo declarado (o gate do DT).** Os dois gêmeos foram regenerados e passam a **v1.4**, restabelecendo a unidade md+json+css do cabeçalho.

   > **SUPERSEDE FORMAL da redação anterior desta pendência.** A redação da v1.3 dizia que o débito era regenerar os gêmeos "com os tokens novos da §3c" — isto é, um atraso de uma versão. **Isso estava errado, e o erro só apareceu quando os arquivos foram abertos.** Medição de 2026-08-09 sobre as cópias reais do Drive: `seed-tokens.json` e `seed-tokens.css` declaravam **`v1.1`** no próprio cabeçalho e não continham **nenhum** token do pacote mobile **v1.2** — zero ocorrências de `breakpoint`, `safe-area`, `fs-field-touch` e `clamp` nos dois arquivos. A defasagem real era de **duas versões** (v1.2 + v1.3). A v1.4 dos gêmeos fecha as duas de uma vez.
   >
   > **Causa raiz declarada:** a regra "os três arquivos formam uma unidade" existia desde a v1.0 **sem detector**. Ler o `.md` não revela nada sobre o conteúdo dos gêmeos, e o `.md` é justamente onde a versão dos três é declarada — a fonte da afirmação e o objeto da afirmação nunca se encontravam. Mesma classe do defeito que originou a regra de leitura de volta no marco v1.4 (propagação afirmada, nunca lida).
   >
   > **Correção estrutural:** nasce a guarda permanente **`validacao/paridade-tokens.py`**, que mede 3 portões — **G1 não-regressão** (nenhum token do CSS anterior some ou muda de valor), **G2 paridade** (todo token do JSON tem contraparte no CSS, salvo isentos declarados: hoje só `breakpoint`, que media query não lê), **G3 cobertura** (o inventário nominal da §3c e do pacote v1.2 está nos dois gêmeos, em light **e** dark). Placar da regeneração: **43 PASS · 0 FAIL**.
   >
   > **Achado do próprio G1, registrado por transparência:** a primeira tentativa de regeneração reescrevia o CSS inteiro a partir do JSON e **foi reprovada** — renomeou `--seed-sp-*` para `--seed-space-*` (renomear token quebra todo consumidor), perdeu `--seed-focus-ring` (composto que só existe no CSS, sem contraparte no JSON) e serializou sombras, famílias tipográficas e curvas de bezier como estrutura DTCG em vez de valor CSS. A entrega final foi por **edição cirúrgica** sobre o arquivo anterior: zero regressão por construção, não por conferência. *Alternativa descartada:* aceitar a regeneração total e corrigir os 3 achados — descartada porque o método que produz 3 perdas detectadas produz as não detectadas também.
   >
   > **Verificação cruzada da entrega:** os 26 tokens da §3c foram conferidos linha a linha entre esta seção e os hex efetivamente gravados nos gêmeos — **26/26 batem, 0 divergências**. Contagem do CSS: `:root` 156 → 191 tokens (+35 = 26 dataviz + 4 fluidos + 1 field-touch + 4 safe-area); bloco dark 61 → 87 (+26). Chaves balanceadas, zero declarações duplicadas, `prefers-color-scheme` com os 26 espelhados.

1. **Validação visual pelo Rafael** do preview (`seed-tokens-preview.html`) — rampas e semânticos em light/dark. Qualquer ajuste de gosto (ex.: dark mais quente/frio) é feito na fonte e regenerado.
2. **CMYK "U" (superfície fosca)** das cores: o Manual 2018 previa e não preencheu. Segue "(a confirmar)" — só relevante se houver impressão em papel fosco com fidelidade crítica.
3. **Teste em tela real dos produtos:** os valores dark foram derivados por método e auditados por contraste, mas merecem uma passada de olho no ERP real antes de virarem lei.

