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SEED engenhariaDesign System

Conteúdo e voz

Como a SEED escreve

Grafia da marca, slogans e tom de voz, linguagem editorial e microcópia de interface — os trechos abaixo são o canon, byte a byte, cada um com a procedência e o link para o lugar de origem. Nada foi reescrito para esta página.

Posicionamento e tom de vozSobre a SEED · 2026-09-05 · §09ler no lugar ↗89e0df42

Slogans oficiais#

  • Slogan principal: "Onde quer que esteja, conte com a experiência da SEED engenharia. Especialistas em energia há mais de uma década."
  • Tagline curta: "Provemos Eficiência Energética"
  • Tagline manuscrita (assinatura quente): "Soluções Sustentáveis"

A especificação tipográfica das taglines (Montserrat Bold para a curta, Indie Flower para a manuscrita) está no marca-seed.md — este arquivo é a fonte do texto; aquele é a fonte da aplicação visual.

Tom de voz#

Acolhedor · Direto · Autêntico · Energético.

  • Use: frases curtas, verbos de ação, dados concretos, nome do cliente.
  • Evite: jargão corporativo vazio, clichês ("inovador", "futuro melhor", "sinergia", "transformar"), caixa alta excessiva, exclamações em sequência, emojis em excesso.

Exemplos:

  • "Em fevereiro seu sistema gerou 8% acima do esperado."
  • "RELATÓRIO MENSAL DISPONÍVEL! Descubra todos os benefícios!"
  • "Esse e-mail não parece certo. Pode dar uma conferida?"
  • "ERRO: Endereço de e-mail inválido."

Grafia da marcaMarca SEED · v5.37 · §01ler no lugar ↗270fb088

"SEED engenharia" — SEED em caixa alta, "engenharia" em minúsculo. Inegociável em qualquer peça. Nunca "SEED Engenharia", "Seed Engenharia" ou "SEEDENGENHARIA".

(Regra duplicada intencionalmente aqui e no sobreaseed.md por ser crítica nos dois contextos.)


Linguagem editorialMarca SEED · v5.37 · §10ler no lugar ↗9ec7c721

O rigor que diferencia o material SEED de template:

  • Eyebrow/label micro abre seções: CAPTION 11px, UPPERCASE, tracking 2px, cinza-500 — em Montserrat SemiBold ou JetBrains Mono Medium (acento técnico).
  • Displays falam frases completas, com ponto final. "Tudo o que evoluiu, em um só lugar." — não "NOVIDADES!!!". Título é afirmação, não grito.
  • Hierarquia por peso e espaço, não por cor. Cor em título é exceção com função (H3 brand), não regra.
  • Respiro generoso: margens de seção ≥ sp-12 (48px) em documentos, ≥ sp-16 (64px) em landing pages. Na dúvida, mais branco.
  • Números são protagonistas: dados da SEED (+1.000 obras, +50.000 painéis) em destaque tipográfico com fonte/contexto — e valores de medição sempre em mono.
  • Sem emojis em material de marca. Ícones: a biblioteca SVG do DS.

MICROCÓPIA DE INTERFACEComponentes · v1.43 · §89ler no lugar ↗5fe471fb

O que esta seção é, e o que ela não é. O marca-seed.md §10 governa a voz editorial — display, eyebrow, hierarquia, respiro. Esta seção governa o rótulo de controle: o texto que a pessoa lê para decidir o que clicar, o que o erro diz quando algo falha, e o que a tela vazia explica. São camadas diferentes: a §10 escreve para quem ; a §89 escreve para quem age. Onde as duas se tocam (tom, exclamação, emoji), a §10 é a fonte e esta seção apenas propaga — regra mais antiga vence.

Fontes lidas na rodada de 2026-08-24 (rodada de pesquisa própria, com proveniência declarada arquivo por arquivo): Shopify Polaris (repositório, porque o site redireciona e as content guidelines saíram dele) · Atlassian Design System · IBM Carbon · Material Design 3 · Microsoft (Windows UX Guide, Fluent writing style e o Portuguese (Brazil) Localization Style Guide, 56 páginas) · NN/g (error messages, confirmation dialogs, empty states) · GOV.UK Design System · USWDS · Apple HIG · GNOME Brasil, guia de estilo de tradução · Mozilla L10n · Mailchimp. Mais o estudo-clickup-completo.md §9, que já tinha o produto de referência MEDIDO em pt-BR.

Por que a pesquisa foi necessária, e o que ela mudou: o §9 do estudo mediu um produto real e extraiu padrões que pareciam consenso. A rodada mostrou que três deles são divergência declarada entre guias maduros, não consenso — e que dois têm apoio público em fonte pt-BR que ninguém tinha consultado (o guia de localização da Microsoft e o guia do GNOME Brasil). Copiar o produto medido teria importado escolha alheia como se fosse lei. Medir o vizinho diz o que ele faz; não diz o que nós devemos fazer.

89.1 As cinco decisões do gate#

# Decisão Veredito dele Alternativa descartada, e o número que a derruba
MC1 Rótulo de ação = VERBO + SUBSTANTIVO, sem artigo, sem pontuação. "Criar proposta", "Adicionar unidade consumidora". O substantivo cai somente dentro de diálogo ou painel cujo título já o nomeia (a) Verbo nu ("Criar", "Editar"), que é o Polaris — e ele proíbe a forma (a) por redundância. Cai porque três botões "Criar" em três telas soam idênticos para quem navega por teclado ou leitor de tela, e o rótulo perde sentido fora de contexto. Apoio da forma adotada: Microsoft (objeto direto quando o objeto não é evidente), Atlassian ("comece com o verbo e especifique o que está sendo agido") e a prática pt-BR de menu do GNOME Brasil
MC2 Capitalização = SENTENCE CASE em todo rótulo, menu, aba e cabeçalho de ação: "Adicionar unidade consumidora", "Configurações da conta" (a) Seguir a fonte inglesa, que é a regra do guia pt-BR da Microsoft ("Add to Contacts" → "Adicionar a Contatos"), desenhada para simplificar localização em escala. Cai por dois custos: a maiúscula no meio da frase soa germânica em português, e cria dúvida caso a caso sobre o que é "nome de produto" — cada rótulo novo viraria discussão. Convergem em sentence case: Polaris, Atlassian, Carbon, Material 3, GOV.UK
MC3 Voz do erro = IMPESSOAL. "Não foi possível gerar a proposta". "Nós" somente quando a falha é comprovadamente da SEED (a) Primeira pessoa do plural ("Não conseguimos gerar…"), que é o Atlassian — e ele proíbe a forma impessoal, com o argumento de que ela soa distante. Cai por um motivo local que nenhuma fonte poderia trazer: o produto emite laudo, memorial e documento com ART. Assumir autoria de erro por padrão, em texto que pode ser citado por cliente ou órgão, é risco que a microcópia não deve criar. A exceção do "nós" é a regra do Polaris. Bônus: "Não foi possível" é a fórmula que o guia pt-BR da Microsoft prescreve para "could not" — alinhamento de localização de graça
MC4 Botão de confirmação destrutiva = VERBO ESPECÍFICO que resume o resultado: "Excluir proposta" / "Manter". Nunca OK, nunca Sim/Não (a) "Excluir mesmo assim" como regra condicional (Microsoft: atrito deliberado quando a confirmação existe para AVISAR de algo) — que era a minha recomendação e ele preferiu (a). O custo da escolha fica escrito, porque é real e foi enunciado no gate: o rótulo específico é rápido demais — a pessoa acabou de pedir "excluir", então clica no verbo sem ler o aviso. Consequência que a MC5 absorve: se o rótulo não freia, o texto tem de frear, então a MC5 passa a exigir a consequência declarada no corpo do diálogo, com o dado identificador. Convergem em (a): NN/g, Material 3, Apple HIG
MC5 O corpo do diálogo destrutivo declara a CONSEQUÊNCIA, não faz pergunta retórica — com o dado identificador (nome, número, contagem) e a palavra "permanente" quando não há desfazer consequência de (a) "Tem certeza que deseja continuar?" — o "Don't" literal do Polaris, e o alvo direto do NN/g: sem detalhe, a única reação sensata a "tem certeza?" é clicar sim sem pensar, o que anula a proteção

89.2 O que a evidência ou o nosso canon já fechavam (sem gate)#

# Regra De onde vem
MC6 Zero emoji na UI de produto. Zero exclamação. Já era lei nossa: a marca §10 diz "sem emojis em material de marca" e que título é afirmação, não grito (o contraexemplo literal lá é "NOVIDADES!!!"). Convergem: Polaris ("no máximo uma por página, só para coisas realmente empolgantes"), Carbon, Atlassian e Material 3 — que proíbe exclamação especificamente em estado vazio e tarefa comum. Nossa regra é mais antiga que todas
MC7 Humor proibido em erro, bloqueio e primeiro uso. Leveza só em conclusão e sucesso, e mais contida quanto mais frequente a mensagem NN/g ("evite humor: ele fica velho quando a pessoa vê o erro muitas vezes") · Carbon (não faça piada em estado de erro) · GOV.UK (bane "oops") · a fronteira mais precisa é do Atlassian: delight são pequenos floreios, não piada
MC8 "Por favor" e "desculpe" ficam fora. GOV.UK e Atlassian, com racional: "por favor" faz um passo obrigatório parecer opcional; "desculpe" faz o erro parecer maior do que é. Exceção do Carbon, adotada: permitido quando a pessoa está sendo incomodada ("A indexação pode levar alguns minutos. Aguarde.")
MC9 Estrutura do erro: o que aconteceu → (por quê) → o que fazer agora. O "por quê" é condicional — entra quando ajuda a agir ou quando não há solução a oferecer Microsoft (a estrutura canônica de três partes) · Polaris (o heading declara o efeito sobre a pessoa; o body diz como corrigir) · Atlassian (título de 3–4 palavras, sem instrução no título) · NN/g · GOV.UK
MC10 Erro nunca culpa. Proibidas as palavras inválido, ilegal, incorreto, você esqueceu, proibido Convergência total: NN/g, GOV.UK (que bane até valid/invalid por não acrescentarem nada), Polaris, USWDS, Microsoft Fluent
MC11 Instrução para campo vazio, descrição para limite excedido — e consistência entre os dois. "Informe o nome do responsável" (vazio) × "O nome deve ter no máximo 35 caracteres" (limite) GOV.UK, que é a única fonte que separa as duas formas com exemplo — e a régua é copiável
MC12 Código de erro por revelação progressiva: "Mostrar detalhes" → Código do erro: X, sempre acompanhado de texto de problema e solução. Um código único por causa Microsoft. É a única das três posições que serve a um produto de engenharia com atendimento técnico: NN/g manda esconder (e o suporte perde rastreabilidade) e GOV.UK manda banir. O suporte precisa do código; a pessoa não
MC13 Confirmação existe só para o incomum e irreversível. O resto é desfazer com feedback visível — e desfazer sem a pessoa perceber que errou não serve de nada Apple ("evite alertas para ações comuns e desfazíveis, mesmo destrutivas") · Microsoft (o exemplo canônico: excluir arquivo não confirma porque existe Lixeira) · NN/g (a fábula do lobo: confirmando demais, ninguém lê) · Material 3. A ressalva do feedback é da Microsoft
MC14 Atrito extra — digitar uma palavra para confirmar — reservado ao topo da escala: exclusão de dado de cliente, de UC ou de documento com ART emitida NN/g é a única fonte que documenta o padrão, e ela mesma manda reservá-lo: se virar rotina, também vira automatismo
MC15 Estado vazio nomeia o CRITÉRIO que faria a lista encher, em vez de dizer que está vazia. "As propostas enviadas nos últimos 90 dias aparecem aqui" O padrão medido no produto de referência (§9.3 do estudo) tem validação pública: NN/g cita o mesmo padrão como exemplo bom, e o Carbon manda o título ser afirmação positiva. Título orientado à ação (Polaris) e uma CTA primária
MC16 Taxonomia de estado vazio = a nossa, do §25 Z1 (seis tipos), com o mapeamento declarado para os três do Carbon: sem dado ← primeiro uso · ação da pessoa ← zero resultado de busca/filtro · gestão de erro ← sem permissão, falha de sistema, configuração necessária. Em sem permissão, dizer o processo para solicitar acesso; em configuração necessária, dar o primeiro passo Carbon é a fonte mais completa (tem tabela de o-que-dizer por tipo de erro), e os nossos seis tipos já eram mais granulares que a referência — o mapeamento evita que alguém "adote o Carbon" e perca granularidade
MC17 PROIBIDO string que concorde gramaticalmente com valor injetado. Forma neutra por padrão ("Itens marcados com estrela aparecem aqui"); seletor de plural quando o número é informação. Toda variável leva nota de localização dizendo o que ela vale em tempo de execução É o defeito medido no produto de referência (§9.4): "Marque um Painéis com estrela para que apareça aqui" — o template injeta o nome do hub no plural e funciona por acidente onde singular e rótulo coincidem. Racional da Mozilla L10n: adjetivo cujo substantivo não está na string precisa de declinação por número e gênero; e ID de string descreve o papel na interface, para desencorajar reuso entre contextos
MC18 Estado vazio nunca é mostrado antes de o dado chegar. Enquanto carrega, o lugar é do skeleton (§19) — nunca de "nenhum registro" O segundo defeito medido (§9.4: primeiro paint em inglês, rótulos trocando quando o bundle carrega) tem fonte pública: NN/g trata "vazio exibido enquanto ainda carrega" como mensagem de status imprecisa, e diz que no melhor caso a pessoa perde confiança, no pior nunca vê o conteúdo

89.3 Registro verbal para pt-BR — a parte que só fonte brasileira resolvia#

O inglês diz "start with an imperative verb" e pronto. Em português o mesmo rótulo tem três registros possíveis e eles significam coisas diferentes: Abrir arquivo (comando), Abre um arquivo (descrição do que o comando faz), Abra um arquivo (ordem à pessoa). O GNOME Brasil é a única fonte pública que separa os três por tipo de elemento, e o guia pt-BR da Microsoft confirma o registro de menu. A tabela adotada:

Elemento Registro Exemplo nosso
Botão de comando, item de menu, aba, rótulo de checkbox INFINITIVO Criar proposta · Exportar relatório · Configurações da conta
Tooltip, barra de status, descrição longa, texto de ajuda contextual PRESENTE, 3ª pessoa Exporta as linhas selecionadas em CSV
Instrução dentro de formulário, campo vazio, próximo passo IMPERATIVO Informe o nome do responsável · Publique a tabela e gere novamente
Descrição de tipo/recurso em seletor (o padrão do §9.2 do estudo) IMPERATIVO, por decisão de MC1 (mesma voz do rótulo que o acompanha) Planeje dependências e prazo
Mensagem de erro IMPESSOAL (MC3), com "Não é possível" para impossibilidade e "Não foi possível" para tentativa que falhou Não foi possível gerar a proposta

Distinção de tempo que o guia pt-BR da Microsoft prescreve e nós adotamos: "Não é possível" = a operação é impossível naquele estado. "Não foi possível" = a tentativa ocorreu e falhou. São mensagens diferentes e a pessoa age diferente em cada uma. Também adotado dele: Falha ao + infinitivo para "failed to", e erro sempre em sentence case, mesmo quando a fonte inglesa está em title case.

89.4 Pontuação e forma#

Regra Onde
Sem ponto final em botão, item de menu, rótulo de campo, checkbox, chip, aba Convergência Microsoft/GNOME: rótulo curto não leva ponto
Com ponto final em tooltip, mensagem de erro, texto de diálogo, descrição longa idem
Sem artigo em rótulo de ação: Criar proposta, nunca Criar uma proposta Atlassian, verbatim: "evite artigos em botões, rótulos e cabeçalhos de ação"
Reticências () só quando a ação abre outra etapa que exige entrada — Exportar… abre diálogo; Exportar executa convenção de plataforma (Microsoft/GNOME), adotada porque distingue ação imediata de ação em duas etapas
Números com o dado identificador em confirmação: Excluir 3 propostas?, nunca Excluir os itens selecionados? NN/g (MC5)

89.5 Fronteiras declaradas#

  • Conteúdo de marketing e display é da §10 da marca, não desta seção.
  • Terminologia de domínio (unidade consumidora × UC, ART, TUSD/TE, HFP/HR) não é decidida aqui: é vocabulário técnico regulado, e um glossário próprio é trabalho da F9 (publicação), onde ele serve site, ERP e peça ao mesmo tempo. Pendência nomeada MC-P1.
  • Texto de e-mail transacional segue o contrato da F4 (seed-email.md); esta seção governa a UI. Onde os dois se cruzarem, o mais específico vence.
  • Tradução para outros idiomas está fora do escopo do DS por decisão do roadmap (PT-BR only até a operação pedir) — mas a MC17 já é a preparação: string que não concorda com valor injetado é string que sobrevive a qualquer idioma futuro.

89.6 O que fica pendente de instrumento#

A microcópia é a primeira seção deste canônico sem guarda automatizada, e isso está escrito para não passar por esquecimento. O que é mecanicamente verificável e vira guarda quando a F7.7 tiver fôlego (pendência MC-P2): rótulo de ação sem artigo · ponto final em botão · presença de inválido/ilegal /incorreto em mensagem de erro · exclamação e emoji em qualquer string de UI · OK/Sim/Não em botão de confirmação · template com placeholder seguido de substantivo (o padrão da MC17). O que não é verificável por máquina e fica no gate humano: se o "por quê" do erro ajuda a agir, se o critério do estado vazio é o critério certo, e se o registro verbal casa com o elemento.


1.7 Microcopy — regras de rótuloComponentes · v1.43 · §01 · 1.7ler no lugar ↗ab78f78a
  1. Verbo + objeto, sentence case: "Solicitar diagnóstico", "Enviar proposta", "Baixar relatório". Nunca "CLIQUE AQUI", nunca "Submeter".
  2. 1 a 3 palavras. Se precisa de mais, o problema é o contexto, não o botão.
  3. Destrutivo nomeia a consequência: "Excluir proposta" (não "Confirmar", não "Sim"). Em diálogo de confirmação, o par é "Cancelar" + "Excluir proposta".
  4. Loading mantém o rótulo — sem trocar para "Aguarde..." (o spinner já diz isso).
  5. Sem exclamação, sem urgência falsa ("Aproveite JÁ!") — o tom SEED é direto e sincero.
  6. Exemplos calibrados: ✅ "Ver proposta" · "Falar com engenheiro" · "Calcular economia" | ❌ "Saiba mais!!" · "Clique e descubra" · "OK".
2.8 Microcopy — tom SEEDComponentes · v1.43 · §02 · 2.8ler no lugar ↗e992bac7
  1. Rótulo: substantivo curto, sentence case, sem dois-pontos. "Unidade consumidora", "E-mail", "CNPJ". Nunca instrução no rótulo.
  2. Texto auxiliar: 1 linha, diz FORMATO ou PORQUÊ. "Somente números." · "Está na sua fatura de energia, no canto superior." Nunca indica obrigatoriedade (regra Uber: esse espaço é de formato/erro).
  3. Erro = o que houve + como corrigir, na voz SEED (direto, acolhedor, sem culpar): ✅ "CPF incompleto — digite os 11 números." · "CEP não encontrado — confira ou preencha o endereço manualmente." | ❌ "Erro no campo." · "Entrada inválida." · "Você digitou errado." Específico > genérico (Baymard: "CEP curto demais" > "Inválido").
  4. Dado pessoal explica o porquê (LGPD + prática fintech): texto auxiliar do CPF: "Usamos seu CPF apenas para emitir a proposta." Coleta sem porquê visível é atrito e risco.
  5. (opcional) literal em minúsculas no produto; formulário público de conversão usa * + legenda "Campos com * são obrigatórios" no topo (B3).
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