Roadmap
s12. Método de qualidade da F3
seed-ds-roadmap.md v2.14 · §s12seção 13 de 15s12-metodo-de-qualidade-da-f3-nasceu-das-criticas.md · MD5 52671a33Título completo no canon: Método de qualidade da F3 (nasceu das críticas do Rafael no Bloco 1; ampliado no Bloco 2)
Todo componente com variantes/estados passa pelos 7 testes (seed-componentes.md §1.12): container ≥3:1 medido · escada de MECANISMOS (nunca só tom) · aperto de olhos/grayscale · teste do par · regra do um · teste do estado atual ("teste WebEx") · teste do polegar (360px com teclado aberto — entrou no v0.7 com a premissa mobile). E: token de componente que referencia primitivo declara par light/dark obrigatório (bug real pego no dark do Bloco 1: ghost estava em 2.7:1). Ampliado no Bloco 3 (2026-08-04): as suites da validação executada viram ARTEFATO PERMANENTE em Design System v2/validacao/ (5 suites DOM + contraste.py — 166 testes; regressão dos próximos blocos é re-execução, não reescrita) · duas lições permanentes: a suite valida comportamento, NÃO geometria — a validação visual do Rafael é o gate complementar (bug real: overlays sem posicionamento ancorado passaram na suite); e asserções sobre live regions exigem flush de microtask entre atualizações síncronas (mutations coalescem) · regra de preview: nenhum botão morto — todo CTA de demo responde. Novo no Bloco 2 (2026-08-03): validação executada — além da validação visual do Rafael, o preview passa por suite automatizada (DOM headless + contraste WCAG em script) antes da promoção a estável; a primeira rodada (63 testes) pegou 5 bugs de implementação que a leitura de spec não pegaria (parser inexistente no slider pareado, aria-invalid com valor vazio via toggleAttribute, canais de live region fundidos na busca, role="alert" ausente no switch e no upload).