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SEED engenhariaDesign System

Marca SEED

12. Camada física da marca

marca-seed.md v5.37 · §12seção 13 de 1912-camada-fisica-da-marca.md · MD5 bc483bf0

Princípios herdados do Manual 2018 (o inventário: cartão, envelope, pasta A4, timbrado A4/A5, uniforme, frota, totem/banner, arquitetura de interiores) — atualizados à linguagem v5.0: nas peças novas, a onda-massa dá lugar à linha (§7) e o branco domina (§3.3). Regras por peça:

  • Papelaria (cartão, timbrado, envelope, pasta): fundo branco dominante, logo conforme matriz §5.3, detalhe em linha no rodapé; dados em Montserrat, identificadores em mono quando técnico. Cores em Pantone (tabela §3.1) para offset, CMYK para digital.
  • Uniforme/EPI: logo bordada/aplicada no peito (símbolo ou horizontal conforme espaço ≥/< 120px equivalente), turquesa como cor de peça OU detalhe — não ambos saturados; amarelo apenas em detalhes (vivos, botões) ou onde norma de segurança pedir alta visibilidade.
  • Frota: branco dominante, faixa de linha turquesa (não massa), logo horizontal na lateral + símbolo na traseira. Regras de legibilidade em movimento: teste dos 3 segundos (nome + o que fazemos + um contato, capturáveis num relance — nada além disso; sem lista de serviços, sem múltiplos telefones); altura mínima de letra ≈1cm para cada 2m de distância de leitura (lateral lida a 20m → letras ≥10cm); alto contraste sempre (texto escuro em área branca / branco em área turquesa profunda); nunca posicionar texto ou logo sobre frisos, vincos, maçanetas e recortes de painel; layout idêntico em todos os veículos — a frota é reconhecida como conjunto.
  • Fachada/sinalização de obra: logo sobre fundo branco ou turquesa profundo (brand-deep); placas de obra seguem exigências legais (ART, responsável) com a tipografia do sistema.
  • Interiores: parede de destaque em turquesa #11B0A0 é permitida (é ambiente, não peça — a lei 70/20/10 governa peças de comunicação).

Redesenho executivo das peças físicas: Fase 8 (aplicações) — esta seção dá as regras, não os arquivos finais.

INVENTÁRIO AMPLIADO (novo na v5.9). O inventário acima é o do Manual 2018 e ele descreve a papelaria de um escritório genérico: não contém uma única peça específica de engenharia elétrica, que é o que a SEED entrega. O levantamento completo — 36 peças em 5 famílias, incluindo a classe REGULADA POR LEI E POR NORMA que faltava — está em Design System v2/inventario-pecas-ds.md (v1.0, estado proposta). ⚠ Aquele documento não é canon: é o levantamento pedido pelo decisor, e cada peça entra pelo fluxo normal.

⚠⚠ E ele traz UM CONFLITO DE MARCA que esta seção precisa registrar: a placa de obra é obrigatória por lei (Lei nº 5.194/1966, Art. 16 + Resolução CONFEA nº 407/1996) e a sinalização de segurança elétrica é obrigatória pela NR-10 (item 10.10.1), cujas cores vêm da NR-26 → ABNT NBR 7195. Nessa norma o amarelo significa CUIDADO / ADVERTÊNCIA — e o amarelo da SEED (#FAD61D) é, pelo §3.4, o acento único da marca. Em subestação, sala de painéis e canteiro, o mesmo amarelo passa a carregar dois significados. Ver a pendência 7 da §17: nada foi decidido, e decidir é dele.

Supersede formal (2026-08-15, F7.2 — errata fechada pela regra GI2). Estas quatro menções diziam "Fase 6". O seed-ds-roadmap.md v1.8 já registrava a errata mandando ler como Fase 7 — mas a leitura ficou obsoleta antes de ser aplicada: em 2026-08-15 a Fase 7 passou a ser COBERTURA (F7.1 a F7.7, nascida do mapa-cobertura-ds.md), e aplicações desceu para a Fase 8. O número correto é 8, e a errata do roadmap fica superada por esta.

12.1 PLACA DE OBRA — [LEI] · estável (2026-08-24, F8 Onda 1, item 1.1)#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-placa-obra.py · peça: 07-pecas/placa-obra/ em 1000 × 500 mm e 2000 × 1000 mm.

O que a lei fixa — e o que ela NÃO fixa. A Lei nº 5.194/1966, art. 16 obriga placa visível e legível ao público enquanto durar a obra, e a Resolução CONFEA nº 407/1996 detalha o conteúdo mínimo. A lei fixa o CONTEÚDO e não fixa a FORMA — é por isso que a placa é peça legítima do design system, e não um formulário.

Conteúdo obrigatório, que a peça carrega como placeholder (ordem dele: "isso aqui é template, vc nao precisa ter informação especifica"):

Campo Fonte
descrição da obra ou serviço art. 16
responsável técnico: nome · título profissional · nº CREA Res. 407/1996
atividades pelas quais responde tecnicamente Res. 407/1996
autor do projeto (e coautores) art. 16
executora com nº de registro ou visto no CREA Res. 407/1996
nº da ART prática decorrente (a placa fica até a baixa da ART)

A cor da assinatura — e a correção de um erro meu, registrada porque ela ensina mais que o acerto. A faixa de topo é turquesa-800 (brand-deep), e sobre ela vai o simbolo-mono-negativo.svg (branco). O asset está certo — mas o motivo que eu escrevi na primeira versão estava errado.

Eu justifiquei a escolha pela MR-P11 (o amarelo fora de peça instalada onde há sinalização de segurança), tratando "canteiro" como o gatilho. Ele corrigiu o escopo em 2026-08-24 (ver §17.6): o critério é COMPARTILHAR CAMPO VISUAL com sinalização amarela — quadro elétrico, porta de subestação, painel —, e a placa de obra, na entrada da obra, não está nessa condição. A MR-P11 não se aplica aqui.

O motivo verdadeiro é mais simples e já estava no canon: a matriz da §5.1 manda mono-negativo sobre fundo escuro, incluindo brand-deep. Ou seja: cheguei ao asset certo por uma regra errada.

Consequência prática: a placa está LIVRE para usar o amarelo de marca — o desenho atual simplesmente não precisa dele, e isso é escolha de composição, não restrição. Registrado para que ninguém "conserte" a placa amanhã achando que ela está sob a MR-P11.

⭐⭐ E a lição de método vale para todo o acervo: acertar o resultado por uma razão errada é pior do que errar, porque não deixa rastro. A régua nova é ler a regra ANTES de invocá-la, e não a partir da lembrança do que ela dizia.

Medida: as fontes indicam 1,00 × 0,50 m como mínimo sugerido, não como imposição legal; os dois tamanhos saem de chapa cortada sem sobra. Resolução: grande formato é montado a 2 px/mm (≈ 51 DPI no tamanho final), declarado no próprio arquivo — placa é lida a metros, não a palmos, e renderizá-la a 300 DPI produziria 23.622 px de largura sem ganho nenhum.

Fronteira [não conferido]: se algum CREA de MG, ES ou BA publica exigência regional adicional (medida, cor, ordem dos campos). Antes do primeiro uso real, confirmar com o engenheiro responsável na circunscrição.


12.2 TIMBRADO A4 — estável (2026-08-24, F8 Onda 1, item 1.2)#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-timbrado.py · peça: 07-pecas/timbrado-a4/ em duas variantes do MESMO código — mock (mostra a área útil, para gate) e limpo (o template, sem uma linha de conteúdo).

A ÁREA ÚTIL É O ENTREGÁVEL, e ela é herdada. O plano fixa que "o timbrado vem antes de proposta, laudo e memorial porque os três nascem dele".

DUAS VARIANTES DE RODAPÉ, por decisão dele em 2026-08-24: "Em um ofício, carta, etc, o rodapé pode ter uma altura maior, mas se tratando de um orçamento, precisamos ter mais área útil para os dados propriamente ditos."

⭐ MOLDURA AMPLA desde 2026-08-31 (Onda 3, rodadas 3–4; MANIFESTO §138.4/§139). Ordem dele, verbatim: "Quero que reveja a margem superior, precisamos ganhar area, mantenha a logo mais alta possível para aumentar a area útil. o mesmo nas margens da direita e esquerda" + "preciso do rodapé menor (...) pode diminuir a altura das onads e crescer a quantiade de ondas" — e na rodada 4: "sim, propaga" (à família inteira) e "promove" (a este parágrafo). Os limites que governam os números: a margem de 7 mm é a zona de exclusão X da própria logo contra a borda (6,72 mm medidos no bbox do asset, arredondados para CIMA — 79 px seria 6,69, abaixo de X); as ondas do rodapé a 10 mm são o piso conjunto das leis §7.4-c (traço ≥ 0,25 mm → 0,255) e §7.4-f (span ≥ 125 mm/cópia → 126,9), com 1,54 cópias cobrindo a largura.

Grandeza ofício orçamento compacto
Formato 210 × 297 mm (A4), 300 DPI idem idem
Margem lateral 7 mm idem idem
Faixa de cabeçalho 29 mm (logo horizontal a 46 mm, topo a 7 mm) idem idem
Faixa de rodapé 33 mm — três colunas de sede (faixa medida no render: bloco a 30,72 mm do corte + 2,28 de folga) 22 mm — ondas 10 mm + texto base 14 mm 8 mm — uma linha de contato
Grafismo no rodapé sim (ondas 10 mm) sim (ondas 10 mm) NÃO
ÁREA ÚTIL 196 × 227 mm a partir de (7, 29) 196 × 241 mm a partir de (7, 29) 196 × 256 mm a partir de (7, 29)

Ganho da moldura ampla sobre a original (20/44): +24,6% de área útil no orçamento (37.910 → 47.236 mm²). Histórico: a moldura original (margem 20, cabeçalho 38, rodapés 40/25/8, útil 170×205/223/241) valeu de 2026-08-24 a 2026-08-31 e vive no histórico git; a marca d'água de contorno do símbolo (explodida, §138.4) é da família orçamento/proposta/portfólio.

⭐ A REGRA DE USO DAS TRÊS, decidida por ele em 2026-08-25 — [LEI]#

"o rodapé maior deve ser usado apenas para aplicações como carta, oficio, etc. criações como laudos, relatorios, orçamento, proposta, etc, o foco é otimizar a area útil para caber mais informação com o foco em diminuir o numero de paginas sempre."

variante quando
ofício carta, ofício e correspondência formal — onde o destinatário precisa do endereço completo das três sedes para responder
orçamento documento técnico e comercial — proposta, orçamento, laudo, relatório, memorial, as-built
compacto peça em que área útil é o recurso escasso, ou que se imprime em volume

A regra é de PRIORIDADE, não de conveniência, e por isso quatro peças da Onda 2 estavam erradas: as quatro nasceram em ofício com o mesmo argumento plausível — "o destinatário é um terceiro que precisa do endereço completo". Em documento técnico o recurso escasso é a área útil; o endereço vive no corpo do documento e na linha de contato. Argumento plausível não vence prioridade declarada.

A VARIANTE compacto NASCEU DE UMA PEÇA, não de uma proposta. O diário de obra tinha um rodapé local de uma linha, escrito para o caso dele — "bloco de 50 vias não paga rodapé de 40 mm" —, e ele o reconheceu como padrão:

"Gostei que em um dos materiais nao utilizou as ondas (morros) deixou apenas uma linha com o site, contato, telefone, etc no rodapé, isso mostra que nem todo material precisa das ondas, podendo otimizar o espaço. é um modelo de rodapé."

É a terceira vez nesta fase que uma regra da casa nasce assim — as outras duas foram a compressão do rodapé de orçamento e a serra que sangra no cartão. Peça resolvida com cuidado vira regra; regra inventada sem peça vira nota que ninguém lê. E promovê-la ao gen-timbrado.py paga parte da dívida de duplicação que o paralelismo da Onda 2 deixou.

⚠⚠ POR QUE O compacto NÃO LEVA GRAFISMO, e isto é conta e não gosto. A altura do divisor e a espessura do traço são a MESMA grandeza — a escala (§7.4-f). Um grafismo espremido para caber num rodapé de 8 mm teria traço abaixo do piso de 0,25 mm do §7.4-c. Não existe "grafismo pequeno": existe grafismo ou não existe. Tirar as ondas é o que torna os 8 mm possíveis — a ausência do grafismo não é o preço da variante, é o mecanismo dela. ⭐ E a consequência de instrumento é declarada: nesta variante a MM1-a sai [n/a] com motivo, que é o veredito correto pelo §7.4-f e não uma lacuna.

Os últimos 5 mm vieram de uma sugestão dele, e ela nasceu de olhar o render: "a matriz e filial podem entrar abaixo da linha ficando acima do site e abaixo da linha, comprimindo de forma que nao tocaria nas montanhas (ondas) e otimizaria mais a area util?" No orçamento o separador sobe e vira o teto do rodapé; sede e contato se empilham abaixo dele.

E o bloco pôde descer porque a medição mostrou folga sobrando: a ferramentas/mede-faixas-tinta.mjs achou que a tinta da onda começa a 14,99 mm do corte, enquanto a caixa do SVG começa a 17,4 mm — havia 4,23 mm sem uso que nenhuma medida de layout mostrava. ⭐ Régua: caixa não é tinta. Espaço entre elementos se mede no pixel pintado, não no retângulo que os contém — aqui a diferença foi 2,4 mm num rodapé de 27, quase 9%.

Depois da mudança, medido de novo: separador a 26,50 mm · sede 24,38→21,93 · contato 19,39→17,02 · onda 14,99→4,06 — folga de 2,03 mm entre a base do texto e a tinta da onda.

O que NÃO dá para encolher, e o motivo é físico. O rodapé encolhe pelo TEXTO, nunca pelo grafismo: a altura do divisor e a espessura do traço são a mesma grandeza (a escala). Na proporção natural — 13,4 mm para 170 mm de span — o traço mais fino mede 0,342 mm, com 36,7% de folga sobre o piso de 0,25 mm do §7.4-c. Reduzir a 75% levaria o traço a 0,257 mm, folga de 3%: apertado demais para impressão. Querer rodapé mais baixo com traço mais grosso é querer que a escala seja duas coisas.

A COLISÃO que o render pegou: a primeira versão pôs o bloco de texto a 14 mm (ofício) e 8 mm (orçamento) do corte, e o topo da onda está a 17,4 mm — a onda passou por cima da linha de contato nos dois. É a classe SH1 do §72, e não apareceu em nenhuma suíte, só no PNG. O texto agora fica a 19 mm, com 1,6 mm de folga sobre o topo da onda.

Ela sai impressa no próprio arquivo (<meta name="area-util">), para que a proposta e o laudo a leiam em vez de a redescobrirem.

Rodapé: sede(s) + linha de contato + o detalhe de linha do grafismo na base, que é o que a §12 manda para papelaria. Os dados vêm do sobreaseed.md §1 e só de lá.

CORREÇÃO DE 2026-08-24: a MATRIZ é GOVERNADOR VALADARES. O sobreaseed.md registrava Baixo Guandu como matriz e Governador Valadares como "sede administrativa em construção" — errado desde a transferência. Baixo Guandu segue sendo a cidade de fundação (2016), que é outra coisa, e as duas precisam estar no registro. Toda peça que lista as sedes põe a MATRIZ primeiro e rotula as outras como FILIAL. (A reconciliação de 2026-07-17 sobre o endereço — Rua Duarte Coelho, 205, nunca "Rua Albânia" — continua valendo.) Veredito dele sobre a forma: "nao quer dizer que precisamos construir um rodapé igual, quero algo com a nova identidade da empresa" — o rodapé antigo é referência de conteúdo, não de forma.


12.2-b MARCA D'ÁGUA DE CONTORNO DO SÍMBOLO — complemento do timbrado (estável, Onda 3, rodadas 2–5)#

Gerador: gen-timbrado.py, função marca_dagua(composicao), consumida por opt-in pelos geradores da família. Escopo declarado, 12 peças e só elas: timbrado-a4-orcamento (mock + limpo) · proposta (técnica capa/escopo, comercial capa/condições) · proposta-plus (capa · planos · investimento) · portfólio (capa · case-modelo · contracapa). A moldura é compartilhada por dez outros consumidores (laudo, memorial, as-built, checklist, one-pagers…) e o veredito não os inclui; a folha do brinde técnico também fica fora. Quem não chama marca_dagua() sai byte-idêntico.

Nasceu de um pedido dele no gate da rodada 2 (2026-08-31, MANIFESTO §137.3): "Nos orçamentos e Portfolios (paginas), gera uma imagem da logo da seed com apenas os contornos da logo, e utilize como marca d`agua bem clarinha de fundo." A primeira aplicação pôs a logo horizontal completa, 150 mm, central — e ele mandou refazer ANTES do gate, com a foto do símbolo em contorno anexada (§137.5): "a proposta nao é ela aparecer pequena na folha, é pra ela aparecer explodida, bem grande, pode até ser de forma repetitiva, formando linhas interessantes de fundo."

Duas composições oficiais, as duas por veredito dele:

composição estado veredito geometria
E1 — explodida APLICADA nas 12 peças R3-M1 (§138.4) e reconfirmada na R5-M1 (§140): "fica a E1" símbolo em contorno a 360 mm de largura de viewBox (≈1,71× o A4; 248,5 mm de corpo), borda esquerda a −73 mm e superior a −30 mm — sangra pelas quatro bordas, recortado pelo overflow:hidden da peça. O recorte foi escolhido OLHANDO entre 4 composições renderizadas: o miolo da espiral fica fora do centro óptico (baixo-direita) para que cruzem a área de texto as CURVAS LONGAS, não o nó denso
P3 — repetitiva, cantos opostos OFICIAL, disponível (disponível ≠ aplicada: trocar uma peça para cá é decisão de gate) R5-M1b (§140): "P3 — cantos opostos", depois de a repetitiva inclinada de 2026-08-31 ser reprovada na R4-M7 ("nao está bom da forma que a logo está sendo aplicada nas repetitiva, talvez usar nao só 2 logos, mas mais logos menores, de maneira ordenada, nao muitas") dois símbolos em pé, 180 mm de CORPO cada, centros em (15, 238) e (195, 55) mm da página A4 — duas parênteses em diagonal que se encontram em x = 105 mm sem se cruzar; nenhum toca a logo do cabeçalho. Densidade de tinta da página medida no PNG limpo: 1,79% (0,88% dentro da área útil)

As regras que valem para qualquer composição (do bloco do gerador e de §139.2):

  • O asset é o SÍMBOLO (simbolo-principal.svg), não a logo completa: explodido, o wordmark viraria letras cortadas. O contorno é transformação mecânica do asset oficial (§14.11) — os mesmos paths, cada fill do <style> reescrito para fill:none + stroke; nenhum path é removido.
  • UPRIGHT, 0° sempre (§5.5: o símbolo não se rotaciona nem espelha). A repetitiva inclinada saiu do código.
  • Tamanho declarado pelo CORPO visível, nunca pela caixa do viewBox. ⭐ Foi a origem do "pequeno" das composições reprovadas: simbolo_contorno(px(58)) dá 58 mm de viewBox, mas o corpo desenhado ocupa 650,2 das 942 unidades (69%) — o símbolo tinha 40 mm. Medido (Chrome getBBox, 2026-09-02): corpo em (100,5; 119,0)–(750,7; 815,5) do viewBox 942 × 935.
  • O ® satélite fica FORA, por recorte, nunca por edição do asset: na E1 cai além dos 210 mm da página por conta declarada (212,9 mm); na P3 sai por clip-path no canto (x > 745 e y < 230 do viewBox), e o recorte é estrutural — sem ele o símbolo de baixo poria um ® de 26 mm no meio da área útil. Conferido no PNG de prova (zoom na janela do anel: nenhum traço).
  • Cor turquesa-100 (#CDF3EC) — visibilidade 1,19:1 sobre o branco (cor.py, 2026-08-31). Sobre o traço, as tintas da casa medem: text-muted 4,71 · text-secondary 6,50 · text-primary 11,52 · turquesa-700 5,31 — todas ≥ 4,50. O consumidor tem de declarar seed-turquesa-100 no bloco de tokens, senão o var() não resolve e o contorno some em silêncio (classe da PT-02).
  • Traço 0,35 mm impressos — 40% de folga sobre o piso de 0,25 mm (§7.4-c); espessura física, independente da escala do símbolo.

⭐⭐ O FURO ANTIGO QUE A RE-MEDIÇÃO ACHOU, e que virou régua (R3-M2, §137.5 e §138.4): a tinta turquesa-600 dos números de seção media 4,60:1 sobre o BRANCO PURO — folga de 0,10 sobre o piso — e 3,86 sobre o traço da marca d'água. Nenhum clareamento do véu resolve (turquesa-50 como traço daria 1,07:1 e ainda não salvaria), porque o furo é da TINTA. Saída medida e decidida: turquesa-700 (5,31:1) nos números de seção das peças com marca d'água (já registrado no changelog v5.30). Régua: o piso de contraste se confere contra o PIOR fundo que a peça admite, nunca contra o branco.

Histórico que fica como história, não como opção: os protótipos E2, P1, P1b, P2, P2b e P4 (rodada 5, §139.2 — densidades 1,90 · descartado · 1,37 · 2,17 · 2,72 · 1,93%) saíram do código e vivem em preview/gate-r3-apoio/wm-*.png e no commit db91fbd. Protótipo reprovado que fica no código vira "opção" para quem lê depois.

12.3 COMPROVANTE DE REGISTRO DE PONTO DO TRABALHADOR — estável (2026-08-24) · fecha a PT-P1#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-comprovante-ponto.py · peça: 07-pecas/comprovante-ponto/ em duas vias — bobina 80 mm (impressa) e A4 (a via em PDF).

Por que existe: ele informou em 2026-08-24 que a SEED terá app de campo com registro de ponto offline e sincronização, e pediu "pode formalizar o layout do recibo do ponto, é bom ter no template". A pesquisa mostrou que o comprovante é obrigatório por norma, não cortesia.

A norma — Portaria MTP nº 671/2021, que criou o REP-P e admite expressamente a marcação offline com sincronização posterior. Campos exigidos, todos como placeholder: título · empregador (nome, CNPJ/CPF, CEI se houver) · local da prestação · identificação do REP · trabalhador (nome e PIS) · data e hora · NSR (numeração sequencial que começa em 1 por estabelecimento). Em formato eletrônico: PDF com assinatura PAdES, e o empregador possibilita extrair os comprovantes das últimas 48 horas no mínimo.

O que é NOSSO, e não da norma — a norma fixa quais campos existem, não a ordem nem a hierarquia: NSR e horário sobem ao topo em corpo maior, porque são os dois que alguém confere depois · números que se comparam vão em mono · a via de bobina usa o símbolo mono-positivo, porque impressora térmica marca em uma cor e o símbolo principal sairia como cinza sujo · a via A4 reserva uma faixa de verificação para o carimbo PAdES, e ela existe no template justamente para que nenhum carimbo caia sobre o conteúdo obrigatório.

É a peça mais sensível do acervo em LGPD: ela carrega, por exigência da própria norma, nome e PIS do trabalhador. Todo valor é placeholder em maiúsculas entre colchetes. Nenhum dado real entra aqui — nem em exemplo, nem em captura de gate.

12.3-a Como o comprovante CIRCULA — três superfícies, e só uma é o documento#

Pergunta dele em 2026-08-24: "o A4 — via em PDF também é usado se for um envio por email? ou o envio por email é enviado o pdf e nao no corpo do email? tem a situação de deixar disponivel em sistema para cosulta e nao enviar (nao tenho certeza) nesse caso, o modelo disponivel dentro do sistema seria o mesmo?"

A dúvida dele sobre a disponibilização em sistema está certa, e a norma responde. A orientação oficial do Ministério do Trabalho sobre a Portaria 671/2021 diz que "a emissão do comprovante no momento do registro de ponto não é obrigatória caso seja disponibilizado ao trabalhador, por meio de sistema eletrônico, acesso a esse comprovante após cada marcação, independentemente de prévia solicitação e autorização" — e que o empregador deve possibilitar a extração dos comprovantes das marcações das últimas 48 horas, no mínimo.

Superfície O que é Governada por
Bobina 80 mm a via impressa entregue na hora esta seção
PDF A4 O DOCUMENTO — é ele que leva a assinatura PAdES esta seção
Tela de consulta onde o trabalhador acha e baixa o seu comprovante seed-componentes.md (arquétipo de TELA), pendência PT-P2

As três regras que decorrem:

  1. O e-mail é TRANSPORTE, não documento. Se houver envio, ele leva o PDF anexo e o corpo não repete os dados. Dois motivos, e o segundo é o mais forte: (i) o corpo do e-mail não é assinado em PAdES, então repetir o conteúdo cria uma segunda fonte sem valor probatório — e segunda fonte é a classe de defeito mais perigosa desta casa; (ii) LGPD — nome e PIS trafegariam e ficariam parados em caixa de entrada, fora do controle da empresa, para ganhar zero.
  2. A tela de consulta NÃO é a peça A4. São superfícies diferentes com trabalhos diferentes: a tela é consulta (buscar, filtrar por dia, baixar) e vive no celular; o PDF é documento e vive no papel ou no arquivo. Repetir o layout A4 dentro de uma tela de celular produziria um PDF ruim numa tela ruim. O que elas compartilham é a FONTE, não o layout — o botão "baixar" da tela gera exatamente este PDF.
  3. Disponibilizar em sistema basta, pela orientação acima; imprimir na hora passa a ser escolha de operação, não obrigação. A bobina continua existindo para quem marca ponto em relógio de parede no canteiro, onde não há celular com o app.

Pendência nova PT-P2: a tela de consulta do comprovante — arquétipo de tela, não peça física, logo ela nasce no seed-componentes.md e não aqui. Ela herda os quatro estados de sincronização da OF10 (§90), porque um comprovante de marcação feita offline só existe depois que subiu.

[não conferido no texto oficial]: a lista de campos foi montada a partir de fontes secundárias e da linhagem da Portaria 1.510/2009; o Anexo da 671/2021 não foi lido na íntegra. A conformidade tem de ser confirmada por quem responde por folha de pagamento e pelo jurídico antes de qualquer uso real. O design system desenha a peça; não atesta conformidade trabalhista — a mesma fronteira que vale para a ART.


Correção PP-P2 (2026-08-24) — o rótulo colado na sede. No rodapé, as palavras "Matriz" e "Filiais" saíam quase encostadas na sede seguinte. Causa: o espaço literal entre duas tags <span> é renderizado com a métrica do elemento PAI, e o <div> das colunas não declarava font-size — o espaço saía com ~16 px numa peça de 2480 px cujos textos têm 28 e 30 px. Conserto: margin-right explícito de 0,6 mm (7 px) no span do rótulo, em vez do espaço entre tags. Preferiu-se a margem a declarar font-size no pai porque a regra da casa é "nada implícito": medida declarada não depende de herança e não volta a quebrar se alguém mexer no pai. Achado pelo agente da §12.7, que importa este rodapé em vez de copiá-lo — e por isso herdou o defeito e o viu.

12.4 O que passa a valer para TODA peça física (nasce com a Onda 1)#

  1. Regeneração byte-idêntica. Todo gerador de peça aceita --checar e prova que regenera o que está em disco, byte a byte. É a régua de porte da F7.7-P1, agora aplicada a peça.
  2. A tipografia embutida ABORTA se faltar. Nenhuma peça é gerada com tipografia de reserva (contrato TP1). A primeira versão do gerador do comprovante apontava para um caminho de fonte inexistente e um if exists() fazia o conjunto sair vazio, em silêncio — a peça saía com fonte de sistema.
  3. O grafismo vem do GERADOR, nunca do SVG de referência escalado à mão (03-assets/grafismos/LEIA-ME.md).
  4. O logo vem do asset, jamais redesenhado (§14.11) — e o asset precisa ser escolhido pela regra da peça: o símbolo principal carrega amarelo e não serve a peça de canteiro (§12.1).
  5. A peça prova que consome token MEDINDO no navegador, nunca conferindo que a string está no arquivo. Instrumento: guardas/guarda-peca-token.mjs (PT-01/02/03), com pasta de prova que reproduz o defeito fundador.
  6. A prova visual é do INSTRUMENTO, não de captura manual: ferramentas/render-peca.mjs lê o alvo-fisico declarado, captura o elemento (não a janela) e exige duas cargas byte a byte iguais.
  7. NENHUMA MARCAÇÃO APARECE COMO TEXTO NA PEÇA. Instrumento: guardas/guarda-escape.py (ES-01 tag HTML escapada visível · ES-02 entidade escapada duas vezes), que lê o arquivo — é defeito de texto, e texto se mede no texto. <pre> e <code> são isentados, com a contagem impressa: ali exibir marcação é o uso CORRETO do escape. Origem: três ocorrências num só dia, todas por o contrato de escape não estar declarado — entidade escrita à mão na constante, HTML pronto passando por função que escapa, e tag dentro de constante de lista. Nenhuma foi pega por guarda alguma: o arquivo estava perfeitamente consistente, só dizia a coisa errada. A pior delas chegou a estourar uma folha em 167,7 mm, porque o <span> virado texto quebrou em dezenas de linhas dentro de uma coluna de 20 mm. E uma quarta, já na folha de gate da assinatura de e-mail, passou pelo gate HUMANO sem ser vista — &middot; no meio de um endereço em corpo de 2 mm não chama atenção. ⭐ Regra derivada: isinstance(str) não é um teste de "precisa ser escapado". Quem sabe se um valor é texto ou marcação é quem o PRODUZIU, e essa informação tem de viajar com o valor — nos geradores, pelo tipo Cru. E texto que vai para helper que escapa não leva tag.
  8. A evidência tem de ser FRESCA, e isso se prova. O PNG ao lado do HTML é conferido pela guardas/guarda-peca-fresca.mjs (PF-01), que re-renderiza em memória e compara PIXEL A PIXEL — nada é escrito. A régua é pixel e não byte porque o render do Chromium tem ruído medido: o mesmo HTML pode sair com 2 pixels de diferença em 8,7 milhões, com Δ de 1 nível em 255, enquanto qualquer mudança real de conteúdo mede Δ 244–246. As duas populações não se tocam. Origem: em 2026-08-24 quatro peças ficaram com o PNG de um commit anterior ao do próprio HTML — o repositório guardou, como evidência de gate, imagem de outra versão do arquivo. Nenhum instrumento olhava para essa relação. Toda regeneração de HTML de peça obriga a re-renderizar o PNG e a olhar o resultado: o que mudou no HTML pode ter mudado o desenho.

12.5 Pasta A4 — capa institucional (estável)#

Capa da pasta de apresentação, uma face, 210 × 297 mm a 300 DPI. Gerador: 06-validacao/geradores/gen-pasta-a4.py. Peças: 07-pecas/pasta-a4/.

Duas variantes obrigatórias, e elas não são gosto: exercitam a matriz §5.1 nos dois fundos que a marca admite.

variante fundo logo, pela matriz §5.1
claro branco logo-horizontal-principal.svg
brand-deep #005048 logo-horizontal-mono-negativo.svg
  • Logo ao CENTRO, porque a §5.3 manda centro em capa.
  • Conteúdo: assinatura, marcador de detalhe, tagline, título de três linhas, slogan, grade dos cinco pilares e rodapé com as três sedes. Copy e dados vêm verbatim de 01-canonicos/sobreaseed.md — §1 (sedes, matriz primeiro), §6 (pilares), §7 (slogan e tagline). Nenhum dado pessoal.
  • Na variante escura os dois planos de trás do grafismo quase somem. Isso é a E1-névoa, aprovada pelo decisor em 2026-08-21 ("pergunta 2, E1 nevoa fica melhor") exatamente para fundo escuro. Não é defeito e não se "conserta".

Esta peça NÃO é o arquivo de produção da pasta. É a capa plana, no tamanho do corte. Pasta tem dobra, e peça com dobra precisa de margem de vinco — a MR-P12 está aberta. Fazer a aba antes dela seria inventar medida.

07-pecas/gate-7-formatos/F6-pasta-A4.html NÃO é esta peça. Aquele arquivo é evidência do gate do grafismo — uma das sete proporções em que a cena Z3 foi promovida — e carrega a copy do F1-post-1080. O que ele prova é o grafismo numa razão de A4, não uma pasta. Evidência reescrita deixa de provar o que provou; por isso ele fica intocado.

Régua de composição que nasceu aqui: <br> não substitui a quebra automática, ele se soma a ela. A primeira versão quebrava o título depois de "conte com a", mas a linha não cabia na largura do bloco; o navegador quebrou antes, as duas quebras se somaram e saiu um "com a" órfão no meio de quatro linhas — com todos os placares verdes. Quebra manual só é quebra se a linha couber.

E a régua pegou o SEU AUTOR no dia seguinte. A grade de soluções levava <br> nos nomes longos, e "Consultorias em Eficiência Energética" saiu em TRÊS linhas onde o <br> pedia duas: o resto ("Eficiência Energética", ~32 mm) não cabia nos 29,97 mm da coluna e quebrou outra vez. Pior: o comentário que eu mesmo escrevi ao lado do código afirmava que "o nome mais longo por linha caberia em 27 mm"e eu não tinha medido. Conserto estrutural: os nomes não levam <br> nenhum. Medido depois de tirar: as quebras caem exatamente onde o <br> tentava forçar (1, 2, 2, 1 e 3 linhas), e o texto mais largo de uma linha é "Projetos Elétricos" com 25,80 mm.

A GRADE DE SOLUÇÕES, refeita em 2026-08-25 — veredito dele: "a forma que apresentou a lista de serviços da empresa com essa linha acima de cada nome ficou muito infantil e pouco criativo. faça algo a nível da proposta." Estavam ali cinco filetes curtos, um por coluna, que liam como cabeçalho de tabela — cada nome parecia o título de uma coluna vazia. Cinco réguas paralelas de 30 mm não organizam nada; só repetem. No lugar entra a gramática que a proposta usa para "lista de coisas importantes": um rótulo em caixa alta ("Soluções"), UM fio contínuo atravessando os 170 mm, e cada solução numerada 01 a 05 em turquesa. Um fio que atravessa amarra o conjunto; cinco fios paralelos o picam. E número ordinal é hierarquia — diz "há cinco e esta é a primeira" —, enquanto filete repetido diz apenas "abaixo de mim há texto", cinco vezes.


12.6 Envelope — ofício e saco A4 (estável)#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-envelope.py. Peças: 07-pecas/envelope/. Seis arquivos: dois formatos × três faces.

formato medida fonte da medida
ofício 229 × 114 mm ABNT NBR 13314 (C6/C5), via Tabela 1 do Guia Técnico CEPNet dos Correios, 27/04/2021
saco A4 240 × 340 mm medida de mercado (Scrity SKO 034 / Foroni) — [não conferido] em norma

O saco A4 não está na tabela porque o formato normal dos Correios é 140–230 × 90–162 mm: ele é objeto não mecanizável. Declarar isso é a diferença entre citar norma e alegar norma.

A REGRA QUE MANDA NA PEÇA: os 20 mm da base da frente são dos Correios. Guia CEPNet, item 3.2 — "ÁREA 4", área branca e fosca reservada à impressão do código de barras da máquina de triagem. No timbrado a serra chega a 4 mm do corte; aqui ela para a 23 mm (20 de zona postal + 3 mm de folga, o mesmo número da margem de segurança do §7.4-e). Medido no pixel: a tinta da onda termina a 23,11 mm do corte nas duas frentes.

Isto está escrito no gerador porque nenhuma guarda desta casa pega: é regra postal, não regra de marca.

Três faces por formato, do mesmo código: frente-mock (com as guias de gate), frente-limpo (o que vai para a gráfica) e verso. Guia impressa em envelope é defeito de produção; se mock e limpo divergissem, o que o gate aprova não seria o que se imprime.

As três sedes vivem no VERSO. O Guia Técnico de Endereçamento v1.4, §4.1, diz que o remetente vai preferencialmente no verso, e que na frente deve aparecer em corpo menor que o do destinatário — por isso a frente leva uma linha condensada da matriz em 2,4 mm contra o destinatário em 3,0/4,0 mm. Destinatário 100% placeholder, na ordem que a triagem espera ler (LGPD).

O ofício engole o timbrado: A4 dobrado em três dá 210 × 99 mm; o interior de 229 × 114 deixa 19 mm de folga no comprimento e 15 mm na altura.

[não conferido]: o texto integral das ABNT NBR 12699 / 12972 / 13314 (normas pagas — o que se conferiu foi a tabela do guia que as cita) · a medida da aba do saco, que varia por fornecedor · e uma contradição interna do próprio guia, que escreve "contado da borda direita" na frase da ÁREA 4 enquanto a figura 3 mostra a faixa na base (cotas 40/80/21/21/20 mm) — adotada a leitura da figura, a confirmar na agência antes de tiragem grande.

Manter 20 mm de zona limpa no SACO é decisão nossa de família, não norma — o saco não é mecanizável. Está declarado como tal no gerador e no <meta name="formato-postal">.

O design system desenha a peça; não atesta conformidade postal. Quem aceita a postagem é a agência — mesma fronteira da ART (§14.15).

Envelope com janela não foi desenhado: mudaria a posição do destinatário e é variante nova, não ajuste desta.


12.7 Proposta comercial — modelo padrão e flexível (estável)#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-proposta.py. Peças: 07-pecas/proposta/.

Escopo, fixado pelo decisor em 2026-08-24: este é o modelo PADRÃO e FLEXÍVEL — orça só material, só serviço, ou material com serviço. Fotovoltaico tem modelo próprio e o SEED Plus terá o seu; os dois são customizações e estão fora deste escopo. Verbatim dele: "nao estamos criando o sistema aqui, aqui estamos definindo regras de design system, a produção disso será no desenvolvimento do software."

DOIS DOCUMENTOS, não um. Parte 1 de 2 técnica (escopo, sem uma única coluna de preço — é a razão de existir dela) e parte 2 de 2 comercial (valores, frete, pagamento, aceite). A capa comercial declara, em caixa de ênfase, que não vale isolada; a faixa de identificação (número · parte · revisão · emissão · página X de Y) repete nas quatro páginas. É a contramedida contra mandar meia proposta.

A moldura é IMPORTADA, não copiada. O gerador faz import do gen-timbrado.py e usa o cabecalho() e o rodape('orcamento') dele, com uma asserção que aborta se a área útil deixar de ser (20, 44) 170 × 223 mm. Duas implementações da mesma medida divergem em silêncio — e a prova de que isto funciona veio no mesmo dia: a correção da PP-P2 no gen-timbrado.py fez a proposta divergir no --checar e propagou sozinha ao ser regerada.

PRAZO é bloco próprio na capa das duas partes — início dos serviços, término dos serviços, entrega dos materiais. Vem do art. 40 do CDC, que exige orçamento prévio com mão de obra, materiais, condições de pagamento e datas de início e término; §1º validade de 10 dias; §3º o consumidor não responde pelo não previsto. As três cláusulas estão escritas na página de condições, com o artigo citado.

Todo número em Montserrat com tabular-nums, nunca em --seed-font-mono. JetBrains Mono não está versionada em 03-assets/fontes/, e usar o token mono numa peça impressa geraria com tipografia de reserva, o que o §12.4-2 proíbe. Pendência PP-P1.

A PROPOSTA É UMA, NUMERADA DE PONTA A PONTA (decisão dele em 2026-08-25: "se é a mesma proposta, apesar de serem folhas distintas, ela é sequencial, e o número de folhas vai depender do conteúdo após preenchido."). Antes, cada folha reiniciava os itens em 1 — a capa comercial ia de 1 a 4 e a folha de condições voltava a 1 e ia até 6, como se fossem dois documentos.

folha itens
técnica 1 · capa 1 Cliente · 2 Objeto · 3 Responsável técnico
2 · escopo 4 Serviços · 5 Materiais · 6 Exclusos · 7 Responsabilidades do cliente · 8 Observações
comercial 3 · capa 9 Resumo do investimento · 10 Itens opcionais · 11 Prazo
4 · condições 12 Frete · 13 Pagamento · 14 Condições · 15 Aceite

O total de folhas é [N], placeholder, não número. Escrever "de 4" no template ensinaria que a proposta tem sempre quatro folhas — e a folha de escopo é justamente a que cresce com o tamanho do fornecimento. [N] entra na mesma linguagem de [0000/2026]: quem preenche, calcula.

A numeração sai de UMA lista ordenada no gerador, nunca de número escrito à mão, e o SUMÁRIO de cada parte é derivado da mesma lista. Se o número morasse em dois lugares (o corpo e o sumário), a primeira edição desalinharia os dois — e o desalinhamento passaria em TODAS as guardas, porque nenhuma delas lê semântica de sumário.

TRÊS DECISÕES DE ORDEM, cada uma com motivo:

  1. Sem duplicação. Cliente, objeto, prazo e responsável técnico apareciam nas DUAS capas. Com numeração contínua isso fica insustentável — seria o mesmo dado com dois números. Cada informação vive numa folha só. A capa comercial não fica anônima: leva uma linha de referência (cliente e o item do objeto), sem número de item, porque é nela que se assina.
  2. O resumo do investimento subiu para a capa comercial. É o número que o cliente abre a proposta para ver; esconder na folha 2 é escolher que ele procure. E os itens opcionais vêm logo abaixo do total, porque a nota deles diz que "NÃO estão somados ao total acima" — e uma nota que aponta para acima precisa que o acima esteja na mesma folha.
  3. O prazo saiu da técnica para a comercial. O art. 40 do CDC exige as datas no ORÇAMENTO, e o orçamento é a parte comercial. Prazo sem preço não obriga ninguém a nada.

A PARTE TÉCNICA NÃO TEM CAMPO DE ASSINATURA, e o item "Aprovação técnica" foi removido. Veredito dele: "a proposta técnica nao tem necessidade do item 6, é redundante. a assinatura já é feita na proposta comercial." Assinar duas vezes o mesmo negócio cria a dúvida de qual das duas obriga. O responsável técnico continua identificado na capa, com nome, título e CREA — identificação não é assinatura, e a ART exige a identificação.

Placeholder deliberado: exclusos típicos por pilar e responsabilidades do cliente. Conteúdo de exclusão é risco comercial e técnico — precisa de veredito do engenheiro responsável, não de preenchimento por design system.

Achado de instrumento que esta peça pagou: declarar width/height na classe .util fez a guarda-piso-mm.py achar o tamanho da peça na primeira dupla width:…px;height:…px do arquivo — que estava no <style>, antes do <body>. A guarda passou a medir 2008 × 2634 px em vez de 2480 × 3508: MM1-b FAIL nas quatro, e MM1-a e MM1-e reportando números errados em verde. Regra: largura e altura de peça vão inline no elemento, depois do .peca; a classe guarda só posicionamento.


12.8 Assinatura de e-mail (estável) — e por que ela NÃO é peça física#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-assinatura-email.py. Peças: 07-pecas/assinatura-email/. Governada pelo 04-email/seed-email.md.

Ela não declara alvo-fisico, sangria nem papel, e isso é correto: não existe corte, não existe milímetro, e o meio é o cliente de e-mail. Por isso sai [n/a] na guarda-piso-mm.py e na guarda-peca-fresca.mjs — e [n/a] aqui é o veredito certo, não uma lacuna.

A assinatura NÃO foi reescrita. 04-email/ea-assinatura.html é estável desde 2026-08-08 e continua sendo a fonte de verdade; o gerador aquele arquivo e deriva a peça, com uma asserção que desfaz as substituições de sentinela e exige o canônico byte a byte de volta. Motivo: EC1 manda "uma fonte por componente", e o defeito 11 da F4 nasceu de uma peça que embutia a assinatura e não foi regenerada.

A limitação declarada, que é o ponto da folha de gate: e-mail não embute fonte (EM4 §5). O mock mostra quatro estados: (A) com Montserrat, (B) na pilha de reserva, (C) com imagens bloqueadas, (D) a 320 px. Medido: A = 400×143 px, B = 393×125 px — a reserva é 7 px mais estreita e 18 px mais baixa, e o layout não quebra; a diferença é tipográfica, não estrutural.

Pilha: 'Montserrat','Segoe UI',Roboto,Helvetica,Arial,sans-serif. Outlook (todas as versões) → Segoe UI · Gmail Android → Roboto · Apple Mail → Helvetica · resto → Arial. Não se perde a estrutura (tabela fixa em px) nem a palavra "SEED", que é imagem.

Outras restrições que decidiram a peça: Gmail aceita var() e ignora a declaração (EM1 §4) → hex literal, com asserção que aborta se divergir do gêmeo · motor Word não renderiza SVG (EM5) → logo raster por URL hospedada, não data URI, para não pesar em cada resposta da thread · Outlook corta em 8.000 caracteres (§8-D) → medido 1.893, 23,7% do teto.

O gate humano continua devendo e é a camada determinante: Outlook 2024 clássico (motor Word), Gmail app Android com inversão forçada, Gmail web. Nada local emula o Word — o mock é Chromium, o cliente mais permissivo que existe. E dark mode não é simulado de propósito: simulação inventada viraria evidência falsa.

O PNG do logo vive só no bucket R2, não no repositório, e não está ancorado por MD5 no MANIFESTO.md — a regra 2 da EM11 pede isso. Pendência anterior a esta peça.


12.9 Cartão de visita 90 × 50 mm (estável) — refeito do zero#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-cartao.py. Peças: 07-pecas/cartao-90x50/, duas faces.

Formato 90 × 50 mm, decisão dele em 2026-08-22 (§7.4-d): o padrão brasileiro, contra os 89×51 mm que eram default de ferramenta — 3,5×2 polegadas, medida de EUA e Canadá — e que ninguém havia escolhido.

Por que foi refeito, e não corrigido. Os três arquivos antigos em 07-pecas/producao-cartao-90x50/ são da era Cowork: sem elemento .peca, sem um único token do sistema, sem <meta name="alvo-fisico"> nem papel, e com PNG produzido em outro ambiente — invisíveis à guarda-peca-token.mjs e irreprodutíveis pela guarda-peca-fresca.mjs (pendência PC-P1). Veredito dele em 2026-08-25: "mudamos muita coisa, logo, podemos refazer essas peças do zero agora, nao tem problema, e ignora o que foi feito no passado. nada é definitivo. se podemos melhorar, vamos melhorar."

As três peças antigas foram REMOVIDAS em 2026-08-25, com a tabela de remoção apresentada e o veredito dele ("sigo sua recomendação"). Eram arquivo de produção, não evidência de gate, e o arquivo de produção vigente passou a ser este. ⚠ O ponteiro da §7.4-d foi repontado ANTES de o arquivo sair, e os números que aquelas peças mediram — 1062×590 px, 299,7 DPI, traço de 0,250 mm — ficaram registrados lá, porque foi neles que a decisão do formato se apoiou. Antes de remover, a pergunta é o que MORRE com o arquivo, não quem o menciona: aqui o que morria era o ponteiro de uma norma. As evidências de gate de peça larga e de grafismo em razão A4 seguem intocadas, por decisão dele — e a guarda-peca-fresca.mjs passou a dar-lhes veredito próprio, [hist], em vez de reprová-las: FAIL recorrente que todo mundo sabe que pode ignorar treina o operador a ignorar FAIL.

"Ignorar o passado" valeu para o DESENHO, não para as medidas já aprovadas. O formato veio de lá. E a tentativa de trazer também a escala do grafismo produziu o erro que virou a §7.4-f: medi 0,250 mm nos arquivos antigos, conclui que escala 1:1 resolvia, e a guarda reprovou com 0,181 mm — porque aqueles arquivos usam outra cena do grafismo (a Z3 "largos", ancorada por altura), não o svg_divisor. ⭐ Medir o artefato antigo não substitui medir o INSTRUMENTO que vai gerar o novo.

face fundo logo, pela matriz §5.1 grafismo
frente branco logo-horizontal-principal não usa — MM1-a [n/a] declarado
verso brand-deep simbolo-mono-negativo span 130 mm SANGRANDO (§7.4-f)
  • Frente = informação: logo, nome, cargo, fio e três contatos (telefone, e-mail, site). Sem endereço — três sedes em 90 mm fica ilegível, e o endereço está no site.
  • Verso = marca: símbolo ao centro, tagline, grafismo na base. É a face que fica virada para cima no porta-cartão.
  • Margem de 6 mm, o dobro da margem de segurança do §7.4-e. Num cartão a mão do leitor cobre a borda: conteúdo a 3 mm do corte fica sob o dedo.
  • Todo dado de pessoa é placeholder. O cartão antigo trazia nome e cargo do CEO gravados no arquivo; este não. É template, e dado pessoal em artefato versionado é o que a §14.14 proíbe.

12.10 Proposta do SEED Plus (estável) — a peça em que o cliente ESCOLHE#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-proposta-plus.py. Peças: 07-pecas/proposta-plus/, três folhas.

Por que não é a §12.7. A proposta padrão orça um escopo definido — o cliente aceita ou não. Aqui ele escolhe entre três níveis de serviço, e a decisão depende de comparar o que cada um cobre. Logo o coração da peça é uma matriz comparativa, não uma lista de itens, e existe um campo que a §12.7 não tem: PLANO CONTRATADO, destacado, na folha que se assina. Sem ele, o que foi contratado depende de memória.

folha itens
1 · capa 1 Cliente · 2 O que é o SEED Plus · 3 Usinas atendidas
2 · planos 4 Escopo dos planos (a matriz) · 5 Fora do escopo · 6 Observações
3 · investimento 7 Investimento por plano · 8 Formas de pagamento · 9 Condições · 10 Plano contratado e aceite

Numeração contínua e Folha X de [N], pela mesma decisão dele que governa a §12.7. Moldura importada do timbrado (área útil 170 × 223 mm) e helpers de composição importados do gen-proposta.py — duas implementações da mesma medida divergem em silêncio.

A matriz vem do sobreaseed.md §6 (2 · 4 · 7 itens, escada crescente), e a peça imprime o total de itens por plano para a escada ficar visível de uma vez. O preço é por USINA, não por cliente: um contratante pode ter várias, e cada uma tem linha na tabela de usinas e na de investimento.

A marca de "inclui" é Unicode explícito (), nunca caractere de fonte simbólica. O orçamento de origem usava Webdingsa para ✔ e x para 🚫 — e é exatamente isso que quase inverteu a leitura: lidos como letras, os dois não dizem nada. Marca em fonte simbólica morre em qualquer extração de texto, não é lida por leitor de tela e depende de a fonte existir na máquina. Cada marca leva aria-label.

table-layout:fixed é obrigatório na matriz. Medido: no layout automático o width de uma célula é apenas SUGESTÃO, e o navegador redistribuiu as quatro colunas em 48/41/41/41 mm — deu à coluna de descrição menos espaço que às de marca, e cada item passou a ocupar 29 mm de altura. Com fixed, as três colunas de plano ficam nos 20 mm declarados e a descrição recebe os 110 mm restantes: 7,3 mm por linha.

A VALIDADE É POR TIPO DE SERVIÇO — regra dele, 2026-08-25. Não é constante da empresa: é função da volatilidade do custo daquele serviço. SEED Plus são 10 dias (serviço, custo estável); energia solar são 5, porque o preço do material muda e o risco é da SEED. O art. 40 §1º do CDC fixa 10 "salvo estipulação em contrário", então 5 é lícito — mas é estipulação, e estipulação tem de estar escrita na peça. A tabela vive no sobreaseed.md §6. ⚠ Isto pesa mais na §12.7 que aqui: a proposta padrão serve material, serviço ou os dois, logo é o modelo em que a validade NÃO pode ser fixa. O campo lá fica [10] de propósito, com a regra escrita ao lado — placeholder sem regra vira "todo mundo preenche 10".

AS CINCO LACUNAS FECHARAM em 2026-08-25, com o contrato-modelo (rev. 00) que ele anexou e os vereditos dele. A peça passou a poder afirmar:

  • uma preventiva por ano, e o escopo dela, que era o item mais valioso do Premium e estava sem descrição: reaperto das conexões elétricas · verificação e reaperto das estruturas de fixação · medição de grandezas elétricas para análise de performance · limpeza de inversores, disjuntores e dispositivos de surto · limpeza dos painéis. Mais de uma preventiva por ano é informada no orçamento;
  • prazos de execução: a primeira preventiva pode ser após 90 dias da assinatura; data pedida fora da programação tem prazo mínimo de 30 dias; a corretiva tem até 15 dias para verificação da demanda, e esse prazo não inclui a correção;
  • tempo de resposta igual nos três planos (veredito dele);
  • vigência de 12 meses com renovação automática, salvo aviso por e-mail com 30 dias; reajuste a cada 12 meses comunicado com 30 dias, e sem acordo o contrato se rescinde sem penalidade;
  • é VENDA ANUAL parcelada em 12×, não mensalidade — a diferença importa juridicamente e no fluxo de caixa, e a peça passou a dizer "valor anual";
  • as obrigações do contratante entram nas observações (água, internet e energia no local · acesso ao monitoramento, à concessionária e à fatura · projeto com 3 dias úteis de antecedência). Proposta que esconde a obrigação do cliente cria surpresa na execução — e surpresa chega como reclamação, não como aditivo.
  • o SEED Plus é só para energia solar (veredito dele).

MR-P15 RESOLVIDA em 2026-08-25 — veredito dele: "o contrato está correto". A divergência era esta: ele havia dito que só a preventiva separava Essencial de Premium, e o orçamento e o contrato-modelo traziam matriz idêntica entre si com três itens de diferença. Levada com a matriz na tela, a decisão confirmou os documentos.

Fica registrado o que o Essencial NÃO tem, porque é contraintuitivo e vai ser perguntado de novo: nem suporte por WhatsApp/telefone, nem apoio junto à concessionária. O Essencial é plano de monitoramento e relatório, com suporte para entender o relatório; o canal de atendimento técnico da usina é do Premium. Quem escrever peça sobre isso não pode presumir que "todo plano tem um canal de suporte".

A peça já seguia a matriz, então o veredito não mudou artefato nenhum — mudou o estado da regra, de divergente para confirmada. E isso vale o registro: divergência que fica aberta convida a próxima sessão a "consertar" o que está certo.


12.11 Laudo / relatório técnico (estável) — item 2.1 da Onda 2#

Gerador: 06-validacao/geradores/gen-laudo.py. Peças: 07-pecas/laudo-tecnico/, três folhas A4 que formam UM documento — capa (quem pediu, o que foi inspecionado, quem responde tecnicamente), medição (valor medido × limite normativo, com o instrumento que produziu cada número) e conclusão.

Não havia modelo a seguir, e isso foi decisão dele. Verbatim, 2026-08-25: "2.1 nao temos modelo para seguir, quero que voce construa do zero seguindo padroes como voce fez, e depois podemos adpitar, voce fez corretamente. pois quero refazer o que usamos, nao temos padrao."

A coluna do INSTRUMENTO é obrigatória na tabela de medição, e não é enfeite: número sem instrumento não é medição, é opinião com casa decimal. A folha imprime modelo, número de série e validade da calibração. ⚠ Nenhum laudo sai sem engenheiro responsável (§14.15). A peça não substitui a ART.

12.12 Memorial descritivo de instalações elétricas (estável) — item 2.2#

Gerador: gen-memorial.py. Peças: 07-pecas/memorial-descritivo/, sete folhas A4: rosto · objeto · normas · dimensionamento · proteção · instalação · fecho.

A folha de NORMAS é a que dá valor jurídico à peça, e é a mais frágil: norma citada com número errado ou revogada transforma o memorial num documento que afirma conformidade com algo que não existe. Foi exatamente essa classe que produziu o 58º defeito do projeto (uma peça estável citando Resolução CONFEA 1.025/2009, revogada em 2023 pela 1.137). Toda citação normativa desta família sai datada.

12.13 Checklist de comissionamento e entrega (estável) — item 2.3#

Gerador: gen-checklist.py. Peças: 07-pecas/checklist-comissionamento/, oito folhas A4: identificação · escopo da inspeção · inspeção visual · segurança · ensaios BT · ensaios MT · ensaios FV · encerramento.

A função desta peça é JURÍDICA antes de ser gráfica. A SEED entrega a obra e vai embora; meses depois pode vir a pergunta "isso foi testado?" — em reclamação, em sinistro de seguradora, em fiscalização. O checklist preenchido e assinado é a resposta. Por isso ele tem campo de assinatura e data por bloco, e não uma assinatura só no fim.

Decisão dele sobre o escopo dos campos, 2026-08-25, e ela vale para a família inteira: "pode seguir sua sugestao, pois quando formos realmente usar o template para fazer, nesse momento que vamos editar adicionando ou tirando algum campo mediante a necessidade."

12.14 Selo (legenda) de prancha técnica (estável) — item 2.4#

Gerador: gen-selo-prancha.py. Peças: 07-pecas/selo-prancha/, com o selo em três alturas (180 × 80 · 180 × 134 · 180 × 218 mm), a aplicação em A3 e A4, as variantes mono e cor, e cinco folhas de medida.

A largura de 180 mm não é escolha: é norma. A ABNT NBR 16752:2020 fixa a legenda em 180 mm em TODOS os formatos de folha. ⚠ E ela cancelou a NBR 10068:1987 e a NBR 10582:1998 — as duas que o briefing desta sessão citava como vigentes.

A altura varia com o tipo de projeto, por decisão dele, 2026-08-25: "o selo de prancha vai depender do tipo de projeto, anexo segue um de subestação da cemig e EDP para comparar, a cemig é mais completa." As duas concessionárias que ele anexou viraram as duas peças de comparação, e a variante alta (218 mm) existe para o caso CEMIG, que pede mais campos.

Altura de letra pela ABNT NBR 8402: série 2,5 · 3,5 · 5 · 7 · 10 · 14 · 20 mm, com font-size = h ÷ 0,700 (capHeight da Montserrat, medido no arquivo TTF). ⚠ O 1,8 mm não é dessa série — é da ISO 3098, e o briefing o citava por engano.

12.15 Folha de rosto da ART, via de contingência do diário e a TELA do relatório diário (estável) — item 2.5#

Gerador: gen-art-diario.py. Peças: 07-pecas/art-diario-obra/art-folha-rosto.html, diario-obra.html e diario-os-tela.html.

⭐⭐ Metade deste item mudou de natureza por uma frase dele, 2026-08-25: "o diario de obra no nosso caso vai ser o relatorio diário que será preenchido dentro da OS da obra." O diário deixa de ser papel e vira tela do ERP, dentro da Ordem de Serviço. A folha de papel continua existindo, como via de contingência — obra sem sinal, fiscal que pede assinatura no local —, mas deixa de ser a peça principal.

AD-P5 — FECHADA em 2026-08-27, e a solução já existia DE FATO no próprio exemplar: o diario-os-tela.html se declara por completo e as guardas já o tratam pela declaração (MM1 dá [n/a] com motivo). O que faltava era a convenção estar ESCRITA como regra, e ela é esta: mock de tela em 07-pecas/ declara <meta name="superficie" content="tela"> + alvo-tela (px em vez de alvo-fisico mm) + estatuto (dizendo que é mock estático de gate e onde vive a tela operável) + papel-irmao quando houver via física. ⭐ A natureza da peça é o que ela DECLARA, nunca a pasta onde está — é a mesma régua do censo ("caminho não é classificador de tipo"). AD-P7 (promover a tela a arquétipo do ERP) segue aberta: é decisão de escopo do produto, dele, na onda de aplicações.

A citação da Resolução CONFEA na folha de rosto é datada, pela lição da §12.12: vale a 1.137/2023 (o art. 77 revogou a 1.025/2009).

O bloco do diário NÃO é furado (veredito dele, 2026-09-02, MANIFESTO §140): "alargar o corpo para 7 também — nao se usa mais furo". A margem de 20 mm que o desenho reservava ao furo cai; corpo e rodapé seguem a moldura ampla (§12.2, 7 mm), colunas alargadas proporcionalmente (170 → 196 mm). Picote e gramatura seguem decisão da gráfica; a MR-P12 (zona livre de furo/dobra) deixa de alcançar esta peça.

12.16 Caderno as-built (estável) — item 2.6#

Gerador: gen-asbuilt.py. Peças: 07-pecas/as-built/ — capa A4, folha de controle de revisão e lombada de 25 × 297 mm.

"As-built" é o conforme construído: o registro do que foi EFETIVAMENTE executado, incluindo tudo em que a execução divergiu do projeto. É o volume que fecha a obra e vai para o arquivo do cliente, onde pode ficar dez anos sem ser aberto — e é por isso que a lombada é peça própria: o caderno é achado na prateleira ou não é achado.

A folha de controle de revisão é o que separa as-built de "cópia do projeto": ela registra revisão, data, o que mudou e quem aprovou. Caderno as-built sem histórico de revisão é projeto com outro nome.

12.17 Crachá de acesso, ID-1/CR80 vertical (estável) — item 2.7#

Gerador: gen-cracha.py. Peças: 07-pecas/cracha/, frente e verso, 53,98 × 85,6 mm (ID-1 da ISO/IEC 7810, na orientação vertical).

A hierarquia é NOME primeiro, foto depois — decisão dele, 2026-08-25: "acho que o nome é prioridade, quem olha o cracha olha pra ler o nome mais do que conferir a foto." Isso inverte o default de mercado e a peça segue a ordem dele.

⭐⭐ E este item encolheu de escopo por uma pergunta dele que virou regra da casa. Sobre a MR-P12, que tratava de detalhe de produção do crachá: "aqui voce está entrando muito no detalhe de produção do cracha, isso é mesmo necessário no design system? o DS nao seria um template que depois onde fosse ser produzido seria visto as regras do local para poder seguir o template? eu extendo esse questionamento para tudo que estamos fazendo." A resposta é sim, e vale para TODA peça física: o DS fixa o desenho, e o material, o acabamento e a tolerância de produção são do fornecedor, no momento da produção. A MR-P12 deixou de bloquear. ⚠ O que o DS continua fixando é o que muda o desenho: dimensão de corte, margem de segurança, piso de traço e legibilidade.

LGPD (§14.14): o crachá sai com placeholder. Nome, foto e documento de pessoa real não entram em arquivo de repositório.

12.18 Etiqueta de equipamento instalado e selo de próxima revisão (estável) — item 2.8#

Gerador: gen-etiqueta.py. Peças: 07-pecas/etiqueta-equipamento/etiqueta 110 × 80 mm e selo de revisão 60 × 45 mm.

As duas têm funções comerciais diferentes, e a diferença governa o desenho: a etiqueta é pós-venda passivo (anos depois, quem abre o quadro sabe quem chamar); o selo é receita recorrente — carrega a data da próxima revisão, escrita à mão em campo, e por isso a data é o maior elemento da peça, com 5,60 mm de maiúscula.

Premissa declarada: pior caso. Ambiente externo, sol direto, chuva, por anos, sobre carcaça que esquenta. Peça especificada para exterior serve ao caso fácil; o inverso não vale. ⭐ E a premissa deixou de ser prudência e virou exigência quando a pesquisa achou o Projeto ABNT NBR 16690 (2018), item 10.2, que pede sinalização "indelével", "legível a partir de no mínimo 0,8 m" e que permaneça legível "inclusive a sinalização exposta ao tempo". ⚠ [não conferido]: a norma publicada é a NBR 16690:2019; o que foi lido é o projeto de 2018, que estampa "NÃO TEM VALOR NORMATIVO" em cada página.

O amarelo #FAD61D não entra (§17.6 / MR-P11): estas etiquetas são coladas em quadro elétrico, inversor e porta de subestação — os três lugares que ele nomeou ao aprovar a regra. Logo mono-negativo, nunca o principal, porque o amarelo está DENTRO do arquivo oficial do logo principal.

12.19 Família de sinalização NR-10 (estável) — item 2.9#

Gerador: gen-sinalizacao.py. Peças: 07-pecas/sinalizacao-nr10/placa de restrição de acesso A3 (297 × 420 mm), etiqueta de impedimento de energização (120 × 200 mm) e identificação de circuito (105 × 74 mm).

⭐⭐ A cor de segurança NÃO é do DS, e isso é decisão dele, 2026-08-25: "normal de segurança deve seguir as cores da norma de segurança, nao podemos impor nosso DS sobre isso." E, no mesmo dia, o critério de conflito: "nao podemos competir com mensagem de segurança."Cor de segurança não entra em 02-tokens/ e se especifica contra padrão físico (carta Munsell), nunca contra o hex desta página — duas fontes secundárias da mesma notação Munsell divergiam em ΔE76 = 5,44. ⭐ E a leitura da norma confirmou por texto o que já se havia decidido por medição: a própria ABNT NBR ISO 7010 avisa que "as cores representadas no arquivo eletrônico deste documento não podem ser vistas na tela, nem impressas como representações verdadeiras" e manda buscar cor na ABNT NBR ISO 3864-4.

Não se comprou a norma para desenhar, por decisão dele ("nao vamos adquirir a norma, vamos montar o padrao"): os pictogramas foram reconstruídos de desenho público, com a fonte declarada símbolo a símbolo.

Três pictogramas, e os três com estatuto declarado na própria peça: · W012 (Atenção: Eletricidade) — conferido visualmente contra a arte oficial da p. 375, e confere; · P031 (Proibido alterar o estado da chave interruptora, referente oficial, citável) — conferido contra a p. 325 e a p. 148, e confere. A orla branca é dispositivo nosso, declarado: a arte oficial não a tem, e ela existe para o anel vermelho não se dissolver no campo vermelho da etiqueta; · W042 (Atenção: Arco elétrico) — ⚠ conferência PARCIAL. Ver adiante.

⭐⭐ O W042 fecha uma LACUNA NORMATIVA, não é melhoria de desenho. A NR-10 na redação da Portaria MTE 737/2026 (vigência 01/06/2027), item 10.7.7.1 b), exige advertência de choque e arco elétrico — e a placa A3 citava esse item cobrindo só choque. A peça reivindicava um item que exige quatro coisas e entregava três. O raio é o mesmo objeto do W012, o que a ficha oficial manda ("Relâmpago (da ISO 7010-W012)") e a medição confirmou: 11 vértices alinhados ciclicamente, erro médio 2,44%. Custo vertical de acrescentar o segundo triângulo: zero — dois triângulos lado a lado têm a altura de um.

⚠⚠ CORRIGIDO EM 2026-08-26, e é a correção mais séria desta família: a peça AFIRMAVA uma conferência que não aconteceu. O SVG do W042 saía com data-conferido-visualmente="sim, contra a arte oficial (…) p.405, em 2026-08-25". Duas vias desmentem: (a) o extrato da leitura (09-pesquisa/leitura-abnt-nbr-iso-7010.md) tem a seção "O que foi conferido" com duas entradas — W012 e P031 — e cita o W042 na seção de ações, como "acrescentar à família"; (b) a data é anterior ao desenho — o W042 nasceu no commit de 2026-08-26. ⭐ Não se confere visualmente um desenho que ainda não existe, e a data que estava ali para dar credibilidade é o que derruba a afirmação. ⭐⭐ A classe importa mais que o caso: o W042 foi acrescentado a três listas que já diziam "FEITA e CONFERE" e herdou o verbo de graça — acrescentar item a uma lista de coisas verificadas propaga o veredito sem propagar a verificação, e o custo de conferir some no meio da vírgula.

SN-P12 — a linha de picos do W042 tem fonte única, e pior do que se sabia. Busca de 2026-08-26: a página do arquivo no Wikimedia Commons o declara "similar to recommendation issued in ISO 7010:2019", obra própria de um usuário (2019, CC0) — não é a arte oficial nem traçado dela. ⭐ "Fonte única" quer dizer que ninguém confirmou; isto quer dizer que a própria fonte não afirma ser a oficial. O catálogo gratuito da ISO (OBP) responde 403 a acesso automatizado, e as demais fontes são bancos de imagem comerciais — concordar com elas provaria que dois terceiros concordam, não que o símbolo está certo. Fecha com conferência visual contra a p. 405 da ABNT NBR ISO 7010, ~5 minutos de leitura numa assinatura paga por tempo. Não foi feito porque ele perguntou em 2026-08-25 se ainda precisava da assinatura e a resposta foi não; reabrir sem ele pedir seria gastar dinheiro dele por conta própria. E o W042 fica assim mesmo: sem ele a placa cita o item e cumpre metade; pictograma aproximado que comunica "arco elétrico" protege mais que a ausência de pictograma.

SN-P8 — CONSERTADA EM 2026-08-26 SEM COMPRAR, e o resíduo está declarado na peça. Ordem dele: "nao vamos comprar, use a melhor opcao conforme sua recomendacao".

⭐⭐⭐ A LEITURA QUE ABRIU O CAMINHO estava nos números da véspera e eu não a tinha visto: a medição contra a arte oficial separou dois erros que eu tratava como um. A razão da caixa batia em ~1,7% — a silhueta está certa — e o que errava era a espessura dos membros, em −12,1%.

Se o defeito é só espessura, o conserto não é redesenhar: é ENGROSSAR. Um stroke da própria cor, com junta arredondada, cresce ao longo da normal de cada aresta e não move nenhum dos 11 vértices da IEC. ⭐ É por isso que esta tentativa passou e a anterior — reconstruir os vértices do PNG de 200 px — havia sido reprovada: aquela mexia na silhueta, esta não toca nela.

MEDIDO, com placar escrito ANTES e em DUAS réguas independentes:

medida antes depois
espessura do raio × oficial −12,1% −2,3%
tinta × oficial −16,2% −5,2%
discordância de forma, W012 29,51% 27,17%
discordância de forma, W042 16,39% 16,16%
razão da caixa do raio ~1,7% 3,8%

A quinta linha PIORA e ela fica na tabela. O contorno cresce em todas as direções e a caixa do raio é mais alta que larga — logo engorda proporcionalmente mais na largura. ⭐ O balanço é positivo porque a discordância de forma, que é a medida integral, melhorou nos DOIS símbolos; mas conserto que melhora quatro colunas e piora uma não é conserto gratuito, e omitir a quinta seria escolher a régua depois de ver o resultado.

A ESPESSURA ESCOLHIDA — 0,902% da altura da caixa do raio — saiu de VARREDURA MEDIDA, não de conta. Dez valores testados; o escolhido empata com o vizinho na espessura (a mediana é discreta em pixel nesta resolução) e ganha no conjunto dos dois símbolos.

⚠⚠ E EU QUASE PUBLIQUEI DUAS RÉGUAS NA MESMA TABELA. O instrumento do teste normaliza pela caixa do preto e dá 26,45%/22,87% para o estado atual; os números do canônico vêm do mede-w012.mjs/mede-w042b.mjs, que normalizam pela caixa do amarelo e dão 29,51%/16,39%. ⭐⭐ Régua: comparação só vale DENTRO do mesmo instrumento — número de régua diferente na mesma coluna não é imprecisão, é comparação falsa, porque quem lê supõe a mesma unidade. A escolha foi conferida pelas duas.

De brinde, e é medido pela MM1: engrossar o raio aumentou o pescoço mais estreito dele — o piso de traço que a guarda-piso-mm.py afere em milímetro para a gráfica.

⚠⚠ O QUE NÃO FICOU RESOLVIDO, e a peça imprime isso: os 27,17% seguem acima do piso de ruído de ~10% do método. O conserto reduziu o desvio, não o eliminou; fechar em definitivo continua dependendo do vetor oficial (CHF 30/ símbolo no OBP), que ele optou por não comprar. Os dois textos públicos da peça — o impresso e o <meta> — foram reescritos no mesmo commit com os números novos, o custo na razão da caixa e o resíduo. ⭐ Afirmação numérica impressa tem de ser reescrita no commit que muda o número — deixar para depois é como o defeito da §12.19 nasceu.

⭐⭐ ADENDO DA v5.23 (2026-08-26) — o W042 e o W012 compartilham o MESMO objeto de raio, e isso muda a conta da compra. O gen-sinalizacao.py define RAIO_5036 como uma constante única, e a §12 registra por escrito "é o MESMO objeto, sem uma cópia" — o que a ficha oficial da ISO manda ("Lightning bolt (from ISO 7010-W012)"). Duas consequências: (a) o "+0,5% de espessura" do W042 NÃO afirma que o raio dele confere. Aquela medida é a mediana das extensões de preto do conjunto raio + linha de picos, e a linha de picos, sendo larga, domina a mediana e mascara o raio fino. Por identidade de código, o raio dentro do W042 está os mesmos 12,1% mais fino. ⭐ Métrica agregada não herda o veredito para as partes — e "o conjunto confere" não é "cada peça confere". (b) comprar só o W012 conserta os dois símbolos, porque basta trocar a constante. Logo as saídas são: CHF 30 (só o W012 — fecha o raio nas duas peças, deixa a linha de picos do W042 em desenho de terceiro) · CHF 60 (W012 + W042 — fecha o raio e a linha de picos) · CHF 90 (os três — paga CHF 30 para confirmar um P031 que já bate em +0,6%). RECOMENDAÇÃO APRESENTADA A ELE: CHF 60. Não pelo raio, que os CHF 30 resolveriam — pela linha de picos do W042, hoje vinda de arquivo publicado por usuário no Wikimedia Commons cuja própria página diz ser "similar a" a recomendação da ISO, sem afirmar ser a arte oficial. Essa geometria está na placa que adverte arco elétrico, que é risco de morte. ⚠ A compra é ação dele — envolve dado de pagamento, que nunca passa por mim. E não comprar segue defensável: as placas imprimem, e a peça declara o desvio em texto visível desde 2026-08-26.

SN-P8 (dúvida de até 4,71 mm na espessura dos membros do raio) não se fecha com a 7010 — é a ISO 3864-3 que traz construção. Decidido, não reabrir.

12.20 Placa de identificação do quadro (estável) — nasce da SN-P13#

Gerador: gen-placa-quadro.py. Peça: 07-pecas/placa-quadro/, 100 × 70 mm. A placa que a SEED afixa no quadro que ela monta, na condição de fabricante do conjunto.

Esta peça não estava no plano — a SN-P13 fechou por REFORMULAÇÃO. A pendência perguntava se quadro isolado precisa de placa de advertência própria (medido: exigiria A2). A resposta dele, 2026-08-26, redirecionou a pergunta: "os quadros eletricos possuem placas de fabricação e identificação, que pode ser um placa da seed, ela motra a tensao do quadro e pode ter mais alguma informação." O quadro isolado não ganha placa de advertência; ganha a placa que qualquer quadro já deveria ter e que a SEED, como montadora, é obrigada a fornecer. A pergunta certa não era "que sinalização falta?", era "que placa a norma já exige de nós e nós não estávamos fazendo?".

⚠⚠ O ACHADO NORMATIVO CONTRARIA O QUE O MERCADO REPETE. Lida a IEC 61439-1 Ed. 2.0 (2011-08), cláusula 6.1, a etiqueta de designação do conjunto exige quatro informações e só quatro: (a) nome ou marca do fabricante do conjunto · (b) designação de tipo ou número de identificação · (c) meio de identificar a data de fabricação · (d) IEC 61439-X. Tensão, corrente, frequência, Icc e IP NÃO estão nessa lista — a cláusula 6.2.1 manda as características da Seção 5 para a documentação técnica. Três páginas brasileiras consultadas afirmam o contrário e nenhuma cita cláusula. A norma foi lida; as páginas, não.

A peça tem DOIS BLOCOS com estatutos diferentes, e IMPRIME a diferença: o normativo (os quatro campos da §6.1) e o elétrico (tensão em destaque, corrente, frequência, Icc, IP), este por decisão dele e pela ABNT NBR 14039 4.2.5.3, que manda indicar claramente a tensão nominal. ⭐ Peça que mistura o obrigatório com o escolhido, sem dizer qual é qual, transforma decisão nossa em norma alheia — e aí ninguém consegue mudar a nossa própria decisão sem parecer que está violando a norma.

Material: alumínio anodizado gravado ou inox a laser. ⚠ Adesivo não atende a intenção do ensaio 10.2.7 (legibilidade após esfregamento) em quadro externo.

[não conferido]: a IEC 61439-2 não foi lida, e a NOTA da §6.1 admite que a parte aplicável exija campo adicional na etiqueta. Se exigir, esta peça já os traz por decisão — o que muda é o estatuto deles, não o desenho. ⚠ Esta placa não substitui a etiqueta de equipamento (§12.18): aquela diz quem instalou e quando chamar; esta diz o que este conjunto é. ⭐ E a lacuna estava anotada no acervo desde a Onda 2 — o gen-etiqueta.py já dizia por escrito que "esta etiqueta não substitui a placa de dados do fabricante", e a peça que ela dizia não substituir simplesmente não existia. ⚠ PQ-P2: a etiqueta de circuito disjuntor a disjuntor (§6.3 da mesma norma, com IEC 81346-1/-2) não foi feita.

12.21 Cartela de identificação de dispositivo do quadro (estável) — fecha a PQ-P2#

Gerador: gen-etiqueta-circuito.py. Peça: 07-pecas/etiqueta-circuito/, cartela A4 com tiras destacáveis de 17,5 × 9 mm (1 módulo DIN) e 35 × 9 mm (2 módulos). Rendimento: 120 + 40 tiras por folha.

Ordem dele, 2026-08-26: "PQ-P2: faça".

⚠⚠ NÃO É a identificacao-circuito da §12.19, e a confusão é fácil — as duas falam de "circuito" e as duas são etiquetas:

§12.19 identificacao-circuito §12.21, esta peça
onde FORA, na porta do quadro DENTRO, em cada dispositivo
quantas uma por quadro uma por disjuntor
o que diz que circuito é e onde se desliga a designação do dispositivo
norma NR-10, situação "a" IEC 61439-1 §6.3
quem lê quem está diante do quadro fechado quem abriu o quadro para intervir

Peça nova cujo nome colide com peça existente merece a tabela da diferença escrita no próprio gerador — senão a terceira pessoa que passar por ali "consolida" as duas e o quadro perde metade da identificação.

A norma, verbatim (IEC 61439-1 §6.3): "Inside the ASSEMBLY, it shall be possible to identify individual circuits and their protective devices. Identification tags shall be legible, permanent and appropriate for the physical environment. Any designations used shall be in compliance with IEC 81346-1 and IEC 81346-2 and identical with those used in the wiring diagrams."

⭐⭐ A cláusula mais fácil de esquecer é a que mais importa: "identical with those used in the wiring diagrams". A etiqueta não pode carregar designação que o unifilar não tenha — por isso a cartela imprime o campo DIAGRAMA DE REFERÊNCIA no cabeçalho. Etiqueta que não casa com o diagrama é pior que etiqueta ausente: ela dá confiança falsa a quem vai intervir.

Designação pela IEC 81346: = função · + local · produto. Classes usadas nos exemplos: Q (chaveamento controlado — disjuntor) · F (proteção) · X (borne) · T (transformador) · K (relé) · P (instrumento). Exemplo: =N-A1Q1. ⚠ [não conferido]: a IEC 81346-2:2019 não foi lida — a tabela de classes e a estrutura de prefixos vêm de fonte secundária. A IEC 60715 (trilho DIN) também não: o passo de 17,5 mm é prática de mercado, não norma lida. Confrontar as duas antes do primeiro uso real.

Um nível de distância só, e com motivo: 300 mm, piso 13,75′. As peças irmãs têm também o nível longe (0,8 m) porque ficam na carcaça do equipamento; esta fica a um palmo do olho de quem abriu o painel. ⭐ Nível de distância herdado sem pensar é premissa herdada sem pensar.

12.22 ADESIVAGEM DA FROTA — 4 veículos × 3 vistas (estável) — item 3.1 da Onda 3#

Gerador: gen-frota.py (v7, 2026-09-04). Peças: 07-pecas/frota/lateral, traseira e capô de cada um dos 4 modelos da frota real (12 mocks, sufixo -a-saia = direção A) + a folha da regra do formato + fotos-necessarias-frota.md. Resolução do mock: 0,5 px/mm (~12,7 DPI; a Hilux lateral sai com 2663 × 908 px) — arquivo de produção nasce por veículo, medido no veículo real (§7.4-e).

⭐⭐⭐ É a peça que ele apontou como faltante, e a única do inventário que nasceu do zero — e a primeira versão foi REPROVADA por erro de categoria (gate de 2026-08-28, MANIFESTO §136.2), no veredito mais importante da onda: "as ondas quando ficam pequenas e em quantidade perdem o sentido da forma que foi desenhada, paracendo rabiscos, no caso de um material para carro, elas devem ser aplicadas dando forma a lataria do carro, gosto de algo clean, só logo e os efeitos que representem a marca, os carros já são todos brancos de proposito, para poder adesivarmos de maneira marcante usando o fundo branco, então pensar na adesivagem dos carros como peças de papelaria é errado, estamos falando de uma peça criativa que tem capô, trazeira e laterais." Dois fatos de projeto que nenhum canônico registrava e passam a valer: a frota é branca DE PROPÓSITO — o branco do veículo é o fundo da peça; e peça de formato novo ganha regra própria, não herda teto de outro formato (G5: "é formato novo, tem que ter regra propria").

A frota real (G1): 1 Toyota Corolla 2019 · 1 VW Saveiro 2014/15 cabine estendida (R2-F3) · 1 Toyota Hilux 2015/16 · 3 Fiat Strada 2022. Medidas externas de ficha técnica com fonte no gerador; silhueta esquemática e proporcional; balanços, cintura, maçanetas e placa [inferência]/[não conferido] declarados. Placa do veículo: sempre retângulo vazio (LGPD, §14.14).

O desenho final foi DITADO por ele (rodada 2, 2026-08-31, §137.1 — direção A "saia" escolhida entre três): "A. portas da frente mantem a logo, portas de tras com o 0800 mas com o site abaixo do 0800. Falta o layout do capo e da tampa trazeira, o capo mantem apenas o símbolo da logo, e a tampa trazeira seriam fotos dos tipos dos nossos serviços, para o cliente bater o olho e ver com o que trabalhamos. Na lateral na parta atras da porta de trás, onde no desenha A voce colocou o 0800, vamos colocar a lista de serviços principais para quem olhar poder ler o que fazemos."

Painel a painel:

vista o que leva números (arte final)
LATERAL — saia a cordilheira aprovada (cena Z3, via gen_detalhe.svg_divisor, §7.7) em proporção natural w/F = 12,7, correndo a saia inteira e contornando a traseira faixa F: Corolla 364 mm (24,7% da altura) · Saveiro 354 (23,6%) · Hilux 419 (23,1%) · Strada 353 (22,1%); traço mais fino 9,0–17,1 mm (piso 2,5 mm de vinil, folga ≥ 2×)
porta da frente logo horizontal oficial
porta de trás telefone + site abaixo, tipografia do contato §138.1 0800 corpo 95–100 mm (13,3–14,0 m) · site 50–55 mm (7,0–7,7 m); piso da lateral 63 mm de caixa alta = 12,6 m (R4-F4)
zona atrás da porta de trás lista dos 5 pilares (sobreaseed.md §6) em JetBrains Mono 400, caixa alta corpo 25–45 mm (3,6–6,6 m); piso aprovado: caixa alta ≥ 15 mm = 3 m (R3-F2). Saveiro (sem porta de trás): 0800+site e lista dividem a caçamba — adaptação declarada
CAPÔ apenas o símbolo oficial, base voltada para a frente; vincos = zona proibida símbolo a 26–27% do comprimento do capô (regra escrita como guarda na v7): Corolla 320 mm (capô ~1230 [inferência]) · Saveiro 280 (~1050) · Hilux 400 (~1500) · Strada 300 (~1150); folga ao vinco ≥ 231 mm, à borda ≥ 356 mm — a ficha técnica não publica comprimento de capô; produção mede o veículo real (§7.4-e)
TRASEIRA (modelo = a foto real da Strada que ele anexou, R3-F4: "analise pela foto e podemos usar como modelo para todos") SEM ondas (R4-F1: "na trazeira, por se tratar de pouco espaço, nao quero usar as ondas"); zona de contato de 100 mm na base com logo (esquerda) · site (centro) · telefone (direita) SOLTOS sobre o branco; acima, 5 áreas de FOTO em branco (uma por pilar); EEny pose 07 (03-assets/mascote-eeny/eeny-pose-07.svg, nunca redesenhada) no canto direito da fileira, altura das fotos, apoiada no chão da fileira (R4-F2: "como está"); badges de fábrica (modelo, emblema da montadora, concessionária, adesivo regulatório) = zonas proibidas desenhadas — a arte ocupa os espaços vagos, nunca os cobre. Corolla: porta-malas (R4-F3) logo 70 mm de altura (215 mm de largura), uniforme nos 4 (R5-F1: a alternativa "+10 mm de logo = −10 mm de foto" foi descartada); telefone e site no MESMO corpo, 45 mm (caixa alta 31,5 = 6,3 m; R5-F2: "sobe (sem custo de foto) — site pode ter mesma altura do telefone"); piso declarado da traseira: nenhum texto abaixo de 3 m; sobra horizontal útil−logo−site−telefone: Corolla 579 · Saveiro 532 · Hilux 679 · Strada 556 mm (guarda aborta abaixo de 80); áreas de foto: Corolla 5 × 245 × 205 mm · Saveiro 143 × 179 · Hilux 148 × 201 · Strada 147 × 181

A TIPOGRAFIA DO CONTATO virou spec de referência geral (R3-F1, §138.1), verbatim: "na logomarca da SEED o nome SEED está em azul turquesa e o nome engenharia está em outra cor. no telefone, deixe apenas os numeros '0800' na cor atual, e coloque os demais numeros na cor da palavra endenharia. no caso do site, a palavra 'SEED' fica com a mesma cor do 0800, também o SEED do site é maiusculo e o .eng.br minusculo. no telefone coloque o simbolo do whatsapp no inicio, e no site coloque o simbolo de site. a palavra SEED e o '0800' fica em negrito, o restante não. Na lista de serviços nao precisa estar em negrito. seria interessante usarmos a segunda fonte nessa lista ao inves da principal." Execução: o contato espelha o bicromatismo do asset logo-horizontal-principal.svg ("SEED" #00acac · "engenharia" #617683 = cinza-600, 4,74:1 sobre branco) — ícone WhatsApp + 0800 negrito turquesa-600 + 591 5374 sem negrito cinza-600; ícone globo + SEED negrito + .eng.br minúsculo sem negrito. ⚠ SEED.eng.br é exceção decidida à caixa alta G3. Os ícones são pictogramas utilitários desenhados no gerador, não assets de marca. Larguras de linha medidas no hmtx dos subsets oficiais (fontTools 4.63.0): '0800' 2,697 em · ' 591 5374' 4,440 em · 'SEED' 2,806 em · '.eng.br' 3,468 em; JetBrains Mono 0,600 em/glifo. Esta spec foi reaproveitada nas costas da camisa de campo e do colete (§12.23).

Os vereditos do gate de 2026-08-28 que continuam valendo: G2 contato único 0800 591 5374 · G3 caixa alta em toda letra viva (exceção: o site) · G4 amarelo SÓ dentro do logo; fora dele, a escada turquesa do §7.5 sobre o branco.

A REGRA DO FORMATO VEÍCULO — DECIDIDA (R2-F2: "aparentemente as proporções estão ok") e promovida (R4-F5), em 9 itens (folha frota-regra-do-formato.html, renomeada de -proposta em 2026-09-04 — o nome dizia "proposta" e o conteúdo estava decidido; precedente R4-U2): 1 escala de lataria — faixa F entre L/12,7 e (cintura−saia)/0,94; piso absoluto 15% da altura do veículo; nunca miniaturizada nem repetida em padrão · 2 traço ≥ 2,5 mm no veículo (10× o piso da §7.4-c — recorte de vinil) · 3 letra viva pela régua do §12 (~1 cm de caixa alta por 2 m; teto lateral 150 mm) · 4 zonas proibidas: friso, vinco, maçaneta, vidros, grade/faróis/lanternas, zona da placa, 50 mm de toda borda de painel e emenda de vinil · 5 cor: amarelo só no logo; linha, nunca massa · 6 o branco do veículo é o fundo · 7 conjunto: o mesmo desenho em toda a frota; o lado do motorista espelha POSIÇÕES, a serra não se espelha nem rotaciona · 8 produção sob demanda · 9 conteúdo por painel (o quadro acima), com o piso da lista e o emblema de fábrica como zona proibida.

Fotos: as 5 áreas da traseira são as mesmas capturas principais do portfólio (uma sessão alimenta as duas peças); resolução mínima calculada da MESMA constante que desenha a área, a 150 DPI [proposta — folga ≥ 1,7× sobre a leitura mais próxima]: envelope 1447 × 1211 px (o Corolla manda); captura recomendada ≥ 3.000 px no lado maior.

O que ficou fora, e por quê: as direções B (gesto) e C (cintura) da rodada 2 — 32 arquivos removidos por git rm nominal no gate da rodada 6 (R6-REM: "aprovo a remoção — Lembrando que no final estavamos avaliando a traseira e o capo, mas deve ficar salvo e registrado o desenho aprovado de todos os lados do carro"; commit 50fd92a); a "van", classe que a v1 inventou e não existe na frota; a serra na traseira; a EEny dentro da faixa de contato (sem largura sobrando em nenhum veículo).

Registro do conjunto aprovado (R6-REM): a folha da regra traz a tabela das 12 vistas — veículo × lado × o que cada painel carrega — gerada do MESMO estudo que desenha cada arquivo.


12.23 UNIFORME E EPI — folhas de especificação de aplicação da marca (estável) — item 3.2#

Gerador: gen-uniforme.py. Peças: 07-pecas/uniforme-epi/, oito folhas A4 a 300 DPI + um anexo de estudo: 1 escritório — camisa social branca (masculina, COM bolso) · 2 escritório — polo branca + camisa feminina turquesa · 3 escritório — as 4 cores oficiais + gola interna · 4 campo — camisa (cinza) · 5 campo — calça (cinza) · 6 campo — boné + chapéu árabe · 7 colete de alta visibilidade (uso eventual) · 8 capacete · anexo à folha 3 — "gola interna: o que o mercado pratica" (estudo para a R5-U1). Cada folha é especificação de aplicação — posição, tamanho em mm, cor por regime de fundo, técnica, zona de proteção, proibições — sobre desenhos técnicos planificados; a modelagem é da confecção; o dado da spec são as COTAS ("está muito quadrado, busque moldes reais" → flats redesenhados sobre anatomia de desenho técnico de vestuário).

⭐⭐ O amarelo volta pela porta da própria logo — a E1 REFINOU a MR-P11 (§17.6), verbatim (2026-08-28, §136.3): "o uniforme branco possui a logo com amarelo, pois é condizente com a aplicação da marca onde fundo branco ou azul turquesa pode ser aplicada. logo, podemos usar o amarelo, mas atendendo essas condições do padrao da propria logo." Regra operacional: sobre BRANCO ou TURQUESA a logo entra COLORIDA pelo padrão §5.1; a proibição de amarelo da MR-P11 não alcança o amarelo interno da logo aplicada conforme seu padrão; sobre fundo que o padrão não autoriza (o cinza do campo) a aplicação é MONO.

A composição real, declarada por ele (nenhum agente tinha como saber):

  • ESCRITÓRIO — camisa social branca de botão (masculina COM bolso), polo branca, camisa feminina turquesa (SEM bolso), sempre bordado. E, desde a R3-U1, 4 CORES OFICIAIS ("vamos adicionar a A e B. ficamos com 4 opcoes para o escritorio, duas com logo colorida e duas com logo monocromatica"): branca e turquesa-400 #11B0A0 (logo colorida) · cinza-600 #617683 e petróleo turquesa-800 #005048 (mono-negativo, 4,70:1 e 9,29:1). A terceira cor nasceu de encomenda dele (R2-U4: "O azul turquesa é uma cor difícil de encontrar com o ton correto, por isso quero que faça a sugestão de uma terceira cor de camisa que seja de tecido de cor fácil de encontrar e esteja na nossa paleta de cores"); a candidata C (azul-900, marinho) não foi escolhida.
  • CAMPO — camisa, calça, boné e chapéu árabe (tipo legionário), SEM colete, em CINZA ("cor de uniforme padrao, produzir cor da empresa seria inviável"). Regime decidido (R2-U1): "campo cinza = logo branca direto no tecido" — mono-negativo #FEFEFE sobre cinza-600, 4,70:1; a saída "campo turquesa-800" saiu.
  • Técnica (Q2): bordado prioritário (dura mais); escritório sempre bordado; campo depende do fornecedor. Capacete: adesivo (Q5), validar com o fabricante do CA.

A REGRA GERAL DO BOLSO (R3-U1), para todas as camisas: "regra, quando tiver bolso, a logo é no bolso e no formato vertical, quando nao tiver bolso, a logo é horizontal." E a regra das aplicações compactas (R2-U2/§137.2): "em capacetes, bones árabe também é a logo vertical, no bone deve usar apenas o símbolo da logo" → capacete e chapéu árabe = logo VERTICAL · boné = APENAS o símbolo. Os assets verticais já existiam (03-assets/logos/logo-vertical-*.svg, viewBox 1262 × 1324) — nada se redesenhou.

Pisos medidos no vetor: logo completo impresso ≥ 20 mm (§5.2); piso do BORDADO: 90 mm na horizontal e 60 mm na vertical (menor letra "engenharia" = 4,7 mm — o piso prático do bordado é ~4 mm); abaixo disso, só o símbolo. Zona de proteção X = altura do "S" ≈ 0,146 × L.

Peça a peça (cotas das folhas):

peça aplicação números
social branca (masc., com bolso) vertical COLORIDA 60 mm no bolso esquerdo (128 × 140 mm, fundo reto); botões e casa brancos X = 13 mm (folgas 34/38/39)
polo branca · feminina turquesa (sem bolso) horizontal 90 mm no peito, topo a 180 mm do ponto alto do ombro; feminina não cavalga pence
gola interna das 4 cores — R6-U1 "Linha 2 — cor da marca" (2026-09-04, §142) a face INTERNA do pé de gola é TURQUESA da marca; a externa é sempre da cor da camisa (correção dele, R4-U1 + foto da própria camisa, §139.1: "o cinza é por dentro, a gola externa é da cor da camisa") branca → turquesa-400 (2,71:1) · turquesa → turquesa-800 (3,45:1) · cinza → turquesa-400 (1,75:1) · petróleo → turquesa-400 (3,45:1). ⚠ O 1,75:1 da cinza foi decidido COM o número na frente — a interna "some" com a gola fechada e se insinua aberta — escolha consciente, não furo. Decisão tomada com o estudo de mercado (R5-U1: "nao quero decidir nada sem uma pesquisa"): camisaria branca leva interna neutra escura; vivas/escuras levam interna branca; uniforme corporativo vende gola "na cor da identidade visual" — não existe estatística publicada, síntese por contagem declarada
campo — camisa cinza vertical mono-negativa 60 mm no bolso (topo a 13 mm da lapela); costas: logo 240 mm + 0800 + site + frase "Projetos, Instalações e Manutenções elétricas" corpos 26 · 25 · 17 mm (0800 3,6 m · frase em 2 linhas a 17 mm, JetBrains Mono, caixa 12,4 mm = 2,5 m — R4-U4); contato mono branco com só o PESO diferenciando (sobre cinza o bicromatismo fura: turquesa 1,69:1, cinza 1,00:1); nenhuma linha mais larga que o logo de 240 mm — medida no DOM, não na constante
campo — calça cinza símbolo 40 mm na coxa esquerda, no eixo do vinco, centro a 400 mm do cós Q3: "ao menos o simbolo" — 2× o mínimo de 20 mm, sem texto
campo — boné apenas o símbolo, 50 mm, gomos frontais
campo — chapéu árabe logo vertical 60 mm na frente da copa piso do bordado da vertical
colete alta visibilidade (uso eventual; mono-positivo #000001, NR-26 26.1.4) frente: logo 70 mm no peito esquerdo (20 mm à faixa); costas (R5-U3 refeito): logo 150 mm + contato §138.1 com ícones (R4-U5: "aplicar ícones no colete também") corpos 20 mm (0800, 2,8 m — R6-U3: "20 mm") · 16 mm (site, 2,2 m); faixas 50 mm, vão 50, barra 50; REGRA: nenhum elemento de marca a menos de X = 21,9 mm de qualquer faixa refletiva — provado por interseção geométrica no DOM, 0 interseções em 10 de 10 elementos; técnica transfer/serigrafia [inferência de prática]
capacete (adesivo) A vertical COLORIDA 50 mm direto no casco branco · B campo turquesa-800 60 × 62 mm com vertical mono-negativa 45 mm — convivem no casco branco (R3-U5); em casco não branco, só o B menor letra 3,9 / 3,5 mm — abaixo do bordado, legível em adesivo

⭐⭐ O colete voltou inteiro à prancheta por um número sobre a faixa (R5-U3: "na imagem o numero está sobre a faixa refletiva, isso nao pode ocorrer, reavalie toda a aplicacao") — e a causa é lição de instrumento (§141.1): as constantes de largura do texto no gerador estavam erradas desde a rodada 3 (' 591 5374' declarado 4,440 em, medido 5,422 — +22%); a linha do 0800 a 25 mm media 230,0 mm = o painel inteiro; e a guarda "nunca pegou" porque calculava com a mesma constante errada. Guarda que mede com a constante do gerador confirma o gerador, não a peça — largura de texto se prova no DOM. Efeito colateral medido: a camisa de campo usava as mesmas constantes (0800 desceu de 29 para 26 mm). As faixas do flat também não obedeciam à própria norma (vão 45 mm; EN ISO 20471, base da NBR 15292, pede ≥ 50 — [não conferido na fonte primária — norma paga]).

Régua de método que a gola ensinou (§139.1): exemplo de peça de vestuário se desenha a partir da PEÇA REAL (foto), não da descrição — duas rodadas de "gola interna" em texto produziram dois desenhos errados; uma foto produziu o certo.

Cotas sobre tecido escuro em tinta CLARA (R4-U3), com a exceção medida (R5-U2 "confirmado"): #FEFEFE mede 4,70:1 sobre cinza-600 e 9,29:1 sobre petróleo; sobre turquesa-400 a clara perde (2,69:1) → cota ESCURA cinza-900 (5,11:1). Cor de tecido é do FORNECEDOR: os hex são referência de token, a aproximar na compra.

Fontes normativas, com alcance declarado: NR-10 10.2.9.2 (nova redação pela Portaria MTE 737/2026 vigora em 2027-06-01 — [não conferido o texto novo]) · NR-6 (CA) [leitura integral não conferida] · ABNT NBR 16213/16623 (ATPV) e NBR 15292:2013 — pagas, [não conferido]. O DS dá a forma; CA, ATPV e classe são da compra.

O que ficou fora: grafismo no vestuário (serra sobre tecido curvo perde a hierarquia de planos, §7.1 ③) · a candidata azul-900 · o regime "campo turquesa-800" no campo · a 3ª linha da frase (19 mm) · a Linha 1 (camisaria) e a Linha 3 (grafite único) da gola.

(R6-U1 aplicada no gerador em 2026-09-04 antes desta promoção: folha 1 e folha 3 mostram a interna turquesa; a folha de estudo permanece como registro da pesquisa, com o selo da decisão.)


12.24 ONE-PAGERS DE PILAR — cinco folhas A4 (estável) — item 3.3#

Gerador: gen-onepager.py (UM gerador parametrizado — cinco scripts seriam cinco implementações da mesma folha). Peças: 07-pecas/one-pagers/ — Energia Solar · Subestações de Média Tensão · GMG · Projetos Elétricos · Consultorias em Eficiência Energética, + fotos-necessarias-onepagers.md. Moldura: importa o gen-timbrado.py, cabeçalho + rodape('orcamento'), área útil (7, 29) 196 × 241 mm (moldura ampla, R4-M1).

O conteúdo é produzido pelo agente, não por ele (2026-08-27: "vc deve produzilos, nao eu"), com fonte única sobreaseed.md para todo fato institucional; conhecimento de DOMÍNIO (norma, prazo, regra de tarifa) pode vir de pesquisa com fonte citada e datada (rol de 2026-08-31 no gerador: Lei 14.300/2022, REN ANEEL 1.000/2021 e 1.059/2023, NR-10 10.2.3/10.2.4 [ago/2026], NBR 14039:2021, NBR ISO 8528-1, NBR 13534, Res. CONFEA 1.137/2023, NBR 5419:2015, PRODIST Módulo 8). O que não confirmou em fonte primária ficou fora ([não conferido: prazos em dias da conexão GD]).

⭐⭐ A rodada 1 foi reprovada com cinco vereditos (§136.1), e nenhum era errata de canon — ESG, "+400 obras na Bahia" e "3 sedes" vêm todos do sobreaseed.md; o veredito é curadoria de peça: "nao temos selo ESG" · "ja está falando +1000 obras entregues, pra que falar +400 na bahia? se nao tem o que escrever, nao crie redundancia" · "no rodapé ja fala as 3 sedes" · escopo de Projetos = "Projetos Elétricos de modo geral, com foco em Subestações de média tensão, Grupo motor gerador (GMG), Energia Solar Fotovoltaica, SPDA, entre outros" · e a ordem maior: "acrecentando mais conteúdo onde demonstra a dor do cliente para ele quando ler ele se identificar com o que resolvemos para ele que ele precisa. revise profundamente." Régua nova, dele: estatística redundante não se cria.

O esqueleto (rodada 2, R2-OP0: "deixe um campo para colocarmos uma foto do serviço, esse campo pode ser uma coluna"): faixa "Portfólio de soluções" + pílula "Pilar N de 5" · marcador amarelo (acento único, §3.4 — peça de mesa, fora da MR-P11) · título · A DOR do cliente (abre a folha) · a resposta da SEED · coluna de conteúdo (112 mm: o que entregamos · caixa de ênfase única §3.5-c · para quem · por que a SEED) + coluna de foto 52 × 78 mm em branco com o bloco "No seu radar" (fatos de norma/prazo com fonte) · números ao pé · rodapé do timbrado. Escala tipográfica desceu um degrau na rodada 2 (título 9,5 → 8,6 mm; corpo 2,9 → 2,75) — medido no DOM; piso 2,2 mm.

Os números (R2-OP1 + R3-OP1): "so tem relação com solar" → os +50.000 painéis só na folha Solar; "coloque '+10 anos de mercado', e tire o intervalo de data""+10 anos de mercado · +1.000 obras entregues" nas quatro não-solares (DOIS números; a sugestão "16 colaboradores" não entrou); a Solar com três. OP2–OP6 aprovados (radar · coluna 52 × 78 · densidade · 5º bullet removido · NBR 13534 no GMG). R2-OP2: o tom das dores aprovado.

Regra do Diagnóstico 360°: é SERVIÇO, não marca — entra como conteúdo só na folha de Consultorias (veredito de 2026-08-27; item 3.4 saiu do DS).

Fotos: retrato 2:3, mínimo 614 × 921 px (300 DPI), recomendado 2×; uma por folha, especificada no rol. LGPD: "para quem" fala por perfil e setor, nunca por nome; pessoa identificável exige autorização de uso de imagem.

⚠ Lacuna declarada no gerador: Subestações de Média Tensão não tem descrição de serviço no canônico (§6 só nomeia o pilar) — a folha compõe com o diferencial HUB (§8) e as soluções operacionais do §6. O bullet "10 anos de mercado regional — operação desde 2016" foi mantido por veredito dele (R4-S2, §139: "está ok da forma apresentada, se futuramente formos atualizar o material, eu digo qual dado acrescentar nesse bloco").


12.25 ROLL-UP 800 × 2000 mm E TOTEM 600 × 1600 mm — institucional e comercial (estável) — item 3.5#

Gerador: gen-rollup.py. Peças: 07-pecas/rollup-totem/institucionais rollup-800x2000mm (arte + -mock com a zona de sacrifício anotada) e totem-recepcao-600x1600mm; comerciais rollup-comercial-a e -b (arte + mock cada) e totem-comercial (A) e totem-comercial-b; + fotos-necessarias-rollup.md. Mock a 2 px/mm (≈ 51 DPI — grande formato, mesma decisão da placa de obra).

Medidas: roll-up 0,80 × 2,00 m de ÁREA VISUAL — padrão de facto do mercado gráfico brasileiro (cinco fornecedores consultados em 2026-08-27; [não conferido] em fonte primária — não há norma). A lona de produção é maior (um fornecedor publica 80 × 208) e pertence ao arquivo de produção (§7.4-e). Totem 0,60 × 1,60 m — PROPOSTA a validar na compra [não conferido]: 1,60 m põe o bloco de marca na altura dos olhos; 0,60 passa em qualquer porta.

Zona de sacrifício do roll-up: os 250 mm inferiores sem conteúdo essencial (o cassete engole a base da lona; valor conservador — [não conferido], fornecedores não publicam). No institucional o rodapé termina a 316 mm e o grafismo a 254 mm do corte. O mock de gate desenha a linha; a arte, não. Totem não tem cassete.

Legibilidade: régua do §12 (alcance = caixa alta ÷ 5; sCapHeight 0,700 em; [inferência] ao extrapolar de 20 m para 1,5–6 m). Roll-up: título 5 m · eyebrow/assinatura/pilares 3 m · contato 2 m · sedes 1,5 m. Totem: 4 · 2,5 · 2 · 1,5 · 1,2 m. O gerador imprime a conta por bloco.

Institucional (aprovado na rodada 1; o "aprova os 2" era sobre DUAS peças, §136.5): logo vertical principal ao centro (§5.3 capa/momento editorial; §5.1 fundo branco); slogan partido como a pasta A4 já o parte; 5 pilares verbatim do §6; sedes MATRIZ primeiro; eyebrow em Montserrat SemiBold (não mono — voz de marca lida a metros); divisor do gerador em proporção natural, spans 680/510 mm (≥ 125 mm, §7.4-f — sem sangrar), traço mais fino ≈ 1,37 / 1,03 mm, altura ≈ 53,5 mm = 2,7% da altura. O amarelo está na peça, e é deliberado: o §17.6 nomeia "totem, banner e papelaria seguem com o amarelo liberado".

⭐⭐ A COMERCIAL nasceu de encomenda dele (R2-3.5A): "muito clean, podemos ter um material mais institucional como esse mas precisamos de algo mais comercial, que faça a pessoa olhar para ele e ter interesse em ler, exemplo: a da BV financeira tem uma imagem de uma família feliz com uma casa ao fundo, e é colorido, usa bem as cores. monte essa opção também." Sem foto de banco (§8 mata pessoa encenada): área de foto EM BRANCO especificada (RA-1 800 × 880 · RB-1 800 × 990 · TA-1 600 × 760 · TB-1 600 × 790 mm; 150 DPI = 4725 × 5197 · 4725 × 5847 · 3544 × 4489 · 3544 × 4666 px — especificação de compra, não lei de marca). Cor com força: campo turquesa-800 #005048 com tinta branca (9,37:1) e turquesa-200 (6,47:1); amarelo como CTA (pílula #FAD61D + cinza-900, 9,70:1) e, na direção B, faixa de chamada. Grafismo GRANDE (a lição da frota): serra ~104 mm no roll-up e 88 mm no totem, dentro dos tetos (§7.4-b topo: 121,9 / 91,4 mm; rodapé 5,2% / 5,5%), tema escuro.

Vereditos da rodada 3 (§138.4): R3-R1 — as duas direções do roll-up coexistem (A foto no topo → recepção · B cor no topo → feira), e o ajuste: "as ondas devem começar e terminar nos cantos nesse caso, mas nao é regra."nas TRÊS peças comerciais a serra sangra 10 mm por lado (span L + 20 mm, o mecanismo do verso do cartão); "não é regra" = exceção só das comerciais; as institucionais seguem dentro das margens. R3-R2 headline "Produza a sua própria energia." aprovada · R3-R3 faixa amarela aprovada · R3-R4 "temos as duas opçoes" → nasce o totem B (mensagem nos olhos, foto abaixo) · R3-R5 +50.000 painéis confirmados (peça solar-adiante).

Rodada 4 (R4-S1): "as ondas tocam o campo em amarelo no meio, pode deixar as ondas mais altas, nao precisa tocar." Toque medido no PNG: 0,00 mm nas duas direções B. Conserto: nasce CAMPO_BASE; a serra sobe 12 mm (folga ≥ 2,8× o traço mais grosso), tetos inalterados. R4-S2: "se futuramente formos atualizar o material, eu digo qual dado acrescentar" — os dados desta família só mudam por ordem dele, nomeando o dado.

O que ficou fora: JetBrains Mono (não embutida — sem uso na peça) · variante sem amarelo para roll-up armado em sala de painéis (linha de decisão dele, não pedida). (As 3 institucionais ganharam PNG de gate no fechamento de 2026-09-04 — render-peca.mjs, duas cargas idênticas — junto das 6 comerciais.)


12.26 KIT DE FAVICON, ÍCONES DE APP E AVATAR DE REDE (estável) — item 3.6 · fecha a §17.7 (parcial)#

Gerador: gen-favicon.py. Peças: 07-pecas/favicon-avatares/favicon.svg · apple-touch-icon-claro/-escuro.svg (masters de 180 × 180) · icon-maskable-claro/-escuro.svg (masters de 512, servem 192) · avatar-rede-claro/-escuro.svg (400 × 400) · gate-favicon-avatares.html (folha de espécime: o kit em contexto real simulado). Peça de TELA (alvo-fisico vazio).

Regra de ouro: todo derivado nasce do 03-assets/simbolos/ por extração + transformação (os <path d> copiados verbatim em tempo de geração; a única reescrita é class="a"fill="#…" com o valor lido do <style> do próprio asset). As cores internas (#00acac, #fad61d, #fff) são do asset. Geometria MEDIDA (Chrome getBBox, 2026-08-27): viewBox 942 × 935; organismo (100,5; 119,0) w 650,2 h 696,5; ® satélite (747,9; 124,2) 93,5 × 92,4 — "vive quase inteiro à direita do organismo; a 16 px mede ~2 px". Os paths do ® são identificados por estrutura (fill-rule="evenodd") e o extrator aborta se a contagem mudar.

As cinco decisões do gate de 2026-08-28 (§136.4), verbatim: "® acompanha SEMPRE · margem 0% · tema escuro colorido · fundo de app/avatar: as 2 opções valem · maskable 40%":

  • P1 o ® acompanha em todos os tamanhos (§5.5 proíbe desmembrar) — as variantes "sem ®" saíram do código;
  • P2 margem interna do favicon = 0% (a §5.2 pedia "generosa" sem número; o "8% provisório" morreu);
  • P3 tema escuro = símbolo COLORIDO (a matriz §5.1 "escuro → mono-negativo" é regra de peça anterior ao favicon; a 16 px a cor identifica mais que a forma) → o favicon.svg é UM desenho para os dois temas, sem media query;
  • P4 fundo do ícone de app e do avatar: as duas opções são oficiais — branco + principal E brand-deep + mono-negativo, nomeadas -claro/-escuro pelo fundo;
  • P5 enquadramento dos ícones opacos: regra única de 40% — W3C Web Application Manifest (WD de 13/08/2026, §icon-masks): "a circle (…) with a radius of 2/5 (40%) of the icon size"; aplicada também ao apple-touch (squircle corta menos [não conferido — a Apple não publica número]) e ao avatar (círculo do símbolo a 160 de 200 = 80% do recorte). A validação "legível a 16 e 32 px ou simplificar" (§5.2) foi exercida no gate — ele decidiu P1/P2 olhando renders reais e não pediu simplificação.

Arquivos de produção — RASTERIZADOS em 2026-09-04 (FV-P2 executada por ordem dele, "PV-P2 pode fazer pra adiantar", MANIFESTO §144): a decisão E ("sob demanda") foi antecipada. O próprio gen-favicon.py rasteriza como etapa padrão (Chrome headless real com flags determinísticas, Pillow para PNG e para o .ico), e o --checar cobre os rasters: favicon.ico (16 + 32 + 48, quadros lidos de volta e conferidos pixel a pixel) · apple-touch-icon-claro/-escuro.png 180 · icon-512-claro/-escuro.png · icon-192-claro/-escuro.png · avatar-rede-claro/-escuro.png 400 (o avatar não estava na lista da §5.2: nenhuma rede aceita SVG no upload — aplicado sem pergunta, sem veto no §145). Provas: duas gerações com MD5 igual em 17 de 17 arquivos; margem 0 % medida na caixa alfa do 16 px (0, 0, 16, 16); ® presente por diferença contra render-sonda. Defeito de instrumento registrado na docstring: o Chrome impõe janela mínima de 500 px e recortava os rasters menores — a forma final usa página-wrapper de 800 px e recorte exato. O comando literal está na folha, seção E. Capas de rede social (a §17.7 as cita) ficam fora: capa é peça editorial por plataforma, não derivado geométrico do símbolo — outra peça, outro gate. Os três nomes da 1ª versão saíram na R2-REM (§137.4).

Pendências: FV-P1 (capas de rede) — produzida em 2026-09-04, ver §12.30 · FV-P2 — FECHADA: rasterização (acima) e upload para o espelho §5.4 feito em 2026-09-05 (FILE_IDs na tabela da §5.4).


12.27 PLACA DE INSTALAÇÃO CONCLUÍDA (estável) — item 3.7#

Gerador: gen-placa-instalacao.py. Peças: 07-pecas/placa-instalacao/500 × 250 mm (portão/alambrado da usina, leitura de aproximação a ~3 m) e 400 × 200 mm (fachada/porta de acesso da subestação, ~2,4 m), cada uma com QR (padrão) e sem QR. Sub-múltiplos exatos da chapa 2000 × 1000 da placa de obra (16 e 25 peças, zero sobra; [não conferido] como chapa de linha — vem da decisão da §12.1). Template com placeholders [ASSIM]; 300 DPI (leitura de aproximação, regime da §12.18/§12.20).

Estatuto: VOLUNTÁRIA — e a prova é o texto da lei. A obrigação da Lei 5.194/1966 art. 16 vale "enquanto durar a execução"; a prática (Res. CONFEA 407/1996, CREAs) encerra na baixa da ART. [não conferido] como prova de negativa ("nenhuma norma obriga placa permanente" é afirmação sobre o que não existe). Peça de presença e prova social — o pós-venda passivo da etiqueta §12.18 em escala de portão. [não conferido]: enquadramento municipal como engenho publicitário. Três fronteiras impressas na própria peça: não é a placa de obra (§12.1) · não substitui a placa de advertência da distribuidora (CEMIG ND-5.30 jun/2025 item 5.4: "CUIDADO – RISCO DE CHOQUE ELÉTRICO – GERAÇÃO PRÓPRIA", veda publicidade; EDP e Coelba não lidas por decisão dele — a placa da distribuidora é fabricada pela norma da própria distribuidora, PI-P1 fechada em 2026-09-04) · não substitui a sinalização NR-10 (§12.19).

MR-P11 se aplica de forma DIRETA, e ele confirmou: "nesse caso da placa sim" (Q3). Assinatura turquesa e branco: faixa turquesa-800 de 55 × 500 mm (na maior)

  • simbolo-mono-negativo — o principal carrega o amarelo dentro do asset. A tarja contínua É o dispositivo de reconhecimento a distância (a lição da SN-P10, aqui do lado certo: peça de marca, não de segurança).

Conteúdo, na ordem de quem se aproxima: quem é (faixa + tag) → o que é ([TIPO E NOME DA INSTALAÇÃO]) → números ([POTÊNCIA] com unidade em aberto — serve kWp e kVA · conclusão [MÊS/AAAA] · ART) → quem fez (executora SEED · CREA · RT como CAMPO, §14.15) → quem chamar (seed.eng.br · contato@seed.eng.br · 0800 591 5374) → linha de estatuto. Marca e nome legíveis a 3,0/2,5 m (maior) e 2,4/2,0 m (menor); campos a 0,65–1,2 m — a 1ª versão tentou 1,5 m e estourou a chapa em ~80 mm (scrollHeight 3903 px numa peça de 2953): alvo de distância que não cabe na chapa é alvo errado, não letra pequena.

⭐⭐ QR REAL, por veredito (Q1: "as duas variantes valem, com QR é a primeira opção, destino = WhatsApp do 0800") — URL institucional https://wa.me/message/WGBZYBBPUF6PO1. Gerado com segno 1.6.6 (Python puro, determinístico — ⚠ a prova byte-idêntica depende desta versão; o gerador aborta sem ela). ECC Q (25%) — M descartado por margem em chapa exposta; H descartado porque sobe a 37 × 37 módulos sem ganho. URL de 36 bytes fecha em versão 4-Q, 33 × 33 módulos; quiet zone 4 módulos dentro do quadro de 60/48 mm → 1,463 mm/módulo (500 × 250) · 1,171 mm/módulo (400 × 200); ≥ 13,8 dots/módulo a 300 DPI (Denso Wave recomenda ≥ 4). Distância de leitura ~10:1 → ~0,48 / 0,39 m (NN/g, regra de usabilidade, não norma). Contraste 13,72:1 (text-primary sobre surface-page, cor.py). O gerador reconstrói o QR da URL a cada execução e aborta se a matriz divergir. ⚠ Decodificação por leitor independente NÃO MEDIDA — nenhum leitor nesta máquina (cv2, pyzbar, BarcodeDetector ausentes); a primeira leitura com celular é etapa do gate humano.

Decisões dele que fecharam sem retrabalho: Q2 os dois tamanhos, "por tipo de instalação" · Q4 material é decisão de compra (a recomendação — chapa rígida ACM/alumínio/aço com UV ou gravação; adesivo não atende peça permanente — fica como recomendação, não spec).

O que ficou fora: grafismo de serra (peça de informação, e serra em campo com sinalização é ruído) · a linha "placa obrigatória — Lei 5.194" (aqui a lei faz o papel inverso) · JetBrains Mono (a peça não a usa).


12.28 PORTFÓLIO DE OBRAS — template com fotos em branco (estável) — item 3.8-a#

Gerador: gen-portfolio.py. Peças: 07-pecas/portfolio/portfolio-capa (logo ao CENTRO, §5.3, mesmo asset e rodapé do timbrado) · portfolio-case-modelo (uma página por obra, repetível) · portfolio-contracapa (soluções + diferenciais) · brinde-tecnico-comparativo (evidência de decisão — ver §12.29) · fotos-necessarias.md. Moldura ampla do timbrado, rodape('orcamento'), área útil (7, 29) 196 × 241 mm; marca d'água E1 (§12.2-b) nas três páginas de portfólio; a folha do brinde está na mesma moldura (R5-M4) e SEM marca d'água.

⭐⭐ A decisão que governa a peça (2026-08-27): "nao tenho foto, deixe em branco o local da foto (…) basta vc montar o template e quando isso entrar para producao real, as fotos reais irao alimentar o app ou site ou qualquer criação." → template com área de foto em branco e especificação escrita dentro dela; nenhuma foto de banco, nenhuma desenhada, nenhum dado real; entregável adicional: a lista das fotos necessárias, gerada pelo próprio gerador da MESMA constante que desenha a área. (Isto desbloqueia, para efeito de DS, a pendência histórica das "fotos reais" da F2: o sistema entrega o template; a foto é insumo de produção.)

Case: campos obra · cliente/segmento · local · pilar · potência/porte · período · escopo · resultado como campo. O campo "responsável técnico · ART" foi REMOVIDO por veredito (§136.4): "estamos mostrando obras da empresa, ficar repetindo responsavel nao faz sentido, e o responsável nao tem merito, a empresa é o foco." A grade caiu de 6 para 5 campos; a conferência do §14.15 permanece como PROCESSO (nota discreta junto ao resultado, sem citar cargo nem pessoa). LGPD: nome de cliente e de obra é SEMPRE campo.

Fotos (R5-M5 "fotos 72/42" confirmado): principal 196 × 72 mm → mínimo 2315 × 850 px; 2 detalhes 95 × 42 mm → 1122 × 496 px (300 DPI); captura recomendada 2×, paisagem, corte panorâmico na diagramação. Três fotos por case, especificadas por pilar no rol (a principal é a mesma da traseira da frota, §12.22).

O amarelo pode estar aqui (peça de mesa): marcador do gen_detalhe.svg_marcador().


12.29 AGENDA — o brinde da SEED, capa 145 × 205 mm (estável) — item 3.8-b#

Gerador: gen-agenda.py. Peças: 07-pecas/agenda/capa-1-logo (apenas a logo colorida) · capa-2-ondas (logo colorida + ondas na base) · capa-3-comercial · contracapa (branca) · contracapa-escura. 300 DPI (papelaria lida na mão).

O brinde mudou de veredito entre rodadas, e a mudança é o registro: na rodada 1 (§136.4) "não precisa ter" — a folha brinde-tecnico-comparativo.html (três opções com custo medido em fornecedores consultados em 2026-08-27, logo mono-positivo aplicado) ficou como evidência de decisão, não foi deletada. Na rodada 2 (§137.3): "quero que gere um layout para agenda, com duas opções, uma com apenas a logo colorida e outra com a logo colorida com as ondas na parte de baixo. faça uma versão mais comercial utilizando melhor as paletas de cores da SEED." O brinde da SEED é a agenda.

Formato 145 × 205 mm — prática dos fornecedores brasileiros de brindes (14,5 × 20 e 14,5 × 20,9 consultados em 2026-08-31); [inferência] 205 = ponto médio da faixa; a medida final é de quem corta (§7.4-e).

As três capas, cada decisão com a regra: logo VERTICAL principal ao centro (§5.1 formato vertical, razão 0,71; §5.3 capa → centro). Capa 1: logo a 72 mm (A1 aprovado), centro óptico a 99,8 mm, nada mais. Capa 2: logo sobe para 54 mm; serra em arcos do gerador na base, span 165 mm SANGRANDO 10 mm por lado (dentro das margens seria 125 mm = exatamente o piso §7.4-f, traço 0,251 mm; a 165 o traço mais fino sai em 0,332 mm, folga 33%), faixa 13,0 mm = 6,3% da altura (A2 aprovado). Capa 3 — a comercial é uma TERCEIRA capa, não tratamento sobre as duas: campo branco em cima (68%, lei 70/20/10), faixa turquesa-800 de 65 mm na base (32%) com a serra em tema escuro, tagline oficial em branco (≈ 9,3:1), marcador amarelo como acento pontual (A3 aprovado). SEM ANO na capa (A4 decidido).

Contracapas (A5: "gerar versão escura também — Nos dados referente a endereço, use apenass Cidade e UF."): branca (preserva a 70/20/10 do conjunto) e escura (campo turquesa-800 inteiro, símbolo mono-negativo, branco 9,37:1 e turquesa-200 6,47:1 medidos pelo gerador, fio em turquesa-600). Conteúdo: 0800 + site + sedes só Cidade/UF, MATRIZ primeiro (sobreaseed.md §1, §9). Zona X ≈ 8 mm [inferência da proporção]; folgas 36,5 mm laterais e ≥ 14,9 mm verticais.

O que ficou fora: o ano · o brinde físico da folha comparativa · qualquer variante de logo inventada.

12.30 CAPAS DE REDE SOCIAL — uma peça oficial por plataforma (estável) — fecha a FV-P1 e a FV-P3#

Gerador: gen-capas-rede.py. Peças: 07-pecas/capas-rede/capa-linkedin · capa-facebook · capa-youtube · capa-x · capa-whatsapp (cada uma .html/.png + variante -guia com área segura, caixa de conteúdo e zona do avatar desenhadas por cima da MESMA arte), gate-capas-rede.html (cada peça em contexto simulado com o avatar §12.26 na posição medida; traz a tabela de formatos e a pesquisa de mercado) e fotos-necessarias-capas.md. Peça de TELA: alvo-fisico vazio e <meta name="alvo-tela" content="LxApx"> — o opt-in que o render-peca.mjs e a guarda-peca-fresca.mjs aceitam desde 2026-09-04 para peça com tamanho fixo em px (sem fingir tamanho físico; peça de tela sem a meta segue [n/a]). Tipografia embutida (woff2 subsetado, aborta se faltar), grafismo do gerador, logo do asset, tokens medidos no navegador.

Formatos, com fonte (consulta 2026-09-04): LinkedIn 1512 × 256 (LinkedIn Help a563309 — supersede a "capa 4:1" 1584 × 396 da §7.4, que era a medida ANTIGA da mesma plataforma; a capa aprovada continua válida como prova do grafismo e a proporção da serra herda dela) · Facebook 1702 × 630 = 2× o ótimo oficial 851 × 315 (Central 125379114252045; 2× por decisão declarada, mesma razão) · YouTube 2560 × 1440 com área segura 1544 × 423 (oficial 1235 × 338 em 2048 × 1152, escalada ×1,25) · X 1500 × 500 (help.x.com) · WhatsApp Business 1211 × 681 [secundária: WABetaInfo 2022-04-16, atualizado 2025-10-23 — a Meta confirma a existência da capa na Central de Ajuda, mas não publica medida]. Zona do avatar MEDIDA em captura, por plataforma (LinkedIn, Facebook e X em 2026-09-04; WhatsApp na captura publicada pelo WABetaInfo em 2022: faixa exibida de 2,47:1 — 72 % da altura — com o círculo centrado, 27 % da largura, cobrindo os 58 % inferiores). [layout de plataforma muda sem aviso — conferir antes de publicar].

Direção por plataforma — vereditos dele (MANIFESTO §145, verbatim): "P-CAP-DIR: A — institucional (grafismo + frase)"LinkedIn A · "P-CAP-FB: C"Facebook C (serviços, campo claro: logo principal, eyebrow, os 5 pilares com ordinal, divisor claro no pé) · "P-CAP-YT: A mas com os serviços"YouTube A+ (composição nascida desta resposta: o campo escuro de A E os 5 pilares em duas linhas explícitas 01–03 · 04–05, tudo dentro da área segura; escala um degrau abaixo de A; pilares 29 px = 10,2 px de caixa alta a 1284 px de banner na tela, ilegíveis no recorte do celular como toda a tipografia do banner) · "P-CAP-X: mesma direção"X A · "P-CAP-EXTRA: produzir agora as duas"WhatsApp A (FV-P3). Pesquisa de mercado (10 páginas do segmento: 3 só grafismo + frase, 6 foto + frase curta, 1 serviços nomeados, nenhuma com telefone) registrada na folha e no gerador.

Redes que publicam capa (P-CAP-REDES, verbatim: "facebook, youtube, instagram, linkedin, tiktok"). O X ficou fora da lista: a capa sai gerada e marcada NÃO PUBLICADA (<meta name="publicacao">) — sai do gerador se ele mandar. Instagram e TikTok não têm capa de perfil: ali a peça é o avatar (§12.26, já em PNG 400 × 400) e, no Instagram, as capas de destaques (§12.31).

Conteúdo verbatim (sobreaseed.md): eyebrow "PROVEMOS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA" (§9) · título "Onde quer que esteja." (a partição do slogan da capa L5 aprovada) · assinatura "Especialistas em energia há mais de uma década" (§9) · os 5 pilares do §6 na ordem. Amarelo só no marcador (§3.4 — capa não divide campo visual com sinalização, MR-P11 não incide); serra = divisor do gerador com F = 15,7 % da altura visível (a proporção da capa 4:1 aprovada, §7.4); tinta branco 9,37:1 e turquesa-200 6,47:1 sobre turquesa-800; turquesa-600 4,60:1 sobre branco.

O que ficou fora: a direção B (foto de campo) não foi escolhida para nenhuma plataforma; o código vive (--estudo PASTA, que recusa gravar em 07-pecas/) e volta a ser opção quando houver sessão de fotos — o rol fotos-necessarias-capas.md fica para isso. Os 48 arquivos de estudo A/B/C do gate de 2026-09-04 (capa-<plataforma>-[abc]*) saíram da pasta em 2026-09-05 por tabela de remoção aprovada por ele (MANIFESTO §147); vivem no histórico do git.

WhatsApp: medida secundária e recorte medido numa captura de 2022 (iOS beta). Mitigação de projeto: texto e logo na caixa de 1139 × 206 px ACIMA do avatar e dentro da faixa exibida; a serra fica atrás do avatar. Conferir no app antes de publicar é etapa do gate humano — o mesmo estatuto da leitura do QR na §12.27. Sem pendência nova.


12.31 CAPAS DE DESTAQUES DO INSTAGRAM (estável) — fecha a FV-P4#

Gerador: gen-destaques-instagram.py. Peças: 07-pecas/destaques-instagram/destaque-solar · -subestacoes · -gmg · -projetos · -consultorias · -quem-somos · -obras · -seed-plus (cada um .html/.png + variante -guia com o círculo exibido e a zona segura do story desenhados) e gate-destaques-instagram.html (a faixa do perfil simulada nos tamanhos reais, a comparação que decidiu, a pesquisa e as medições). Peça de TELA (alvo-fisico vazio, alvo-tela 1080 × 1920 px). Prova em duas passadas (gerar → render-peca.mjs → gerar de novo, porque a folha mede os PNG); --checar byte-idêntico em 17 de 17.

Formato: arquivo 1080 × 1920 (9:16 — Instagram Help Center, trecho indexado; a Meta publica 1440 × 2560 como 2× do mesmo 9:16). O Instagram exibe só o círculo central de ~720 px [secundária: moda.app, 2026-03-15], a 56 px na web (MEDIDO em 2026-09-04 no perfil @seedengenharia: <img> 56 × 56 dentro do anel de 67; nome do destaque em 12 px) e ~77–80 px no app [secundária]. O nome do destaque NÃO vai na capa — o Instagram o escreve embaixo. Toda a tinta vive no círculo de 720 (guarda aborta se sair); fora dele o campo é chapado, porque nunca aparece.

Conjunto (8): os 5 pilares do sobreaseed.md §6 (nome do destaque = Energia Solar · Subestações · GMG · Projetos · Consultorias) + 3 institucionais sustentados pelo canon E vivos no perfil (Quem somos · Obras · SEED Plus). Depoimentos, Parceiros e Dúvidas (vivos) ficam fora por falta de dado no sobreaseed.md — custo de entrar: uma linha em DESTAQUES.

Ícone = o set oficial §45 do seed-componentes.md (árvore NM4 ①: existe no set SEED → usa SEED; a §45.4 mapeia os pilares — sun, document, lightbulb — e a §45.3 traz substation e generator), extraído da bancada banco-icones.html em tempo de geração, nunca redesenhado; "Quem somos" leva o símbolo oficial (§5.2, extração do gen-favicon.py). Isto supersede a leitura do MANIFESTO §145 de que "o canon não tem pictogramas de serviço" — tinha; ver §146.

Composição oficial: C — só o ícone (360 px = 50 % do círculo) + marcador amarelo, tema escuro (turquesa-800 + branco, 9,37:1), com TRAÇO ÓPTICO 1,25 (veredito T-TRACO, MANIFESTO §150: o set segue traço 2 a 24 px; no destaque o glifo é ampliado 15× e o traço 2 dava 4,2 % do diâmetro contra 1,3–2,0 % nos perfis de linha do segmento; com 1,25 fica em 2,6 %, 2,1 px a 77 px e 1,6 px a 56 px — parâmetro TRACO_DESTAQUE do gerador, medido no §149). Decisão delegada por ele (§145, "pode decidir pegando como base as decisoes acima") e tomada pela sessão em 2026-09-05 (§146), exposta a veto: (1) direção-base A = campo escuro; (2) régua §5.2 medida — rótulo com caixa alta de 3–4 px a 56/77 px não lê, ícone com traço de 2,3–3,2 px lê; (3) 9 de 10 perfis do segmento fazem assim; (4) é a linguagem que o perfil vivo já usa. Descartadas: A (ícone + rótulo — o rótulo não lê e rouba 40 % do círculo) · B (só rótulo — a leitura literal do §145, reprovada pela medição) · tema claro (válido, fica no código via --estudo, não é oficial: a faixa ganha unidade com um só campo). Amarelo só no marcador (§3.4). Sem serra/textura: em span de 720 px o divisor exibido teria 0,12–0,48 px — ruído, medido.

Obras e SEED Plus nasceram sem glifo no set (saíam só com o rótulo) e ganharam os seus em 2026-09-05 (FV-P5, por ordem dele): hard-hat e solar-panel-plus, §45 v1.39 — os oito destaques levam ícone. No mesmo dia, pelo veto dele (§149–§151): Subestações passa a usar transmission-tower (glifo NOVO desenhado a partir do modelo dele — três travessas, X e chão, o que ainda lê a 24 px reais; a cabine substation continua no set para a interface) e GMG usa o generator REDESENHADO a partir da foto dele (contêiner com chaminé, porta do painel com indicadores, raio, pés; o desenho anterior lia como filmadora — supersede em §45.4). Set a 31 glifos (seed-componentes.md v1.42–v1.43); o seletor de identidade §65 aceita a última linha incompleta.

⚠ Os 192 arquivos de estudo (A/B/C × temas) do gate de 2026-09-04 nunca foram versionados: saíram da pasta para o scratchpad da sessão em 2026-09-05, porque são regeneráveis byte a byte por --estudo PASTA + render-peca.mjs e a folha guarda os recortes reduzidos que decidiram. Exposto a veto (voltam com um comando).


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