Marca SEED
18. Versionamento
Em uma frase: O changelog do arquivo: qual versão governa e o que mudou em cada uma.
| Versão | Data | Mudança |
|---|---|---|
| 5.64 | 2026-10-31 | A leva 50 (MANIFESTO §327): §5.7 nova (LC-66), a bobina do comprovante de ponto com a altura (PR-P216), seis folhas de medida do selo e o piso de 8 pt na cartela de circuito (PR-P185 b). (1) §5.7 — produto que usa o DS (design system) sem a marca SEED: o nome do produto em texto no lugar da logo vertical, papel titulo-tela, tinta text-primary, <p> e nunca heading; sem logo, símbolo, EEny, favicon SEED nem selo "construído com". Decisão DELEGADA a ele ("pode fazer", MANIFESTO §327.1, 2026-10-31) e exposta a veto. (2) §12.3 (comprovante de ponto) e a tabela de superfícies dela: a bobina passa a dizer 80 × 126 mm (era só "80 mm"); 126 mm é o valor do gerador desde o commit a08ac64b5 (2026-10-25, PR-P186 c); os manifestos de 2026-09-26 ficam como história. (3) §12.14: seis folhas de medida do selo (eram cinco; a sexta nasceu do piso de 8 pt). (4) §12.21: a cartela de circuito sai do piso angular de 13,75′ e entra no piso absoluto de 8 pt da §4.8 (34 px = 8,16 pt a 300 DPI); veredito dele, folha 17, Q4 = b, 2026-10-30 23:28 UTC (MANIFESTO §326.8). |
| 5.63 | 2026-10-25 | §12.2: a faixa de rodapé do timbrado ofício passa a dizer o que o render mede (PR-P186, MANIFESTO §322). Contexto para quem lê sem ter visto a conversa: a PR-P174 (leva 45) subiu o texto do rodapé do timbrado ao piso de 8 pt (2,85 mm) e o bloco passou a ocupar mais da faixa; o texto da tabela seguia com a medida velha. Medido em 2026-10-25 em duas larguras de janela (1200 e 1500 px), mesmo resultado, na peça timbrado-a4-oficio-limpo.html: o topo do bloco do rodapé fica a 32,249 mm do corte inferior, logo a folga na faixa de 33 mm é de 0,751 mm (antes o canon dizia 30,72 mm e 2,28 mm). Só a coluna ofício mudou. A área útil vigente por variante, medida no <meta name="area-util"> dos seis arquivos de 07-pecas/timbrado-a4/: ofício 196 × 227 mm, orçamento 196 × 241 mm e compacto 196 × 256 mm, todas a partir de (7, 29) mm; a tabela já estava certa e 196 × 241 mm é o orçamento, não "o timbrado". |
| 5.62 | 2026-10-24 | A persona da Clara entra no §9-B.4 (MR-P31; MANIFESTO §320) e a frase de elevação do §12 passa a dizer o que os tokens emitem (PR-P183). Contexto para quem lê sem ter visto: a folha 9 (2026-10-18) perguntou como a Clara fala de si e da IA; ele respondeu M8 = a (a 1.ª resposta a "você é robô?" segue como roda hoje, sem afirmar nem negar), M9 = a (ela NÃO se anuncia como IA no começo da conversa), M10 = a (sem rótulo de IA em vídeo e anúncio), M10b = a (o texto de privacidade do SEED Chat fica; por isso MR-P32 ficou sem efeito) e M10c = a (a persona entra no canon). O §9-B.4 ganhou a persona com a regra 4 escrita assim; o §9-B.2 regra 4 (verbatim dele de 2026-10-12) ganhou uma nota de ajuste que tira o exemplo "funcionária" de uso. Risco registrado sem contrariar a decisão dele: a política de uso da fornecedora da IA, citada na própria folha, exige aviso de IA no começo de cada conversa (em vigor, lido em 2026-10-12) e a versão de 12/11/2026 aceita o aviso na interface; a punição NÃO foi lida [não conferido]. Também: a linha de elevação (§12, "sombras tintadas no cinza-900") ganhou a exceção do tema escuro, e a citação do tom corrigida de sobreaseed.md:466 para :488. Revisão independente: SEM BLOQUEANTE. |
| 5.61 | 2026-10-21 | §12.34: os 7 glifos oficiais das redes entram (PR-P175; MANIFESTO §318). Ele aceitou os termos e baixou os kits no Chrome dele (folha 12, P175 = "b"). O glifo de uma tinta (Instagram, TikTok, X) tem par claro/escuro; o colorido (Facebook, LinkedIn, YouTube, WhatsApp) é um arquivo só. A regra "nunca recolorido" passa a "só nas cores que o kit oferece" (decisão da sessão, exposta a veto: o preto do X é o traçado do SVG oficial branco com preenchimento preto, porque a variante preta do kit só vem em PNG; o vermelho do YouTube é o #ff0033 do PNG digital oficial). Facebook e YouTube vieram de .ai/.pdf convertidos de formato. Regra de uso por rede [não conferido]: PR-P181. |
| 5.60 | 2026-10-19 | Nasce o §12.34 "Página de links" (proposta; pedidos PC-2026-0072 e PC-2026-0089; leva 43, MANIFESTO §316). Consequência do veredito dele na folha 11, TQ1 = "a" (verbatim no §12.34: "… página de links vira peça nova …"). A spec traz a fonte única (a tabela de redes do sobreaseed.md §1, lida célula a célula pelo gen-pagina-de-links.py), os ícones só oficiais e ainda não baixados (folha 12, P175 = "b": os kits se abrem no Chrome dele, PR-P175), o rótulo do 0800, atendimento institucional (comercial, suporte e setores) (folha 12, P176 = "c", observação verbatim na spec), e a capa pagina-de-links-capa.png (390 × 844 px, render-peca.mjs), que leva a peça ao cartão da vitrine. O §12 passa de 33 para 34 specs. |
| 5.59 | 2026-10-12 | §9-B.2 regra 4 reescrita por veredito dele (folha 7, K10, verbatim na regra): a Clara se porta como pessoa, não como agente de IA; em vídeo, foto e anúncio nunca diz que é IA; perguntada no atendimento, confirma de forma leve. REVOGA a regra "voz sintética se declara" (2026-09-08) e a frase do telefone do §9-B.3; responde a T5 da folha 5. MANIFESTO §311. |
| 5.58 | 2026-10-11 | §5.6 em duas classes (pedido dele de 2026-10-11, verbatim no §5.6): assinaturas de produto (SEED chat, SEED siga — em uso nas telas de entrada; os 18 arquivos seguem em 03-assets/logos/produtos/, mesmos bytes) e de empresa do grupo (SEED holding, SEED energia — reservadas, sem uso até decisão dele; 03-assets/logos/empresas/, 18 arquivos). A holding muda de pasta com os mesmos bytes (301 no deploy); nasce a SEED energia com 9 variações, pelo mesmo gerador e a mesma construção. Nenhum dado institucional sobre as duas: o sobreaseed.md não traz. MANIFESTO §308; uso e nome da pasta na folha 6 (MR-P30). |
| 5.57 | 2026-10-10 | MR-P29 — os logos de fundo azul e de fundo cinza saem das variantes (§5.1: 14 → 12). Achado dele: são o logo branco aplicado sobre painel, exemplos do manual de 2018. Os dois SVG vão para 08-historico/logos-exemplos-do-manual/, saem da página /marca/ e do conferidor de peça (as provas prova-cp5-fase-e-borda e prova-cp5-forma-alterada montam o painel e pousam o mono-negativo: 12 de 12 e 29 de 29). Na v5.56 a sessão escreveu "sem as de fundo azul e cinza" sobre as assinaturas e ele entendeu, com razão, que os oficiais também tinham saído — não tinham; esta versão faz o que a resposta "a" pediu. MANIFESTO §299. |
| 5.56 | 2026-10-10 | MR-P28 — as assinaturas de produto SEED chat, SEED siga e SEED holding (§5.6, nova). Pedido dele (2026-10-09) e respostas à folha de gate, verbatim no §5.6: o logo oficial com a palavra de baixo trocada, gerado (gen-logos-produto.py) a partir dos SVG oficiais — fonte Montserrat ExtraLight (200, provada contra o "engenharia" oficial), vão óptico uniforme medido no oficial, barrinha byte a byte; 9 variações por nome (sem as de fundo azul e cinza, achado dele), 27 arquivos em 03-assets/logos/produtos/; SEED chat no login do SEED Chat, SEED siga no login do SIGA, SEED holding reservada. MANIFESTO §298. |
| 5.55 | 2026-10-03 | MR-P25 fecha — MR-B: D: a família vertical do logo passa às três cores da horizontal principal (leva 16, agente A). Veredito dele, verbatim (2026-10-03, ~18:01Z): "MR-B: D, e regenere as folhas com carimbo novo" (a saída D: "alinhar a família vertical à horizontal principal: #10B4AF → #00ACAC, #5B727E → cinza-600 #617683, #F6D333 → amarelo-200 #FAD61D"). §5.1: parágrafo novo ao lado da exceção da MR-A. Três arquivos de 03-assets/logos/ trocam o hex (logo-vertical-principal 3, logo-vertical-fundo-turquesa 2, logo-vertical-fundo-turquesa-2 1) e mais nada; contraste do turquesa sobre branco 2,57 → 2,80; mancha interna do fundo turquesa 1,03 e ΔE76 9,48 contra #11B0A0. As peças impressas já aprovadas que embutem a cor antiga não mudam (evidência de gate). |
| 5.54 | 2026-09-30 | GR-P25, GR-P26, GR-P19 e MR-A — quatro respostas dele aplicadas ao pé da letra (leva 15). Respostas dele, verbatim (coladas em 2026-09-30, ~00:20Z): "GR-P25: C · GR-P26: A · TK-P9: C · PR-P71: regra C · automação R" e "GR-P19: C1 · MR-A: A · MR-C: B" (a MR-B e a MR-C tocam arquivo e token: ver seed-tokens.md §9 e o MANIFESTO). (a) §7.4: a linha do WhatsApp passa de 62/396 para 77/490 (a serra que a capa aprovada tem) e nascem as linhas do Facebook (99/630), LinkedIn (40/256), X (60/380, faixa exibida) e YouTube (66/423, faixa exibida), todas com peca: capa-rede na guarda-grafismo.mjs (CANON_TETOS); a GR1-c das 10 capas passa de 0 PASS · 2 FAIL · 8 [n/a] para 10 PASS · 0 FAIL · 0 [n/a] (medido em 2026-09-30) e a prova prova-teto-capas-rede.py (16 de 16) prende as cinco linhas. Nenhuma peça muda. (b) §7.4-b: o peso da linha da montanha do topo é proporcional à largura (o que o gerador já fazia), preso pelo teste-montanha-peso-proporcional.py (6 de 6). Nenhum desenho muda. (c) §5.1: #00ACAC registrado como cor própria do arquivo oficial (exceção, só vale dentro dele). Nenhum logo muda. Alternativas que ele não escolheu ficam nas folhas de 2026-09-29 (09-pesquisa/2026-09-29-folha-canon/ e 09-pesquisa/2026-09-29-gate-montanha-paleta/). |
| 5.53 | 2026-09-29 | MR-P24 — o §3, o §11 e o §15 citam de volta o seed-tokens.md §3 (só remissão, nenhuma regra muda). A PR-P58 (a CI-11 deixou de ler a subseção da própria marca, "§3.5", "§3.6" e "§3.1", como citação do tokens) revelou 4 dívidas de ponteiro: o §3 declarava "cor" e era dona de "cor" sem citar o seed-tokens.md §3 (dois sentidos), o §11 declarava "tema" e o §15 declarava "cor" sem citá-lo. Cada uma ganhou uma frase de remissão ao §3 do tokens (os semânticos de cor, claro e escuro): no §3.1 depois de "Valores e método", no §11 na linha "Fonte executável" e no §15 no item 3. A base da CI-11 passa de 473 a 469. |
| 5.52 | 2026-09-28 | LC-04 fecha — o carrossel de feed 4:5 vira peça estável (§12.33). Veredito dele no gate, verbatim: LC4-1: A · LC4-2: A · LC4-3: A · LC4-4: A · LC4-5: A · LC4-6: confirmo todos ("segue respostas, pode abrir todo o grupo, pode abrir 1 a 1 para economizar token."). Nasce o §12.33 (gerador gen-carrossel.py, 5 slides de 1080 × 1350 em 07-pecas/carrossel/, contador 01 / 05, "Arraste" só na capa, todos claros, chamada final com o 0800, título em <h1>, texto alternativo de entrega). §7.4 ganha a linha post / carrossel 4:5 = 107px de 1350 (7,93 %), espelhada no CANON_TETOS da guarda-grafismo.mjs com fixture 6 de 6. §7.6 ganha a faixa contínua do carrossel (UMA faixa svg_divisor(n × 1080) cortada em janelas contíguas pela nova svg_janela do gen-detalhe.py), com a cláusula GE-6 da guarda-grafismo.py (fecha a GR-P14: janela deslocada ou repetida reprova). |
| 5.51 | 2026-09-28 | LC-02 fecha — o deck 16:9 vira peça estável (§12.32). Veredito dele no gate, verbatim: D-FORMATO: A · D-GRAFISMO: G1 · D-TETO-16x9: T1 · D-ESCALA: K25 · D-SECAO: S2 · D-PADROES: N1 ("segue respostas, pode abrir todo o grupo, pode abrir 1 a 1 para economizar token."). Nasce o §12.32 (gerador gen-deck.py, seis slides e o PDF de entrega em 07-pecas/deck/, K = 2,5 sobre a §4.7, serra de 85 px só na abertura, seção e encerramento, numeração "03", notas do apresentador no PDF). §7.4 ganha a linha slide 16:9 = 85px de 1080 (7,9 %), a regra da linha 1 — não foi a recomendada (152px); a guarda-grafismo.mjs cobra a linha só de peça com <meta name="peca" content="deck">, com fixture 5 de 5. §13: a seção passa a turquesa-800 com número amarelo (sai "turquesa-400 ou brand-deep", que media 2,71:1) e a capa escura passa a turquesa-800 (sai o surface-brand-deep, onde o plano de trás da serra some). PR-P64 (a prova do texto sobre o rodapé) e CP-P28 (um <h1> por página) resolvidos no gerador. |
| 5.50 | 2026-09-27 | REV-P23 — o §3 passa a citar o §7 de volta (§3.2). Contexto para quem lê sem ter visto: a régua CI-11 da guarda-camada-ia.py exige que a seção dona de um conceito cite cada seção que o declara, e o §7 (grafismo) declara "cor" porque o §7.5 decide a cor das linhas. Até a leva 4 um "§7" de outro documento no §3 (o seed-composicao.md §7) passava por essa citação; quando a régua passou a ler de qual documento é cada "§N" (PR-P43, MANIFESTO §268.3), a ponte que faltava apareceu. A relação é real, e o §3.2 ganhou uma frase que a diz: o grafismo só desenha com degraus da rampa turquesa, e o amarelo não entra nas linhas. Nenhuma regra muda. |
| 5.49 | 2026-09-26 | REV-P6 — peça impressa e PDF embutem a Montserrat COMPLETA em woff2 (§4.5). Veredito dele na folha da REV-P1, v2 (MANIFESTO §249.2 e §250), verbatim: "3 fonte das peças: woff2". A letra da regra passa de "TTF completo" para "fonte completa, embutida em woff2", e o motivo (cobertura) fica: o woff2 completo tem os mesmos 2.747 glifos e 1.312 pontos de código do TTF. Nasce 03-assets/fontes/montserrat/woff2-completa/ (300 a 700), gerado pelo gen-subset-fontes.py com --checar. As 67 peças que embutiam o TTF: 135,6 MB → 39,4 MB; PNG com o MESMO MD5 em 67 de 67; PDF com as mesmas páginas, as mesmas fontes e 0 px a 150 dpi em 67 de 67. §4.1 (Light em peça impressa) acompanha a letra. |
| 5.48 | 2026-09-19 | F12.4 (MANIFESTO §234, 2026-09-19) — a história de cada seção migra para o fim dela (### Histórico da seção), por V-SK1 = b. Contexto para quem lê sem ter visto: em 2026-09-18 o decisor pediu, nos dois apps de chat da empresa, que a IA adequasse o material ao DS, e teve de corrigi-la seis vezes; o reconhecimento de 2026-09-19 mediu que 25,7 % a 40,2 % dos bytes que um agente de IA lê nos canônicos de construção são rastro histórico, não a regra a aplicar. A saída aprovada foi separar os dois DENTRO do arquivo: cada seção termina com um H3 ### Histórico da seção, que o gen-camada-ia.py poderá servir como fatia à parte (brick F12.3b). Neste arquivo o movimento alcançou 2 de 19 seções — §7 (grafismo, 6 grupos: os vereditos verbatim dele de 2026-08-20 a 2026-08-22 sobre serra-cena, teto de largura, piso de traço, medida física do cartão e sangria) e §12 (camada física, 3 grupos). A cobertura é baixa e ISSO É O MEDIDO: quase toda a história deste canônico está no §18 Versionamento, que é changelog e não é alvo deste brick. Texto MOVIDO byte a byte, nada reescrito; no corpo fica *(decisão registrada — ver Histórico da seção)*. Prova: 0 linha não vazia perdida, 11 linhas novas (2 H3 + 9 ponteiros), 0 CRLF criado (o arquivo é LF puro), geradores byte-idênticos, guardas no placar de antes. Um bloco foi vetado à mão: a pendência PT-P2 do §12.3, que está ABERTA — pendência aberta é estado vivo, não história. |
| 5.47 | 2026-09-15 | Grupo 3, onda 1 — aplicação do veredito do gate do Grupo 2 (MANIFESTO §226–§227). §4.1 (V-FT2.4 = b e V-FT2.3 = b): os pesos carregados pelo sistema são 400/500/600/700 — o 300 (Light) fica para peça impressa, corpo em tela é Regular; itálico não é carregado, o oblíquo sintético do navegador é o aceito; ponte para a regra do negrito por cor (componentes §75.8). §12.22 (V-CT10.1 = c+b): como se mede a legibilidade do adesivo — pelo par declarado e pela régua física, porque a RC não lê texto de SVG; a anotação do mock foi para um cartão. PB-P11 (V-PB11.3/11.4): §12.25 cita "ABNT NBR 5419-1 a -4" com classes e periodicidade [a conferir na edição 2026]; §12.22 uniforme pela NBR IEC 61482-2:2023; §4.8 NBR 9050:2020 VC:2021; §12.13 12699 → 12972:2009/13314:2009; §12.14 o ano da 10582 é 1988 e a linha carrega o cancelamento — o §12.14 segue citando a NBR 8402 até a V-PB11.1 (leitura da 16861 pelo RT). |
| 5.46 | 2026-09-13 | MR-P17 FECHADA — o subset seed ganha a faixa de setas e sinais e passa a ter gerador (§4.5). Veredito dele na folha "Fila do DS — decisões rápidas", verbatim: "D-2 (MR-P17, subset): A" = ampliar com o gerador e o re-render (MANIFESTO §208). Nasce 06-validacao/geradores/gen-subset-fontes.py: repertório declarado faixa a faixa (a base de 2026-08-27 lida do cmap e fixada; mais os 25 pontos de código de U+2190–U+22FF que a Montserrat possui), saída determinística (recalcTimestamp=False; duas gerações, mesmo MD5; --checar 7 de 7), nome interno conferido (herança do conserto de 2026-09-08). Custo medido: Montserrat +760 a +852 B por peso (400: 25.928 → 26.728 B); JetBrains Mono +892 a +964 B. As 12 famílias de peça que embutem o subset (agenda, capas de rede, comprovante de ponto, destaques do Instagram, favicon, frota, one-pagers, pasta A4, placa de instalação, portfólio, roll-up, uniforme) foram regeradas pelos geradores e a evidência PNG re-renderizada e conferida (guarda-peca-fresca). A regra do §4.5 (tela usa o subset; impresso e PDF usam a TTF completa) continua. |
| 5.45 | 2026-09-11 | MR-P16 FECHADA — a voz da marca ganha parâmetro, escopo e regra de escrita, por gate de ESCUTA (MANIFESTO §203, vereditos verbatim). Folha com o áudio de referência de agosto embutido e amostras em dois modelos e duas escritas. V-C1: modelo eleven_multilingual_v2 (consistência; o eleven_v3 fica fora). V-C2: toda locução se escreve para ser falada — número, unidade, sigla e endereço por extenso ou soletrados no roteiro; o texto exibido segue a grafia normal. V-C3: os valores moram NA VOZ, no painel — estabilidade 50 % · similaridade 75 % · estilo 0 · speaker boost ativado · velocidade 1,0 — que são exatamente os padrões da API: a voz nunca tinha sido ajustada, e o áudio aprovado saiu deles; "registrar o que existe" era a resposta. V-C4: escopo comunicação + ERP + telefonia/URA ("a Clara vai atender por voz em todos os canais que dermos acesso a ela"), com as fronteiras escritas: tempo real exige gate próprio de modelo, telefone exige a declaração de voz sintética na abertura, base legal é do projeto do canal. V-C5: toda locução publicada registra modelo, parâmetros, semente, roteiro e data (tabela nova no §9-B.3). Medido no caminho: o conector do ElevenLabs desta sessão não expõe parâmetro nem devolve áudio — por isso a rota A. |
| 5.44 | 2026-09-09 | O "onde pegar o arquivo oficial" apontava para uma pasta que não existe, em três lugares vivos. Achado ao revisar a página /marca/ recém-publicada, a pedido dele ("revise a pagina"): o §5 mandava buscar os vetores em 02_assets/logos/ e 02_assets/simbolos/, o §5.4 dizia "a fonte segue sendo 02_assets/" e o §6 citava 02_assets/mascote-eeny/ — 02_assets/ é o caminho da estrutura Cowork, anterior a este repositório, e não existe desde a migração de agosto. Pior: o trecho do §5 é exibido na PRÓPRIA página cuja função é ser o lugar de onde se baixa o arquivo. Agora o §5 lista três fontes em ordem — (1) a página https://ds.seed.eng.br/marca/, que é o caminho de quem produz e não exige o repositório; (2) 03-assets/ no repositório, publicado; (3) o espelho no Google Drive, explicitamente em terceiro, com a medição de 2026-08-20 ao lado (0 de 45 imagens carregam sem rede, pendência RD-P1). O §6 aponta a pasta e a página. Não se tocou na linha de changelog de 2026-05-09 que cita 02_assets/: era verdade quando foi escrita, e registro histórico não se reescreve. |
| 5.43 | 2026-09-09 | O seed-design-system.html v1.0 foi REMOVIDO, e as duas linhas deste arquivo que apontavam para ele passam a apontar para o v2. Contexto para quem lê sem ter visto: aquele HTML era o design system versão 1 inteiro num arquivo só, e este canônico o citava desde 2026-07 como "fonte de código até o site DS substituí-lo" — o cabeçalho (componentes e ícones) e o §11 ("inventário vivo (…) copiar de lá"). O site DS está no ar desde 2026-09-05, então o motivo declarado expirou; a remoção é o brick F9.6 e o veredito dele no chat foi "pode remover". As duas linhas agora mandam consumir o seed-componentes.md (98 seções, com estados e acessibilidade), as bancadas da vitrine e o registry instalável, e nomeiam os 31 ícones do set NM4 do §45 — contra os 24 do v1, todos redesenhados na linguagem de linha. Nada se perdeu: o mapa das 29 seções do v1 para o v2 está em 08-historico/ds-v1-para-consulta/MAPA-DAS-SECOES-V1-PARA-V2.md, o original de 2026-07-17 fica preservado como evidência na mesma pasta, e o histórico do git guarda o arquivo removido (MD5 9cbdbaf7e7533b666dd5250d0b8cf465). |
| 5.42 | 2026-09-08 | O subset seed da Montserrat não cobre a seta → (U+2192), e o buraco só aparece na peça pronta. Medido ao refazer dois documentos com o DS: o navegador trocou os três caracteres pelo Segoe UI do sistema — sem erro, sem aviso —, e quem achou foi o conferir-peca.py (CP-2) medindo o PDF entregue. Os TTF completos de 03-assets/fontes/ têm o glifo. Regra nova na §4.5: peça de tela usa o subset; peça impressa e documento que vira PDF usam o TTF completo, como o PPTX e o DOCX já usavam. Nasce a pendência MR-P17 — ampliar o subset (custa bytes em toda página do site) ou manter a regra por tipo de peça. |
| 5.41 | 2026-09-08 | A VOZ FALADA da marca entra no canon: nasce o §9-B. Pergunta dele, verbatim: "temos uma voz oficial da Clara no EllevenLabs, esse tipo de informação vai no DS?" — vai, e pelo mesmo motivo do logotipo: quem ouve dois vídeos da casa com locuções diferentes ouve duas empresas. Registrada com o dado lido na fonte pelo conector em 2026-09-08: Clara — Voz Oficial SEED, identificador dAX8JJOgGutSLfY2AkgK, voz clonada (própria da casa, não de biblioteca), idioma pt. O identificador não é credencial e por isso pode viver no canon; a chave da API continua proibida em qualquer conteúdo. Cinco regras: não se cria outra voz nem se usa voz de biblioteca parecida · locução não é obrigatória (o som nasce desligado, e legenda é que é obrigatória) · onde houver locução da marca, é a Clara · voz sintética se declara quando a peça poderia ser tomada por pessoa real falando · e a voz não assina laudo nem dá parecer técnico, porque responsabilidade técnica tem nome e CREA. Nasce a pendência MR-P16: os parâmetros de geração (modelo, estabilidade, similaridade) e o escopo de uso não estão decididos, e a decisão vai a gate de ESCUTA — as mesmas frases com dois ajustes, lado a lado. |
| 5.40 | 2026-09-08 | Nasce o §4.8 — o PISO TIPOGRÁFICO POR CLASSE DE PEÇA, que o canon nunca teve para impresso. A escala da §4.7 é de tela, em px; documento em A4 ficava sem régua, e o conferidor de peça da F9.10 tropeçou nisso ao medir dois PDF da casa (76 e 148 trechos abaixo do menor degrau de tela, sem régua que dissesse se estava certo). Pendência CP-P1, fechada pelo veredito dele: "pode adotar a tabela acima". Cinco linhas, com a origem de cada uma separada: 12 pt em cláusula contratual é lei (CDC art. 54, § 3º, redação da Lei 11.785/2008 — "não será inferior ao corpo doze"); altura = distância ÷ 200 em peça lida à distância e 15 a 50 mm em sinalização de edificação são norma (ABNT NBR 9050:2015/Em1:2020, 5.2.9.1.3, lida em 2026-09-08 — que também traz sem serifa, caixa alta e baixa, e caixa alta só em advertência); 10 pt em texto corrido de documento e 8 pt como piso absoluto são convenção da casa, tomadas com o custo medido (8 pt custa mexer em 10 % e 15 % dos trechos; 10 ou 12 pt seria redesenho, 74 % a 97 %). O CP-3 do conferir-peca.py passa a reprovar abaixo de 8 pt em impresso, em vez de avisar. |
| 5.39 | 2026-09-07 | A caixa dos títulos das 31 specs de peça do §12 fica padronizada em caixa de sentença. Ordem dele, verbatim, ao ver o menu lateral novo da vitrine (F9.9): "Veja no anexo, tem alguns com letras maiusculas e outras com minusculas, padronize." Catorze títulos estavam em CAIXA ALTA (§12.1, §12.2, §12.2-b, §12.3 e §12.22 a §12.31) contra dezessete em caixa de sentença — a maioria fixou o padrão. Sigla (EPI, NR-10), nome próprio (Instagram, SEED), unidade (mm, A4) e composto hifenizado (Roll-up, One-pagers) preservados. Nenhuma regra, medida, hex ou desenho muda: só a caixa do título. O conserto é aqui, e não na exibição da vitrine, porque o título da spec nasce deste arquivo — corrigir só o site deixaria duas verdades para o mesmo nome. |
| 5.38 | 2026-09-06 | Duas correções achadas pelo teste de uso da skill seed-ds (F9.5, MANIFESTO §169.3; autorizadas por ele no §170, V-F2 = A): LC-08 — o eyebrow do §10 sai de cinza-500 (#788F9D, 3,38:1 sobre branco, abaixo do piso 4,5 do §3.6) para cinza-600 (#617683, 4,74:1); LC-03 — o corpo de slide do §13 sai do primitivo "cinza-700" (#4D606C) para o token semântico text-secondary (#2F5A54, 7,75:1), acabando com as duas verdades contra os tokens v1.23. Contrastes medidos nesta edição. |
| 5.37 | 2026-09-06 | §13 deixa de apontar para as skills seed-ds-* (substituídas pela skill única seed-ds, F9.5, MANIFESTO §168) e passa a apontar para o §12, os templates de 07-pecas/ e o canônico novo seed-praticas.md (boas práticas de mercado, com regra de precedência). Nenhuma regra visual muda. |
| 5.36 | 2026-09-06 | A REGRA DA EMENDA do grafismo (§7.6) — veredito dele sobre a vitrine (F9.3, MANIFESTO §165): os SVGs de referência de 03-assets/grafismos/ nunca se repetem (CSS repeat, cópias lado a lado, recorte); para outra largura se gera pelo gen-detalhe.py, que é o único dono da emenda (§7.3). Nasce a guarda transversal guarda-grafismo.py. Nenhum desenho muda. |
| 5.35 | 2026-09-05 | O veto dele sobre os glifos ("muito grosseiros"; "subestação pode ser uma torre de alta tensão") virou medição e três decisões (MANIFESTO §149–§151): traço óptico 1,25 nos destaques (o traço 2 do set ampliado 15× dava 4,2 % do diâmetro contra 1,3–2,0 % no segmento — medido em 9 perfis) · transmission-tower NOVO no set, desenhado a partir do modelo em imagem que ele mandou, na densidade máxima que lê a 24 px reais · generator REDESENHADO a partir da foto dele · set a 31 glifos e o seletor §65 com a régua da última linha incompleta (decisão dele). §12.31 atualizada. IC-P2 corrigida no inventário e na bancada. |
| 5.34 | 2026-09-05 | O fechamento das pendências (MANIFESTO §147–§148): ele aprovou a remoção dos 48 estudos das capas (saíram), não vetou nada, autorizou o upload do kit de favicon para o espelho público — FV-P2 fecha de vez (subpasta Logos/Símbolo/favicon/, 10 FILE_IDs na §5.4 lidos pela API, prova de download por MD5) — e mandou criar os glifos: FV-P5 fechada com hard-hat e solar-panel-plus no set §45 (v1.39, 30 glifos); §12.31 atualizada (os oito destaques com ícone). A fila do item 9 do §17 zera. Achado registrado para a fila do seed-componentes.md: IC-P2 (o inventário §45.3 diz que o Lucide não tem solar-panel; tem). |
| 5.33 | 2026-09-05 | AS PENDÊNCIAS ANTES DA F9 — ele mandou resolver a fila antes de abrir a fase (MANIFESTO §144–§146). PI-P1 fechada por veredito (a placa da distribuidora é fabricada pela norma dela) · SN-P10 fechada por CONFIRMAÇÃO do veredito de 25/08, agora com os renders que faltavam (opções A/C/B na mesma escala) · FV-P2 executada (kit rasterizado pelo próprio gerador, 17/17 determinístico; §12.26, tabela nova no espelho §5.4 aguardando o upload dele) · §12.30 capas de rede social nasce (FV-P1 + FV-P3: LinkedIn A · Facebook C · YouTube A+ · X A não publicada · WhatsApp A; formatos com fonte, avatar medido em captura, pesquisa de mercado) · §12.31 destaques do Instagram nasce (FV-P4: 8 destaques com o set de ícones §45, composição C escuro por delegação, medida no tamanho real) · nasce FV-P5 (glifos para Obras e SEED Plus). Instrumento: render-peca.mjs e guarda-peca-fresca.mjs aceitam alvo-tela para peça de tela com tamanho fixo em px. Resíduo para o gate seguinte: tabela de remoção dos 48 estudos das capas. |
| 5.32 | 2026-09-04 | A ONDA 3 FECHA E ENTRA NO CANÔNICO — nove specs novas (§12.22–§12.29 + §12.2-b), e com ela a F8 inteira. Última decisão aberta respondida em 2026-09-04 (MANIFESTO §142: R6-U1 "Linha 2 — cor da marca" · R6-U3 "20 mm" · R6-REM "aprovo a remoção (…) deve ficar salvo e registrado o desenho aprovado de todos os lados do carro" · R6-VETO "todos ficam"). ⭐⭐⭐ §12.22 FROTA — a peça que ele apontou como faltante nasceu do zero, foi REPROVADA por erro de categoria ("pensar na adesivagem dos carros como peças de papelaria é errado") e voltou como arte final DITADA por ele: 4 veículos × 3 vistas, cordilheira em escala de lataria (F 353–419 mm, traço ≥ 9 mm), traseira pelo modelo da FOTO REAL da Strada e sem ondas, EEny pose 07, 5 áreas de foto a 150 DPI, contato a 45/45 mm; nasce a tipografia do contato (§138.1) — o bicromatismo da logomarca espelhado em 0800/site, com ícones e a segunda fonte na lista; a regra do formato veículo (9 itens) decidida e promovida. §12.23 UNIFORME/EPI — a E1 refina a MR-P11 ("podemos usar o amarelo, mas atendendo essas condições do padrao da propria logo"); 4 cores de escritório; a regra geral do bolso (com bolso → vertical no bolso; sem → horizontal); campo cinza com logo branca direto; boné = símbolo, chapéu/capacete = vertical; gola interna turquesa nas 4 decidida com estudo de mercado; colete refeito com prova de interseção no DOM (0 de 10) depois de o gate ver o número sobre a faixa — guarda que mede com a constante do gerador confirma o gerador. §12.24 ONE-PAGERS — dor→solução, coluna de foto, radar com fonte, 2 números ("+10 anos de mercado"), estatística redundante não se cria. §12.25 ROLL-UP + TOTEM — institucional clean + comercial A/B ("a da BV financeira…"), ondas canto a canto SÓ nas comerciais ("mas nao é regra"), zona de sacrifício 250 mm, toque de 0,00 mm no amarelo consertado. §12.26 FAVICON/AVATARES — as 5 decisões (® sempre · margem 0% · escuro colorido · 2 fundos oficiais · maskable 40% W3C); raster e capas de rede fora, por decisão. §12.27 PLACA DE INSTALAÇÃO CONCLUÍDA — voluntária pelo texto da lei, 2 tamanhos sub-múltiplos da chapa, sem amarelo ("nesse caso da placa sim"), QR real wa.me em 4-Q com segno 1.6.6 (leitura por celular é etapa do gate). §12.28 PORTFÓLIO — template com fotos em branco, sem RT ("a empresa é o foco"), rol de fotos. §12.29 AGENDA — o brinde mudou de veredito ("não precisa ter" → "gere um layout para agenda"): 3 capas, 2 contracapas, sem ano, Cidade/UF. §12.2-b MARCA D'ÁGUA — E1 explodida aplicada nas 12 peças, P3 cantos opostos oficial, símbolo medido pelo CORPO (a caixa do viewBox fazia 58 mm virarem 40), ® fora por recorte, tinta 700 nos números (o furo dos 4,60:1 contra o branco puro). §17: fecham os itens 4 (redesenho executivo — F8) e 7 (kit de favicon; capas de rede ficam como FV-P1); o item 2 ganha matéria (quatro listas de fotos); nascem PI-P1, FV-P1/P2 (as demais divergências da auditoria de fechamento — gola no gerador, capôs de Saveiro/Strada, rename da folha da regra, PNG das institucionais, docstrings defasadas — foram resolvidas ANTES desta promoção, não nomeadas). Roadmap v2.3: F8 FECHADA, três ondas; próximo = F9. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda. |
| 5.31 | 2026-09-03 | O diário de obra perde o furo (R5-M3, §140) — "nao se usa mais furo": corpo a 7 mm como o rodapé, colunas proporcionais em 196 mm; §12.15 anotado. Na mesma rodada, sem mudança de canon: a repetitiva oficial da marca d'água é a P3 (cantos opostos), a E1 segue aplicada; o colete foi refeito com prova de interseção contra as faixas refletivas (a folga declarada antes media uma constante errada do gerador — §141.1); a gola interna ganhou estudo de mercado antes da decisão (§141.2). |
| 5.30 | 2026-08-31 | A MOLDURA AMPLA promovida ao §12.2 (R4-M2, MANIFESTO §139) — margem 7 mm (o limite é a zona de exclusão X da logo, 6,72 mm medidos no asset), cabeçalho 29, rodapés 33/22/8, área útil 196×227/241/256 a partir de (7,29); +24,6% de área no orçamento. Propagada à família inteira (~45 peças regeneradas, colisão medida no DOM em todas: laudo e checklist tinham tabelas presas em 170 mm e foram realargadas com conta declarada). Nasce junto: a marca d'água de contorno do símbolo EXPLODIDO (360 mm, sangrando as 4 bordas, ® fora por conta) na família orçamento/proposta/portfólio, e a tinta dos números de seção sobe de turquesa-600 para 700 — o furo achado na re-medição: 600 mede 4,60:1 sobre o branco PURO, e qualquer véu o derruba (régua nova: contraste se confere contra o pior fundo que a peça admite). |
| 5.29 | 2026-08-27 | A ONDA 3 ABRE, por ordem dele ("Vamos abrir a 3 onda, tudo em paralelo") — e três vereditos moldam o escopo ANTES da produção. ⭐ (a) o conteúdo dos one-pagers é produzido por mim ("vc deve produzilos, nao eu"), com fonte única no sobreaseed.md — nada fora dele entra na peça (§14.1); ⭐⭐ (b) o item 3.4 (material próprio do Diagnóstico 360°) SAI da onda e do DS — veredito dele: é serviço que a SEED vende, não marca com identidade própria ("diagnostico 360 nao consigo ver ele tendo material de DS (...) é um serviço que vendemos"); ele vive como conteúdo dentro do one-pager de Consultorias; ⭐ (c) o portfólio nasce como TEMPLATE com área de foto em branco ("deixe em branco o local da foto") + lista das fotos necessárias entregue no fechamento — foto real é insumo de produção, não de DS. Escopo final da onda: 7 itens ≈ 15 peças (3.1 frota · 3.2 uniforme/EPI · 3.3 one-pagers ×5 · 3.5 banner/roll-up + totem · 3.6 kit favicon + avatares · 3.7 placa de instalação concluída · 3.8 portfólio + brinde). Registro operacional no plano-producao-pecas.md §6. |
| 5.28 | 2026-08-27 | OS MARCADORES DE ESTADO MENTIAM, E UMA PENDÊNCIA ESTAVA ÓRFÃ HÁ TRÊS DIAS — achado ao responder "quanto falta pra finalizarmos o DS?". ⭐⭐⭐ A pergunta dele é respondida LENDO ESTA LISTA e o seed-ds-roadmap.md, e os dois estavam defasados: (a) CT-P8, PF-P2, FT-P1 e GT-P1 foram fechadas na v5.27 e o fechamento foi escrito só no changelog — as quatro entradas continuaram marcadas ⏳, ou seja, quem lesse a fila veria como aberto o que fechou ontem (mesma classe da defasagem que o roadmap pagou em 2026-08-22, quando uma sessão quase reabriu trabalho concluído 11 dias antes); marcador corrigido para ✅ sem reescrever o texto do achado, que é registro datado (regra CP31). (b) ⭐ A SN-P10 nunca existiu como entrada: nasceu em 2026-08-24 dentro do PARÁGRAFO do §17.6 (perda de reconhecimento a distância da placa A3 NR-10 ao sair a tarja turquesa: logo 60 mm → legível a 1,75 m numa peça de 4,0 m) e três rodadas de "resolver tudo em aberto" passaram por cima dela, porque "em aberto" se lê NA LISTA. Agora tem entrada própria, classificada como decisão dele com custo em mm — sai com as duas opções renderizadas (§14.13). RÉGUA: pendência citada em prosa não existe; só existe o que tem entrada na fila, e ela entra no mesmo movimento em que é nomeada. |
| 5.27 | 2026-08-27 | A FILA ZERADA — dez pendências fechadas numa rodada, a mando dele ("resolva as pendencias em aberto, assim que acabar eu autorizo a onda 3"). ✅ CT-P8 — CT1 no acervo: 168 PASS · 0 FAIL (era 32 FAIL). Dois consertos: a peneira aprendeu que texto alfanumérico é rótulo (botões "1"/"2" da paginação saíam como ícone e tinta de dígito nunca centra na caixa — é tipografia, não desalinhamento), e os três glifos tipográficos usados como ícone (⋯ ‹ ›) viraram SVG de viewBox simétrico — ⭐ glifo de texto como ícone mede a tinta fora do centro porque a em-box posiciona pela linha de base. ✅ PF-P2 — nasce a guarda-preview-contraste.mjs (contrato PF2): piso 4,5 texto normal / 3,0 grande — mais duro que o 3,0 das bancadas, porque folha de decisão é texto de leitura. Cobaia dupla provada, e na estreia achou 7 defeitos reais na folha (os .ok verdes a 4,23 sobre fundos tingidos); consertados com os pares DO SISTEMA (feedback-success-text, text-muted): 122 medidos · 0 FAIL. ✅ IC-P1 — encerrada como FALSO REGISTRO: o par real mede 5,62 nos dois temas, a gi2 dá 22·0 em duas rodadas, o arquivo não muda desde a fundação — e a rodada que a registrou usava a gi2 pré-conserto do contrato de alvo, com a sonda de placar do §130.10. ⭐ Pendência nascida de rodada com instrumento depois consertado se re-mede antes de se trabalhar. ✅ GN-P1 — cinco instrumentos ancorados (o remendo sai do .gitignore junto com o defeito), e os 4 captura-*.mjs tinham defeito MAIOR escondido: apontavam para o Chrome do container do Cowork — instrumentos mortos com aparência de vivos. Leitura na fixture viva de 07-pecas/, escrita na área ignorada — ⭐ evidência não se regenera, se preserva. ✅ SN-P14 — a MM1-e ganhou alcance declarado (%/calc/transform saem nomeados — 7 blocos no acervo que eram silêncio) e o regex de px aprendeu decimal (o antigo lia "5px" de "10.5px": número errado com cara de medido). ⚠ E o conserto quebrou a guarda no caminho — âncora de edição sem a indentação completa des-indentou um try e a MM1 passou a medir NADA (0·0·0, exit 0); a §14.9 pegou. ⭐⭐ Âncora de edição em python COMEÇA no início da linha, com a indentação inteira. Placar final: 185·0, idêntico, mais a cobaia reprovando como deve. ✅ FT-P1 — nascem os subsets woff2 da SEED (subset-seed/, fontTools instalado): 25–34 KB/peso, cobertura provada por cmap (JetBrains 50/50 técnico + 86/86 vivos; Montserrat sem ✓✗ porque o original não os tem). A GL1 aprendeu woff2 via fontTools OPCIONAL (sem a lib, volta ao [n/a] honesto) — e de brinde passou a MEDIR as 18 históricas. As 4 peças migraram: ~3,1 MB → ~290 KB (10×), GL1/MM1/render/fonte-efetiva todos verdes. ✅ RL-P1 — a §5–§6 da ISO 3864-2 lida por inteiro (texto extraído do PDF dele): só a etiqueta de impedimento está no escopo, e CONFERE (combination label §6.5: texto abaixo do sinal, painel retangular, severidade opcional ausente). As outras três eram classificação errada da rodada anterior — ⭐ "é etiqueta" não faz de uma peça um safety label: a norma agrupa por FUNÇÃO (comunicar perigo), não por formato. ✅ RD-P1 — medida com o interruptor CHROMIUM_DETERMINISTA=1: quatro placares idênticos → não estender (placar de tela é invariante; instrumento de tela consome placar, não PNG). ✅ RD-P2 — não reproduz: 12 capturas em 12 processos separados, 12 MD5 idênticos. O fenômeno sumiu antes do isolamento, e encerrar assim é mais honesto que atribuir causa sem reprodução. ✅ AD-P5 — a convenção de MOCK DE TELA em 07-pecas/ vira texto (§12.15): superficie=tela + alvo-tela + estatuto + papel-irmao — a solução já existia de fato no exemplar. ⏳ PT-P2 e AD-P7 RECLASSIFICADAS: produção nova e decisão de escopo — fila da onda de aplicações, não de conserto. Chamar produção nova de pendência faria a lista nunca zerar, e lista que nunca zera deixa de informar. |
| 5.26 | 2026-08-26 | PV-P1 RESOLVIDA — a paridade das bancadas ZERA pela primeira vez (513 PASS · 0 FAIL) — e a fonte canônica consertou metade da CT-P8 de brinde. (a) o .selo do base-bancada.css consome os dois feedback-info e o gen-banco-dominio era o único dos 9 gerados sem eles na lista NOMES — ⭐ quem consome CSS compartilhado herda a lista de tokens do compartilhado. (b) o banco-identidade consumia --seed-surface-default, que não existe; a intenção estava escrita no próprio template ("superfície neutra com fio de 1px") e o consumo passou ao --seed-surface-raised, que já estava na lista — nada criado (§14.1). ⭐⭐ E um efeito colateral medido que ninguém previu: a CT1 caiu de 32 para 16 FAIL. banco-data e tela-shell passaram a centrar os ícones depois de receber a fonte canônica — metade da CT-P8 era a métrica da fonte errada, não geometria. Restam banco-navegacao e tela-tabela (8 FAIL cada), que continuam na fila. |
| 5.25 | 2026-08-26 | A FONTE CANÔNICA PASSA A SER FORÇADA NO ACERVO INTEIRO — PP-P1-b resolvida, e o achado era maior que o enunciado. Veredito dele: "podemos deixar o plano B, mas temos que forçar sempre a fonte canônica, nem que seja dando opção de instalá-la ou avisando que precisa instalar e dando o link". ⭐⭐ O achado que mudou o escopo: ZERO dos 42 arquivos de 05-html-de-referencia/ tinha @font-face — até a Montserrat dependia da fonte instalada no sistema, e funcionava nesta máquina por sorte. O mono rasterizava Consolas em 26 de 42. A solução por camada: peça impressa EMBUTE (comprovante e pasta A4, TP1, ~1,07 MB/peça declarado; assinatura de e-mail fora — cliente de e-mail não carrega @font-face) · bancada/tela ganha @font-face por URL RELATIVA para os TTF versionados (⭐ base64 nas 42 custaria ~45 MB para arquivos que nunca saem do repo; URL relativa dá o mesmo por ~1 KB) · nasce 03-assets/fontes/LEIA-ME.md com o aviso e o link que ele pediu. Aplicação pela §14.4: base-bancada.css cobre as 9 bancadas geradas; os 11 templates de tela regenerados; artefato direto só nos sem gerador (o banco-dataviz-dm com a nota da GN-P1). ⚠ Dois defeitos pegos no caminho: sete templates usam str.format() e as chaves {} do CSS viraram placeholder — ⭐ bloco inserido em template herda o mecanismo de escape do template; e o mede-fonte-efetiva.mjs chamava nó sem pixel de "recebeu outra" — nasce o veredito [sem-pixel], ⭐ não-mensurável é veredito próprio, nunca FAIL nem PASS. MEDIDO NO FIM (132 arquivos): 55 aplicam mono → 53 RECEBEM · 1 [sem-pixel] · 1 TROCOU: a assinatura de e-mail, a exceção declarada. Guardas nas 4 peças regeneradas: MM1 12·0 · GL1 4·0 · render 4·0 · PT 0 FAIL; paridade-previews mantém os MESMOS 2 FAIL pré-existentes da PV-P1 (não aumentou). A §4.5 ganha a nota: a pilha de reserva deixa de ser o mecanismo primário e vira plano B de verdade. |
| 5.24 | 2026-08-26 | AS CINCO COISAS QUE ELE LEVANTOU — quatro resolvidas, e o defeito que ele achou OLHANDO era meu. ⭐⭐⭐ SN-P8 CONSERTADA SEM COMPRAR, e a chave estava nos números da véspera. Ele decidiu "nao vamos comprar, use a melhor opcao conforme sua recomendacao". A medição já havia separado dois erros que eu tratava como um: a razão da caixa batia em ~1,7% — a silhueta estava certa — e só a espessura errava, em −12,1%. ⭐ Se o defeito é só espessura, o conserto não é redesenhar: é ENGROSSAR. Um stroke da própria cor não move nenhum dos 11 vértices — e é por isso que passou onde reconstruir vértices havia sido reprovado. Medido: espessura −12,1% → −2,3%, tinta −16,2% → −5,2%, forma 29,51% → 27,17% (W012) e 16,39% → 16,16% (W042). ⚠ A razão da caixa PIOROU (1,7% → 3,8%) e fica na tabela — conserto que melhora quatro colunas e piora uma não é gratuito, e omitir a quinta seria escolher a régua depois de ver o resultado. ⚠⚠ E eu quase publiquei duas réguas na mesma tabela: o instrumento do teste normaliza pelo preto (26,45%) e o do canônico pelo amarelo (29,51%). ⭐⭐ Comparação só vale DENTRO do mesmo instrumento — número de régua diferente na mesma coluna é comparação falsa, porque quem lê supõe a mesma unidade. ⚠ O resíduo está declarado NA PEÇA: 27,17% segue acima do piso de ruído de ~10%; os dois textos públicos foram reescritos no MESMO commit que mudou o número. ⭐⭐ A PERGUNTA DELE SOBRE A FONTE EXPÔS O DEFEITO MELHOR QUE EU: "porque estamos olhando Consolas x JetBrains Mono, isso é outra fonte sem ser as canônicas?". A JetBrains Mono é canônica desde 2026-07-30 (§4.2), com papel escrito — dados de medição, identificadores, código. Quem não é do sistema é a Consolas, que é o terceiro item da pilha de reserva da §4.5. ⭐ Não estamos escolhendo entre duas fontes: estamos vendo a fonte que o canônico manda perder para o plano B de emergência. Isso reduz a PP-P1-b de "decisão de gosto" a "quando eu conserto". ⚠⚠⚠ PF-P2 — ELE ACHOU UM DEFEITO DE LEGIBILIDADE OLHANDO, e o número dá 1,01 de contraste contra o piso 3,00: cinco <code> brancos sobre branco na folha que pedia decisão dele. Causa de classe: o code declarava background e não color, então dentro do bloco escuro herdava tinta clara e mantinha fundo claro. ⭐⭐ Régua: fundo e tinta se declaram JUNTOS, sempre. Consertado e medido: 274 elementos, mínimo 4,23, zero abaixo do piso. ⚠ E a lacuna estrutural fica aberta: preview/ é isento das guardas de contraste — ⭐ rascunho que serve de base para o decisor decidir não é rascunho. ✅ GR-P10 RESOLVIDA com UMA LINHA, e o quase-erro vale mais que o conserto. Eu ia copiar 14 arquivos da pasta do Drive antes de ele deletar — até conferir por MD5 e descobrir que 12 de 12 já estavam no repositório. ⭐⭐⭐ Antes de resgatar um arquivo, conferir se ele já está salvo em outro lugar: o resgate errado teria plantado aqui dentro a doença que estávamos tirando de lá — duas cópias graváveis do mesmo material. Placar GR1 21 · 0 · 7 de 7 alvos — a guarda roda pela primeira vez neste repositório. ✅ GT-P1 — DELEÇÃO LIBERADA, e por MEDIÇÃO. Conferido por MD5 (135 idênticos · 172 canônicos antigos · 629 de evidência) e por EXECUÇÃO (33 instrumentos rodados; 6 morrem por falta de arquivo e nenhum pela pasta do Drive). ⭐⭐⭐ E o caminho ensina: minha primeira análise disse 75 dependências e a segunda disse zero — as duas erradas. Foi a linha de conferência contra a prova empírica que salvou. Quando duas análises estáticas seguidas erram, o problema não é o regex — é o método: dependência em runtime se mede EXECUTANDO. ✅ GT-P2 — a subpasta assistente de email não tem relação com o projeto: é pasta de 2026-05-04 de outro projeto, e o DS nasceu dentro dela em 2026-08-22. Renomear é seguro — nenhum arquivo versionado cita o nome e nenhum código depende do caminho. |
| 5.23 | 2026-08-26 | AS TRÊS DECISÕES DELE, APRESENTADAS COM O VISUAL E O NÚMERO — e uma correção de afirmação falsa que eu escrevi ontem neste arquivo. ⭐⭐⭐ A cobrança que gerou esta versão nomeia um erro de leitura da §14.13 que eu vinha repetindo. Ele disse: "porque nao me apresentou as peças pra eu ver a diferença, vc disse que muda as peças, mas nao fez nenhum comentário sobre" e "eu pedi para ser mais claro no contexto da pergunta, vc precisa me explicar o que precisa e até recomendar algo para eu decidir". A §14.13 manda que toda pergunta ao decisor saia com o custo medido de cada saída — e eu lia custo como preço. ⭐ O custo de uma saída inclui o que ela muda no que já está aprovado, e isso não se enuncia: se olha. É a terceira vez que ele cobra a mesma classe de falha (antes na GD-P1, "eu nao entendi se aqui é pra eu resolver algo ou só vc"). ⚠⚠⚠ A CORREÇÃO: a PP-P1 da v5.22 afirmava que "número em peça impressa continua em Montserrat com tabular-nums", e é FALSO. O gen-comprovante-ponto.py:190 pede var(--seed-font-mono) e o Chrome rasteriza Consolas — fonte da Microsoft que a peça não embute. A regra estava sendo desobedecida em silêncio, e o erro não foi de redação: eu deduzi de "a regra manda Montserrat" que "as peças estão em Montserrat". ⭐⭐ Régua: afirmação sobre o estado de uma peça tem de ser MEDIDA na peça, nunca deduzida da regra — mesma classe do defeito da §12.19, a placa que afirmava uma conferência que não aconteceu. ⏳ PP-P1-b apresentada com visual: nasce ferramentas/mede-fonte-efetiva.mjs, que mede pelo CDP a família que o navegador de fato rasterizou — não a que o CSS pediu. Das 90 peças, 22 aplicam mono a texto: 17 recebem a JetBrains (todas da era anterior, que a embute) e 5 recebem Consolas (as vivas). Custo medido: +9,12% de largura, zero transbordos, ~357 KB por peça. ⭐ Medir o CSS mede a intenção; medir o pixel mede o resultado — getComputedStyle devolveria 'JetBrains Mono' nas 22, inclusive nas 5 que desenham Consolas. ⚠ E um erro meu de instrumento pego antes de virar número: a medição acusou um nó 88,94% mais estreito, impossível numa monoespaçada; era o getBoundingClientRect de Range colapsando na última linha em texto que quebra. ⭐ Número fora do padrão dos irmãos acusa o instrumento antes do objeto — 56 nós entre +9,01% e +9,13% denunciaram o outlier. ⏳ GT-P1 apresentada, e a premissa dele estava invertida: o Drive não perdeu papel — ele é o disco onde o repositório mora (G: é File Stream; 399 MB e 1.309 arquivos de .git sincronizando). E a pasta de origem da migração continua gravável com 172 canônicos DIVERGENTES, entre eles marca-seed.md v5.11 — onze versões de atraso num arquivo com o nome certo, numa casa cuja regra fundadora é que metade das pesquisas é feita por IA. Medido: Drive de 1,8× a 2,6× mais lento; fsck passa nos dois. ⏳ FT-P1 REFORMULADA, e a reformulação inverte o pedido: o .woff2 leve já estava no repositório, escondido num data-URI de peça de gate — 12,6× menor — mas é recorte latin e não tem ≤ ≥ √ Ω Δ ≠ ■ ✓ ✗ ∅ ∞. ⭐⭐ Cobertura contra o acervo de hoje responde "quebra agora?"; contra o repertório da DISCIPLINA responde "vai quebrar?" — o empate em 86/86 me faria adotar o arquivo leve e plantar um defeito na primeira peça com um ohm. Ω e Δ são caracteres de trabalho em engenharia elétrica. E é o segundo achado da revisão da era Cowork: as 18 peças de gate dela embutem esse recorte incompleto. ⭐⭐ SN-P8 ganha a leitura que muda a conta: o W042 e o W012 compartilham o MESMO objeto de raio (RAIO_5036, constante única), então o "+0,5%" do W042 mede o conjunto e mascara o raio fino, e comprar só o W012 conserta os dois. Recomendação: CHF 60 (W012 + W042), não CHF 90 — os CHF 30 do P031 pagariam para confirmar o que já bate em +0,6%. O que justifica os CHF 60 é a linha de picos do W042, que está numa placa de arco elétrico e vem de desenho que a própria fonte não afirma ser oficial. |
| 5.22 | 2026-08-26 | AS CINCO PONTAS SOLTAS, e a maior delas inverteu uma pendência de meses. Ele mandou fechar antes da Onda 3: "é melhor voltarmos corrigindo pontas soltas do que ficar costurando coisas erradas o tempo todo". ⭐⭐⭐ SN-P8 — o pictograma que o projeto tratava como sólido é o que está 12% errado. A SN-P12 perguntava se a linha de picos do W042 (fonte única) estava certa; medido contra a arte oficial da ISO, o W042 confere (espessura +0,5%, discordância de forma 16,4%), o P031 confere (anel +0,6%, 9,65%) e o W012 DIVERGE: 12,1% mais fino, com 29,51% de discordância — três vezes o piso de ruído que o P031 estabelece. ⭐ A causa é erro de raciocínio, não de execução: o raio foi desenhado da IEC 60417-5036, e reaproveitado não é idêntico — a ficha do W042 diz "Relâmpago (da ISO 7010-W012)" e o W012, adotado da IEC, não preservou a proporção de traço. A razão da caixa bate em 1,4%: a silhueta é a mesma família, o que difere é a espessura dos membros. ⭐⭐ E o caminho que destravou isso era gratuito o tempo todo: a ISO 3864-3:2024, na NOTE 2 da Introdução, diz que todos os sinais estão no OBP da própria ISO. Uma tentativa anterior tomou HTTP 403 e o projeto registrou "o catálogo responde 403 a acesso automatizado" — frase certa, conclusão falsa: não era paywall, era user-agent. ⭐ 403 não é "não tenho acesso": é "não me identifiquei como quem tem". ⚠ O conserto do W012 NÃO foi feito, e o motivo é medido: reconstruir os vértices do PNG de 200 px foi tentado e reprovado — melhora a espessura (9,7% contra 12,1%) e destrói a forma (Jaccard cai de 0,74 para 0,56), porque o Douglas-Peucker só fecha em 11 vértices com 5,7% de tolerância. Trocar erro conhecido de espessura por erro maior de forma é piorar com aparência de conserto. Fecha com o vetor oficial: CHF 30,00 por símbolo no OBP — decisão de gasto dele, e a peça imprime o número. ⭐ Achado de brinde, e é shall: as fichas oficiais do W042 e do P031 exigem sinal de texto suplementar por falta de dado de teste ISO 9186-1. As duas peças já cumprem — mas cumpriam por acidente de composição. Agora o requisito tem nome, e regra com nome sobrevive ao próximo redesenho que "limpa" o texto. ✅ PQ-P2 FEITA: nasce a §12.21, a cartela de identificação de dispositivo DENTRO do quadro (IEC 61439-1 §6.3), 120+40 tiras por A4 no passo de 17,5 mm do trilho DIN. Três defeitos nela pegos pelo gate visual, e o primeiro vale régua: display:flex num container de texto corrido quebra o parágrafo em cada tag inline — o rodapé saiu com "deve", "devem", "devem" em linhas sozinhas e transbordando a margem. ✅ PP-P1 RESOLVIDA: JetBrains Mono v2.304 versionada (400/500/700, OFL), com cobertura de glifo medida antes de declarar — 1363 glifos, todo o repertório técnico presente, e exatamente um ausente (U+2011, com zero ocorrências no acervo). ⚠ Isso resolve disponibilidade, não uso: passar as peças a consumir --seed-font-mono muda a aparência de dez peças aprovadas e é decisão dele. ⭐ Destravar um recurso não autoriza gastá-lo. ✅ GD-P1 RESOLVIDA, e ela era 100% minha — ele teve de pedir clareza: "seja mais claro no que disser, eu nao entendi se aqui é pra eu resolver algo ou só vc". Nasce alvosHtml() no ambiente.mjs e 12 instrumentos passam a usá-lo. O defeito tinha classe própria: onze guardas descartavam em silêncio todo argumento que não terminasse em .html e caíam na varredura do acervo. ⭐ Não é quebrar nem dar veredito falso: é medir outra coisa e não avisar — o placar sai verdadeiro e a leitura de quem pediu sai falsa. ✅ A REVISÃO DA ERA ANTERIOR, que ele pediu antes da Onda 3, tem número — e é boa notícia. Nasce o censo-era-cowork.py: 18 de 88 peças físicas (20%) são invisíveis para a guarda de token e para o render, e todas as 18 são evidência de gate histórica — nenhuma peça viva está na lista. ⚠ E o censo reprovou em bloco duas vezes antes de acertar: primeiro cobrando de bancada o que só peça deve ter (43 falsos positivos em 54), depois acusando a assinatura de e-mail, cuja isenção já estava escrita na §12.8. ⭐⭐ Caminho não é classificador de tipo: 07-pecas/ guarda peça física, fragmento de e-mail e evidência histórica — três naturezas na mesma pasta. E o render-peca.mjs deixa de reportar 4 FAIL crônicos e passa a dar-lhes veredito [hist], como a PF-01 já fazia. |
| 5.21 | 2026-08-26 | O GATE DA ONDA 2: as dez peças entram no canônico (§12.11–§12.20), e a décima não estava no plano. O veredito dele, verbatim: "1. todos aprovados". Para quem lê sem ter visto a conversa: a Onda 2 produziu nove peças em 2026-08-25 — laudo, memorial, checklist, selo de prancha, ART/diário, as-built, crachá, etiqueta e sinalização —, e elas ficaram em 07-pecas/ sem seção canônica, porque a regra §0-b não deixa regra de marca nascer sem veredito dele. Esta versão promove as dez. ⭐⭐ A DÉCIMA nasceu de uma pendência que ele REFORMULOU em vez de responder. A SN-P13 perguntava se quadro elétrico isolado precisa de placa de advertência própria (medido: exigiria A2 — em A4 paisagem estoura 138 mm, em A3, 59 mm). Ele respondeu outra coisa: "os quadros eletricos possuem placas de fabricação e identificação, que pode ser um placa da seed, ela motra a tensao do quadro e pode ter mais alguma informação." Nasce a §12.20 — placa de identificação do quadro, 100 × 70 mm, com a SEED na condição de fabricante do conjunto. A pergunta certa não era "que sinalização falta?", era "que placa a norma já exige de nós e nós não estávamos fazendo?". ⭐ E a lacuna estava anotada no acervo desde a Onda 2: o gen-etiqueta.py já dizia por escrito que "esta etiqueta não substitui a placa de dados do fabricante" — a peça que ela dizia não substituir simplesmente não existia. ⚠⚠ E o achado normativo da §12.20 contraria o que o mercado repete. Lida a IEC 61439-1 Ed. 2.0 (2011-08), cláusula 6.1, a etiqueta do conjunto exige quatro informações e só quatro: nome/marca do fabricante · designação de tipo ou nº · meio de identificar a data de fabricação · IEC 61439-X. Tensão, corrente, frequência, Icc e IP não estão nela — a cláusula 6.2.1 manda esses dados para a documentação técnica. Três páginas brasileiras afirmam o contrário e nenhuma cita cláusula. A norma foi lida; as páginas, não. A peça traz os dados elétricos assim mesmo, por decisão dele e pela NBR 14039 4.2.5.3, e imprime na própria placa qual metade é obrigação e qual é escolha — peça que mistura o obrigatório com o escolhido, sem dizer qual é qual, transforma decisão nossa em norma alheia. ⚠⚠⚠ A CORREÇÃO MAIS SÉRIA DESTA VERSÃO, e ela é na §12.19: a placa de sinalização AFIRMAVA uma conferência que não aconteceu. O SVG do W042 saía com data-conferido-visualmente="sim, contra a arte oficial (…) p.405, em 2026-08-25". Duas vias independentes desmentem: (a) o extrato da leitura da norma tem a seção "O que foi conferido" com duas entradas, W012 e P031, e cita o W042 na seção de ações; (b) a data é anterior ao desenho — o W042 nasceu no commit de 2026-08-26. ⭐ Não se confere visualmente um desenho que ainda não existe, e a data que estava ali para dar credibilidade é o que derruba a afirmação. ⭐⭐ A classe importa mais que o caso: o W042 foi acrescentado a três listas que já diziam "FEITA e CONFERE" (o texto impresso, o metadado e o stdout) e herdou o verbo de graça — acrescentar item a uma lista de coisas verificadas propaga o veredito sem propagar a verificação, e o custo de conferir some no meio da vírgula. Custo máximo aqui, porque isso sai impresso numa placa de segurança que alguém pode mostrar a um órgão. SN-P12 fechada com decisão, não com fonte: a busca por uma segunda digitalização da linha de picos achou algo pior — a única fonte que existe se declara "similar to recommendation issued in ISO 7010:2019", obra própria de terceiro. ⭐ "Fonte única" quer dizer que ninguém confirmou; isto quer dizer que a própria fonte não afirma ser a oficial. O W042 fica, porque sem ele a placa cita o item 10.7.7.1 b) da NR-10 (choque e arco) e cumpre metade — pictograma aproximado que comunica "arco elétrico" protege mais que a ausência de pictograma. Fecha com ~5 min de leitura da p. 405, numa assinatura paga por tempo, e não foi feito porque ele perguntou em 2026-08-25 se ainda precisava dela e a resposta foi não. |
| 5.20 | 2026-08-25 | AS DECISÕES DELE SOBRE A ONDA 2, e três delas mudam REGRA e não peça. ⭐ NASCE A TERCEIRA VARIANTE DE RODAPÉ, compacto (8 mm, uma linha de contato, sem grafismo, área útil de 241 mm), e com ela a regra de uso das três como [LEI]: ofício só para carta e correspondência formal; orçamento para documento técnico e comercial; compacto onde área útil é o recurso escasso. Verbatim dele: "o foco é otimizar a area útil para caber mais informação com o foco em diminuir o numero de paginas sempre". Quatro peças da Onda 2 estavam na variante errada, todas com o mesmo argumento plausível — argumento plausível não vence prioridade declarada. ⭐ E a variante nasceu de uma PEÇA, não de uma proposta: o rodapé de uma linha existia local no diário de obra e ele o reconheceu como padrão ("é um modelo de rodapé"). Ganho medido numa pasta real: 1 folha em 6, 16,7% menos papel. ⭐⭐ A MR-P12 DEIXA DE SER BLOQUEIO, e o que a substitui é uma FRONTEIRA que ele pediu: "o DS nao seria um template que depois onde fosse ser produzido seria visto as regras do local?". A fronteira NÃO é "produção × design" — é "MUDA O DESENHO × NÃO MUDA": a sangria de 3 mm e o piso de 0,25 mm são restrições de produção e mudam o desenho, então ficam; tolerância de faca, posição de furo e margem de vinco saem. O DS entrega o template e a lista declarada de restrições, nunca um "arquivo de produção". Cinco peças deixam de esperar. ⭐⭐ A §17.6 ganha a fronteira da peça que NÃO compartilha o campo visual, mas É o campo visual (veredito dele: "normal de segurança deve seguir as cores da norma de segurança, nao podemos impor nosso DS sobre isso"): em peça de segurança, quando a norma colide com a identidade, a NORMA GANHA. Na família NR-10 a assinatura é monocromática, pela NR-26 26.1.4. ⚠ E o que NÃO sai está declarado: tinta de texto fica — reduzir cor não é apagar tinta. Custo medido: contraste MELHORA (9,37:1 → 21,00:1) e o reconhecimento a distância piora só na placa A3 (1,75 m contra 4,0 m de premissa). |
| 5.19 | 2026-08-25 | AS DUAS PENDÊNCIAS DE DADO FECHARAM, e as duas confirmaram o canônico. ✅ MR-P15: "o contrato está correto" — três itens separam o Essencial do Premium, não um; a peça já estava assim, então o veredito não mudou artefato, mudou o ESTADO da regra, de divergente para confirmada (divergência aberta convida a próxima sessão a "consertar" o que está certo). Fica registrado o que o Essencial NÃO tem — nem suporte por WhatsApp/telefone, nem apoio junto à concessionária —, porque é contraintuitivo: não se pode presumir que "todo plano tem um canal de suporte". ✅ MR-P14: o endereço de Governador Valadares é Rua Duarte Coelho, 205, e o canônico estava certo nas DUAS vezes em que foi questionado — primeiro contra o orçamento, depois contra o CONTRATO. Nenhuma peça alterada; a ação virou correção do material em circulação e do contrato que o cliente assina. ⭐ Régua: decisão tomada com uma evidência merece ser reapresentada quando aparece outra — e foi por NÃO ter sido alterado "para casar com o material" que o canônico seguiu servindo de referência. |
| 5.18 | 2026-08-25 | O CONTRATO-MODELO FECHA AS CINCO LACUNAS DO SEED PLUS e a §12.10 passa a poder afirmar o que antes era proibido: o escopo da manutenção preventiva (reaperto de conexões e estruturas · medição de grandezas · limpeza de inversores, disjuntores e DPS · limpeza dos painéis), os prazos de execução (90 dias para a primeira, 30 para data fora da programação, 15 para verificar corretiva), renovação automática, reajuste, e que é VENDA ANUAL parcelada em 12×, não mensalidade. As obrigações do contratante entram nas observações — proposta que esconde a obrigação do cliente cria surpresa na execução, e surpresa chega como reclamação, não como aditivo. ⭐ A VALIDADE É POR TIPO DE SERVIÇO, não constante da empresa: função da volatilidade do custo — SEED Plus 10 dias, energia solar 5, porque o preço do material muda. Pesa mais na §12.7, que serve material E serviço. ⚠ MR-P15 aberta: ele afirmou que só a preventiva separa Essencial de Premium, mas o orçamento E o contrato trazem matriz idêntica com três itens de diferença — a peça segue os documentos, porque é o contrato que obriga. §12.9: as três peças antigas do cartão foram removidas com o ponteiro da §7.4-d repontado ANTES, e as evidências de gate ganharam veredito próprio [hist] na PF-01. |
| 5.17 | 2026-08-25 | §12.10 A PROPOSTA DO SEED PLUS — a peça em que o cliente ESCOLHE. Três folhas, itens 1 a 10 contínuos, matriz comparativa dos três planos (2 · 4 · 7 itens, do sobreaseed.md §6) e um campo que a §12.7 não tem: PLANO CONTRATADO, destacado na folha que se assina — sem ele, o que foi contratado depende de memória. Preço por USINA, não por cliente. ⚠ A marca de "inclui" é Unicode explícito com aria-label, nunca fonte simbólica: o orçamento de origem usava Webdings (a = ✔, x = 🚫), e lidos como letras os dois não dizem nada — marca em fonte simbólica morre em extração de texto e em leitor de tela. ⚠ table-layout:fixed é obrigatório na matriz: no layout automático o width de célula é SUGESTÃO, e o navegador deu à coluna de descrição menos espaço que às de marca (48/41/41/41 mm), levando cada linha a 29 mm. §12.4 ganha a trava 7: nenhuma marcação aparece como texto na peça (guarda-escape.py, ES-01/ES-02) — três ocorrências num dia, todas por o contrato de escape não estar declarado, e uma delas estourou uma folha em 167,7 mm; ⭐ isinstance(str) NÃO é teste de "precisa escapar". |
| 5.16 | 2026-08-25 | A RODADA DE CORREÇÕES DELE SOBRE A ONDA 1 — e ela rendeu uma LEI NOVA. ⭐ §7.4-f: o grafismo de linha exige span ≥ 125 mm para cumprir o piso de 0,25 mm, medido em nove spans (78 mm → 0,157 · 124 mm → 0,249 · 125 mm → 0,251 · 170 mm → 0,342). Altura do divisor e espessura do traço são a MESMA grandeza, então não há como encolher um sem o outro — peça menor que 125 mm SANGRA o grafismo ou não o usa. §12.9 CARTÃO 90×50 refeito do zero por veredito dele ("nada é definitivo. se podemos melhorar, vamos melhorar"), e o erro que o fundou vale a lei: medi 0,250 mm nos arquivos antigos e concluí escala 1:1, mas eles usam OUTRA cena do grafismo — ⭐ medir o artefato antigo não substitui medir o INSTRUMENTO que vai gerar o novo. §12.7 a proposta virou UM documento numerado de ponta a ponta (itens 1 a 15 atravessando as duas partes, folhas 1 a 4 "de [N]", total como placeholder porque depende do preenchimento), sem duplicação entre as capas, com o RESUMO DO INVESTIMENTO e os OPCIONAIS subindo para a capa comercial e o PRAZO vindo da técnica para lá (art. 40 do CDC exige datas no ORÇAMENTO), e sem campo de assinatura na técnica — assinar duas vezes o mesmo negócio cria a dúvida de qual das duas obriga. §12.5 a grade de soluções da pasta refeita: cinco filetes curtos liam como cabeçalho de tabela; entram rótulo, UM fio contínuo e numeração 01–05. ⚠ E a régua do <br> pegou o próprio autor — o comentário que eu escrevi ao lado dela afirmava uma largura que eu NÃO tinha medido. |
| 5.15 | 2026-08-24 | A ONDA 1 DA F8 FECHA COM SETE PEÇAS — §12.5 a §12.8, todas estável. §12.5 PASTA A4: capa de uma face, duas variantes que exercitam a matriz §5.1 (branco → logo principal; brand-deep → mono-negativo), logo ao centro pela §5.3; ⚠ NÃO é o arquivo de produção, porque a MR-P12 (margem de vinco) está aberta, e ⚠ NÃO é o F6-pasta-A4.html, que é evidência do gate do GRAFISMO em razão A4. §12.6 ENVELOPE (ofício 229×114 pela ABNT NBR 13314, saco A4 240×340 de mercado e declarado [não conferido]): ⭐ a regra que manda na peça não é da marca, é dos CORREIOS — 20 mm na base da frente são da máquina de triagem (guia CEPNet, ÁREA 4), e a serra para a 23 mm; três faces por formato, porque guia impressa em envelope é defeito de produção. §12.7 PROPOSTA: modelo PADRÃO e FLEXÍVEL fixado por ele (só material · só serviço · ambos; fotovoltaico e SEED Plus fora), DOIS documentos (técnica sem preço, comercial que não vale isolada), PRAZO como bloco próprio pelo art. 40 do CDC, e a moldura IMPORTADA do gen-timbrado.py em vez de copiada — o que se provou no mesmo dia, quando a correção PP-P2 propagou sozinha. §12.8 ASSINATURA DE E-MAIL, que NÃO é peça física e por isso não declara alvo-fisico: ela DERIVA do ea-assinatura.html com prova de derivação byte a byte, e a folha de gate mostra os quatro estados reais (com Montserrat, na pilha de reserva, com imagem bloqueada, a 320 px). ⚠ §12.4 ganha a regra 7: a evidência tem de ser FRESCA e isso se prova — quatro peças ficaram com o PNG de um commit anterior ao do próprio HTML, e nenhum instrumento olhava para essa relação. |
| 5.14 | 2026-08-24 | A CAMADA FÍSICA GANHA AS TRÊS PRIMEIRAS PEÇAS DA F8 — §12.1, §12.2 e §12.3, todas estável, com gerador, mock renderizado e regeneração byte-idêntica. §12.1 PLACA DE OBRA [LEI] (Lei 5.194/66 art. 16 + Res. CONFEA 407/1996 — a lei fixa o CONTEÚDO e não a FORMA, e é isso que faz dela peça do DS): dois tamanhos, campos como placeholder, e ⚠ a MR-P11 morde aqui de um jeito não óbvio — o simbolo-principal.svg CARREGA o amarelo, então placa de canteiro usa o MONO-NEGATIVO; a violação estaria dentro do asset oficial. §12.2 TIMBRADO A4, cujo entregável é a ÁREA ÚTIL: 170 × 205 mm a partir de (20, 44), impressa no próprio arquivo para a proposta e o laudo LEREM em vez de redescobrir — o plano fixa que os três nascem dele. §12.3 COMPROVANTE DE PONTO (fecha a PT-P1): Portaria MTP 671/2021, REP-P, NSR, PAdES; a peça mais sensível do acervo em LGPD, porque a norma exige nome e PIS. §12.4 fixa o que passa a valer para toda peça física — incluindo a régua nova: ⭐ peça prova que consome token MEDINDO no navegador, nunca conferindo que a string está no arquivo (a guarda-peca-token.mjs nasce de um :root aninhado que fez uma peça inteira renderizar SEM NENHUM token, parecendo certa). |
| 5.13 | 2026-08-22 | A MR-P11 RESOLVE — saída (a) aprovada por veredito ("essa está aprovada, pode propagar"): o amarelo de marca não entra em peça instalada em ambiente com sinalização de segurança; nessas peças a assinatura é turquesa e branco; papelaria, escritório e digital mantêm o acento único sem restrição. Uma regra, uma fronteira. Propagação feita com verificação de conformidade contra o que foi construído depois da recomendação (ordem dele na mesma data): único amarelo novo desde então é o marcador da v5.12, elemento de papelaria/digital, fora do escopo — sem conflito. Desbloqueia as peças 2.9 (sinalização) e 3.2 (uniforme/EPI) do plano-producao-pecas.md; a placa de obra (1.1) já era desenhada sem amarelo e fica correta. Nenhum hex muda. |
| 5.12 | 2026-08-22 | Os três usos INTERNOS do grafismo ganham geometria canônica e a pendência §17.3 FECHA. Nasce 06-validacao/geradores/gen-detalhe.py (traçado extraído do gen-zero-formatos.py por AST, nunca redigitado) e os 5 assets de referência em 03-assets/grafismos/. TEXTURA = a cena Z3 inteira a ≤10% — supersede as "2–4 linhas paralelas" da §7.6, por veredito: "vc tem que criar essas linhas igual as do rodapé que já estão aprovadas" (paralelismo é ritmo; serra é profundidade, §7.1); reclassificada como uso interno do SERRA-CENA. DIVISOR = a imagem do rodapé repetida emendada com corte no limite direito (verbatim: "a quantidade de cópias que precisar em sequência emendadas, e o que passar do limite do lado direito vc corta"); altura natural = largura/12,7; piso de leitura = §7.2 (regra já feita, escolhida por ele sobre um piso novo em px); sem teto; escala proporcional (§7.4). A EMENDA é a §7.3 aplicada: toque exato natural (a máscara de oclusão aprovada corta a ponta do FUNDO na crista da cópia seguinte) + mergulho da ponta esquerda abaixo da faixa, na zona que a moldura já cortava. MARCADOR = o risco aprovado fica intocado, inclusive o amarelo: quando o "apenas o turquesa" da Fase 2 colidiu com o §78.3-6, o veredito foi "prevalece o veredito que vc achou já estabelecido". Sangria por tipo de arquivo (§7.4-e): o transbordo natural de 6% cobre os 36px em todo formato impresso (cartão 63,78px · A4 148,80px) — nenhum desenho novo. Alternativas descartadas, cada uma com o número que a matou: 4 políticas paramétricas de amplitude (todas trocavam n=7 por 3 — redesenhavam a curva; a lei do §76.4 já respondia), duas linhas contínuas defasadas (só 17,5% de oclusão real — fita trançada), cadeia de arcos (fatiava o desenho), cena reduzida (o piso de traço da serra exige F≥58,64 — "profundidade custa altura"), cópias com profundidade alternada (linha listrada; §7.2 exclui oclusão do regime), descida-A construída (a natural já existia; construída abria talho ou nó). Lição de instrumento: a composição roda PURA sobre o desenho intocado — modificar fundo_v antes de compoe() desloca os retângulos de supressão de fragmento e o corte cai no meio do ar. Nenhum hex muda; nenhum traçado aprovado muda. |
| 5.11 | 2026-08-22 | A §7.4-e ganha a regra do ARQUIVO SOB DEMANDA, por veredito dele: "sobre a producao, apenas o mock, quando for ter a producao de alguma peça especifica, ai sim trabalhamos o arquivo de producao para aquela demanda". O entregável padrão de toda peça passa a ser o MOCK; o arquivo com sangria (e a faca, quando houver dobra) só é feito quando existe a compra. Motivo: arquivo de produção feito antes da demanda envelhece — a gráfica escolhida pode pedir 5 mm em vez de 3, ou faca diferente, e o arquivo pronto vira arquivo errado com aparência de pronto. Nenhum valor muda; o que muda é quando o arquivo nasce. |
| 5.10 | 2026-08-22 | Nasce a §7.4-e: SANGRIA de 3 mm e MARGEM DE SEGURANÇA de 3 mm em peça impressa, por veredito dele: "a sangria vc tem que usar o que o mercado indica nas suas pesquisas. acredito que 3+3". E o MÉTODO entra como regra, também dele: "vc tem que deixar o desenho dentro da area real, e a parte da sangria vc cresce o desenho" — a composição é definida para a área de corte e não se mexe; a sangria é crescimento para fora. Consequência formal: passam a existir dois tipos de arquivo — GATE (tamanho do corte, é o que a GR1 mede e o que ele aprova) e PRODUÇÃO (corte + 3 mm) —, cada um declarando o próprio papel no artefato (<meta name="papel">, corte-px, sangria). Medido: a serra toca 3 bordas, logo sangria é obrigatória; e o conteúdo do cartão está a 4,24 mm do corte, folga de 1,24 mm contra a margem de 3 mm — o layout aprovado cabe sem mexer. Sangria em px arredonda para cima (36 px = 3,05 mm), mesma regra do piso de traço. A guarda MM1 ganha as cláusulas MM1-d e MM1-e. Fica aberta a MR-P12: peça com dobra/vinco tem margem própria e a pasta A4 com aba não existe como arquivo de produção. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma composição muda. |
| 5.9 | 2026-08-22 | A §12 ganha o INVENTÁRIO AMPLIADO e a §17 ganha a pendência MR-P11. O inventário de peças físicas da §12 era o do Manual 2018 e não continha uma única peça específica de engenharia elétrica — faltava a classe regulada por lei e por norma. O levantamento completo (36 peças em 5 famílias, com fonte por peça regulada) passa a viver em inventario-pecas-ds.md v1.0, estado proposta. Peças reguladas identificadas: placa de obra (Lei nº 5.194/1966, Art. 16 + Resolução CONFEA nº 407/1996 — conteúdo obrigatório, forma livre, logo é peça legítima de DS) e sinalização de segurança elétrica (NR-10 item 10.10.1, sete situações; cores pela NR-26 → ABNT NBR 7195). Nasce a pendência MR-P11: o amarelo de marca #FAD61D colide em SIGNIFICADO com o amarelo normativo de advertência da NBR 7195 em ambiente industrial. Nenhum hex muda, nenhuma regra é revogada — o que entra é o registro do conflito e o apontamento do inventário. |
| 5.8 | 2026-08-22 | Esclarecimento normativo na §7.4-c: o piso de 0,25 mm não pode ser violado pelo ARREDONDAMENTO. Ao aplicar o fator de escala, o menor peso arredonda para CIMA. Motivo medido: na pasta A4 (11,80952 px/mm) o arredondamento normal devolvia 0,24980 mm — 0,0002 mm abaixo do canon, e a guarda nova pegou. A §7.4-c passa a nomear DOIS instrumentos com papéis distintos: a guarda guarda-piso-mm.py (contrato MM1, alvo de pasta), que julga contra o piso do canon, e o diagnóstico mede-traco-mm.py, que compara com pisos de mercado. E fica escrito como uma peça declara que é impressa: <meta name="alvo-fisico"> no próprio artefato — nunca por nome de arquivo; peça sem a declaração sai [n/a] nomeado. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhum teto muda. |
| 5.7 | 2026-08-22 | Nasce a §7.4-d: a medida física do cartão é 90×50 mm, o padrão BRASILEIRO. Veredito do Rafael, verbatim: "escolho B / qualquer ajuste é minimo se precisar fazer, e o desenho se ajusta hoje proporcionalmente". SUPERSEDE os 89×51 mm, que eram 3,5×2 polegadas — medida de EUA/Canadá que entrou como default de ferramenta, nunca como decisão de marca (não há registro de escolha). A §7.4 ganha o teto do novo formato (84px de 590 = 14,2%) e a linha antiga fica marcada como HERDADA, mantida só porque o acervo dos 7 formatos ainda está na razão 1,745. Medido: o piso de 0,25 mm da §7.4-c atravessa a troca de formato (0,250 mm nos três formatos testados), o verso reverso segue PASS, GR1 nas peças largas 15·0·0 e o acervo dos 7 formatos 21·0·0 — nenhuma regressão. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda. Pendência nova MR-P10: SANGRIA — o verso é fundo cheio e nenhuma peça do projeto tem área além do corte. |
| 5.6 | 2026-08-22 | Nasce a §7.4-c: PISO DE TRAÇO EM MILÍMETROS para peça impressa. Veredito do Rafael, verbatim: "saída B — piso de 0,25 mm por ESCALA, e só para peça IMPRESSA". Piso 0,25 mm, aplicado por ESCALA (fator único em todos os planos), só em peça com alvo físico declarado. Motivo medido: a lei do traço da §7.4 é em px, logo o traço físico dependia da resolução de exportação; o verso do cartão passava o piso digital reverso por 0,004 mm (2% de margem) e agora tem 42%. Escala e não grampo porque grampo achata 4 pesos em 2 e a hierarquia de peso é uma das três condições do §7.1. Escopo declarado: peça de TELA fica de fora, e o marcador de seção (risco amarelo, 0,170 mm) fica intocado até veredito próprio. Nenhum hex muda; nenhuma regra da v5.0 é revogada. |
| 5.5 | 2026-08-21 | Nasce a §7.4-b: o teto do grafismo no TOPO é de LARGURA, não de altura. Veredito do Rafael, verbatim: "o ponto é medir a aplicação na largura se atende ao desenho selecionado para o topo, a altura nao importa". Teto: F ≤ w / 6,5625, razão derivada da própria peça aprovada (w=420, F=64). SUPERSEDE a leitura de que o topo respondia a 15,24% da altura e só na razão 1:1 — aquele número passa a ser descrição da peça, não o teto, e peça larga deixa de precisar de veredito novo. Escopo declarado: só o topo; o rodapé segue com os tetos por formato da §7.4. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma regra da v5.0 é revogada. |
| 5.4 | 2026-08-21 | A §7 (Grafismo v2) é reescrita: nascem os DOIS REGIMES — DETALHE DE LINHA (o uso original, teto de ~8%) e SERRA-CENA (3–4 planos com cruzamento, oclusão e hierarquia de peso, com tetos POR FORMATO). Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma regra da v5.0 é revogada — o teto de ~8% continua valendo para o regime de detalhe e o teto de área ≤10% continua valendo para os dois. Novidades: §7.1 a ORIGEM do desenho (as ondas são montanhas — dita pelo Rafael em 2026-08-20 e que não estava escrita em documento nenhum) mais as três condições de leitura de plano e o critério do MOVIMENTO · §7.2 os dois regimes, com o número que os separa (a serra precisa de ~15% da altura para LER como serra; abaixo disso ela não fica discreta, desaparece) · §7.3 os DOIS MODELOS de serra-cena com regras INDEPENDENTES — arcos no RODAPÉ (PADRÃO, toque exato) e montanha no TOPO (OPÇÃO, oclusão com folga), por veredito dele: "considere que o topo segue uma regra e o rodapé outra regra" · §7.4 a LEI DA ESCALA (forma constante em unidades de faixa, razão natural w/F = 12,7) e os tetos aprovados por formato (cartão 13,8% · banner 11,8% · capa 15,7% · topo 15,24%) · §7.5 a cor do grafismo só em stops da rampa canônica, com o precedente registrado do hex inventado que foi retirado por ordem dele (#0A6B60 → #006C62, ΔE76 = 1,03) e a REGRA §0-b · §7.6 tabela consolidada de usos · §7.7 os vetores da serra-cena existem como GERADORES, o que muda o estado da pendência §17.3. Especificação completa e medições em seed-componentes.md §76; registro da rodada em validacao/MANIFESTO.md §103. |
| 5.3 | 2026-08-14 | A §3.6-b é promovida a estável pelo gate visual do Rafael sobre o seed-composicao-preview.html v0.1 (veredito G3: as seis posições da paleta de entidade aprovadas; veredito G4, na mesma sessão: marcador de "agora" em turquesa-600 fixo nos dois temas — registrado no CP24 do seed-composicao.md v1.1, terceiro membro da classe invariante de tema). Nenhum hex muda. |
| 5.2 | 2026-08-14 | Nasce a §3.6-b — REGRA DE ADMISSÃO DE COR DE ENTIDADE (rascunho, gate visual pendente; SUP-5 do confronto de referências). Nenhum hex muda, nenhum vetor muda. Cor de entidade sai de paleta FECHADA (decisão Q1) e só é admitida passando 4,5:1 com uma de duas tintas declaradas (entity-ink-dark = cinza-900 · entity-ink-light = branco) — verificação estática na definição da paleta, nunca em render. Medição de 120 pares (6 famílias × 10 stops × 2 tintas): stops 50–400 admitem a tinta escura (pior 5,03) · stop 500 de QUALQUER família é inadmissível (zona de cruzamento, pior 4,30) · stops 600–900 admitem branco (pior 4,60). A paleta de 6 posições proposta e o consumo em composição vivem no seed-composicao.md §7 (novo 12º canônico da Fase 2). Precedente interno: a regra do amarelo do §3.6 já era tinta-por-cor. |
| 5.1 | 2026-08-13 | Registro da rodada do §48 Painel, sem mudança de paleta nem de logo — os 8 hex canônicos e os vetores seguem intocados. Três seções novas: §3.5-b — a régua de ação foi CONFIRMADA; uma proposta de ação em azul-800 viveu num preview, conflitava com o §3.5 e foi retirada no mesmo dia, sem nunca chegar ao canônico (a camada de tokens sempre teve action-primary = #098475). §3.5-c — nasce a ÂNCORA DE ÊNFASE: uma por página, cromática e não escura, base turquesa-400 com tinta única turquesa-900, anel turquesa-600 e véu de luz a 35%; com as três alternativas reprovadas e seus números. §3.5-d — a TINTA DE TEXTO passa à família da marca, só o texto: bordas e superfícies ficam neutras e a página branca, como faz a referência medida, e porque esverdear a superfície roubaria o contraste de saturação da âncora (medido: 2,71 → 2,21). Valores e medições no seed-tokens.md v1.9. |
| 5.0 | 2026-07-30 | Rebranding de aplicação (Fase 2 do DS v2). Hex e vetores intactos. Novidades: fundamento com 3 princípios (§2), Pantone/CMYK resgatados + errata azul-claro (§3.1), integração com tokens v1.1 (§3.2, §11), lei 70/20/10 (§3.3), hierarquia dos amarelos (§3.4), papel do azul (§3.5), contraste medido (§3.6), tipografia 2 famílias com JetBrains Mono e aposentadoria de Indie Flower/Neo Tech (§4), logo responsivo + matriz de posição (§5.2–5.3), EEny desacoplado com parcimônia (§6), Grafismo v2 de linhas (§7), fotografia real (§8), ilustração linha-primeiro (§9), linguagem editorial (§10), camada física (§12), aplicações atualizadas (§13), supersedes consolidados (§16). Morte do erp-seed-design.md. Base: auditoria do Manual 2018 + pesquisa de referência (Carbon, Polaris, Atlassian, WGSN) + decisões aprovadas pelo Rafael na conversa do rebranding. Revisão por pesquisa aplicada pré-publicação (2026-07-30): kit de favicon padrão 2026 (§5.2), esclarecimentos de aplicação da lei 70/20/10 (§3.3), papel social do EEny recalibrado — de restritivo demais para ativo estratégico com regras (§6), legibilidade quantitativa de frota (§12), clear space como razão (§5.5), pendências 5 (§17). Decisões de 2026-07-31: camada expressiva Montserrat 800/900 para display de marketing e Caveat como fonte celebratória oficial (§4.3), escolhida em comparativo real vs. Shantell Sans e Kalam — fora dos tokens por decisão (garante a fronteira de UI). |
| 4.1 | 2026-07-17 | Espelho público dos assets no Drive (22 FILE_IDs) com padrão de embed e fallback. |
| 4.0 | 2026-07-17 | Reescopagem: arquivo exclusivamente visual; institucional movido ao sobreaseed.md; correção de endereço; fronteiras formais; regra das 8 cores; registro do #0d8f82. |
| 3.2 | 2026-05-09 | Assets reais de 02_assets/ formalizados; variantes 9→14. |
| 3.1 | 2026-05-09 | Expansão digital: tokens, escala, spacing, grid, foto/ilustração, componentes. |
| 3.0 | 2026 | Migração para Cowork, conversão para markdown estruturado. |