Ir ao conteúdo
SEED engenhariaDesign System

Marca SEED

18. Versionamento

marca-seed.md v5.37 · §18seção 19 de 1918-versionamento.md · MD5 74adf85c
Versão Data Mudança
5.37 2026-09-06 §13 deixa de apontar para as skills seed-ds-* (substituídas pela skill única seed-ds, F9.5, MANIFESTO §168) e passa a apontar para o §12, os templates de 07-pecas/ e o canônico novo seed-praticas.md (boas práticas de mercado, com regra de precedência). Nenhuma regra visual muda.
5.36 2026-09-06 A REGRA DA EMENDA do grafismo (§7.6) — veredito dele sobre a vitrine (F9.3, MANIFESTO §165): os SVGs de referência de 03-assets/grafismos/ nunca se repetem (CSS repeat, cópias lado a lado, recorte); para outra largura se gera pelo gen-detalhe.py, que é o único dono da emenda (§7.3). Nasce a guarda transversal guarda-grafismo.py. Nenhum desenho muda.
5.35 2026-09-05 O veto dele sobre os glifos ("muito grosseiros"; "subestação pode ser uma torre de alta tensão") virou medição e três decisões (MANIFESTO §149–§151): traço óptico 1,25 nos destaques (o traço 2 do set ampliado 15× dava 4,2 % do diâmetro contra 1,3–2,0 % no segmento — medido em 9 perfis) · transmission-tower NOVO no set, desenhado a partir do modelo em imagem que ele mandou, na densidade máxima que lê a 24 px reais · generator REDESENHADO a partir da foto dele · set a 31 glifos e o seletor §65 com a régua da última linha incompleta (decisão dele). §12.31 atualizada. IC-P2 corrigida no inventário e na bancada.
5.34 2026-09-05 O fechamento das pendências (MANIFESTO §147–§148): ele aprovou a remoção dos 48 estudos das capas (saíram), não vetou nada, autorizou o upload do kit de favicon para o espelho público — FV-P2 fecha de vez (subpasta Logos/Símbolo/favicon/, 10 FILE_IDs na §5.4 lidos pela API, prova de download por MD5) — e mandou criar os glifos: FV-P5 fechada com hard-hat e solar-panel-plus no set §45 (v1.39, 30 glifos); §12.31 atualizada (os oito destaques com ícone). A fila do item 9 do §17 zera. Achado registrado para a fila do seed-componentes.md: IC-P2 (o inventário §45.3 diz que o Lucide não tem solar-panel; tem).
5.33 2026-09-05 AS PENDÊNCIAS ANTES DA F9 — ele mandou resolver a fila antes de abrir a fase (MANIFESTO §144–§146). PI-P1 fechada por veredito (a placa da distribuidora é fabricada pela norma dela) · SN-P10 fechada por CONFIRMAÇÃO do veredito de 25/08, agora com os renders que faltavam (opções A/C/B na mesma escala) · FV-P2 executada (kit rasterizado pelo próprio gerador, 17/17 determinístico; §12.26, tabela nova no espelho §5.4 aguardando o upload dele) · §12.30 capas de rede social nasce (FV-P1 + FV-P3: LinkedIn A · Facebook C · YouTube A+ · X A não publicada · WhatsApp A; formatos com fonte, avatar medido em captura, pesquisa de mercado) · §12.31 destaques do Instagram nasce (FV-P4: 8 destaques com o set de ícones §45, composição C escuro por delegação, medida no tamanho real) · nasce FV-P5 (glifos para Obras e SEED Plus). Instrumento: render-peca.mjs e guarda-peca-fresca.mjs aceitam alvo-tela para peça de tela com tamanho fixo em px. Resíduo para o gate seguinte: tabela de remoção dos 48 estudos das capas.
5.32 2026-09-04 A ONDA 3 FECHA E ENTRA NO CANÔNICO — nove specs novas (§12.22–§12.29 + §12.2-b), e com ela a F8 inteira. Última decisão aberta respondida em 2026-09-04 (MANIFESTO §142: R6-U1 "Linha 2 — cor da marca" · R6-U3 "20 mm" · R6-REM "aprovo a remoção (…) deve ficar salvo e registrado o desenho aprovado de todos os lados do carro" · R6-VETO "todos ficam"). ⭐⭐⭐ §12.22 FROTA — a peça que ele apontou como faltante nasceu do zero, foi REPROVADA por erro de categoria ("pensar na adesivagem dos carros como peças de papelaria é errado") e voltou como arte final DITADA por ele: 4 veículos × 3 vistas, cordilheira em escala de lataria (F 353–419 mm, traço ≥ 9 mm), traseira pelo modelo da FOTO REAL da Strada e sem ondas, EEny pose 07, 5 áreas de foto a 150 DPI, contato a 45/45 mm; nasce a tipografia do contato (§138.1) — o bicromatismo da logomarca espelhado em 0800/site, com ícones e a segunda fonte na lista; a regra do formato veículo (9 itens) decidida e promovida. §12.23 UNIFORME/EPI — a E1 refina a MR-P11 ("podemos usar o amarelo, mas atendendo essas condições do padrao da propria logo"); 4 cores de escritório; a regra geral do bolso (com bolso → vertical no bolso; sem → horizontal); campo cinza com logo branca direto; boné = símbolo, chapéu/capacete = vertical; gola interna turquesa nas 4 decidida com estudo de mercado; colete refeito com prova de interseção no DOM (0 de 10) depois de o gate ver o número sobre a faixa — guarda que mede com a constante do gerador confirma o gerador. §12.24 ONE-PAGERS — dor→solução, coluna de foto, radar com fonte, 2 números ("+10 anos de mercado"), estatística redundante não se cria. §12.25 ROLL-UP + TOTEM — institucional clean + comercial A/B ("a da BV financeira…"), ondas canto a canto SÓ nas comerciais ("mas nao é regra"), zona de sacrifício 250 mm, toque de 0,00 mm no amarelo consertado. §12.26 FAVICON/AVATARES — as 5 decisões (® sempre · margem 0% · escuro colorido · 2 fundos oficiais · maskable 40% W3C); raster e capas de rede fora, por decisão. §12.27 PLACA DE INSTALAÇÃO CONCLUÍDA — voluntária pelo texto da lei, 2 tamanhos sub-múltiplos da chapa, sem amarelo ("nesse caso da placa sim"), QR real wa.me em 4-Q com segno 1.6.6 (leitura por celular é etapa do gate). §12.28 PORTFÓLIO — template com fotos em branco, sem RT ("a empresa é o foco"), rol de fotos. §12.29 AGENDA — o brinde mudou de veredito ("não precisa ter""gere um layout para agenda"): 3 capas, 2 contracapas, sem ano, Cidade/UF. §12.2-b MARCA D'ÁGUA — E1 explodida aplicada nas 12 peças, P3 cantos opostos oficial, símbolo medido pelo CORPO (a caixa do viewBox fazia 58 mm virarem 40), ® fora por recorte, tinta 700 nos números (o furo dos 4,60:1 contra o branco puro). §17: fecham os itens 4 (redesenho executivo — F8) e 7 (kit de favicon; capas de rede ficam como FV-P1); o item 2 ganha matéria (quatro listas de fotos); nascem PI-P1, FV-P1/P2 (as demais divergências da auditoria de fechamento — gola no gerador, capôs de Saveiro/Strada, rename da folha da regra, PNG das institucionais, docstrings defasadas — foram resolvidas ANTES desta promoção, não nomeadas). Roadmap v2.3: F8 FECHADA, três ondas; próximo = F9. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda.
5.31 2026-09-03 O diário de obra perde o furo (R5-M3, §140)"nao se usa mais furo": corpo a 7 mm como o rodapé, colunas proporcionais em 196 mm; §12.15 anotado. Na mesma rodada, sem mudança de canon: a repetitiva oficial da marca d'água é a P3 (cantos opostos), a E1 segue aplicada; o colete foi refeito com prova de interseção contra as faixas refletivas (a folga declarada antes media uma constante errada do gerador — §141.1); a gola interna ganhou estudo de mercado antes da decisão (§141.2).
5.30 2026-08-31 A MOLDURA AMPLA promovida ao §12.2 (R4-M2, MANIFESTO §139) — margem 7 mm (o limite é a zona de exclusão X da logo, 6,72 mm medidos no asset), cabeçalho 29, rodapés 33/22/8, área útil 196×227/241/256 a partir de (7,29); +24,6% de área no orçamento. Propagada à família inteira (~45 peças regeneradas, colisão medida no DOM em todas: laudo e checklist tinham tabelas presas em 170 mm e foram realargadas com conta declarada). Nasce junto: a marca d'água de contorno do símbolo EXPLODIDO (360 mm, sangrando as 4 bordas, ® fora por conta) na família orçamento/proposta/portfólio, e a tinta dos números de seção sobe de turquesa-600 para 700 — o furo achado na re-medição: 600 mede 4,60:1 sobre o branco PURO, e qualquer véu o derruba (régua nova: contraste se confere contra o pior fundo que a peça admite).
5.29 2026-08-27 A ONDA 3 ABRE, por ordem dele ("Vamos abrir a 3 onda, tudo em paralelo") — e três vereditos moldam o escopo ANTES da produção.(a) o conteúdo dos one-pagers é produzido por mim ("vc deve produzilos, nao eu"), com fonte única no sobreaseed.md — nada fora dele entra na peça (§14.1); ⭐⭐ (b) o item 3.4 (material próprio do Diagnóstico 360°) SAI da onda e do DS — veredito dele: é serviço que a SEED vende, não marca com identidade própria ("diagnostico 360 nao consigo ver ele tendo material de DS (...) é um serviço que vendemos"); ele vive como conteúdo dentro do one-pager de Consultorias; ⭐ (c) o portfólio nasce como TEMPLATE com área de foto em branco ("deixe em branco o local da foto") + lista das fotos necessárias entregue no fechamento — foto real é insumo de produção, não de DS. Escopo final da onda: 7 itens ≈ 15 peças (3.1 frota · 3.2 uniforme/EPI · 3.3 one-pagers ×5 · 3.5 banner/roll-up + totem · 3.6 kit favicon + avatares · 3.7 placa de instalação concluída · 3.8 portfólio + brinde). Registro operacional no plano-producao-pecas.md §6.
5.28 2026-08-27 OS MARCADORES DE ESTADO MENTIAM, E UMA PENDÊNCIA ESTAVA ÓRFÃ HÁ TRÊS DIAS — achado ao responder "quanto falta pra finalizarmos o DS?". ⭐⭐⭐ A pergunta dele é respondida LENDO ESTA LISTA e o seed-ds-roadmap.md, e os dois estavam defasados: (a) CT-P8, PF-P2, FT-P1 e GT-P1 foram fechadas na v5.27 e o fechamento foi escrito só no changelog — as quatro entradas continuaram marcadas ⏳, ou seja, quem lesse a fila veria como aberto o que fechou ontem (mesma classe da defasagem que o roadmap pagou em 2026-08-22, quando uma sessão quase reabriu trabalho concluído 11 dias antes); marcador corrigido para ✅ sem reescrever o texto do achado, que é registro datado (regra CP31). (b)A SN-P10 nunca existiu como entrada: nasceu em 2026-08-24 dentro do PARÁGRAFO do §17.6 (perda de reconhecimento a distância da placa A3 NR-10 ao sair a tarja turquesa: logo 60 mm → legível a 1,75 m numa peça de 4,0 m) e três rodadas de "resolver tudo em aberto" passaram por cima dela, porque "em aberto" se lê NA LISTA. Agora tem entrada própria, classificada como decisão dele com custo em mm — sai com as duas opções renderizadas (§14.13). RÉGUA: pendência citada em prosa não existe; só existe o que tem entrada na fila, e ela entra no mesmo movimento em que é nomeada.
5.27 2026-08-27 A FILA ZERADA — dez pendências fechadas numa rodada, a mando dele ("resolva as pendencias em aberto, assim que acabar eu autorizo a onda 3").CT-P8 — CT1 no acervo: 168 PASS · 0 FAIL (era 32 FAIL). Dois consertos: a peneira aprendeu que texto alfanumérico é rótulo (botões "1"/"2" da paginação saíam como ícone e tinta de dígito nunca centra na caixa — é tipografia, não desalinhamento), e os três glifos tipográficos usados como ícone (⋯ ‹ ›) viraram SVG de viewBox simétrico — ⭐ glifo de texto como ícone mede a tinta fora do centro porque a em-box posiciona pela linha de base. ✅ PF-P2 — nasce a guarda-preview-contraste.mjs (contrato PF2): piso 4,5 texto normal / 3,0 grande — mais duro que o 3,0 das bancadas, porque folha de decisão é texto de leitura. Cobaia dupla provada, e na estreia achou 7 defeitos reais na folha (os .ok verdes a 4,23 sobre fundos tingidos); consertados com os pares DO SISTEMA (feedback-success-text, text-muted): 122 medidos · 0 FAIL. ✅ IC-P1 — encerrada como FALSO REGISTRO: o par real mede 5,62 nos dois temas, a gi2 dá 22·0 em duas rodadas, o arquivo não muda desde a fundação — e a rodada que a registrou usava a gi2 pré-conserto do contrato de alvo, com a sonda de placar do §130.10. ⭐ Pendência nascida de rodada com instrumento depois consertado se re-mede antes de se trabalhar.GN-P1 — cinco instrumentos ancorados (o remendo sai do .gitignore junto com o defeito), e os 4 captura-*.mjs tinham defeito MAIOR escondido: apontavam para o Chrome do container do Cowork — instrumentos mortos com aparência de vivos. Leitura na fixture viva de 07-pecas/, escrita na área ignorada — ⭐ evidência não se regenera, se preserva. ✅ SN-P14 — a MM1-e ganhou alcance declarado (%/calc/transform saem nomeados — 7 blocos no acervo que eram silêncio) e o regex de px aprendeu decimal (o antigo lia "5px" de "10.5px": número errado com cara de medido). ⚠ E o conserto quebrou a guarda no caminho — âncora de edição sem a indentação completa des-indentou um try e a MM1 passou a medir NADA (0·0·0, exit 0); a §14.9 pegou. ⭐⭐ Âncora de edição em python COMEÇA no início da linha, com a indentação inteira. Placar final: 185·0, idêntico, mais a cobaia reprovando como deve. ✅ FT-P1 — nascem os subsets woff2 da SEED (subset-seed/, fontTools instalado): 25–34 KB/peso, cobertura provada por cmap (JetBrains 50/50 técnico + 86/86 vivos; Montserrat sem ✓✗ porque o original não os tem). A GL1 aprendeu woff2 via fontTools OPCIONAL (sem a lib, volta ao [n/a] honesto) — e de brinde passou a MEDIR as 18 históricas. As 4 peças migraram: ~3,1 MB → ~290 KB (10×), GL1/MM1/render/fonte-efetiva todos verdes. ✅ RL-P1 — a §5–§6 da ISO 3864-2 lida por inteiro (texto extraído do PDF dele): só a etiqueta de impedimento está no escopo, e CONFERE (combination label §6.5: texto abaixo do sinal, painel retangular, severidade opcional ausente). As outras três eram classificação errada da rodada anterior — ⭐ "é etiqueta" não faz de uma peça um safety label: a norma agrupa por FUNÇÃO (comunicar perigo), não por formato. ✅ RD-P1 — medida com o interruptor CHROMIUM_DETERMINISTA=1: quatro placares idênticos → não estender (placar de tela é invariante; instrumento de tela consome placar, não PNG). ✅ RD-P2não reproduz: 12 capturas em 12 processos separados, 12 MD5 idênticos. O fenômeno sumiu antes do isolamento, e encerrar assim é mais honesto que atribuir causa sem reprodução.AD-P5 — a convenção de MOCK DE TELA em 07-pecas/ vira texto (§12.15): superficie=tela + alvo-tela + estatuto + papel-irmao — a solução já existia de fato no exemplar. ⏳ PT-P2 e AD-P7 RECLASSIFICADAS: produção nova e decisão de escopo — fila da onda de aplicações, não de conserto. Chamar produção nova de pendência faria a lista nunca zerar, e lista que nunca zera deixa de informar.
5.26 2026-08-26 PV-P1 RESOLVIDA — a paridade das bancadas ZERA pela primeira vez (513 PASS · 0 FAIL) — e a fonte canônica consertou metade da CT-P8 de brinde. (a) o .selo do base-bancada.css consome os dois feedback-info e o gen-banco-dominio era o único dos 9 gerados sem eles na lista NOMES — ⭐ quem consome CSS compartilhado herda a lista de tokens do compartilhado. (b) o banco-identidade consumia --seed-surface-default, que não existe; a intenção estava escrita no próprio template ("superfície neutra com fio de 1px") e o consumo passou ao --seed-surface-raised, que já estava na lista — nada criado (§14.1). ⭐⭐ E um efeito colateral medido que ninguém previu: a CT1 caiu de 32 para 16 FAIL. banco-data e tela-shell passaram a centrar os ícones depois de receber a fonte canônica — metade da CT-P8 era a métrica da fonte errada, não geometria. Restam banco-navegacao e tela-tabela (8 FAIL cada), que continuam na fila.
5.25 2026-08-26 A FONTE CANÔNICA PASSA A SER FORÇADA NO ACERVO INTEIRO — PP-P1-b resolvida, e o achado era maior que o enunciado. Veredito dele: "podemos deixar o plano B, mas temos que forçar sempre a fonte canônica, nem que seja dando opção de instalá-la ou avisando que precisa instalar e dando o link". ⭐⭐ O achado que mudou o escopo: ZERO dos 42 arquivos de 05-html-de-referencia/ tinha @font-faceaté a Montserrat dependia da fonte instalada no sistema, e funcionava nesta máquina por sorte. O mono rasterizava Consolas em 26 de 42. A solução por camada: peça impressa EMBUTE (comprovante e pasta A4, TP1, ~1,07 MB/peça declarado; assinatura de e-mail fora — cliente de e-mail não carrega @font-face) · bancada/tela ganha @font-face por URL RELATIVA para os TTF versionados (⭐ base64 nas 42 custaria ~45 MB para arquivos que nunca saem do repo; URL relativa dá o mesmo por ~1 KB) · nasce 03-assets/fontes/LEIA-ME.md com o aviso e o link que ele pediu. Aplicação pela §14.4: base-bancada.css cobre as 9 bancadas geradas; os 11 templates de tela regenerados; artefato direto só nos sem gerador (o banco-dataviz-dm com a nota da GN-P1). ⚠ Dois defeitos pegos no caminho: sete templates usam str.format() e as chaves {} do CSS viraram placeholder — ⭐ bloco inserido em template herda o mecanismo de escape do template; e o mede-fonte-efetiva.mjs chamava nó sem pixel de "recebeu outra" — nasce o veredito [sem-pixel], ⭐ não-mensurável é veredito próprio, nunca FAIL nem PASS. MEDIDO NO FIM (132 arquivos): 55 aplicam mono → 53 RECEBEM · 1 [sem-pixel] · 1 TROCOU: a assinatura de e-mail, a exceção declarada. Guardas nas 4 peças regeneradas: MM1 12·0 · GL1 4·0 · render 4·0 · PT 0 FAIL; paridade-previews mantém os MESMOS 2 FAIL pré-existentes da PV-P1 (não aumentou). A §4.5 ganha a nota: a pilha de reserva deixa de ser o mecanismo primário e vira plano B de verdade.
5.24 2026-08-26 AS CINCO COISAS QUE ELE LEVANTOU — quatro resolvidas, e o defeito que ele achou OLHANDO era meu. ⭐⭐⭐ SN-P8 CONSERTADA SEM COMPRAR, e a chave estava nos números da véspera. Ele decidiu "nao vamos comprar, use a melhor opcao conforme sua recomendacao". A medição já havia separado dois erros que eu tratava como um: a razão da caixa batia em ~1,7% — a silhueta estava certa — e só a espessura errava, em −12,1%. ⭐ Se o defeito é só espessura, o conserto não é redesenhar: é ENGROSSAR. Um stroke da própria cor não move nenhum dos 11 vértices — e é por isso que passou onde reconstruir vértices havia sido reprovado. Medido: espessura −12,1% → −2,3%, tinta −16,2% → −5,2%, forma 29,51% → 27,17% (W012) e 16,39% → 16,16% (W042). ⚠ A razão da caixa PIOROU (1,7% → 3,8%) e fica na tabelaconserto que melhora quatro colunas e piora uma não é gratuito, e omitir a quinta seria escolher a régua depois de ver o resultado. ⚠⚠ E eu quase publiquei duas réguas na mesma tabela: o instrumento do teste normaliza pelo preto (26,45%) e o do canônico pelo amarelo (29,51%). ⭐⭐ Comparação só vale DENTRO do mesmo instrumento — número de régua diferente na mesma coluna é comparação falsa, porque quem lê supõe a mesma unidade.O resíduo está declarado NA PEÇA: 27,17% segue acima do piso de ruído de ~10%; os dois textos públicos foram reescritos no MESMO commit que mudou o número. ⭐⭐ A PERGUNTA DELE SOBRE A FONTE EXPÔS O DEFEITO MELHOR QUE EU: "porque estamos olhando Consolas x JetBrains Mono, isso é outra fonte sem ser as canônicas?". A JetBrains Mono é canônica desde 2026-07-30 (§4.2), com papel escrito — dados de medição, identificadores, código. Quem não é do sistema é a Consolas, que é o terceiro item da pilha de reserva da §4.5. ⭐ Não estamos escolhendo entre duas fontes: estamos vendo a fonte que o canônico manda perder para o plano B de emergência. Isso reduz a PP-P1-b de "decisão de gosto" a "quando eu conserto". ⚠⚠⚠ PF-P2 — ELE ACHOU UM DEFEITO DE LEGIBILIDADE OLHANDO, e o número dá 1,01 de contraste contra o piso 3,00: cinco <code> brancos sobre branco na folha que pedia decisão dele. Causa de classe: o code declarava background e não color, então dentro do bloco escuro herdava tinta clara e mantinha fundo claro. ⭐⭐ Régua: fundo e tinta se declaram JUNTOS, sempre. Consertado e medido: 274 elementos, mínimo 4,23, zero abaixo do piso. ⚠ E a lacuna estrutural fica aberta: preview/ é isento das guardas de contraste — ⭐ rascunho que serve de base para o decisor decidir não é rascunho. ✅ GR-P10 RESOLVIDA com UMA LINHA, e o quase-erro vale mais que o conserto. Eu ia copiar 14 arquivos da pasta do Drive antes de ele deletar — até conferir por MD5 e descobrir que 12 de 12 já estavam no repositório. ⭐⭐⭐ Antes de resgatar um arquivo, conferir se ele já está salvo em outro lugar: o resgate errado teria plantado aqui dentro a doença que estávamos tirando de lá — duas cópias graváveis do mesmo material. Placar GR1 21 · 0 · 7 de 7 alvos — a guarda roda pela primeira vez neste repositório. ✅ GT-P1 — DELEÇÃO LIBERADA, e por MEDIÇÃO. Conferido por MD5 (135 idênticos · 172 canônicos antigos · 629 de evidência) e por EXECUÇÃO (33 instrumentos rodados; 6 morrem por falta de arquivo e nenhum pela pasta do Drive). ⭐⭐⭐ E o caminho ensina: minha primeira análise disse 75 dependências e a segunda disse zero — as duas erradas. Foi a linha de conferência contra a prova empírica que salvou. Quando duas análises estáticas seguidas erram, o problema não é o regex — é o método: dependência em runtime se mede EXECUTANDO.GT-P2 — a subpasta assistente de email não tem relação com o projeto: é pasta de 2026-05-04 de outro projeto, e o DS nasceu dentro dela em 2026-08-22. Renomear é seguro — nenhum arquivo versionado cita o nome e nenhum código depende do caminho.
5.23 2026-08-26 AS TRÊS DECISÕES DELE, APRESENTADAS COM O VISUAL E O NÚMERO — e uma correção de afirmação falsa que eu escrevi ontem neste arquivo. ⭐⭐⭐ A cobrança que gerou esta versão nomeia um erro de leitura da §14.13 que eu vinha repetindo. Ele disse: "porque nao me apresentou as peças pra eu ver a diferença, vc disse que muda as peças, mas nao fez nenhum comentário sobre" e "eu pedi para ser mais claro no contexto da pergunta, vc precisa me explicar o que precisa e até recomendar algo para eu decidir". A §14.13 manda que toda pergunta ao decisor saia com o custo medido de cada saída — e eu lia custo como preço. ⭐ O custo de uma saída inclui o que ela muda no que já está aprovado, e isso não se enuncia: se olha. É a terceira vez que ele cobra a mesma classe de falha (antes na GD-P1, "eu nao entendi se aqui é pra eu resolver algo ou só vc"). ⚠⚠⚠ A CORREÇÃO: a PP-P1 da v5.22 afirmava que "número em peça impressa continua em Montserrat com tabular-nums", e é FALSO. O gen-comprovante-ponto.py:190 pede var(--seed-font-mono) e o Chrome rasteriza Consolas — fonte da Microsoft que a peça não embute. A regra estava sendo desobedecida em silêncio, e o erro não foi de redação: eu deduzi de "a regra manda Montserrat" que "as peças estão em Montserrat". ⭐⭐ Régua: afirmação sobre o estado de uma peça tem de ser MEDIDA na peça, nunca deduzida da regra — mesma classe do defeito da §12.19, a placa que afirmava uma conferência que não aconteceu. ⏳ PP-P1-b apresentada com visual: nasce ferramentas/mede-fonte-efetiva.mjs, que mede pelo CDP a família que o navegador de fato rasterizou — não a que o CSS pediu. Das 90 peças, 22 aplicam mono a texto: 17 recebem a JetBrains (todas da era anterior, que a embute) e 5 recebem Consolas (as vivas). Custo medido: +9,12% de largura, zero transbordos, ~357 KB por peça. ⭐ Medir o CSS mede a intenção; medir o pixel mede o resultadogetComputedStyle devolveria 'JetBrains Mono' nas 22, inclusive nas 5 que desenham Consolas. ⚠ E um erro meu de instrumento pego antes de virar número: a medição acusou um nó 88,94% mais estreito, impossível numa monoespaçada; era o getBoundingClientRect de Range colapsando na última linha em texto que quebra. ⭐ Número fora do padrão dos irmãos acusa o instrumento antes do objeto — 56 nós entre +9,01% e +9,13% denunciaram o outlier. ⏳ GT-P1 apresentada, e a premissa dele estava invertida: o Drive não perdeu papel — ele é o disco onde o repositório mora (G: é File Stream; 399 MB e 1.309 arquivos de .git sincronizando). E a pasta de origem da migração continua gravável com 172 canônicos DIVERGENTES, entre eles marca-seed.md v5.11onze versões de atraso num arquivo com o nome certo, numa casa cuja regra fundadora é que metade das pesquisas é feita por IA. Medido: Drive de 1,8× a 2,6× mais lento; fsck passa nos dois. ⏳ FT-P1 REFORMULADA, e a reformulação inverte o pedido: o .woff2 leve já estava no repositório, escondido num data-URI de peça de gate — 12,6× menor — mas é recorte latin e não tem ≤ ≥ √ Ω Δ ≠ ■ ✓ ✗ ∅ ∞. ⭐⭐ Cobertura contra o acervo de hoje responde "quebra agora?"; contra o repertório da DISCIPLINA responde "vai quebrar?" — o empate em 86/86 me faria adotar o arquivo leve e plantar um defeito na primeira peça com um ohm. Ω e Δ são caracteres de trabalho em engenharia elétrica. E é o segundo achado da revisão da era Cowork: as 18 peças de gate dela embutem esse recorte incompleto. ⭐⭐ SN-P8 ganha a leitura que muda a conta: o W042 e o W012 compartilham o MESMO objeto de raio (RAIO_5036, constante única), então o "+0,5%" do W042 mede o conjunto e mascara o raio fino, e comprar só o W012 conserta os dois. Recomendação: CHF 60 (W012 + W042), não CHF 90 — os CHF 30 do P031 pagariam para confirmar o que já bate em +0,6%. O que justifica os CHF 60 é a linha de picos do W042, que está numa placa de arco elétrico e vem de desenho que a própria fonte não afirma ser oficial.
5.22 2026-08-26 AS CINCO PONTAS SOLTAS, e a maior delas inverteu uma pendência de meses. Ele mandou fechar antes da Onda 3: "é melhor voltarmos corrigindo pontas soltas do que ficar costurando coisas erradas o tempo todo". ⭐⭐⭐ SN-P8 — o pictograma que o projeto tratava como sólido é o que está 12% errado. A SN-P12 perguntava se a linha de picos do W042 (fonte única) estava certa; medido contra a arte oficial da ISO, o W042 confere (espessura +0,5%, discordância de forma 16,4%), o P031 confere (anel +0,6%, 9,65%) e o W012 DIVERGE: 12,1% mais fino, com 29,51% de discordância — três vezes o piso de ruído que o P031 estabelece. ⭐ A causa é erro de raciocínio, não de execução: o raio foi desenhado da IEC 60417-5036, e reaproveitado não é idêntico — a ficha do W042 diz "Relâmpago (da ISO 7010-W012)" e o W012, adotado da IEC, não preservou a proporção de traço. A razão da caixa bate em 1,4%: a silhueta é a mesma família, o que difere é a espessura dos membros. ⭐⭐ E o caminho que destravou isso era gratuito o tempo todo: a ISO 3864-3:2024, na NOTE 2 da Introdução, diz que todos os sinais estão no OBP da própria ISO. Uma tentativa anterior tomou HTTP 403 e o projeto registrou "o catálogo responde 403 a acesso automatizado" — frase certa, conclusão falsa: não era paywall, era user-agent. ⭐ 403 não é "não tenho acesso": é "não me identifiquei como quem tem".O conserto do W012 NÃO foi feito, e o motivo é medido: reconstruir os vértices do PNG de 200 px foi tentado e reprovado — melhora a espessura (9,7% contra 12,1%) e destrói a forma (Jaccard cai de 0,74 para 0,56), porque o Douglas-Peucker só fecha em 11 vértices com 5,7% de tolerância. Trocar erro conhecido de espessura por erro maior de forma é piorar com aparência de conserto. Fecha com o vetor oficial: CHF 30,00 por símbolo no OBP — decisão de gasto dele, e a peça imprime o número. ⭐ Achado de brinde, e é shall: as fichas oficiais do W042 e do P031 exigem sinal de texto suplementar por falta de dado de teste ISO 9186-1. As duas peças já cumprem — mas cumpriam por acidente de composição. Agora o requisito tem nome, e regra com nome sobrevive ao próximo redesenho que "limpa" o texto. ✅ PQ-P2 FEITA: nasce a §12.21, a cartela de identificação de dispositivo DENTRO do quadro (IEC 61439-1 §6.3), 120+40 tiras por A4 no passo de 17,5 mm do trilho DIN. Três defeitos nela pegos pelo gate visual, e o primeiro vale régua: display:flex num container de texto corrido quebra o parágrafo em cada tag inline — o rodapé saiu com "deve", "devem", "devem" em linhas sozinhas e transbordando a margem. ✅ PP-P1 RESOLVIDA: JetBrains Mono v2.304 versionada (400/500/700, OFL), com cobertura de glifo medida antes de declarar — 1363 glifos, todo o repertório técnico presente, e exatamente um ausente (U+2011, com zero ocorrências no acervo). ⚠ Isso resolve disponibilidade, não uso: passar as peças a consumir --seed-font-mono muda a aparência de dez peças aprovadas e é decisão dele. ⭐ Destravar um recurso não autoriza gastá-lo.GD-P1 RESOLVIDA, e ela era 100% minha — ele teve de pedir clareza: "seja mais claro no que disser, eu nao entendi se aqui é pra eu resolver algo ou só vc". Nasce alvosHtml() no ambiente.mjs e 12 instrumentos passam a usá-lo. O defeito tinha classe própria: onze guardas descartavam em silêncio todo argumento que não terminasse em .html e caíam na varredura do acervo. ⭐ Não é quebrar nem dar veredito falso: é medir outra coisa e não avisar — o placar sai verdadeiro e a leitura de quem pediu sai falsa.A REVISÃO DA ERA ANTERIOR, que ele pediu antes da Onda 3, tem número — e é boa notícia. Nasce o censo-era-cowork.py: 18 de 88 peças físicas (20%) são invisíveis para a guarda de token e para o render, e todas as 18 são evidência de gate históricanenhuma peça viva está na lista. ⚠ E o censo reprovou em bloco duas vezes antes de acertar: primeiro cobrando de bancada o que só peça deve ter (43 falsos positivos em 54), depois acusando a assinatura de e-mail, cuja isenção já estava escrita na §12.8. ⭐⭐ Caminho não é classificador de tipo: 07-pecas/ guarda peça física, fragmento de e-mail e evidência histórica — três naturezas na mesma pasta. E o render-peca.mjs deixa de reportar 4 FAIL crônicos e passa a dar-lhes veredito [hist], como a PF-01 já fazia.
5.21 2026-08-26 O GATE DA ONDA 2: as dez peças entram no canônico (§12.11–§12.20), e a décima não estava no plano. O veredito dele, verbatim: "1. todos aprovados". Para quem lê sem ter visto a conversa: a Onda 2 produziu nove peças em 2026-08-25 — laudo, memorial, checklist, selo de prancha, ART/diário, as-built, crachá, etiqueta e sinalização —, e elas ficaram em 07-pecas/ sem seção canônica, porque a regra §0-b não deixa regra de marca nascer sem veredito dele. Esta versão promove as dez. ⭐⭐ A DÉCIMA nasceu de uma pendência que ele REFORMULOU em vez de responder. A SN-P13 perguntava se quadro elétrico isolado precisa de placa de advertência própria (medido: exigiria A2 — em A4 paisagem estoura 138 mm, em A3, 59 mm). Ele respondeu outra coisa: "os quadros eletricos possuem placas de fabricação e identificação, que pode ser um placa da seed, ela motra a tensao do quadro e pode ter mais alguma informação." Nasce a §12.20 — placa de identificação do quadro, 100 × 70 mm, com a SEED na condição de fabricante do conjunto. A pergunta certa não era "que sinalização falta?", era "que placa a norma já exige de nós e nós não estávamos fazendo?". ⭐ E a lacuna estava anotada no acervo desde a Onda 2: o gen-etiqueta.py já dizia por escrito que "esta etiqueta não substitui a placa de dados do fabricante"a peça que ela dizia não substituir simplesmente não existia. ⚠⚠ E o achado normativo da §12.20 contraria o que o mercado repete. Lida a IEC 61439-1 Ed. 2.0 (2011-08), cláusula 6.1, a etiqueta do conjunto exige quatro informações e só quatro: nome/marca do fabricante · designação de tipo ou nº · meio de identificar a data de fabricação · IEC 61439-X. Tensão, corrente, frequência, Icc e IP não estão nela — a cláusula 6.2.1 manda esses dados para a documentação técnica. Três páginas brasileiras afirmam o contrário e nenhuma cita cláusula. A norma foi lida; as páginas, não. A peça traz os dados elétricos assim mesmo, por decisão dele e pela NBR 14039 4.2.5.3, e imprime na própria placa qual metade é obrigação e qual é escolhapeça que mistura o obrigatório com o escolhido, sem dizer qual é qual, transforma decisão nossa em norma alheia. ⚠⚠⚠ A CORREÇÃO MAIS SÉRIA DESTA VERSÃO, e ela é na §12.19: a placa de sinalização AFIRMAVA uma conferência que não aconteceu. O SVG do W042 saía com data-conferido-visualmente="sim, contra a arte oficial (…) p.405, em 2026-08-25". Duas vias independentes desmentem: (a) o extrato da leitura da norma tem a seção "O que foi conferido" com duas entradas, W012 e P031, e cita o W042 na seção de ações; (b) a data é anterior ao desenho — o W042 nasceu no commit de 2026-08-26. ⭐ Não se confere visualmente um desenho que ainda não existe, e a data que estava ali para dar credibilidade é o que derruba a afirmação. ⭐⭐ A classe importa mais que o caso: o W042 foi acrescentado a três listas que já diziam "FEITA e CONFERE" (o texto impresso, o metadado e o stdout) e herdou o verbo de graçaacrescentar item a uma lista de coisas verificadas propaga o veredito sem propagar a verificação, e o custo de conferir some no meio da vírgula. Custo máximo aqui, porque isso sai impresso numa placa de segurança que alguém pode mostrar a um órgão. SN-P12 fechada com decisão, não com fonte: a busca por uma segunda digitalização da linha de picos achou algo pior — a única fonte que existe se declara "similar to recommendation issued in ISO 7010:2019", obra própria de terceiro. ⭐ "Fonte única" quer dizer que ninguém confirmou; isto quer dizer que a própria fonte não afirma ser a oficial. O W042 fica, porque sem ele a placa cita o item 10.7.7.1 b) da NR-10 (choque e arco) e cumpre metade — pictograma aproximado que comunica "arco elétrico" protege mais que a ausência de pictograma. Fecha com ~5 min de leitura da p. 405, numa assinatura paga por tempo, e não foi feito porque ele perguntou em 2026-08-25 se ainda precisava dela e a resposta foi não.
5.20 2026-08-25 AS DECISÕES DELE SOBRE A ONDA 2, e três delas mudam REGRA e não peça.NASCE A TERCEIRA VARIANTE DE RODAPÉ, compacto (8 mm, uma linha de contato, sem grafismo, área útil de 241 mm), e com ela a regra de uso das três como [LEI]: ofício só para carta e correspondência formal; orçamento para documento técnico e comercial; compacto onde área útil é o recurso escasso. Verbatim dele: "o foco é otimizar a area útil para caber mais informação com o foco em diminuir o numero de paginas sempre". Quatro peças da Onda 2 estavam na variante errada, todas com o mesmo argumento plausível — argumento plausível não vence prioridade declarada. ⭐ E a variante nasceu de uma PEÇA, não de uma proposta: o rodapé de uma linha existia local no diário de obra e ele o reconheceu como padrão ("é um modelo de rodapé"). Ganho medido numa pasta real: 1 folha em 6, 16,7% menos papel. ⭐⭐ A MR-P12 DEIXA DE SER BLOQUEIO, e o que a substitui é uma FRONTEIRA que ele pediu: "o DS nao seria um template que depois onde fosse ser produzido seria visto as regras do local?". A fronteira NÃO é "produção × design" — é "MUDA O DESENHO × NÃO MUDA": a sangria de 3 mm e o piso de 0,25 mm são restrições de produção e mudam o desenho, então ficam; tolerância de faca, posição de furo e margem de vinco saem. O DS entrega o template e a lista declarada de restrições, nunca um "arquivo de produção". Cinco peças deixam de esperar. ⭐⭐ A §17.6 ganha a fronteira da peça que NÃO compartilha o campo visual, mas É o campo visual (veredito dele: "normal de segurança deve seguir as cores da norma de segurança, nao podemos impor nosso DS sobre isso"): em peça de segurança, quando a norma colide com a identidade, a NORMA GANHA. Na família NR-10 a assinatura é monocromática, pela NR-26 26.1.4. ⚠ E o que NÃO sai está declarado: tinta de texto fica — reduzir cor não é apagar tinta. Custo medido: contraste MELHORA (9,37:1 → 21,00:1) e o reconhecimento a distância piora só na placa A3 (1,75 m contra 4,0 m de premissa).
5.19 2026-08-25 AS DUAS PENDÊNCIAS DE DADO FECHARAM, e as duas confirmaram o canônico.MR-P15: "o contrato está correto" — três itens separam o Essencial do Premium, não um; a peça já estava assim, então o veredito não mudou artefato, mudou o ESTADO da regra, de divergente para confirmada (divergência aberta convida a próxima sessão a "consertar" o que está certo). Fica registrado o que o Essencial NÃO tem — nem suporte por WhatsApp/telefone, nem apoio junto à concessionária —, porque é contraintuitivo: não se pode presumir que "todo plano tem um canal de suporte". ✅ MR-P14: o endereço de Governador Valadares é Rua Duarte Coelho, 205, e o canônico estava certo nas DUAS vezes em que foi questionado — primeiro contra o orçamento, depois contra o CONTRATO. Nenhuma peça alterada; a ação virou correção do material em circulação e do contrato que o cliente assina. ⭐ Régua: decisão tomada com uma evidência merece ser reapresentada quando aparece outra — e foi por NÃO ter sido alterado "para casar com o material" que o canônico seguiu servindo de referência.
5.18 2026-08-25 O CONTRATO-MODELO FECHA AS CINCO LACUNAS DO SEED PLUS e a §12.10 passa a poder afirmar o que antes era proibido: o escopo da manutenção preventiva (reaperto de conexões e estruturas · medição de grandezas · limpeza de inversores, disjuntores e DPS · limpeza dos painéis), os prazos de execução (90 dias para a primeira, 30 para data fora da programação, 15 para verificar corretiva), renovação automática, reajuste, e que é VENDA ANUAL parcelada em 12×, não mensalidade. As obrigações do contratante entram nas observações — proposta que esconde a obrigação do cliente cria surpresa na execução, e surpresa chega como reclamação, não como aditivo. ⭐ A VALIDADE É POR TIPO DE SERVIÇO, não constante da empresa: função da volatilidade do custo — SEED Plus 10 dias, energia solar 5, porque o preço do material muda. Pesa mais na §12.7, que serve material E serviço. ⚠ MR-P15 aberta: ele afirmou que só a preventiva separa Essencial de Premium, mas o orçamento E o contrato trazem matriz idêntica com três itens de diferença — a peça segue os documentos, porque é o contrato que obriga. §12.9: as três peças antigas do cartão foram removidas com o ponteiro da §7.4-d repontado ANTES, e as evidências de gate ganharam veredito próprio [hist] na PF-01.
5.17 2026-08-25 §12.10 A PROPOSTA DO SEED PLUS — a peça em que o cliente ESCOLHE. Três folhas, itens 1 a 10 contínuos, matriz comparativa dos três planos (2 · 4 · 7 itens, do sobreaseed.md §6) e um campo que a §12.7 não tem: PLANO CONTRATADO, destacado na folha que se assina — sem ele, o que foi contratado depende de memória. Preço por USINA, não por cliente. ⚠ A marca de "inclui" é Unicode explícito com aria-label, nunca fonte simbólica: o orçamento de origem usava Webdings (a = ✔, x = 🚫), e lidos como letras os dois não dizem nada — marca em fonte simbólica morre em extração de texto e em leitor de tela. ⚠ table-layout:fixed é obrigatório na matriz: no layout automático o width de célula é SUGESTÃO, e o navegador deu à coluna de descrição menos espaço que às de marca (48/41/41/41 mm), levando cada linha a 29 mm. §12.4 ganha a trava 7: nenhuma marcação aparece como texto na peça (guarda-escape.py, ES-01/ES-02) — três ocorrências num dia, todas por o contrato de escape não estar declarado, e uma delas estourou uma folha em 167,7 mm; ⭐ isinstance(str) NÃO é teste de "precisa escapar".
5.16 2026-08-25 A RODADA DE CORREÇÕES DELE SOBRE A ONDA 1 — e ela rendeu uma LEI NOVA.§7.4-f: o grafismo de linha exige span ≥ 125 mm para cumprir o piso de 0,25 mm, medido em nove spans (78 mm → 0,157 · 124 mm → 0,249 · 125 mm → 0,251 · 170 mm → 0,342). Altura do divisor e espessura do traço são a MESMA grandeza, então não há como encolher um sem o outro — peça menor que 125 mm SANGRA o grafismo ou não o usa. §12.9 CARTÃO 90×50 refeito do zero por veredito dele ("nada é definitivo. se podemos melhorar, vamos melhorar"), e o erro que o fundou vale a lei: medi 0,250 mm nos arquivos antigos e concluí escala 1:1, mas eles usam OUTRA cena do grafismo — ⭐ medir o artefato antigo não substitui medir o INSTRUMENTO que vai gerar o novo. §12.7 a proposta virou UM documento numerado de ponta a ponta (itens 1 a 15 atravessando as duas partes, folhas 1 a 4 "de [N]", total como placeholder porque depende do preenchimento), sem duplicação entre as capas, com o RESUMO DO INVESTIMENTO e os OPCIONAIS subindo para a capa comercial e o PRAZO vindo da técnica para lá (art. 40 do CDC exige datas no ORÇAMENTO), e sem campo de assinatura na técnica — assinar duas vezes o mesmo negócio cria a dúvida de qual das duas obriga. §12.5 a grade de soluções da pasta refeita: cinco filetes curtos liam como cabeçalho de tabela; entram rótulo, UM fio contínuo e numeração 01–05. ⚠ E a régua do <br> pegou o próprio autor — o comentário que eu escrevi ao lado dela afirmava uma largura que eu NÃO tinha medido.
5.15 2026-08-24 A ONDA 1 DA F8 FECHA COM SETE PEÇAS — §12.5 a §12.8, todas estável. §12.5 PASTA A4: capa de uma face, duas variantes que exercitam a matriz §5.1 (branco → logo principal; brand-deep → mono-negativo), logo ao centro pela §5.3; ⚠ NÃO é o arquivo de produção, porque a MR-P12 (margem de vinco) está aberta, e ⚠ NÃO é o F6-pasta-A4.html, que é evidência do gate do GRAFISMO em razão A4. §12.6 ENVELOPE (ofício 229×114 pela ABNT NBR 13314, saco A4 240×340 de mercado e declarado [não conferido]): ⭐ a regra que manda na peça não é da marca, é dos CORREIOS — 20 mm na base da frente são da máquina de triagem (guia CEPNet, ÁREA 4), e a serra para a 23 mm; três faces por formato, porque guia impressa em envelope é defeito de produção. §12.7 PROPOSTA: modelo PADRÃO e FLEXÍVEL fixado por ele (só material · só serviço · ambos; fotovoltaico e SEED Plus fora), DOIS documentos (técnica sem preço, comercial que não vale isolada), PRAZO como bloco próprio pelo art. 40 do CDC, e a moldura IMPORTADA do gen-timbrado.py em vez de copiada — o que se provou no mesmo dia, quando a correção PP-P2 propagou sozinha. §12.8 ASSINATURA DE E-MAIL, que NÃO é peça física e por isso não declara alvo-fisico: ela DERIVA do ea-assinatura.html com prova de derivação byte a byte, e a folha de gate mostra os quatro estados reais (com Montserrat, na pilha de reserva, com imagem bloqueada, a 320 px). ⚠ §12.4 ganha a regra 7: a evidência tem de ser FRESCA e isso se prova — quatro peças ficaram com o PNG de um commit anterior ao do próprio HTML, e nenhum instrumento olhava para essa relação.
5.14 2026-08-24 A CAMADA FÍSICA GANHA AS TRÊS PRIMEIRAS PEÇAS DA F8 — §12.1, §12.2 e §12.3, todas estável, com gerador, mock renderizado e regeneração byte-idêntica. §12.1 PLACA DE OBRA [LEI] (Lei 5.194/66 art. 16 + Res. CONFEA 407/1996 — a lei fixa o CONTEÚDO e não a FORMA, e é isso que faz dela peça do DS): dois tamanhos, campos como placeholder, e ⚠ a MR-P11 morde aqui de um jeito não óbvio — o simbolo-principal.svg CARREGA o amarelo, então placa de canteiro usa o MONO-NEGATIVO; a violação estaria dentro do asset oficial. §12.2 TIMBRADO A4, cujo entregável é a ÁREA ÚTIL: 170 × 205 mm a partir de (20, 44), impressa no próprio arquivo para a proposta e o laudo LEREM em vez de redescobrir — o plano fixa que os três nascem dele. §12.3 COMPROVANTE DE PONTO (fecha a PT-P1): Portaria MTP 671/2021, REP-P, NSR, PAdES; a peça mais sensível do acervo em LGPD, porque a norma exige nome e PIS. §12.4 fixa o que passa a valer para toda peça física — incluindo a régua nova: ⭐ peça prova que consome token MEDINDO no navegador, nunca conferindo que a string está no arquivo (a guarda-peca-token.mjs nasce de um :root aninhado que fez uma peça inteira renderizar SEM NENHUM token, parecendo certa).
5.13 2026-08-22 A MR-P11 RESOLVE — saída (a) aprovada por veredito ("essa está aprovada, pode propagar"): o amarelo de marca não entra em peça instalada em ambiente com sinalização de segurança; nessas peças a assinatura é turquesa e branco; papelaria, escritório e digital mantêm o acento único sem restrição. Uma regra, uma fronteira. Propagação feita com verificação de conformidade contra o que foi construído depois da recomendação (ordem dele na mesma data): único amarelo novo desde então é o marcador da v5.12, elemento de papelaria/digital, fora do escopo — sem conflito. Desbloqueia as peças 2.9 (sinalização) e 3.2 (uniforme/EPI) do plano-producao-pecas.md; a placa de obra (1.1) já era desenhada sem amarelo e fica correta. Nenhum hex muda.
5.12 2026-08-22 Os três usos INTERNOS do grafismo ganham geometria canônica e a pendência §17.3 FECHA. Nasce 06-validacao/geradores/gen-detalhe.py (traçado extraído do gen-zero-formatos.py por AST, nunca redigitado) e os 5 assets de referência em 03-assets/grafismos/. TEXTURA = a cena Z3 inteira a ≤10% — supersede as "2–4 linhas paralelas" da §7.6, por veredito: "vc tem que criar essas linhas igual as do rodapé que já estão aprovadas" (paralelismo é ritmo; serra é profundidade, §7.1); reclassificada como uso interno do SERRA-CENA. DIVISOR = a imagem do rodapé repetida emendada com corte no limite direito (verbatim: "a quantidade de cópias que precisar em sequência emendadas, e o que passar do limite do lado direito vc corta"); altura natural = largura/12,7; piso de leitura = §7.2 (regra já feita, escolhida por ele sobre um piso novo em px); sem teto; escala proporcional (§7.4). A EMENDA é a §7.3 aplicada: toque exato natural (a máscara de oclusão aprovada corta a ponta do FUNDO na crista da cópia seguinte) + mergulho da ponta esquerda abaixo da faixa, na zona que a moldura já cortava. MARCADOR = o risco aprovado fica intocado, inclusive o amarelo: quando o "apenas o turquesa" da Fase 2 colidiu com o §78.3-6, o veredito foi "prevalece o veredito que vc achou já estabelecido". Sangria por tipo de arquivo (§7.4-e): o transbordo natural de 6% cobre os 36px em todo formato impresso (cartão 63,78px · A4 148,80px) — nenhum desenho novo. Alternativas descartadas, cada uma com o número que a matou: 4 políticas paramétricas de amplitude (todas trocavam n=7 por 3 — redesenhavam a curva; a lei do §76.4 já respondia), duas linhas contínuas defasadas (só 17,5% de oclusão real — fita trançada), cadeia de arcos (fatiava o desenho), cena reduzida (o piso de traço da serra exige F≥58,64 — "profundidade custa altura"), cópias com profundidade alternada (linha listrada; §7.2 exclui oclusão do regime), descida-A construída (a natural já existia; construída abria talho ou nó). Lição de instrumento: a composição roda PURA sobre o desenho intocado — modificar fundo_v antes de compoe() desloca os retângulos de supressão de fragmento e o corte cai no meio do ar. Nenhum hex muda; nenhum traçado aprovado muda.
5.11 2026-08-22 A §7.4-e ganha a regra do ARQUIVO SOB DEMANDA, por veredito dele: "sobre a producao, apenas o mock, quando for ter a producao de alguma peça especifica, ai sim trabalhamos o arquivo de producao para aquela demanda". O entregável padrão de toda peça passa a ser o MOCK; o arquivo com sangria (e a faca, quando houver dobra) só é feito quando existe a compra. Motivo: arquivo de produção feito antes da demanda envelhece — a gráfica escolhida pode pedir 5 mm em vez de 3, ou faca diferente, e o arquivo pronto vira arquivo errado com aparência de pronto. Nenhum valor muda; o que muda é quando o arquivo nasce.
5.10 2026-08-22 Nasce a §7.4-e: SANGRIA de 3 mm e MARGEM DE SEGURANÇA de 3 mm em peça impressa, por veredito dele: "a sangria vc tem que usar o que o mercado indica nas suas pesquisas. acredito que 3+3". E o MÉTODO entra como regra, também dele: "vc tem que deixar o desenho dentro da area real, e a parte da sangria vc cresce o desenho" — a composição é definida para a área de corte e não se mexe; a sangria é crescimento para fora. Consequência formal: passam a existir dois tipos de arquivoGATE (tamanho do corte, é o que a GR1 mede e o que ele aprova) e PRODUÇÃO (corte + 3 mm) —, cada um declarando o próprio papel no artefato (<meta name="papel">, corte-px, sangria). Medido: a serra toca 3 bordas, logo sangria é obrigatória; e o conteúdo do cartão está a 4,24 mm do corte, folga de 1,24 mm contra a margem de 3 mm — o layout aprovado cabe sem mexer. Sangria em px arredonda para cima (36 px = 3,05 mm), mesma regra do piso de traço. A guarda MM1 ganha as cláusulas MM1-d e MM1-e. Fica aberta a MR-P12: peça com dobra/vinco tem margem própria e a pasta A4 com aba não existe como arquivo de produção. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma composição muda.
5.9 2026-08-22 A §12 ganha o INVENTÁRIO AMPLIADO e a §17 ganha a pendência MR-P11. O inventário de peças físicas da §12 era o do Manual 2018 e não continha uma única peça específica de engenharia elétrica — faltava a classe regulada por lei e por norma. O levantamento completo (36 peças em 5 famílias, com fonte por peça regulada) passa a viver em inventario-pecas-ds.md v1.0, estado proposta. Peças reguladas identificadas: placa de obra (Lei nº 5.194/1966, Art. 16 + Resolução CONFEA nº 407/1996 — conteúdo obrigatório, forma livre, logo é peça legítima de DS) e sinalização de segurança elétrica (NR-10 item 10.10.1, sete situações; cores pela NR-26 → ABNT NBR 7195). Nasce a pendência MR-P11: o amarelo de marca #FAD61D colide em SIGNIFICADO com o amarelo normativo de advertência da NBR 7195 em ambiente industrial. Nenhum hex muda, nenhuma regra é revogada — o que entra é o registro do conflito e o apontamento do inventário.
5.8 2026-08-22 Esclarecimento normativo na §7.4-c: o piso de 0,25 mm não pode ser violado pelo ARREDONDAMENTO. Ao aplicar o fator de escala, o menor peso arredonda para CIMA. Motivo medido: na pasta A4 (11,80952 px/mm) o arredondamento normal devolvia 0,24980 mm — 0,0002 mm abaixo do canon, e a guarda nova pegou. A §7.4-c passa a nomear DOIS instrumentos com papéis distintos: a guarda guarda-piso-mm.py (contrato MM1, alvo de pasta), que julga contra o piso do canon, e o diagnóstico mede-traco-mm.py, que compara com pisos de mercado. E fica escrito como uma peça declara que é impressa: <meta name="alvo-fisico"> no próprio artefato — nunca por nome de arquivo; peça sem a declaração sai [n/a] nomeado. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhum teto muda.
5.7 2026-08-22 Nasce a §7.4-d: a medida física do cartão é 90×50 mm, o padrão BRASILEIRO. Veredito do Rafael, verbatim: "escolho B / qualquer ajuste é minimo se precisar fazer, e o desenho se ajusta hoje proporcionalmente". SUPERSEDE os 89×51 mm, que eram 3,5×2 polegadas — medida de EUA/Canadá que entrou como default de ferramenta, nunca como decisão de marca (não há registro de escolha). A §7.4 ganha o teto do novo formato (84px de 590 = 14,2%) e a linha antiga fica marcada como HERDADA, mantida só porque o acervo dos 7 formatos ainda está na razão 1,745. Medido: o piso de 0,25 mm da §7.4-c atravessa a troca de formato (0,250 mm nos três formatos testados), o verso reverso segue PASS, GR1 nas peças largas 15·0·0 e o acervo dos 7 formatos 21·0·0 — nenhuma regressão. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda. Pendência nova MR-P10: SANGRIA — o verso é fundo cheio e nenhuma peça do projeto tem área além do corte.
5.6 2026-08-22 Nasce a §7.4-c: PISO DE TRAÇO EM MILÍMETROS para peça impressa. Veredito do Rafael, verbatim: "saída B — piso de 0,25 mm por ESCALA, e só para peça IMPRESSA". Piso 0,25 mm, aplicado por ESCALA (fator único em todos os planos), só em peça com alvo físico declarado. Motivo medido: a lei do traço da §7.4 é em px, logo o traço físico dependia da resolução de exportação; o verso do cartão passava o piso digital reverso por 0,004 mm (2% de margem) e agora tem 42%. Escala e não grampo porque grampo achata 4 pesos em 2 e a hierarquia de peso é uma das três condições do §7.1. Escopo declarado: peça de TELA fica de fora, e o marcador de seção (risco amarelo, 0,170 mm) fica intocado até veredito próprio. Nenhum hex muda; nenhuma regra da v5.0 é revogada.
5.5 2026-08-21 Nasce a §7.4-b: o teto do grafismo no TOPO é de LARGURA, não de altura. Veredito do Rafael, verbatim: "o ponto é medir a aplicação na largura se atende ao desenho selecionado para o topo, a altura nao importa". Teto: F ≤ w / 6,5625, razão derivada da própria peça aprovada (w=420, F=64). SUPERSEDE a leitura de que o topo respondia a 15,24% da altura e só na razão 1:1 — aquele número passa a ser descrição da peça, não o teto, e peça larga deixa de precisar de veredito novo. Escopo declarado: só o topo; o rodapé segue com os tetos por formato da §7.4. Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma regra da v5.0 é revogada.
5.4 2026-08-21 A §7 (Grafismo v2) é reescrita: nascem os DOIS REGIMES — DETALHE DE LINHA (o uso original, teto de ~8%) e SERRA-CENA (3–4 planos com cruzamento, oclusão e hierarquia de peso, com tetos POR FORMATO). Nenhum hex muda, nenhum vetor muda, nenhuma regra da v5.0 é revogada — o teto de ~8% continua valendo para o regime de detalhe e o teto de área ≤10% continua valendo para os dois. Novidades: §7.1 a ORIGEM do desenho (as ondas são montanhas — dita pelo Rafael em 2026-08-20 e que não estava escrita em documento nenhum) mais as três condições de leitura de plano e o critério do MOVIMENTO · §7.2 os dois regimes, com o número que os separa (a serra precisa de ~15% da altura para LER como serra; abaixo disso ela não fica discreta, desaparece) · §7.3 os DOIS MODELOS de serra-cena com regras INDEPENDENTES — arcos no RODAPÉ (PADRÃO, toque exato) e montanha no TOPO (OPÇÃO, oclusão com folga), por veredito dele: "considere que o topo segue uma regra e o rodapé outra regra" · §7.4 a LEI DA ESCALA (forma constante em unidades de faixa, razão natural w/F = 12,7) e os tetos aprovados por formato (cartão 13,8% · banner 11,8% · capa 15,7% · topo 15,24%) · §7.5 a cor do grafismo só em stops da rampa canônica, com o precedente registrado do hex inventado que foi retirado por ordem dele (#0A6B60#006C62, ΔE76 = 1,03) e a REGRA §0-b · §7.6 tabela consolidada de usos · §7.7 os vetores da serra-cena existem como GERADORES, o que muda o estado da pendência §17.3. Especificação completa e medições em seed-componentes.md §76; registro da rodada em validacao/MANIFESTO.md §103.
5.3 2026-08-14 A §3.6-b é promovida a estável pelo gate visual do Rafael sobre o seed-composicao-preview.html v0.1 (veredito G3: as seis posições da paleta de entidade aprovadas; veredito G4, na mesma sessão: marcador de "agora" em turquesa-600 fixo nos dois temas — registrado no CP24 do seed-composicao.md v1.1, terceiro membro da classe invariante de tema). Nenhum hex muda.
5.2 2026-08-14 Nasce a §3.6-b — REGRA DE ADMISSÃO DE COR DE ENTIDADE (rascunho, gate visual pendente; SUP-5 do confronto de referências). Nenhum hex muda, nenhum vetor muda. Cor de entidade sai de paleta FECHADA (decisão Q1) e só é admitida passando 4,5:1 com uma de duas tintas declaradas (entity-ink-dark = cinza-900 · entity-ink-light = branco) — verificação estática na definição da paleta, nunca em render. Medição de 120 pares (6 famílias × 10 stops × 2 tintas): stops 50–400 admitem a tinta escura (pior 5,03) · stop 500 de QUALQUER família é inadmissível (zona de cruzamento, pior 4,30) · stops 600–900 admitem branco (pior 4,60). A paleta de 6 posições proposta e o consumo em composição vivem no seed-composicao.md §7 (novo 12º canônico da Fase 2). Precedente interno: a regra do amarelo do §3.6 já era tinta-por-cor.
5.1 2026-08-13 Registro da rodada do §48 Painel, sem mudança de paleta nem de logo — os 8 hex canônicos e os vetores seguem intocados. Três seções novas: §3.5-b — a régua de ação foi CONFIRMADA; uma proposta de ação em azul-800 viveu num preview, conflitava com o §3.5 e foi retirada no mesmo dia, sem nunca chegar ao canônico (a camada de tokens sempre teve action-primary = #098475). §3.5-c — nasce a ÂNCORA DE ÊNFASE: uma por página, cromática e não escura, base turquesa-400 com tinta única turquesa-900, anel turquesa-600 e véu de luz a 35%; com as três alternativas reprovadas e seus números. §3.5-d — a TINTA DE TEXTO passa à família da marca, só o texto: bordas e superfícies ficam neutras e a página branca, como faz a referência medida, e porque esverdear a superfície roubaria o contraste de saturação da âncora (medido: 2,71 → 2,21). Valores e medições no seed-tokens.md v1.9.
5.0 2026-07-30 Rebranding de aplicação (Fase 2 do DS v2). Hex e vetores intactos. Novidades: fundamento com 3 princípios (§2), Pantone/CMYK resgatados + errata azul-claro (§3.1), integração com tokens v1.1 (§3.2, §11), lei 70/20/10 (§3.3), hierarquia dos amarelos (§3.4), papel do azul (§3.5), contraste medido (§3.6), tipografia 2 famílias com JetBrains Mono e aposentadoria de Indie Flower/Neo Tech (§4), logo responsivo + matriz de posição (§5.2–5.3), EEny desacoplado com parcimônia (§6), Grafismo v2 de linhas (§7), fotografia real (§8), ilustração linha-primeiro (§9), linguagem editorial (§10), camada física (§12), aplicações atualizadas (§13), supersedes consolidados (§16). Morte do erp-seed-design.md. Base: auditoria do Manual 2018 + pesquisa de referência (Carbon, Polaris, Atlassian, WGSN) + decisões aprovadas pelo Rafael na conversa do rebranding. Revisão por pesquisa aplicada pré-publicação (2026-07-30): kit de favicon padrão 2026 (§5.2), esclarecimentos de aplicação da lei 70/20/10 (§3.3), papel social do EEny recalibrado — de restritivo demais para ativo estratégico com regras (§6), legibilidade quantitativa de frota (§12), clear space como razão (§5.5), pendências 5 (§17). Decisões de 2026-07-31: camada expressiva Montserrat 800/900 para display de marketing e Caveat como fonte celebratória oficial (§4.3), escolhida em comparativo real vs. Shantell Sans e Kalam — fora dos tokens por decisão (garante a fronteira de UI).
4.1 2026-07-17 Espelho público dos assets no Drive (22 FILE_IDs) com padrão de embed e fallback.
4.0 2026-07-17 Reescopagem: arquivo exclusivamente visual; institucional movido ao sobreaseed.md; correção de endereço; fronteiras formais; regra das 8 cores; registro do #0d8f82.
3.2 2026-05-09 Assets reais de 02_assets/ formalizados; variantes 9→14.
3.1 2026-05-09 Expansão digital: tokens, escala, spacing, grid, foto/ilustração, componentes.
3.0 2026 Migração para Cowork, conversão para markdown estruturado.
Esc