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77. GR1 GANHA INSTRUMENTO — o contrato do grafismo volta a ser verificável, e não por lista: por alvo de pasta com pasta de prova

seed-componentes.md v1.43 · §77seção 83 de 9877-gr1-ganha-instrumento-o-contrato-do-grafismo.md · MD5 a4ef9186

Título completo no canon: GR1 GANHA INSTRUMENTO — o contrato do grafismo volta a ser verificável, e não por lista: por alvo de pasta com pasta de prova (2026-08-21, décima segunda parte) · validacao/guarda-grafismo.mjs

Contexto para quem lê isto sem ter visto o resto. O grafismo da SEED v2 é a "linguagem de linhas" do §7 do marca-seed.md: curvas finas de 1,5–2px em turquesa, que substituíram as ondas chapadas de 2018. Ele existe em dois modelos — a SERRA EM ARCOS no rodapé (PADRÃO) e a MONTANHA no topo (opção de quem monta a peça) — com regimes de regra independentes, por veredito do decisor. A anatomia, os planos, a gramática e as 12 peças estão no §76; esta seção trata do INSTRUMENTO que verifica o contrato.

77.1 O estado que o §76 declarava, e que esta seção fecha#

O §76 registrou o contrato GR1 sem instrumento: as três cláusulas escritas, o código perdido na propagação, e a frase de que "todo placar GR1 de folha antiga é histórico e irreproduzível". Contrato escrito não é contrato verificado — a mesma distinção que obrigou o supersede formal da tabela BT1–BT7 no §64.1. Agora o contrato tem régua.

77.2 As três cláusulas, como se medem e o que cada uma devolve#

cláusula como se mede (o juiz é o pixel) teto devolve
GR1-a render sem grafismo × render com grafismo; a área é o conjunto de pixels que muda 10% da peça 0,47%–1,79% nas 18 peças
GR1-b máscara do símbolo (render sem ele × com ele), erodida 1px para excluir antisserra, intersectada com a máscara do grafismo 0 px 0 px em todas as 18
GR1-c regime pela âncora geométrica (que borda a caixa encosta, tol. 2px); altura pela extensão vertical da tinta; a caixa declarada sai ao lado ~8% da altura 7 formatos 5,89–6,67% pintada / 7,80–7,92% declarada

Alvo de PASTA, sem filtro de nome (readdirSync(...).filter(endsWith('.html'))), exclusões por PULA= impressas e contadas — o 42º defeito nasceu de um filtro por prefixo de nome, que é lista escrita à mão com outra sintaxe.

Classificação estrutural, não por nome de classe: um <svg> da peça é GRAFISMO quando todas as suas formas pintáveis (fora de defs/mask/clipPath/symbol) têm fill:none e têm stroke; <svg> com forma preenchida é IDENTIDADE, e é o alvo da GR1-b. O censo com o motivo de cada elemento sai impresso por peça. Consequência canon-fiel e declarada: o <svg class="risco"> amarelo de 56px é grafismo — é a linha "Marcador de seção" da tabela do §7 ("linha curva curta (40–80px) … turquesa-400 ou amarelo"). Ele pinta 164 px (0,026% do cartão) e entra na área; sai [n/a] na GR1-c.

77.3 A gramática de consumo — o que um criador de peça precisa cumprir#

  1. Rodapé é o padrão; topo é opção. Veredito verbatim: "o uso das montanhas/ondas no topo nao é o padrao, o padrao em em baixo, mas aprovei esse modelo de montanha para usar no topo caso o criador queira coloca-las no topo."
  2. SUPERSEDIDO PELO §78 (mesma data). O texto original dizia: "Faixa de rodapé, canon vigente (v5.3): ≤ ~8% da altura. Peça que precisa de serra-cena (11,8%–15,7%) hoje reprova de propósito e espera a emenda MR-P4". A emenda MR-P4 foi aprovada no mesmo dia e o canon vigente é a v5.5: faixa de rodapé responde ao regime (detalhe ≤~8% · serra-cena com teto por formato, §78.2) e faixa de topo responde à largura (§79). A frase de cima ficou verdadeira por poucas horas — e é por isso que ela está riscada em vez de apagada.
  3. Faixa de topo não responde ao teto de rodapé e sai [n/a] nomeado — veredito MT-P1, verbatim: "considere que o topo segue uma regra e o rodapé outra regra".
  4. Área total de grafismo ≤ 10%, contando todo elemento de linguagem de linhas da peça, inclusive o marcador de seção.
  5. O grafismo não toca o núcleo do glifo do símbolo. 0 px, sem tolerância.
  6. Cor só em stop da rampa canônica turquesa (regra §0-b, nascida da retirada do #0A6B60). A guarda não mede cor — quem mede é a guarda-literal-de-cor.mjs (NV2) e a régua de contraste.

77.4 Fronteira declarada — o que este instrumento NÃO julga#

  • Não julga se o desenho lê como serra. Legibilidade de forma não é medível por guarda; o juiz continua sendo o gate visual humano. Foi por isso que a peça de rodapé de 32px (P1) passou em todas as cláusulas e ainda assim o registro diz "não lê como serra".
  • Não mede milímetros. Todo número é px de telaMR-P6 aberta para o cartão 89×51mm e a pasta A4.
  • Não mede contraste do grafismo contra o fundo, nem a supressão de fragmento (a "regra do fragmento" do §76.4, que é construção do gerador).
  • Não tem bancada nem suíte, e a fronteira segue a do §76: o componente não interage, então não há comportamento a asserir.

77.5 O 47º defeito de instrumento, porque ele muda como se escreve guarda nesta casa#

Esconder um elemento e mostrá-lo de novo não restaura o pixel — 112 px do glifo do símbolo voltam diferentes depois do ciclo visibility:hidden'', enquanto quatro capturas sem toque nenhum são byte-idênticas. O sinal foi um número impossível: sobreposição de −77 px entre dois planos. Conserto: um estado de render por carga nova, e a carga só esconde. Régua que sai disso, e vale para toda guarda: quem mexe na página para medir imprime prova de estabilidade (estado de controle renderizado duas vezes, em cargas independentes, exigindo 0 px) e devolve [n/a] quando instável. Reproduza: node validacao/prova-47o-defeito.mjs.

77.6 Onde está a prova, e como se roda#

DIR=render-audit/prova-gr1            node validacao/guarda-grafismo.mjs   # 10·3·8
DIR=render-audit/gate-z3/formatos     node validacao/guarda-grafismo.mjs   # 21·0·0
DIR=render-audit/gate-z3/largos       node validacao/guarda-grafismo.mjs   # 11·4·0
DIR=render-audit/gate-montanha        node validacao/guarda-grafismo.mjs   # 14·2·2
DIR=render-audit/prova-gr1 ESCALA=2   node validacao/guarda-grafismo.mjs   # 10·3·8 (condição variada)

Folha de conferência: render-audit/gate-gr1/fechamento.html (gerada por validacao/monta-folha-gr1.py, que lê os placar-*.json escritos pela própria guarda — nenhum número redigitado). LEIA-ME.md autossuficiente em render-audit/prova-gr1/.

77.7 Pendências que esta seção deixa#

  • GR-P5 (nova) — estender a GR1-c com o regime SERRA-CENA por formato, depois de MR-P4 aprovada, com a fixture escrita antes e uma dimensão por vez.
  • GR-P6 (nova) — a divergência de ÁREA contra o instrumento perdido (0,49–1,79% × 0,67–2,17% históricos) não é resolvível: fica registrada. Se alguém encontrar o arquivo antigo num backup, a primeira coisa a fazer é comparar as duas definições de área.
  • GR-P7 (nova) — a prova de estabilidade existe em 1 de 56 instrumentos. A varredura de quais outros mexem na página e não a imprimem é uma varredura de uma linha, e é irmã da varredura de scroll-behavior (43º defeito) e da IN-P2.
  • MR-P6 — grafismo em milímetros (segue aberta, do §76).
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