Componentes
80. O TRAÇO DO GRAFISMO EM MILÍMETROS — a peça de tela e a peça de papel não têm a mesma régua
seed-componentes.md v1.43 · §80seção 86 de 9880-o-traco-do-grafismo-em-milimetros-a-peca-de.md · MD5 6516e82aTítulo completo no canon: O TRAÇO DO GRAFISMO EM MILÍMETROS — a peça de tela e a peça de papel não têm a mesma régua · estável (2026-08-22, décima sexta parte) · canon marca-seed.md v5.6 §7.4-c · instrumento validacao/mede-traco-mm.py
Para quem lê isto sem o resto: o §76 especifica o grafismo como componente; o §77, o instrumento que o verifica (contrato GR1); o §78, os dois regimes de altura; o §79, o eixo de largura do topo. Esta seção trata da unidade física do traço.
⭐ ESTADO:
estáveldesde 2026-08-22. Esta seção nasceu emrascunhohoras antes, porque piso em milímetro é valor de marca e não existe até o decisor aprovar (regra §0-b do projeto). Ele aprovou, verbatim: "saída B — piso de 0,25 mm por ESCALA, e só para peça IMPRESSA", e a regra está hoje no canônicomarca-seed.md§7.4-c (v5.6). A seção fica com a medição do estado ANTES preservada no §80.3, porque é ela que explica por que o piso existe.
80.0 A REGRA, para quem só precisa dela#
Em peça impressa, nenhum traço do grafismo fica abaixo de 0,25 mm (≈ 0,71 pt).
Quando o mais fino ficaria abaixo, multiplique TODOS os planos pelo mesmo fator
até o mais fino tocar o piso — nunca eleve só o mais fino (§80.4 regra 3).
- peça impressa = peça com alvo físico declarado (o cartão de visita, a pasta A4). Post, story, banner e capa não entram — peça de tela não tem milímetro.
- vale para a SERRA. O marcador de seção (risco amarelo, 2 px = 0,170 mm no cartão) fica intocado até veredito próprio — não é linha de serra.
- quem executa:
validacao/gen-z3-largos.py(PISO_MM_CANON = 0.25,PPMM_CARTAO = 1050/89). ⚠ Oppmmé passado só nas chamadas de cartão — é assim que o escopo vive no código e não só na prosa. - quem confere:
validacao/mede-traco-mm.py, lendo o artefato renderizado.
O estado aplicado, medido no cartão a 299,7 DPI:
| antes | depois | |
|---|---|---|
| 4 planos | 2,12 / 2,41 / 2,90 / 3,38 px |
2,95 / 3,35 / 4,03 / 4,70 px |
| em mm | 0,180 / 0,204 / 0,246 / 0,286 |
0,250 / 0,284 / 0,342 / 0,398 |
| folga sobre o piso digital reverso (0,176 mm) | 2% | 42% |
| pesos distintos | 4 | 4 |
| custo de aparência | — | a cena engrossa ~39% (visto por ele com lupa 3× antes do veredito) |
80.1 O problema, em uma frase#
A lei do traço é em pixel (3,5 × F/86, grampeada em [1,5 · 4,5] px), e o
grampo também. Logo o traço físico de uma peça impressa não é propriedade do
desenho: é função da resolução em que a peça for exportada. Dobrar o DPI de
exportação divide o traço em mm pela metade sem ninguém mexer em nada.
80.2 Os pisos de impressão (mercado, pesquisado — não é canon SEED)#
| processo | POSITIVA | REVERSA (clara sobre escuro) |
|---|---|---|
| offset litográfico | 0,053 mm | 0,088 mm |
| digital (Indigo/Xeikon) | 0,088 mm | 0,176 mm |
| serigrafia | 0,353 mm | 0,706 mm |
Linha reversa exige o dobro da positiva — a tinta espalha e fecha a linha clara.
⚠ O verso do cartão é linha reversa por definição: serra clara sobre #005048.
80.3 O estado medido das peças físicas — ⚠ ESTA TABELA É O ANTES#
Preservada porque é o diagnóstico que motivou o piso. Para o estado de hoje, §80.0.
| peça | DPI real | regime | traço mais fino | veredito |
|---|---|---|---|---|
| cartão frente L2 (aprovado) | 299,7 | positiva | 0,180 mm | passa offset e digital; reprova serigrafia |
| cartão verso L3 (aprovado) | 299,7 | reversa | 0,180 mm | passa o digital por 0,004 mm — 2% de margem |
| cartão verso F3 (7 formatos) | 299,7 | reversa | 0,102 mm | REPROVA o digital nos 4 planos |
| pasta A4 F6 | 105,7 | positiva | 0,603 mm | passa em tudo — mas por causa do DPI baixo do mock |
Peça de TELA (post · story · banner · capa) sai [n/a] NOMEADO. Peça de tela
não tem milímetro, e inventar um alvo físico seria pior que não ter.
80.4 A gramática de consumo, enquanto o piso não existe#
- Peça impressa exige a resolução declarada junto. "Traço de 2,12 px" não diz nada sobre papel sem o par (tamanho físico, DPI).
- Verso escuro é linha reversa e responde ao piso dobrado. Se a peça vai a digital, é ali que ela quebra primeiro.
- Não grampeie o traço por baixo para salvar impressão. Grampo achata planos no mesmo peso e destrói a hierarquia de peso e tom, que é uma das três condições que fazem a linha ler como plano (§7.1 do canon). Medido: 4 pesos distintos caem para 2. Se for preciso engrossar, engrosse a cena inteira por ESCALA.
- Serigrafia hoje não é atendida por nenhuma peça de cartão — nem a aprovada. Só a pasta A4 passa, e por causa do DPI do mock.
80.5 Fronteira declarada#
- Este instrumento não julga aparência e não cria piso: mede e compara com piso de mercado.
- Ele não sabe qual processo a gráfica vai usar — quem sabe é quem compra. Por isso o placar sai por processo, não como um veredito único.
- Não há guarda de alvo de pasta para isto ainda. É medição sob demanda; virar guarda só faz sentido depois de existir piso de canon para comparar.
80.6 Pendências#
- ✅ MR-P6 FECHADA em 2026-08-22 — o piso existe, está no canon (§7.4-c) e
está aplicado. Folhas:
render-audit/gate-mr6/gate.html(as três saídas que ele leu) erender-audit/gate-mr6/fechamento.html(antes × depois do que foi feito). - MR-P8 — pasta A4 a 105,7 DPI; precisa ser regerada a 300 DPI (2480×3508 px). ⚠ Virou consequência da regra: peça impressa exportada em resolução de mock recebe o piso na resolução errada.
- MR-P9 (nova) — o cartão está em 89×51 mm (medida americana, 3,5×2 in); o padrão brasileiro é 90×50 mm. Decisão de peça física é dele.