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79. GRAFISMO NO TOPO — o teto é de LARGURA, não de altura
seed-componentes.md v1.43 · §79seção 85 de 9879-grafismo-no-topo-o-teto-e-de-largura-nao-de.md · MD5 d7216f13Título completo no canon: GRAFISMO NO TOPO — o teto é de LARGURA, não de altura · estável (2026-08-21, décima quarta parte) · canon marca-seed.md v5.5 §7.4-b
Para quem lê isto sem o resto: o §76 especifica o grafismo como componente; o §77, o instrumento que o verifica (GR1); o §78, os dois regimes (
DETALHE DE LINHA×SERRA-CENA). Esta seção corrige o eixo de medição do regime serra-cena quando ele está no TOPO.
79.1 O veredito e a regra#
Rafael Sant'Ana, 2026-08-21, verbatim: "acho que deixar 1:1 nao seria o ideial, o ponto é medir a aplicação na largura se atende ao desenho selecionado para o topo, a altura nao importa."
Regra: F ≤ w / 6,5625, onde F é a altura da faixa e w a largura da peça.
6,5625 é a razão da peça aprovada (w = 420, F = 64). A altura da peça é
irrelevante e a razão de aspecto não entra.
O que isto supersede: a leitura do §78 de que o topo respondia a 15,24% da altura, válida só na razão 1:1. Aquele número continua correto como descrição da peça aprovada (64 de 420 = 15,24%), mas não é o teto.
Escopo: isto é do TOPO. O RODAPÉ segue com os tetos por formato do §78.2. Regra derivada de um modelo fica escopada a ele até haver veredito que a estenda — a mesma regra que impediu o "toque exato" do rodapé de virar lei geral.
79.2 O que muda para quem monta peça#
- Peça larga com montanha no topo não precisa mais de veredito novo. Ela responde à mesma proporção: numa peça de 1500 de largura, a faixa pode ir até 228px — mesmo que isso seja 24% ou 45% da altura, que não importa.
- Peça estreita aperta a faixa: numa peça de 420 de largura, o máximo é 64px — exatamente a peça aprovada.
- O outro lado do eixo continua sendo julgamento humano: faixa fina demais faz a cena desaparecer (em 32px o traço de trás cai a 1,50px), e isso é legibilidade de forma — gate visual, não guarda (§7.2 do canon).
- A % da altura continua impressa em toda medição, como diagnóstico.
79.3 O que o instrumento faz#
validacao/guarda-grafismo.mjs, na GR1-c: quando a âncora é topo e o regime é
serra-cena, o veredito é F ≤ w / 6,5625; a linha do placar imprime
w/F medido, o máximo em px para aquela largura, a largura da peça, e a % da
altura marcada como diagnóstico. Duas fixtures novas provam os dois lados:
gr1c-topo-largura-conforme (1500×500, faixa 120px = 24,00% da altura → PASS,
w/F = 12,50) e gr1c-topo-largura-excede (mesma peça, 300px → FAIL,
w/F = 5,00).
Placar da pasta de prova: 24 PASS · 7 FAIL · 11 [n/a] em 14 fixtures
(idêntico na escala 2×). Inércia: 6 de 7 fixtures antigas idênticas; a única que
mudou — gr1c-faixa-topo-na, de [n/a] para PASS — mudou porque ele
decidiu, não por efeito colateral.
79.4 A régua de método que sai daqui#
Quando um teto parece precisar de "vale só neste formato", a primeira pergunta não é "qual formato?" — é "o EIXO da medição está certo?". Escopo apertado demais parece prudência e é, na prática, uma guarda que se recusa a medir: o
[n/a]do topo era tecnicamente honesto e ainda assim reduzia a cobertura a um único formato de peça.
79.5 Pendências#
- ✅ GR-P8 fechada (era: teto do topo em razão diferente de 1:1).
- Seguem abertas: GR-P6 (divergência de área contra o instrumento perdido) · GR-P7 (estabilidade de captura, 1 de 56) · GR-P9 (integridade das saídas do instrumento, 1 de 56) · MR-P6 (grafismo em milímetros para impressão).