1. A tese: e-mail é outro runtime, não outra tela
seed-email.md v0.13 · §01seção 3 de 1701-a-tese-e-mail-e-outro-runtime-nao-outra-tela.md · MD5 84187c04A cadeia de três camadas do DS v2 é:
1. PRIMITIVOS --seed-turquesa-600 valor bruto
↓
2. SEMÂNTICOS --seed-action-primary intenção de uso
↓
3. COMPONENTE --seed-button-primary-bg exceção local
Essa cadeia para antes do e-mail. Não por escolha de estilo, mas por impossibilidade
técnica: CSS custom properties não são suportadas em Gmail, Outlook e Yahoo — e no Gmail o
caso é pior que ausência simples, porque ele aceita a função var() mas ignora a
declaração da variável, o que a torna inútil.
A consequência prática é que nenhuma linha de CSS dos 44 componentes da Fase 3 é reaproveitável em e-mail. O que se herda é conceitual, e isso é bastante:
| Herda-se | Não se herda |
|---|---|
| Taxonomia de severidade (sucesso, atenção, erro, informação) | Qualquer regra CSS |
| Microcopy e tom de voz | Flexbox, grid, position |
| Hierarquia de ação (primária, secundária, terciária) | var(--seed-*) |
| Régua de acessibilidade e de contraste medido | Ícones em SVG |
| Lei 70/20/10 da marca | Dark mode nativo com par light/dark |
Registrar isso aqui evita a expectativa — razoável, mas errada — de que a Fase 4 seria "portar os componentes para e-mail". Ela é reimplementação com herança conceitual.