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SEED engenhariaDesign System

Boas práticas

5. Carrossel — estruturas narrativas

seed-praticas.md v0.1 · §05seção 7 de 1705-carrossel-estruturas-narrativas.md · MD5 20164eda

Origem: seed-ds-carrossel/references/estruturas-narrativas.md (skill de 2026-05-13, 5314 bytes, MD5 d2edfcd6ec155ea607b7d22aa3dc1f1f; cópia preservada em 09-pesquisa/skills-v1-2026-05/referencias/estruturas-narrativas.md) · Importado em 2026-09-06 sem edição — só os títulos foram rebaixados dois níveis (código intacto).

Estado: ⚠ não auditado contra o DS v2 (nenhuma contradição medida automaticamente: sem hex, sem Indie Flower, sem Lovable, sem apelidos do shadcn — a leitura humana ainda não foi feita).

Estruturas narrativas SEED para carrossel#

Reference exclusiva da skill seed-ds-carrossel. Cada estrutura tem framework de copywriting subjacente.

6 estruturas canônicas#

1. Educacional passo-a-passo#

Framework subjacente: What → Why → How

Quando usar: ensinar algo procedural ("como escolher", "como entender", "como decidir"). Tom didático.

Arquitetura típica (slide count: 6-10):

  • Slide 1 — Hook (pergunta ou problema): "Como escolher seu sistema solar em 5 passos"
  • Slide 2 — Contexto / por que importa
  • Slide 3 a N-1 — Os passos (1 passo por slide)
  • Slide N — Recapitulação ou CTA "Salve este post"

CTA ideal: "Salve este post pra consultar depois" (otimiza save rate, métrica forte do algoritmo).

Densidade: mid (cada slide com 1 passo + 1-2 frases explicativas).

2. Comparativo#

Framework subjacente: AIDA (Atenção → Interesse → Desejo → Ação)

Quando usar: duas ou três opções/sistemas contrapostos. Tom técnico-analítico.

Arquitetura típica (slide count: 5-8):

  • Slide 1 — Hook puxando o tema: "Sistema on-grid vs off-grid: qual escolher?"
  • Slides 2-3 — Opção A (características, prós, contras)
  • Slides 4-5 — Opção B (características, prós, contras)
  • Slide N — Critérios de decisão / CTA

CTA ideal: "Comente qual faz sentido pra seu caso" (engagement) ou "Fale com a SEED" (conversão).

Densidade: mid-alta (comparativos exigem detalhe técnico).

3. Lista numerada#

Framework subjacente: Hook → Value → CTA

Quando usar: itens enumeráveis sem ordem causal ("5 sinais", "7 dicas", "3 erros mais comuns"). Tom direto e útil.

Arquitetura típica (slide count: itens + 2):

  • Slide 1 — Hook prometendo o número: "5 sinais que seu sistema fotovoltaico não está bem"
  • Slides 2 a N-1 — Os itens (1 item por slide, numerado)
  • Slide N — Sintese + CTA

CTA ideal: "Salve" (lista, save rate) ou "Compartilhe com quem tem fotovoltaico" (share rate).

Densidade: baixa-mid (1 item por slide, texto curto).

4. Antes / Depois#

Framework subjacente: Problem → Agitate → Solve

Quando usar: transformação com estado inicial e final claros. Tom de impacto.

Arquitetura típica (slide count: 5-8):

  • Slide 1 — Hook do problema (estado inicial doloroso)
  • Slides 2-3 — Agitação (consequências do problema)
  • Slides 4-5 — Solução (estado final transformado)
  • Slide N — Caso real ou CTA

CTA ideal: "Compartilhe com quem precisa entender disso" (share rate, conteúdo viral).

Densidade: mid (visual conta tanto quanto texto).

5. Case study#

Framework subjacente: AIDA ou Problem → Solve

Quando usar: cliente real + problema específico + solução SEED + resultados quantificados. Tom de prova social.

Arquitetura típica (slide count: 7-10):

  • Slide 1 — Capa identificando contexto: "Como a [Indústria X] economizou 38% na conta de luz"
  • Slide 2 — Cliente e contexto (com permissão de divulgação ou descrição genérica)
  • Slide 3 — Problema enfrentado
  • Slides 4-5 — Solução SEED aplicada (Diagnóstico 360°, fotovoltaico, etc.)
  • Slides 6-7 — Resultados quantificados (kWp, economia%, payback)
  • Slide N — Aprendizado + CTA

CTA ideal: "Quer um diagnóstico assim na sua empresa? Fale com a SEED."

Densidade: alta (case studies levam dados, números, contexto).

Cuidado: dados precisam ser verificáveis. Se cliente não autorizou nome, usar descrição genérica plausível ("Indústria de móveis em Governador Valadares/MG").

6. Storytelling de marca#

Framework subjacente: Arco clássico (apresentação → desenvolvimento → desfecho)

Quando usar: trajetória SEED, marcos da empresa, valores, narrativa de propósito. Tom inspiracional sem ser piegas.

Arquitetura típica (slide count: 6-10):

  • Slide 1 — Hook com pergunta/contexto: "Como a SEED chegou aqui?"
  • Slides 2-3 — Apresentação (origem, fundação 2016 em Baixo Guandu)
  • Slides 4-6 — Desenvolvimento (crescimento, expansão pra ES/MG/BA, soluções construídas)
  • Slides 7-8 — Desfecho (estado atual, propósito ESG)
  • Slide N — Convite a fazer parte ou CTA

CTA ideal: "Comente sua história com energia" (comment rate) ou CTA brand-building soft.

Densidade: mid (narrativa, não dados densos).

Como escolher a estrutura quando o briefing não declara#

Pista no briefing Estrutura recomendada
"Etapas", "como fazer X em N passos" Educacional passo-a-passo
"X vs Y", "comparar opções" Comparativo
"N dicas", "N sinais", "N erros" Lista numerada
"Transformação", "antes e depois", "como mudou" Antes / Depois
Cliente real + problema + resultados Case study
Aniversário SEED, marco, valores Storytelling

Se duas estruturas parecem caber: perguntar antes. A escolha muda copy e ritmo dos slides.

Hook visual — três funções simultâneas#

Independente da estrutura, o slide 1 tem que cumprir:

  1. Stop the scroll — contraste, cor, imagem arresting
  2. Communicate immediate value — em 1-2 segundos o usuário entende por que importa
  3. Tease what's coming — abre open loop que só fecha avançando

Sem os três, capa vira decoração e completion rate despenca.


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