Boas práticas
5. Carrossel — estruturas narrativas
Origem:
seed-ds-carrossel/references/estruturas-narrativas.md(skill de 2026-05-13, 5314 bytes, MD5d2edfcd6ec155ea607b7d22aa3dc1f1f; cópia preservada em09-pesquisa/skills-v1-2026-05/referencias/estruturas-narrativas.md) · importado em 2026-09-06 sem edição.Revisão: conteúdo revisado em 2026-09-08 · ciclo de 6 meses (V-B3 = A) · vence em 2027-03-08
Estado: ✅ auditada em 2026-09-08 (F9.8, onda 1). O conteúdo é convenção de produção e sobreviveu quase inteiro. Três correções: as seis estruturas dependem da ordem dos slides, e a ordem não é garantida em anúncio (§3.3); a orientação de inventar uma "descrição genérica plausível" de cliente foi trocada; e os dados institucionais foram conferidos contra o
sobreaseed.md.
5.0 Como ler esta seção#
Tudo aqui é [SEED] — convenção de produção da casa — salvo onde a etiqueta disser outra coisa.
⚠ O que esta seção não consegue provar: que uma estrutura narrativa renda mais que outra. Não há estudo com amostra declarada comparando estruturas, e a casa não mede resultado de conta de terceiro. A escolha da estrutura é decisão editorial, guiada pela pista do briefing (5.7).
5.1 ⛔ Antes de escolher a estrutura: as seis dependem da ordem#
[plataforma] As seis estruturas abaixo pressupõem que a pessoa veja o slide 1 primeiro e siga até o fim. Isso não é garantido:
- no post orgânico, o Instagram pode dar ao carrossel uma segunda chance começando pelo slide 2 (§4.1);
- no anúncio, o posicionamento personalizado pode começar por outro cartão, e o interruptor "destacar cartão do carrossel" vem ligado por padrão, reordenando tudo pelo desempenho (§3.3).
Por isso, em toda estrutura: numerar os slides ("3 de 8"), dar contexto próprio a cada título, e — se a peça vira anúncio — entregar por escrito a instrução de desligar a reordenação.
5.2 Educacional passo a passo#
Base: o quê → por quê → como. Quando: ensinar algo procedural. Tom: didático. De 6 a 10 slides.
Slide 1, gancho ("Como escolher seu sistema solar em {{N}} passos") · slide 2, por que importa · slides 3 a N-1, um passo por slide · slide N, recapitulação e chamada. Chamada: "Salve para consultar depois". Densidade: média.
5.3 Comparativo#
Base: atenção → interesse → desejo → ação. Quando: duas ou três opções contrapostas. Tom: técnico-analítico. De 5 a 8 slides.
Slide 1, o tema ("On-grid ou off-grid: qual escolher?") · slides 2-3, a opção A · slides 4-5, a opção B · slide N, critérios de decisão e chamada. Chamada: "Comente qual faz sentido no seu caso" ou "Fale com a SEED". Densidade: média-alta.
5.4 Lista numerada#
Base: gancho → valor → chamada. Quando: itens enumeráveis sem ordem causal. Tom: direto e útil. Slides = itens + 2.
Slide 1 promete o número ("{{N}} sinais de que seu sistema fotovoltaico não vai bem") · slides 2 a N-1, um item por slide, numerado · slide N, síntese e chamada. Chamada: "Salve" ou "Compartilhe com quem tem fotovoltaico". Densidade: baixa-média.
5.5 Antes e depois#
Base: problema → agitação → solução. Quando: transformação com estados inicial e final claros. Tom: de impacto. De 5 a 8 slides.
Slide 1, o problema · slides 2-3, as consequências · slides 4-5, a solução · slide N, o caso ou a chamada. Chamada: "Compartilhe com quem precisa entender disso". Densidade: média.
⚠ Se o "depois" for de um cliente, valem as três condições da §4.5.
5.6 Case de cliente#
Base: problema → solução. Quando: cliente real, problema específico, solução SEED, resultado apurado. Tom: de prova. De 7 a 10 slides.
Slide 1, o contexto · slide 2, cliente e situação · slide 3, o problema · slides 4-5, a solução aplicada (Diagnóstico 360°, fotovoltaico, SPDA — o portfólio está em sobreaseed.md §6) · slides 6-7, os resultados apurados · slide N, aprendizado e chamada. Densidade: alta.
⛔ As três condições da §4.5 são obrigatórias: dado que existe em documento da SEED, autorização de divulgação do cliente, e revisão do engenheiro responsável — o design system não substitui a ART, o registro no CREA que vincula um engenheiro ao serviço.
⛔ E não se inventa uma descrição genérica "plausível". A orientação anterior dizia, para cliente sem autorização de nome, "usar descrição genérica plausível" — isso é fabricar um cliente. O certo é descrever genericamente o cliente real: setor real, porte real, região real, sem identificar. A diferença é entre esconder quem é e inventar que existe.
5.7 Storytelling de marca#
Base: arco clássico. Quando: trajetória, marcos, valores. Tom: inspiracional sem ser piegas. De 6 a 10 slides.
Slide 1, o gancho · slides 2-3, a origem · slides 4-6, o desenvolvimento · slides 7-8, o presente · slide N, o convite.
Fatos institucionais, conferidos contra o sobreaseed.md em 2026-09-08 — usar estes, nunca de memória:
- Fundação em 2016, em Baixo Guandu / ES — cidade de fundação.
- A matriz é Governador Valadares / MG desde a transferência; Baixo Guandu / ES e São Félix do Coribe / BA são filiais. Toda peça lista a matriz primeiro.
- Marcos: rebranding e escritório em Governador Valadares em 2018; São Félix do Coribe em 2019; em 2026, dez anos de operação.
- Atendimento: Espírito Santo · Minas Gerais · Bahia, com expansão para estados vizinhos.
- Estratégia ESG como eixo de crescimento; quatro pilares culturais em
sobreaseed.md§5.
5.8 Qual estrutura, quando o briefing não diz#
| pista no briefing | estrutura |
|---|---|
| "etapas", "como fazer X em N passos" | educacional passo a passo |
| "X ou Y", "comparar opções" | comparativo |
| "N dicas", "N sinais", "N erros" | lista numerada |
| "transformação", "antes e depois" | antes e depois |
| cliente real + problema + resultado | case de cliente |
| aniversário, marco, valores | storytelling de marca |
Se duas estruturas parecem caber, perguntar antes: a escolha muda o texto e o ritmo dos slides.
5.9 As três funções da capa#
Independente da estrutura, o slide 1 tem de parar a rolagem, dizer em um instante por que importa e abrir um laço. Sem os três, a capa é decoração — e, pela §5.1, o slide 2 precisa cumprir o mesmo papel sozinho.