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SEED engenhariaDesign System

Marca SEED

9-b. Voz sintética da marca — Clara

marca-seed.md v5.41 · §09-bseção 11 de 2009-b-voz-sintetica-da-marca-clara-novo-na-v5-41.md · MD5 25c1fe0a

Título completo no canon: Voz sintética da marca — Clara (novo na v5.41)

Sim, voz é identidade. A marca já tinha cor, tipografia, grafismo, mascote, fotografia, ilustração e tom de voz escrito (§10). Faltava a voz falada — e ela é tão reconhecível quanto um logotipo: quem ouve dois vídeos da casa com locuções diferentes ouve duas empresas. Por isso a voz oficial entra aqui, com a mesma regra dos outros ativos de marca: existe uma, e ela não se recria.

Pedido dele que abriu esta seção (2026-09-08, verbatim): "temos uma voz oficial da Clara no EllevenLabs, esse tipo de informação vai no DS? se sim, pode atualizar entao no DS".

9-B.1 A voz, medida na fonte#

Lido no espaço de trabalho da SEED no ElevenLabs pelo conector, em 2026-09-08:

nome Clara — Voz Oficial SEED
identificador da voz dAX8JJOgGutSLfY2AkgK
tipo clonada (voz própria da casa, não é voz de biblioteca)
idioma pt
plataforma ElevenLabs, espaço de trabalho da SEED

O identificador não é credencial — ele nomeia a voz, e não dá acesso a nada: o acesso vem da chave da API do espaço de trabalho. Por isso ele pode viver no canon, como um token. A chave da API não entra em canon, em peça, em nome de arquivo nem em prompt — regra do CLAUDE.md do projeto: chave é descartável, criada no uso e revogada depois.

9-B.2 As regras que já valem#

  1. Não se cria outra voz para a marca, nem se usa voz de biblioteca "parecida", nem se troca de voz por conveniência de ferramenta. É a mesma lei do logotipo e do mascote (§5.4, §6): o ativo existe, e recriar é o erro.
  2. Nem toda peça precisa de locução — a §19 do seed-praticas.md mostra que o som nasce desligado no feed, e legenda é obrigatória de qualquer jeito. Voz entra quando acrescenta; não é enfeite.
  3. Onde houver locução da marca, é a Clara. Vídeo institucional, Reels e Stories com narração, vídeo de treinamento, audiodescrição (§18.4 da base de prática).
  4. [SEED] Voz sintética se declara quando a peça poderia ser tomada por uma pessoa real falando. Não é purismo: a orientação oficial do Google sobre conteúdo útil pergunta, com todas as letras, se "o uso da automação, incluindo a geração de IA, fica evidente para os visitantes" (lida em 2026-09-08, registrada na §22 da base de prática). Numa casa de engenharia, onde a credibilidade é o produto, esconder isso custa mais do que dizer.
  5. A voz não empresta a fala de uma pessoa real da casa. Ela não assina laudo, não dá parecer técnico e não diz "eu, engenheiro fulano". Responsabilidade técnica tem nome e CREA (§16 da base de prática) — e nome se assina, não se sintetiza.

9-B.3 O que ainda NÃO está decidido — MR-P16#

Registrado como pendência porque é decisão dele, e porque nada disso se inventa:

  • os parâmetros de geração (modelo, estabilidade, similaridade, velocidade) — hoje não há valor canônico, e cada geração sai diferente da anterior sem que ninguém perceba. É o mesmo problema que os tokens resolveram para a cor;
  • o escopo de uso — só peça de comunicação, ou também produto (aviso falado no ERP, atendimento telefônico, IVR)? A resposta muda o que precisa ser combinado;
  • o gate de escuta — quando os parâmetros forem propostos, ele decide comparando: as mesmas duas frases, geradas com dois ajustes, lado a lado (regra da casa: decisão sempre com exemplo).

Enquanto a MR-P16 estiver aberta, quem produzir locução usa a voz oficial, registra os parâmetros usados junto da peça e diz que são provisórios.


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