Mapa de cobertura
1. O achado que organiza o mapa
O estudo mediu dezessete arquétipos e a conclusão da §2.3 é literal: não existe uma regra única de "peça sobre canvas" — há sete raios distintos (0, 4, 6, 8, 10, 12, 24px), cinco tratamentos de elevação e quatro gaps, variando por arquétipo. Nosso CP3 já absorveu isso como lei ("o contrato é declarado por arquétipo, não uma vez no nível do sistema").
A lacuna real não é de regra — é de cobertura: o CP3 declara a lei, mas a tabela do §3 cobre onze arquétipos contra os dezessete medidos, e apenas quatro telas compostas existem como artefato.
ERRATA da v0.1, corrigida na v0.4 (2026-08-15): esta frase dizia "seis linhas preenchidas". Errado — a contagem veio de leitura parcial da seção, não de contagem: a tabela tinha onze linhas (shell · painel · lista/tabela · formulário · detalhe · hub · documento · página institucional · feed · mapa · vazio). A conclusão não muda (faltavam gabaritos, e os que faltavam eram os arquétipos nunca escritos), mas o número estava errado e número errado em consolidado vira decisão errada depois. A correção está também no
seed-composicao.mdv2.0 §3. Classe do defeito: afirmação quantitativa sem medição — a mesma que o método proíbe desde o marco v1.4 ("regressão por MD5, não por tamanho"). Um contrato por arquétipo com a maioria dos arquétipos não escritos é um contrato incompleto por definição — a mesma frase que o CP3 já usa para a coluna<600px.
Consequência para a leitura deste mapa: cada seção abaixo lista o universo previsto, marca o estado real e nomeia o que falta. O total é grande de propósito — a instrução foi "fechar a maior quantidade possível de possibilidades".