Mapa de cobertura
Cabeçalho — mapa-cobertura-ds.md
Versão: v2.31 · Data: 2026-08-24 (§22.34 — a F7.7 FECHA e com ela a F7 INTEIRA: o P6 executou por veredito dele (31 gastos removidos, 537 KB) e as §90/§91 foram EMENDADAS no mesmo dia por informação nova — o app de campo com cadastro offline e sincronização (OS e ponto) é decisão tomada, não hipótese. Nascem OF10 (quatro estados de sincronização), a CE4-f (separa COLETA de EMISSÃO, resolvendo a colisão entre a trava exclusiva e o trabalho sem rede) e a CE9 (conflito detectado na sincronização). ⚠ O ponto tem regra própria: Portaria MTP 671/2021. · anterior v2.30 · Data: 2026-08-24 (§22.33 — a F7.7 entrega o P5 e as TRÊS linhas ❌ AUSENTE do §6.1 fecham: §90 offline · §91 conflito de edição concorrente · §92 lista longa, por cinco decisões dele no gate. O §92 fecha a BU-P1 e traz o limiar MEDIDO em cobaia — 2.000 linhas —, porque a lista mais longa do acervo tem 38 itens e não exercita o problema. Dois achados de método com consequência normativa: contenção nativa não funciona em caixa de tabela interna (5,87×–25,47× em blocos, nada em
<tr>) egetComputedStyledevolveautonas duas, logo esta regra não tem conferência por declaração (LL-P1). O P6 tem tabela pronta e espera veto. · anterior v2.29 · Data: 2026-08-24 (§22.32 — a F7.7 entrega P1 a P4: a camada de validação volta a RODAR nesta máquina (55 suítes, 20 geradores provados por regeneração byte-idêntica, 1.127 PASS nas 17 jsdom antigas), nasce o módulo de cor que fecha a lacunacolor(srgb)do §12.5, a C31 ganha a perna de COR com ΔE76 calibrado no próprio canônico, a lei do CP27 passa a ser varrida no acervo inteiro — e ela achou 9 artefatos fora da lista, levando o CP27 de 8 para 10 nomes por supersede —, e a microcópia vira a §89 por cinco decisões dele. Três defeitos de instrumento novos no caminho: o 50º (pixel dominante cego a gradiente), o 51º (resolvedor de fundo cego a gradiente) e a classe do CRLF (gerador portado se prova por byte-identidade). Fecham: AU-P1, os caminhos nus, DP-P7, CN-P1) · anterior · Data: 2026-08-23 (§22.31 — A F7.6 FECHA 6/6: A13 documento sai de AUSENTE paraestável(§88, suíte 15·0·0; gate dele: "aprovo") — e com ela as SEIS telas de borda, produzidas em DOIS DIAS de gates encadeados sobre o consolidado de 2026-08-22: seis specs §83–§88, seis suítes (101 PASS · 0 FAIL somados), uma volta de leitura dirigida (que fechou os dois arquétipos SEM leitura), o retroativo HV1 e o print como CONTRATO MEDIDO (a errata do DI virou lei de suíte). Os bloqueados seguem nomeados (A6, A15, C5/C8). Da F7 resta a F7.7 — instrumentação e rigor) · anterior v2.27 (§22.30 — A14 feed/atividade sai de AUSENTE paraestável(§87, suíte 16·0·0; gate dele: "aprovado"): a exceção C33 do CP2 sai de CITAÇÃO para USO medido em tela, o C27 timeline ganha a primeira spec, e a linha "feed sob observação → possível A27" perde o motivo — o consumidor real (histórico de projeto/manutenção) está atendido. Cinco de seis da F7.6; falta a A13) · anterior v2.26 (§22.29 — A18 configurações sai de AUSENTE paraestável(§86,tela-configuracoes.html, suíte 18·0·1; gate dele: "aprovo"). Era um dos dois arquétipos SEM leitura; a decisão aberta do consolidado (salvar imediato × explícito) fechou como DOIS REGIMES — formulário explícito com dirty, switch imediato anunciado. Nasce ainda o primeiro check de LGPD em suíte (CF-11: a demo reprova se dado pessoal real entrar). Quatro de seis da F7.6 entregues; a fila: A14 → A13) · anterior v2.25 (§22.28 — A17 busca/resultados sai de AUSENTE paraestável(§85,tela-busca.html, suíte 15·0·1; gate dele: "fora isso está aprovado") — e o "fora isso" foi a HV1 pega a olho nu pela SEGUNDA vez (a paginação sem hover; a primeira foi o §71 em 2026-08-19): o conserto alcançou as TRÊS telas da F7.6, retroativo, com o 49º defeito de instrumento no caminho (CSSOM: style rule tem.cssRulesvazia-mas-truthy e o flatMap engolia os:active). Três de seis da F7.6 entregues; a fila segue A18 → A14 → A13) · anterior v2.24 (§22.27 — A20 onboarding sai de parcial paraestável(§84,tela-onboarding.html, suíte 14·0·1; gate dele: "a imagem da onboarding está ok. aprovo"). O delta era só a COMPOSIÇÃO — o §25/Z1 já estavaestáveldesde o Bloco 3 — e a tela prova por suíte a cláusula que só existia como texto: Z5, o mascote é PROIBIDO em sem-permissão (ON-02b). Dois de seis da F7.6 entregues; a fila segue A17 → A18 → A14 → A13) · anterior v2.23 (§22.26 — o PRIMEIRO arquétipo da F7.6 sai de AUSENTE paraestável: A19 autenticação (§83 do componentes,tela-autenticacao.html, suíte 21·0·0, CD-P5 fechada) — e a leitura que faltava veio de uma VOLTA DIRIGIDA autorizada por gate (P1 do consolidado F7.6): telas de login PÚBLICAS medidas deslogadas + busca populada e configurações lidas na sessão em somente-leitura estrito (leitura-f76-bordas.md). A dimensão nova que a volta expôs: os vizinhos reprovam nas normas que o §66 já absorveu — copiar o mercado aqui seria REGREDIR; a leitura serve à composição, a norma decide o contrato) · anterior v2.22 (§22.25 — o INVENTÁRIO DE PEÇAS sai de "proposta" para "confirmado contra a operação": ele respondeu que as 20 peças das famílias de papelaria e de campo existem de verdade, e que o layout de frota é a única a criar de zero. E nasce uma dimensão de cobertura que não é sobre artefato, é sobre como o trabalho é proposto: plano com nome de fase e sem definição de entregável é plano que só o autor entende — a crítica dele ("3 ondas é vago") virouplano-producao-pecas.md, com glossário e dependência declarada por peça) · anterior v2.21 (§22.24 — a dimensão de SANGRIA sai de "medida" para "governada por canon E conferida por guarda" no mesmo dia em que nasceu, e com ela nasce uma distinção de cobertura que o projeto não tinha: ARQUIVO DE GATE × ARQUIVO DE PRODUÇÃO. São dois artefatos da mesma peça, com tamanhos diferentes, medidos por guardas diferentes — e antes disso o projeto media um arquivo e chamava de "a peça". MM1 vai de 3 para 5 cláusulas; produção 15·0·0. ⚠ E fica registrado que o placar de referência escrito ANTES da execução estava errado em dois pontos, os dois erros do engenheiro, corrigidos só depois de entendida a causa de cada divergência) · anterior v2.20 (§22.23 — nasce a dimensão de OBRIGAÇÃO LEGAL E NORMATIVA, e ela estava em ZERO no acervo inteiro: nenhuma das ~60 guardas desta casa pergunta "esta peça é exigida por lei? o conteúdo obrigatório está presente? a cor é minha ou é da norma?". Levantado: a placa de obra é obrigatória (Lei 5.194/1966 Art. 16+Res. CONFEA 407/1996) e a sinalização elétrica é regida pela NR-10 10.10.1 com cores da NR-26 → NBR 7195 — onde o amarelo significa ADVERTÊNCIA, colidindo em significado com o acento único da marca (MR-P11). E a dimensão de SANGRIA/MARGEM sai de ausente para medida: o conteúdo do cartão está a 4,24 mm do corte, o que reprova a margem de 5 mm por 0,76 mm) · anterior v2.19 (§22.22 — duas dimensões saem de ZERO na mesma rodada, e as duas estavam nomeadas como ausentes desde a §22.20: a guarda de alvo de pasta para o piso em mm (nasce o contrato MM1, 3 cláusulas, 7 fixtures,13·3·5batendo com o previsto) e a resolução de exportação da peça impressa (a pasta A4 sai de 105,7 para 300 DPI exatos — MR-P8 fechada). Decisão de arquitetura que muda a natureza da cobertura: quem é peça impressa passa a ser declarado NO ARTEFATO (<meta name="alvo-fisico">), o que faz a varredura ser por pasta e não por lista. E na estreia a guarda achou o que conferência à mão não acharia: o piso do canon estava sendo violado pelo arredondamento do gerador, por 0,0002 mm) · anterior v2.18 (§22.21 — nasce a dimensão de PROVENIÊNCIA DO VALOR, e ela nasceu de uma pergunta dele: "nao sei se escolho americano ou brasileiro, pois nao sei do que se trata". A medida do cartão (89×51 mm) estava no projeto sem nenhum veredito que a escolhesse — era3,5×2 polegadas, default de ferramenta americana. Nenhuma das ~60 guardas desta casa pergunta "quem decidiu este número?", e é uma dimensão inteira em zero: o acervo tem centenas de valores e nenhum inventário de origem. Trocado para 90×50 mm por veredito dele, com custo medido de uma linha de canon e zero custo em impressão. E fica a régua: pendência enunciada como "A ou B" transfere a decisão sem transferir a informação) · anterior v2.17 (§22.20 — a dimensão de UNIDADE FÍSICA ganha PISO, e por isso sai de "medida" para "governada": com o veredito dele ("saída B — piso de 0,25 mm por ESCALA, e só para peça IMPRESSA") a régua passa a ter um número do canon para comparar (marca-seed.mdv5.6 §7.4-c), e não só pisos de mercado. Efeito medido: o plano mais fino do cartão sai de 0,180 mm (2% de folga) para 0,250 mm (42%), com os 4 pesos preservados. Duas dimensões seguem em zero e agora são consequência da regra: RESOLUÇÃO DE EXPORTAÇÃO (MR-P8) e GUARDA DE ALVO DE PASTA PARA O PISO EM MM — hoje a conferência é sob demanda, um humano rodando um script) · anterior v2.16 (§22.19 — nasce a dimensão de UNIDADE FÍSICA: o traço do grafismo em milímetros sai de ausente para medido, sem piso de canon. O achado é estrutural — a lei do traço é em px, logo o traço físico depende da resolução de exportação — e ele expõe uma peça aprovada com 2% de margem e uma peça do acervo reprovando o piso digital reverso) · anterior v2.15 (§22.18 — a dimensão de grafismo troca de EIXO no topo: por veredito dele, o teto do topo é de LARGURA (F ≤ w / 6,5625) e não de altura, o que fez a cobertura do topo sair de "só a razão 1:1" para qualquer formato — escopo apertado demais era uma guarda que se recusava a medir. E nasce a dimensão de FECHAMENTO AUDITADO: uma auditoria de 7 eixos que confere citações órfãs, coerência de versão, afirmação velha de canon, placar velho, higiene, frescor de derivado e fixtures × log — ela achou 2 afirmações velhas e 7 sobras de placar em documentos escritos horas antes) · anterior v2.14 (§22.17 — a dimensão de grafismo passa a medir CANON, não um número fixo: com a emenda MR-P4 aprovada (marca-seed.mdv5.4), a GR1-c lê os DOIS REGIMES e os TETOS POR FORMATO, e a cobertura muda de natureza — o que se mede agora é a peça respeita o teto que o decisor aprovou para o formato dela. Efeito: 5 peças largas de 11·4·0 para 15·0·0, montanha a 16·2·0. E nasce a dimensão de INTEGRIDADE DAS SAÍDAS DO INSTRUMENTO (48º defeito: o placar de texto saiu completo e o JSON derivado morreu em silêncio; só o exit code viu)) · anterior v2.13 (§22.16 — a dimensão de ÁREA E FAIXA DE GRAFISMO SAI DE ZERO: a guarda GR1 foi reescrita com pasta de prova ANTES e o contrato volta a ser reproduzível em 18 peças (7 formatos 21·0·0 · 5 largas 11·4·0 · 6 da montanha 14·2·2, com 4+2 FAILs SANCIONADOS pelo decisor esperando a emenda MR-P4). E nasce uma dimensão que nenhuma guarda desta casa media: ESTABILIDADE DA CAPTURA DO PRÓPRIO INSTRUMENTO — o 47º defeito mostrou que esconder e mostrar de novo não restaura o pixel (112 px do glifo), e que um número impossível no placar (sobreposição de −77 px) é o único sinal que existia) · anterior v2.12 (§22.15 — TRES DIMENSOES NOVAS, e as tres nasceram de coisas que um placar VERDE nao ve: cobertura de propagacao (o MD5 mede fidelidade do que foi ENVIADO e nada sobre o que ficou de FORA — custou TRES instrumentos perdidos; regua nova PR-P4: todo fechamento imprime enviados x conferidos e criados/editados x enviados), valor de marca fora do canonico (o#0A6B60viveu quatro rodadas e chegou a peca aprovada; nasce a regra §0-b) e artefato orfao (artefato sem gerador é artefato nao corrigivel). Mais: a dimensao de AREA E FAIXA DE GRAFISMO REGREDIU A ZERO porque a guarda GR1 foi perdida (GR-P3), e ficou fixada a fronteira de que regra derivada de um modelo fica ESCOPADA a ele — veredito do decisor: "considere que o topo segue uma regra e o rodape outra regra". Anterior: v2.11, §22.14 — NASCE A DIMENSAO DE RECURSO QUE CHEGA, e ela veio de uma pergunta sobre OUTRA coisa: o Rafael perguntou se "uma imagem que nao carregou" mudava a avaliacao de contraste. NAO mudava — cor, tamanho, peso, retangulo dentro do cartao e pixel do fundo IDENTICOS com e sem imagem. Mas ninguem nesta casa jamais mediu se as FAMILIAS TIPOGRAFICAS e os RECURSOS EXTERNOS que um artefato declara REALMENTE CHEGAM: medido, 0 de 45 imagens e 0 de 2 familias doseed-design-system.htmlcarregam, logo TODO recorte daquele artefato ja mostrado ao decisor saiu com a tipografia de RESERVA. Nasce o contrato TP1 (validacao/guarda-tipografia-viva.mjs, alvo de pasta): 30 PASS · 21 FAIL · 0 [n/a], com 85 achados de PORTABILIDADE (pilha que resolve por fonte de SISTEMA, nao por@font-face) e 56 de PRIMEIRA ESCOLHA. A atribuicao por familia muda o que o numero significa: das 21 reprovacoes, 13 sao a familia de E-MAIL (isencao declarada — e-mail nao pode embutir ativo), 7 sao bancadas que carregam a fonte do Google Fonts (o achado real) e 1 e o showcase legado com 46 recursos. LICOES: pergunta do decisor sobre um DETALHE e o modo mais barato de descobrir uma DIMENSAO inteira que nao existia; quando uma regua nova reprova EM BLOCO, a primeira hipotese nao e "o acervo esta ruim", e "a regua esta medindo outra coisa" (esta guarda esteve errada CINCO vezes: 48, 46, 22 com 3 falsos, 6 de 6, e so entao correta); e placar de contrato transversal so e legivel depois de ATRIBUIR o FAIL a uma familia de artefato. Armadilha catalogada:document.fonts.check()devolvetruecom a fonte FALHANDO. CONTAMINACAO DECLARADA: o contentor recebeuapt install fonts-montserratnesta rodada. Pendencias novas: RD-P1 (47 recursos de rede), CC-P11 (a regua de contraste resolve UM fundo por ELEMENTO e nao ve texto que atravessa DUAS superficies — 6,56 declarado x 3,92 no pixel), CC-P12 (opacityem tinta — 4,60 x 4,01) e TP-P1 (isencao por familia feita a mao); anterior: §22.13 — A COBERTURA DE BT1 SAI DE "DEZ DE TRINTA E QUATRO" PARA ALVO DE PASTA, e nasce uma dimensao de cobertura que nao existia: a FIDELIDADE DA DEMONSTRACAO ENTREGUE AO DECISOR. (1) O contrato BT1 — a barra de controles de avaliacao de todo artefato produzido e fixa no topo, escrito emseed-componentes.md§64.1 desde 2026-08-16 — tinha sido declarado verificado ao fechar a BT-P2 em 2026-08-17 sobre uma LISTA ESCRITA A MAO de dez artefatos, num acervo de trinta e quatro. Nascevalidacao/guarda-barra-fixa.mjs, de ALVO DE PASTA, com quatro clausulas das quais TRES sao COMPORTAMENTAIS (rola a pagina de verdade e mede o retangulo): 22 PASS · 11 FAIL · 18 [n/a] -> 33 · 0 · 18, medido a 1440x900 E a 320x900 (9 BT1-a · 10 BT1-b · 0 BT1-c · 2 BT1-d). Dois dos onze declaravamposition:fixed— a propriedade "passava" e o comportamento reprovava (topo a +12px, tolerancia 4px). (2) Nasce a regra de forma de entrega DEMONSTRACAO VIVA E EXTRAIDA, NUNCA REDIGITADA (validacao/extrai-vivo.mjs): trecho redigitado na folha e SEGUNDA FONTE, isto e, dado sintetico plausivel; sendo extraida, a demonstracao passa a ser MENSURAVEL — fidelidade medida pela guarda HV1 oficial em 6/0/0 · 6/0/0 · 10/0/0 · 4/1/0, e o unico "1" reproduz um defeito real do artefato. O 44o defeito: a v1 da ferramenta lia CSS por REGEX e chave dentro de COMENTARIO desalinhou o parser — 3 de 5 quadros sairam sem tokens; reescrita por CSSOM, 5 de 5. TERCEIRA vez na mesma sessao em que a regua certa ja estava escrita em outro instrumento, e disso nasce a pendencia IN-P2 (nenhum censo diz qual tecnica cada.mjsusa para a mesma tarefa). LICAO: pendencia de contrato TRANSVERSAL nao fecha por lista — fecha por instrumento de ALVO DE PASTA, e o fechamento tem de citar o instrumento, o ALCANCE impresso por ele e o censo de[n/a]com motivo. Dimensoes que seguem em ZERO: BT2/seletor de largura (BT-P3, nova), tecnica de leitura de CSS por instrumento (IN-P2, nova), token consumido sem declaracao no ato da escrita, estado de SELECAO (SE-P1), colisao de ESPECIFICIDADE (ES-P1), defasagem de versao de gemeo (TK-P1) e a varredura descroll-behaviornos 54.mjs; anterior: §22.12 — DUAS REGUAS MEDIAM A COISA ERRADA, e a segunda escondia 862 folhas de texto reprovadas num arquivo CANONICO. (1) A HV1-c lia a tinta DO CONTROLE, e quem pinta a letra costuma ser um DESCENDENTE comcolorproprio: medido, de 1.260 controles com texto 364 pintam por descendente e 164 com tinta diferente — 1 artefato correto era condenado e 12 defeitos reais eram invisiveis (41o defeito). (2) A varredura de contraste escolhia alvo por PREFIXO DE NOME (^(banco|tela)-) e por isso 17 dos 51 HTMLs de raiz NUNCA foram medidos: medidos agora, 16 passam limpos (32 · 0) e o 17o, oseed-design-system.html, tinha 862 folhas abaixo do piso — 862 -> 46 depois da migracao (42o defeito). Nasce a regua: filtro por prefixo de nome e uma lista escrita a mao com outra sintaxe, e e PIOR que uma lista explicita porque tem a APARENCIA de alvo de pasta. E fica o numero que ninguem tinha imprimido: aguarda-resposta-ponteiroe aguarda-colisaovarrem os 51; o contraste varria 34. QUATRO dimensoes seguem em ZERO, agora nomeadas: estado de SELECAO (SE-P1), colisao de ESPECIFICIDADE (ES-P1, tres defeitos em tres partes), defasagem de versao de gemeo no artefato (TK-P1, seis versoes no acervo) e a varredura descroll-behaviornos 54.mjs(o 43o defeito era o 33o num terceiro instrumento); anterior: §22.11 — NASCE A DIMENSAO DE VAZAMENTO (clausula SH1-d): o Rafael apontou a 390px o rotulo saindo POR FORA DA BORDA do botao e as tres clausulas de SH1 davam aquela tela como limpa; 9.456 caixas com fronteira visivel passam a ser medidas a 1440px e 9.244 a 390px, onde antes eram ZERO; a primeira execucao acusou 168 vazamentos e TODOS eram do instrumento (39o defeito:clientWidthde inline nao-substituido vale ZERO); e o 40o defeito (opacity:0NAO sai do hit-test) so apareceu porque a segunda medicao usou ALTURA 844 em vez de 900 — fica registrado que a altura da janela e uma dimensao de cobertura real que este projeto nunca variou de proposito, e que RODAR O MESMO COMANDO DUAS VEZES NAO E MEDIR DUAS VEZES; anterior: §22.10 — NASCEM DUAS DIMENSOES DE COBERTURA que estavam em ZERO, e as duas vieram de o Rafael RECUSAR uma pergunta e de uma pendencia de quatro partes: (1) RESPOSTA AO PONTEIRO (contrato HV1) — 1.410 controles ativos medidos, 619 sem NENHUMA resposta ao mouse, 1.350 com o pressionado igual ao sobrevoo, 90 com contraste abaixo do piso no estado novo, 0 PASS em 51 arquivos; a guarda julga pelo PIXEL, com 3 capturas por controle, porque propriedade computada do ELEMENTO nao descreve a APARENCIA dele; (2) COLISAO, COBERTURA E CORTE (contrato SH1, FECHA a SH-P3) — 204 PASS · 0 FAIL a 1440px, e a dimensao de ESPACAMENTO da SC 1.4.12 medida pela primeira vez no acervo; cinco defeitos de instrumento morreram no caminho, todos de FALSO POSITIVO; nasce a categoria de cobertura por DECLARACAO COM SAIDA VERIFICADA; anterior: §22.9 — as DUAS fronteiras declaradas do CT1 FECHAM: a cobertura ganha o EIXO DE PONTEIRO, que estava em ZERO nos 52 instrumentos.mjsdo acervo — MEDIDO, não presumido: nenhum outro move o ponteiro, e o eixo de FOCO já existia em 20 deles — e um eixo de TEMA que só mede quem PROMETE tema escuro; 8 combinações, 2 larguras, 1.480 medições, 0 fora do centro, nenhum artefato alterado; dois defeitos de instrumento no caminho, e os dois produziam[n/a]com motivo PLAUSÍVEL em vez de FAIL; nasce a categoria de cobertura de INSTRUMENTO com 8 artefatos de prova onde vermelho é o resultado desejado; anterior: §22.8 — o Rafael respondeu as quatro perguntas do gate v13.3 e, no mesmo anexo, achou A OLHO NU uma DIMENSÃO DE COBERTURA que estava em ZERO: o CENTRO DO DESENHO dentro do controle de ícone, que nenhuma das mais de 60 guardas olhava — nasce o contrato CT1 e a guarda que mede 189 controles; a cobertura do SI17 CRESCEU SOZINHA (tela-tabela de 1 para 7.sigla, tela-referencia de 1 para 6) porque a guarda varre PASTA e não lista; e a cláusula NUM-02 da suite-container reprovou 6 elementos CORRETOS porque media uma lista de classes escrita à mão — terceira reincidência da mesma família na sessão; anterior: §22, §22.5, §22.6 e §22.7 — a SI-P4 executa; a guarda SI17 nasce como ALVO DE PASTA e acha QUATRO telas que nenhuma lista continha; o contraste é medido a 390px pela primeira vez e rende o 29º e o 30º defeitos de instrumento mais o SH-P2; anterior: §21 — a CD-P9 e a CD-P11 fecham nos 34 artefatos, a NV-02 ganha guarda e o PRE-VOO vira instrumento; anterior: §20 — dois dos seis defeitos de contraste eram do MEDIDOR; nasce a guarda FC1 de contraste forçado, com censo de 1.336 controles e 408 sem fronteira; anterior: §17 — a MR-P1 executa, nascem e fecham MR-P2, BT-P7 e BC-P1, e o acervo é recontado em 34 artefatos) · Estado:consolidado PARCIALMENTE APROVADO—)) as SEIS decisões D1–D6 do §9 foram tomadas pelo Rafael em 2026-08-15 e estão registradas lá; o restante segue proposta e cada linha marcada como AUSENTE é proposta de escopo que só entra no sistema pelo fluxo normal (pesquisa → consolidado → aprovo → produção → gate).Por que este documento existe. O
estudo-clickup-completo.md(v1.1, produto real medido em sessão logada) e oestudo-viver-de-ia.md(v1.4) foram feitos depois de boa parte do DS já estar escrita. A consequência, declarada pelo Rafael em 2026-08-15: "se nós erramos em não ter feito o estudo do ClickUp e do Viver de IA antes, para poder definir o melhor modelo de construção, foi uma falha grave nossa, e não é porque falhamos que temos que manter o erro." Este mapa é a resposta: o inventário de todas as estruturas que um DS de ERP precisa prever, derivado do que foi medido no produto de referência, confrontado linha a linha com o que a SEED já tem — para que o que falta seja escopo declarado, não descoberta tardia.O que este documento NÃO é: não é spec (não define valores), não é plano aprovado (a ordem das fases é proposta), e não copia decisão do ClickUp (todo dispositivo medido lá é proposta para gate, regra do §12.8 do próprio estudo).