Componentes
Histórico da §47 — seed-componentes.md
Título completo no canon: Histórico da seção §47 — Página institucional — esqueleto, camada de máquina e blocos de conteúdo (não é regra)
Base (3 rodadas encadeadas, 2026-08-12): R1 canon interno — o §46 inteiro (SH2 landmarks nomeados, SH5 ativo que sobrevive ao grayscale, SH7 foco na troca de rota, SH8 skip link) migra sem alteração; MN1 (navegação é disclosure de links, nunca
role="menu"); DF4 (grayscale como gate estrutural); o pacote mobile v1.2; e oestudo-site-atual.mdv1.0 (canônico de referência, ancorado noMANIFESTO.mdv2.6), que forneceu a linha de base medida citada nas decisões abaixo. R2 mercado — corpus de página de conversão B2B de 2026: essencial acima da dobra em desktop e mobile, cada seção como mini-ponto de conversão, prova junto do CTA, e o dado incômodo de que página sem barra de navegação converte até 2× mais em teste controlado. R3 normas — schema.org (Organization,LocalBusinesse subtipos,ServicecomserviceType/areaServed/provider,BreadcrumbList,FAQPage), a regra do Google de nunca marcar o que não está visível ao usuário, o orçamento de peso de referência para mobile e as metas de campo de Core Web Vitals. Consolidado aprovado pelo Rafael em 2026-08-12.
Escrito em 2026-08-12, depois do lote 1 (MK1–MK12) e com o mesmo princípio: contrato por bloco, composição livre. O que cada bloco diz é do projeto do site; o que ele é está aqui.
Base adicional deste lote (R2/R3, 2026-08-12): corpus de prova social em página de conversão B2B; documentação do Lighthouse e do web.dev sobre o padrão fachada para incorporação de terceiros; comparações de peso de incorporação de vídeo; e a deprecação dos resultados ricos de FAQ pelo Google em 7 de maio de 2026, que trocou o racional de uma decisão do lote 1 (ver a errata no fim desta seção).
ERRATA MK-E2 — capacidade AFIRMADA e não VERIFICADA, contra a 1ª redação do MK19. A primeira versão mandava "vídeos relacionados desligados ao fim", com o racional de que a grade final poderia levar o cliente a um concorrente dentro da própria página de case. A capacidade não existe no YouTube: desde 2018 o parâmetro que servia para desligar passou a apenas restringir as sugestões ao mesmo canal — não há como removê-las. O risco real é, portanto, muito menor do que o racional supunha (as sugestões são do canal da SEED, não de concorrentes), mas a spec afirmava um controle que o meio não entrega. O MK19 passou a exigir a restrição ao próprio canal e, onde nem isso for possível, a declaração explícita da limitação. Classe de defeito: capacidade afirmada e não verificada — prima da MK-E1 (decisão certa pelo motivo errado), com a diferença de que aqui o motivo estava certo e o mecanismo é que não existia. Como foi pega: pergunta do Rafael — "por que não podemos usar o YouTube?" — sobre uma proibição que a spec nunca fez, mas que a redação sugeria.
Origem do vídeo do Viver de IA — lacuna FECHADA em 2026-08-12. O
estudo-viver-de-ia.mddescrevia o player daquela plataforma apenas como interface (§3.19), e a medição de código da v1.2 mirou tokens, tipografia e movimento — nenhum dos dois olhou de onde o vídeo vinha. A lacuna ficou declarada como não respondida, e o Rafael a fechou por medição direta: o menu de contexto do player identifica Panda Video, hospedagem brasileira voltada a plataforma de curso. Isso explica o player com marca própria e sem grade de sugestões ao fim. Consequência para o DS: nenhuma — o MK19 é neutro em fornecedor de propósito. O achado vale como referência do que uma hospedagem dedicada entrega, e está registrado noestudo-viver-de-ia.md.